Make You Feel My Love- Malfred
25 Capítulo 25
Notas iniciais
Ela novamente subiu na cama e chamou o mesmo com o dedo. Quando o comendador subiu ela lhe deu um beijo cinematográfico e disse de forma bem sedutora ao mesmo tempo que dava as últimas batidas da música:
– Faça o que quiser comigo MEU COMENDADOR! O homem rosnou e a agarrou pelos cabelos.
– Agora eu vou lhe mostrar que não se provoca um homem assim. Principalmente se esse homem for eu Maria Marta.
– O que você vai fazer comigo meu COMENDADOR. Falava a imperatriz perturbando o homem.
– Vou me aproveitar muito de você minha imperatriz. Quando terminarmos você não vai aguentar se mexer meu bem. Falava roçando a barba nela o homem de preto.
Os dois se olharam e foram de encontro um com outro se chocando e sentindo o calor do corpo um do outro. Não se ouvia mais nada ali, somente o barulho dos beijos que trocavam e os suspiros que soltavam. Suas mãos passeavam livremente pelo corpo um do outro. A saudade era tanta que eles novamente estavam com muita pressa, nada de calma.
Ele apalpava cada parte do corpo dela, e ela passava as unhas por toda extensão das costas dele. Eles levantaram da cama e se sentaram, sem parar de se beijar e se acariciar. Ficaram um tempinho assim, até precisarem de ar novamente e parar de se beijar e se olharam. Recomeçaram o beijo e dessa vez esse foi sôfrego, de um desejo que ficara insano por conta daquela dança.
O comendador desceu as mãos pelas costas dela, apanhando o vestido pela bainha e o removeu, deixando-a apenas com lingerie vermelha. Ela alcançou o pescoço dele com fome, beijando-o, mordendo-o, e foi com a mesma fome que José Alfredo atacou o colo dela. Ele a afastou de si, apanhando-a pelos braços, e desceu com a boca aberta por seu colo, deixando os dentes arranharem ela. Aquilo consequentemente deixaria marcas, mas quem se importava com aquilo agora? Ninguém! A imperatriz só queria aproveitar o que era lhe dado.
Abocanhou um dos seios por cima do sutiã mesmo e ela desceu as mãos pelas costas dele, deixando vergões por onde suas unhas passavam. Só a soltou para levar as mãos as costas, abrindo o sutiã, se livrando da peça, e arfou ao sentir os lábios deles, sedentos, sob a pele descoberta dos seus seios, agora sensíveis até demais.
Ela buscou apoio pros joelhos no colchão e se pôs a rebolar no colo dele, descaradamente. O homem de preto apanhou os quadris dela com as duas mãos, apertando-os, e suspirou, deixando que ela brincasse. Ergueu o rosto, apanhando-a de surpresa e a beijou, roubando-lhe o ar. A brincadeira durou por minutos, até que ele a carregou e lhe colocou chão do quarto, passando pra cima dela.
Maria Marta o acolheu dentre as pernas. O comendador a apanhou pelo cabelo, erguendo-a pra si, e a beijou novamente, de um modo quase agressivo. Ela adorou. Ela esta arfando de vontade. Ela sabia que tinha provocado e que seria muito castigada por isso, mas já diria o ditado quem está na chuva é para se molhar.
A imperatriz cravou as unhas de uma das mãos no pescoço dele, fazendo-o ir ao chão com ele, e ele largou o cabelo dela para puxar os quadris dela pra baixo de si, posicionando-a e se livrando da calcinha dela. Marta gemeu de modo demorado quando ele a possuiu, mas ele não esperou; agora havia pressa. Os movimentos dos dois foram brutos, agressivos, quase violentos, mas não havia queixa de nenhuma das partes. Parecia combinado, os dois estavam desfrutando cada segundo. Ele queria saciar aquela sede dela e toda a raiva que sentiu nessa ultima hora.
