Make You Feel My Love- Malfred
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Enquanto isso com Malfred...
– Você viu Zé... Que comida ruim. Como você quer que eu não reclame! Fala Marta indignada com aquela comida.
– Oh Marta a minha está boa. Fala ele só para irritar a esposa.
– Você come qualquer coisa seu cangaceiro. Eu tenho um gosto refinado... Meu estomago é sensível! Fala Marta revoltada.
– Claro que sim... Você é Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. Fala rindo e sendo acompanhado pela esposa.
– Só você viu Zé... Fala Marta rindo, mas ficando cansada.
– Marta... Você está ofegante. Vamos diminuir o ritmo. Vou chamar o médico. Fala José Alfredo se preocupando com esse cansaço da mulher.
– Não Zé eu estou bem... Só preciso descansar. Fala Marta ficando sonolenta devido às medicações que estava tomando.
Nesse meio tempo, passa-se o período de quinze dias que era o tempo que Marta ficaria no hospital. Durante esse período Zé Alfredo não saiu do lado da mulher. Eles foram conversando e resolvendo assuntos relacionados a Império. O comendador não queria que a mulher se cansasse e nem se aborrecesse fazendo essas coisas, mas ela sempre alegava com a voz doce e manhosa:
– O Zé eu não estou fazendo nada. Estou parada, entediada. E, além do mais, eu não estou fazendo nenhum esforço físico. Só te ajudando a pensar as coisas. Assim sempre repetia Maria Marta toda vez que o marido não queria preocupá-la.
Nos finais de semana os filhos se reversavam e vinha passar o final de semana na casa de Petrópolis que agora tinha voltado para as mãos dos Medeiros de Mendonça e Albuquerque. Deixando também a casa organizada para a chegada da mãe que antes de voltar para o Rio ficaria uns dias em Petrópolis.
Nesse ínterim, eles conseguiram traçar estratégias para ganhar dinheiro e conseguir resolver alguns problemas que eram imediatos a Império e que sem o dinheiro de Maurílio tinha ficado complicado.
Maurílio nesse meio tempo conseguiu fugir do hospital o que deixou Zé Alfredo virado no Samurai. E Silviano estava preso. E Bruna ficou com José Pedro durante esse período, pois Daniele não tinha dado as caras ainda.
– Finalmente meu Deus... Que felicidade... Eu finalmente vou sair desse hospital. Falava Marta só faltando pular de alegria.
– Eu fico contente Marta, mas pode ir abaixando esse facho que a senhora não pode fazer estripulias. Falava Zé tentando parecer bravo, mas falhando totalmente o que arrancou risos da esposa e do seu fiel escudeiro.
– Vamos D. Marta para o estacionamento, pois conseguimos despistar a impressa esse tempo, mas não podemos dar mole. Esses urubus de tragédia parecem que farejam tudo. Falava Josué carregando as coisas de Marta.
– O Josué está certo. Eu não posso ser visto de jeito nenhum. Fala José Alfredo dando os braços para que Marta se apoie. No começo ela reluta, mas logo aceita a ajuda.
– O Zé... Eu me esqueci de comentar, mas está muito engraçado esse disfarce seu de roupa branca. Muito diferente. Fala Marta dando risada e levando Josué junto.
– Tá vendo o que eu faço por você e o que eu ganho? Piadas e sorrisos. Bela mulher e amigo que eu tenho! Fala ela fazendo um super drama. Fazendo com que Josué ria e que Marta perca a fala com o termo mulher que ele a chamou.
– Tudo bem Zé... Parei vamos? Preciso de um banho das minhas coisas urgente. Fala Marta tentando quebrar o clima formado.
– Vamos Josué. Toca para mansão. Fala José Alfredo respeitando aquela fugida pela tangente da mulher.
Então José Alfredo abre a porta para que a mulher entre. Em seguida, ele entra e Josué dirige em direção a casa. Quando chegam Marta fica muito feliz, pois os filhos deixaram flores por todos os cantos, faixas de seja bem vinda. Pois, por mais que não tivessem lá, afinal era uma quarta-feira e era dia de trabalho. Eles queriam demonstrar que estavam muito felizes com a melhora e volta da matriarca da família, mas também queriam deixar os pais a sós.
Pois, eles sabiam que agora era uma questão de tempo para a volta do casal imperial.
– Home sweet home... Fala Zé fazendo uma graça.
– Obrigada. Marta estava tão empolgada que foi e deu um beijo na bochecha do comendador. Ficando corada em seguida com o gesto que tinha feito. Zé Alfredo por outro lado era a alegria em figura de gente com o gesto da mulher. Que parecia ser simples para os outros, mas para ele significou muito.
– Marta... Você quer alguma coisa agora? Ou quer descansar primeiro? Pergunta Zé olhando docemente para a mulher na sua frente.
– Sinceramente primeiro eu quero tomar um banho de banheira lá no nosso quarto. Hum... Quer dizer no meu quarto. Tenta consertar a imperatriz totalmente sem graça.
– Então vamos minha imperatriz para o NOSSO QUARTO! Fala Zé passando a mão na cintura da mulher para que pudessem subir as escadas.
Eles foram subindo as escadas e quando estavam chegando ao quarto Josué chega e diz:
– Comendador... É eu tinha esquecido nessa agonia, mas o Silviano fez uma mudança no quarto da imperatriz. O banheiro está trancado com uma porta estranha. Não sei direito, mas não tive tempo de ver e acabei esquecendo de avisar ao senhor. Falava Josué sem graça por ter esquecido de avisar.
– Que estranho... O Silviano sabia que eu adorava meu banheiro. Principalmente, pela banheira. E eu estava louca para tomar um banho nela. Fala Marta pensativa.
– Estranho demais, mas vamos ver direito isso. Fala José Alfredo abrindo a porta. Oxeoxeoxe... Mas, que esculhambação é essa? Que fechadura, mas estranha. Fala o homem de preto olhando fixamente para aquela porta.
– Oh Zé... Pera eu lembro que quando a gente se casou... Tentava falar Marta, mas é interrompida por Zé.
– Não me lembra disso. E esse casamento não vale de nada. Você é MINHA MULHER Maria Marta MEDEIROS. Fala o comendador sem conseguir disfarçar o ciúme. E Marta solta um riso pelo canto da boca com o ciúme explicito do marido.
– Sim Zé... Voltando ele me disse que eu teria o melhor banho da minha vida. Tentava novamente a mulher quando é interrompida mais uma vez.
– Maria Marta Medeiros me poupe das sem-vergonhices daquele pinguim de geladeira. Fala José Alfredo fumaçando de ódio.
– Oh José Alfredo... Cala a boca me deixa terminar seu cangaceiro. Fala brava Marta.
– Tudo bem imperatriz não está mais aqui quem falou. Fala o comendador levantando as mãos em sinal de rendição. Mas, por favor para de falar essas palhaçadas daquele bosta.
– Oh meu Deus... Não é nesse sentido. Parecia que tinha algo a mais. Eu não sei acho que temos que abrir isso. Fala Marta convicta.
– Josué arranje algo para que possamos abrir isso. Grita José Alfredo.
Passa-se quinze minutos e Josué volta com uns aparelhos para conseguir abrir aquela fechadura. Quando ele abre eles quase caem para traz com o que ver.
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