Make You Feel My Love- Malfred
21 Capítulo 21
Notas iniciais
Pov off Maria Marta...
– A seu bode velho como eu te amo! Fala imperatriz indo se vestir para ir ver a situação do marido.
Maria Marta termina de se arrumar e pede a Brigel que a leva para a delegacia.
– Vamos D. Marta. Fala o motorista abrindo a porta para a madame.
– Vamos Brigel rápido quero ver como está meu marido. Fala a madame.
O resto do caminho segue em silêncio, pois a imperatriz estava perdida em pensamentos. Imaginado como estaria seu marido agora. Ela é tirada dos seus devaneios com a voz do motorista.
– D. Marta... D. Marta. Chamava a imperatriz e passava a mão em frente ao rosto da mesma.
– O que foi Brigel? Fala meio ríspida do susto que tomou.
– Chegamos. Fala ele de forma calma dando a mão para imperatriz descer.
– Obrigada Brigel me espere aqui no quarto. Fala Marta indo em direção à delegacia.
Marta vai andando em direção pensando o que falará para que o delegado a deixe ver o marido. Quando está chegando à sala do delegado encontra Merival.
– Merival! Fala Marta indo falar com o advogado.
– Marta... Você já está aqui?! Fala ele abraçando a imperatriz.
– Claro que sim. Quero saber como está à situação do meu marido? E também quero vê-lo. Dei um jeito, pois não saio daqui sem vê-lo. Falava decidida a imperatriz.
– O que você me pede sorrindo que eu não faço Marta? Fala gracejando a imperatriz o advogado. Marta apenas sorri.
– Que bom. Então ande logo. Determina a imperatriz.
– Sempre tão cordial. Estou indo. Fala Merival indo falar com o delegado.
Marta fica ali observando a conversa do advogado com o delegado rezando para que este adiantasse, pois ela precisava ver o marido. Para acalmar o coração. Passa-se aproximadamente uns três minutos e Merival sai da sala do advogado.
– Não foi fácil, mas tudo que você me pede eu faço. Você tem quinze minutos para falar com ele. Informa o advogado.
– Obrigada Merival. Fala dando um beijo na bochecha do advogado e seguindo com o policial para ver o marido.
– Ah! Maria Marta como eu te amo. Como queria que me olhasse como olha para aquele cangaceiro. Suspirava o advogado colocando a mão no lugar que a imperatriz tinha beijado.
De volta a Maria Marta...
Marta ia adentrando por aquele corredor e ouvindo umas piadinhas dos detentos que ficavam impressionados com a beleza da senhora que estava passando pelos corredores naquele corredor. Marta simplesmente ignorava e ansiava pelo momento de ver o marido.
– É aqui a senhora tem quinze minutos para falar com o detento. Informava o policial.
– Ok... Obrigada. Falava Marta abrindo a porta da sala.
Zé estava de costas não sabia quem ia falar com ele naquele momento. Imagina que seria Merival, pois acreditava que sua esposa fina do jeito que era não iria aquele ambiente. E também não a queria naquele lugar.
– Zé... Ele é tirado dos seus devaneios com aquela voz e aquele perfume que ele conhecia tão bem. Nesse momento ele se vira e não consegue disfarçar a surpresa e a alegria de vê-la ali.
– Marta. É o que ele consegue pronunciar naquele momento.
Marta sai correndo e se joga nos braços do amado. E deixa as lágrimas correrem por vê-lo ali. José Alfredo a abraça forte cheira aqueles cabelos que ele tanto ama.
– Meu amor como você está? Pergunta ela preocupada e sem perceber do que tinha acabado de chamá-lo. Zé, por sua vez, pensa que o chão poderia se abrir ali que ele não se importava. A mulher que ele amava voltava a lhe chamar de amor.
– Estou bem na medida do possível meu amor. Fala acariciando o rosto da mulher. Mas, aqui não é lugar para você Marta. Fala ele preocupado com a mulher.
– Não me importa. Eu precisava te ver. Saber que estava bem de alguma forma. E para isso eu tinha que ver com meus próprios olhos. Fala a imperatriz fazendo carinho no rosto do amado.
– Oh meu amor é tão bom te ter aqui nesse momento. Você é meu porto seguro Marta. Saber que estas do meu lado minha imperatriz me dar forças para vencer qualquer obstáculo. Fala Zé arracando mais lágrimas da amada, as quais ele prontamente enxuga.
Nesse momento, os rostos vão se encostando e o comendador primeiro beija o nariz, depois as bochechas, o queixo, a testa da mulher. Em seguida, dar um selinho na mesma olha-a nos olhos da mesma e balbucia um eu te amo e a beija com vontade.
Nesse instante eles não pensam mais em nada só em se entregar aquele momento. O beijo é intenso mais ao mesmo calmo, é forte e romântico. Passa uma verdade. Passa os sentimentos que cada um queria deixar para o outro. O amor que um sentia pelo o outro. E que nada era capaz de apagar.
O beijo vai parando aos poucos com selinhos e um abraço bem apertado.
– Eu te amo tanto Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. Fala um comendador super emocionado e olhando fixamente nos olhos da imperatriz.