Estavam muito suados. As atividades naquele quarto tinha sido intensas. Precisavam recuperar o fôlego. Nesse momento, quando a respiração começava a voltar o normal. Ele sai de dentro dela e com a cara mais safada diz:
– Meu amor. Nós ainda nem começamos. Fala ela já beijando o pescoço dela que estava super sensível. Devido, as brutalidades de mais cedo.
– Eu não estou reclamando aqui meu COMENDADOR. Falava a imperatriz provocando.
– Muito bom, então.
Eles se amaram noite a dentro muitas vezes brutos. Mas, no final amaram-se devagar. Apreciando cada parte do outro. Deixando os sentimentos reinarem naquele lugar. Parecia que eles tinham saído daquele quarto. Que ele tinha ido se localizar em outro lugar.
Ali o comendador percebeu o quanto amava sua imperatriz e possibilidade de ver outro a querendo era o mesmo que lhe matar aos poucos.
– Eu te amo Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. Falou ele olhando naquelas esmeraldas que ficaram cheias de lágrimas.
– Eu também te amo meu coronel da buchada de bode. Falou deixando as lágrimas descerem e sorrindo junto com seu comendador.
Ambos ficaram ali trocando carícias e depois pegaram no sono. Ali no chão mesmo, apenas cobertos pelo edredom.
Mais, tarde eles acordaram, desceram, todos já estavam deitados. Comeram, pois as barrigas já estavam fazendo sinfonias.
Subiram de novo, tomaram banho, fizeram a higiene pessoal e começaram a se provocar de novo, brincavam um com outro, até que a coisa começou a ficar mais quente e o comendador começou a se deitar em cima dela, começando com leves movimentos e beijando o pescoço da imperatriz, descendo para o ombro, passando as mãos pelos seios dela, beijando a barriga e voltando para os seios abocanhando um com leves chupões e apertando o outro com a mão livre. Maria Marta arranhava as costas dele com uma mão e puxava os cabelos dele com a outra. Ela tentou e conseguiu, desceu a mão até o membro dele de novo e começou a fazer leves movimentos. Suspiros e estalos eram ouvidos. O homem de preto voltou a beijar os lábios dela, continuou fazendo leves movimentos sob o corpo dela. Em um movimento rápido, ela se virou e ficou por cima sorrindo maliciosamente para ele. Ela beijou com força os lábios dele, desceu para o pescoço, ombros, peitos, barriga, deu uma leve lambida em cima do cós da cueca dele e se livrou da mesma em menos de cinco segundos. Zé Alfredo sorriu e se virou rapidamente também repetindo o feito da sua esposa. Ele deu leves chupões pelos seios dela e foi descendo os beijos, antes de tirar a calcinha dela, por cima mesmo ele deu um toque com as mãos a fazendo delirar e arrancou a peça rapidamente. Os beijos voltaram à boca e ao pescoço, enquanto as mãos percorriam vários caminhos pelos corpos dos dois.
– Eu preciso de você dentro de mim agora comendador. Rosnou a imperatriz.
O comendador a olhou nos olhos e a penetrou devagar. Começou a fazer leves movimentos de entra e sai devagar, recebendo um puxão dela e um belo beijo de tirar o fôlego. Os movimentos começaram a pegar velocidade, e junto com eles os gemidos e suspiros começaram a aumentar. Ele pegou as mãos dela e colocou a cima da cabeça dela as segurando e olhando nos olhos dela começou a dar fortes estocadas. Marta apenas colocava a cabeça pra trás sentindo todo o prazer que ela a proporcionava e os chupões que ele dava nos seios dela. Ela para ajudá-lo começou a se mexer embaixo dele e arranhava as costas do mesmo. Ficaram se curtindo um pouco e logo ela pediu: Mais forte amor, comendador... Mais forte. – disse já sentindo aumentar as estocadas e soltava seus gemidos. Um momento mais e ele parou de beijá-la e a fez o olhar.
– Juntos?
– Juntos até o fim! Respondeu ela.
– Eu te amo. Gritaram juntos chegando a um orgasmo esplendoroso.
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