Make You Feel My Love- Malfred
18 Capítulo 18
Notas iniciais
– Maria Marta Medeiros me poupe das sem-vergonhices daquele pinguim de geladeira. Fala José Alfredo fumaçando de ódio.
– Oh José Alfredo... Cala a boca me deixa terminar seu cangaceiro. Fala brava Marta.
– Tudo bem imperatriz não está mais aqui quem falou. Fala o comendador levantando as mãos em sinal de rendição. Mas, por favor para de falar essas palhaçadas daquele bosta.
– Oh meu Deus... Não é nesse sentido. Parecia que tinha algo a mais. Eu não sei acho que temos que abrir isso. Fala Marta convicta.
– Josué arranje algo para que possamos abrir isso. Grita José Alfredo.
Passa-se quinze minutos e Josué volta com uns aparelhos para conseguir abrir aquela fechadura. Quando ele abre eles quase caem para traz com o que ver.
– Meu Deus Zé? Você está vendo isso? Chega estou passando mal!! Falava Marta quase não acreditando no que estava vendo.
– Marta... É isso mesmo, mas eu nem consigo acreditar. Fala o comendador olhando fixamente para dentro do banheiro.
– Gente se me contasse eu não acreditaria. Fala Josué perplexo ainda com a cena.
– Zé me belisca que eu não estou acreditando nisso. Fala Marta e nessa hora o comendador olha pra ela e dar um selinho deixando ela perplexa com a cena. Zéee.
– Agora você sabe que é verdade. Fala o homem rindo e deixando a imperatriz sem graça.
– E de quem é esse dinheiro todo Zé? É o nosso? Pergunta Marta ainda chocada com aquele tanto de dinheiro.
– É sim Marta. É o nosso dinheiro que aqueles abutres roubaram. Fala o comendador com uma cara de ódio e de morte.
– Meu Deus e o que vamos fazer? Pergunta Marta olhando fixamente para o marido.
– Vamos recuperar tudo que é nosso! Vamos sair da pindaíba. Você vai ter todas suas joias de novo e mais que eu te darei muito mais, pois você merece. Vamos salvar nosso Império Marta. Fala o comendador pegando a imperatriz pela cintura e a rodando com um sorriso estampado no rosto.
– Que bom que você está feliz Zé! Fala ela rindo com o marido.
Nesse momento Josué sai para dar privacidade ao casal e também para pagar os homens que ajudaram nessa empreitada.
– Feliz? Feliz é pouco... Eu estou transbordando felicidade. Fala Zé olhando fixamente nos olhos verdes da Imperatriz e se perdendo neles.
– Zé o que a gente vai fazer agora? Fala a imperatriz, mas não obtém resposta, pois o homem esta hipnotizado a olhando. Zé... Zé... Comendador José Alfredo Medeiros.
– Oi Maria Marta de Medeiros Mendonça e Albuquerque? O que foi? Fala o homem saindo do transe.
– O que foi? Eu que te pergunto? Tem quase 10 minutos eu te chamando aqui e você nada. Fala a mulher exagerando.
– Tu exagera viu mulher, mas diga o que estar te aperriando? Pergunta ele dando risada pelo exagero da mulher.
– O que vamos fazer agora seu cangaceiro? Fala ela só para provocar.
– Vou ligar para o Antoninho para ele vim buscar nosso dinheiro nos carros forte e devolver para o lugar do qual ele nunca deveria ter saído. Explica-se o comendador. Mas, antes eu vou fazer uma coisa que eu sempre tive vontade.
– O que Zé? Pergunta ela sem entender nada.
– Você vai ver!
Nesse momento Zé Alfredo chega perto do dinheiro e se joga (como aconteceu na novela minhas caras leitoras).
– Sempre tive uma certa inveja daquele pato. Fala Zé Alfredo no quarto de dinheiro e arrancando risadas de Marta.
– Oh Zé... Só podia ser você para fazer isso seu bode velho. Fala Marta rindo e provocando o comendador.
– Vem sua paulistona quatrocentona. Eu sei que você quer fazer isso também. Fala ele rindo e dando a mão para a mulher.