– Eu também te amo muito José Alfredo Medeiros. Fala Maria Marta arrancando lágrimas do marido nesse momento.
– Você não sabe como eu precisava ouvir essas palavras agora minha imperatriz. Fala um comendador suspirando de alegria e beijando novamente a imperatriz.
– Zé... O Merival está aí providenciando para que logo... logo você seja solto. Informava Marta.
– Tudo bem Marta agora com você do meu lado eu tiro isso de letra. Falava ele fazendo carinho na mão da mulher.
– Acabou o tempo da visita. Vamos. Informava o policial.
– Vai lá meu amor. Depois nós nos vemos. Falava o comendador pegando nas mãos da mulher e dando um selinho.
– Zé eu sei que você será transferido daqui a pouco. E eu te prometo que nossa família estará lá na hora da visita. Mas, te prometo que não demorarás aqui. Falava Marta dando outro selinho no marido e saindo.
Zé volta para a cela lá fica lembrando-se de momentos com a esposa.
Pov on Zé Alfredo...
José Alfredo e Marta estavam deitados na cama da suíte máster numa preguicinha boa de quem tinha aproveitado bastante à noite anterior, mas que necessitam levantar para viajarem mais tarde. Os dois e o pequeno José Pedro iam viajar para a Europa.
–Meu Amor, preciso ver se a babá arrumou as coisas direitinho do Pedro e se já o arrumou para viajarmos, pois quero me despedir dos nossos amigos antes de viajarmos e dar as ordens para os empregados na nossa ausência. Informava Maria Marta tentando se soltar dos braços possessivos do marido.
– Eu sei, acabando o café aqui nós já vamos providenciar tudo isso. Agora se aquete mulher. Falava beijando os ombros da mulher o comendador.
– Eu não acredito que vamos viajar só nós três. Adoro Paris e Veneza. E aposto que o José Pedro vai amar também. Fala empolgada a mulher.
– Já deixou as nossas coisas prontas? Perguntava o comendador cheirando o cabelo da mulher.
– Já sim meu amor. Informava a mulher
Terminaram de tomar café, se trocaram pegaram o filho no quarto dele e desceram as escadas. Josué já estava os aguardando para leva-los. Iriam ficar três dias em Paris e quatro em Veneza e levariam José Pedro dessa vez lavariam o filho para a sua primeira viagem para fora do país.
Passaram na casa dos amigos, se despediram e foram para o aeroporto.
– Olha só, filho, sua primeira viagem.- O segurou embaixo dos braços, deixando o menino em pé em suas pernas. Já dentro do avião. Falava o comendador babando olhando o herdeiro.
A imperatriz sorriu apoiando o queixo no ombro do marido: Sim, e você vai adorar, aposto.- Brincou Marta com a mãozinha do filho.
Chegaram a Paris pela noite e foram direto para o hotel. José Pedro brincava com o pai em cima da cama e Maria Marta tirava algumas roupas das malas. Ela às vezes olhava para os dois e sorria, quando José Alfredo a olhava ela mandava beijinhos.
– Amor vou tomar um banho, tudo bem? Informava ela olhando diretamente para os olhos do marido apaixonadamente.
– Ok, minha rainha. Fala ele olhando-a de cima a baixo
– Mamãe já volta meu lindo.- Beijou o filho que já estava sonolento, mas sorriu para mãe.- Hum que sorriso mais lindo.- Beijocou sua bochecha.- Obedece o papai.- Pegou umas coisas e entrou no banheiro. A imperatriz antes de entrar do banheiro ainda olhou os homens da sua vida ali juntos.
Tomou seu banho tranqüila e mais feliz do que nunca. Sua vida estava perfeita, do jeito que sonhara que um dia seria. Secou os cabelos com a toalha, colocou a camisola e quando saiu do banheiro viu a cena mais fofa. José Alfredo dormindo, com o filho dormindo em cima do peito dele, José Pedro segurava a mão do pai, como sempre fazia. Ela sorriu e se encostou na porta admirando sua família. Pegou a câmera na bolsa e tirou uma foto. Ela foi para perto dos dois e pegou o filho com cuidado. Zé Alfredo acordou.
– Pode dormir, amor.- Sussurou a imperatriz e acomodou o filho no colo e deu um selinho no marido.
– Deita aqui.- O comendador pegou a mão da esposa depositando um beijinho nela.
Maria Marta se deitou e colocou o filho ao lado dela na cama, circundando a mesma com travesseiro. José Alfredo a abraçou por trás, ficando de conchinha, ele pegou na mãozinha do filho também que dormia sem menção de acordar.
– To muito cansada. Estou exausta na verdade. Falava bocejando a imperatriz.
– Eu também. A gente não dormiu nada também.- Beijou seu pescoço e deu um sorriso malicioso relembrando o porquê de não terem dormido direito.
–Safado — Sussurravam.- Vamos dormir que amanhã vamos aproveitar a cidade. Boa noite, comendador, te amo. Falava sorrindo e fechando os olhos a imperatriz.
– Eu também te amo minha rainha. Falava dando um beijo nas costas da amada o imperador e adormecendo em seguida.
Pov off José Alfredo...
– Tudo será diferente daqui em diante minha imperatriz eu prometo. Suspirava o comendador.
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