– Tá louco é Zé. Eu sou Maria Marta de Medeiros Mendonça e Albuquerque eu tenho classe. Nunca faria uma coisa des... Ia terminar a mulher quando foi puxada por Zé Alfredo. Você está doido é seu jumento eu poderia ter me machucado. Falava ela tentando fingir que estava brava, mas falhando miseravelmente.
– Confessa mulher que você adorou. Fala ela provocando a mulher.
Eles ficam ali conversando amenidades, enquanto os carros não chegam. Depois, de um tempo os carros chegam e eles vão tomar banho para providenciar algo para comer.
– Zé eu vou tomar banho em um dos quartos dos meninos. Já que meu banheiro está interditado e você toma em outro. Informa Marta.
– Ou podemos tomar no mesmo banheiro. Fala Zé com uma cara maliciosa.
– hahaha. Vai sonhando comendador José Alfredo Medeiros. Fala Marta fingindo uma brabeza.
– Não custa tentar né?! Fala ele rindo e se retirando.
– Ai... ai... ai. Tá difícil resistir com esse homem marcando em cima. Fala Marta rindo e se dirigindo a outro quarto.
Os dois estavam tomando banho quando começam a lembrar de um tempo atrás.
Pov on Maria Marta e José Alfredo...
Era uma noite quase normal. Marta queria que José Alfredo marcasse uma viajem para os dois, mas o homem de preto esta irredutível. Não queria se afastar da Império. Então ele resolver fazer uma greve de sexo para fazer o homem repensar as ideias.
Mas, Maria Marta resolveu tornar aquele jogo mais divertido e com chances maiores de vitória para ela então. Então resolveu dormi de noite com uma lingerie preta super provocante e no meio da noite fingindo que estava dormindo se agarrou no marido. Zé Alfredo nesse dia teve uma péssima noite, pois ele também não queria dar o braço a torcer.
– Bom dia. – Disse Maria Marta, meio rouca, entrando no banheiro. Zé Alfredo estreitou os olhos ao ver a lingerie da mulher, mas virou a cara pra cima, deixando a água do chuveiro esfriar o corpo.
Acordou cedo Marta não é do seu fetiu. – Disse o homem de preto, sacudindo o cabelo, jogando água pros lados. A imperatriz estava na bancada da pia, escovando os dentes. E deu de ombros.
Não dormi bem. – José Alfredo quase riu de si próprio lembrando da péssima noite que tivera para não dar o braço a torcer – E a cama ficou fria quando você saiu. Falou Maria Marta fazendo caras e bocas.
O silêncio permaneceu no banheiro enquanto a imperatriz escovava os dentes. Até que ela teve uma ideia e entrou no banheiro de lingerie e beijou as costas do homem. Fazendo com que o homem de preto de se arrepiasse inteiro.
Gosto de como você acorda. A pele morna, macia. Um cheiro de cabra macho – Falava a imperatriz atiçando o homem.
Brincadeira tem limite, Maria Marta. – Rosnou – Assim como meu controle se lembre disso. Falava fuzilando a mulher de raiva e de desejo.
Não tenho medo de você comendador José Alfredo Medeiros. – Respondeu, prontamente a imperatriz abraçando o homem.
Bom saber, pois então não terá do que se queixar. – Rebateu, se mantendo em silencio em seguida.
Ela nem viu, apenas sentiu o puxão forte em seu braço. Seus pés escorregaram no piso, mas ele não a deixou cair, empurrando-a até que ficasse prensada na parede, de frente pra ele. Viu o susto nos olhos dela com a surpresa.
Eu não sou o tipo de homem com que se deve brincar, Maria Marta, a essa altura você já devia ter percebido isso. – Rosnou, raivoso.
– Eu também não. E sei o que quero e vou ter. Falava ela puxando o para um beijo cinematográfico. Quando ele achou que a batalha estava ganha ela saiu do banheiro e disse de forma sensual.
– Se quer continuar isso. Sabe o que fazer. Falou ela tirando a lingerie molhada na frente do comendador.
– Maldição mulher. Tudo bem nós vamos viajar. Fala ele pegando-a no colo e levando-a de novo para o banheiro.
Pov off Maria Marta e José Alfredo...
– Bons tempos. Fala rindo a mulher com a lembrança.
– Ah diaba... Você é minha perdição mulher. Bons tempos. Falava o comendador absorto nas lembranças.
Fale com o autor