Make You Feel My Love- Malfred
15 Capítulo 15
Notas iniciais
O comendador vai andando em direção à recepção e não conseguia conter as lágrimas. Como assim, Marta não o queria mais? Ela estava o dispensando. Ele continua andando e quando ver os filhos ele desaba em lágrimas.
– Pai... O que foi? Aconteceu algo com a mãe? Fala Clara preocupada e indo abraçar o pai. E os irmãos fizeram o mesmo.
– Ela não me quer mais. Eu a perdi. Fala o comendador desolado e fazendo com que os filhos se aproximem e lhe abracem.
– Pai... Falava Lucas desolado, pois eles nunca tinham visto o pai daquela forma.
– Ela... Ela... Não me quer mais. É tão tarde assim? Eu sei que errei demais, mas será que ela não me ama mais?! Falava o comendador sentindo um aperto muito grande no peito.
– Não é tarde não comendador. Vocês se amam, mas a D. Marta estar precisando se reencontrar para que vocês possam recomeçar. Muitas coisas aconteceram. Ela está muito magoada, ferida, humilhada e principalmente quebrada. Ela precisa se curar e o senhor também. Assim vocês escreverão capítulos mais bonitos ainda nessa história. Mas, fique perto. Mostre a ela que o senhor está aqui por ela. E que agora realmente as coisas serão diferentes. Fala Du muito emocionada ganhando um grande abraço do sogro.
– Obrigada minha cabelo de fogo. Você disse tudo que eu precisava ouvir esse não é o fim. É o recomeço. Eu preciso ir a casa. Tomar um banho e me disfarçar que eu não posso aparecer ainda. Você Lucas cuide desse rubi, pois a Du é uma pedra preciosa. Fala o comendador limpando as lágrimas e abraçando Lucadu.
Com Maria Marta...
– Aí meu Deus... Será que eu fiz o certo.
Pov on Maria Marta...
– Quanto tempo nós temos? Quanto tempo vamos ficar aqui na Europa sem que você já queira correr para a Império? Perguntava Marta aflita e feliz ao mesmo tempo.
– Um mês. Foi o máximo que eu consegui. Então temos que aproveitar esse tempo muito bem – Disse, como um pedido de desculpas e tentando descontrair o ambiente, e em troca recebeu um sorriso lindo, radiante e feliz da esposa.
Afinal, eles tinham tirado aquele tempo para providenciar João Lucas. Ele se aproximou, sorrindo. Na afobação ela nem conseguiu retirar os brincos, as esmeraldas brilhavam em contraste em sua pele.
– Vai ser aqui que vamos providenciar o nosso terceiro filho. Será aqui com muito amor e baixarias que ele será feito. Falou Marta sorrindo e se deitando de costas na cama. José Alfredo sorriu e chacoalhou os bigodes. Ele se deliciava com a situação. Estava amando ver a mulher daquele jeito. Ela estava mais solta por conta da bebida.
– Aqui ou em qualquer outro cômodo. Mais tenho quase certeza que será naquela banheira, pois vou te amar nela até amanhã de manhã. Ele riu e se deliciou com a risada da esposa e nesse momento ele passou pra cima dela, que o encarou, sorrindo – Mas pra todos os efeitos diremos que foi nessa cama. Sussurrou e ela riu gostosamente. Beijando os lábios da esposa em seguida.
Nesse momento, Zé Alfredo mergulhou o morango na própria taça de champanhe, levando o até os lábios dela, ela mordeu e ele comeu o resto. Em seguida a beijou. O gosto do champanhe e do morango junto com o sabor dos lábios dela combinaram perfeitamente. Ele pensou que não existia gosto melhor. Marta o acolheu entre as pernas, se esfregando em seu corpo…
– Não. – Murmurou, ela se afastando do beijo dele.- Você disse que faríamos nosso filho na banheira, mas eu queria que fosse no chuveiro. Falava Marta super solta por conta da bebida e rindo gostosamente.
– Depois Maria Marta agora vamos no amar nessa cama mesmo. Fala a pegando e colocando direito na cama.
Marta riu de leve. Ele a fez se sentar, ainda agachado dentre as pernas dela. Ele beijou-lhe o rosto, descendo por seu pescoço, então afastou a alça da camisola branca dela e foi dando beijos e chupões. A imperatriz perdeu o sentido com aquilo. Em seguida, o comendador desceu a alça direita da camisola e pegou o chocolate que estava na vasilha na bandeja do lado da cama e passou no ombro. Passando a língua para tirar.
Em seguida, desceu a alça esquerda e repetiu o gesto. Depois puxou a camisola até a cintura. Olhando fixamente para os seios da esposa. Admirou-os. Ele era completamente viciados e fascinado neles. Olhou para sua imperatriz e deu um selinho nela. Nesse momento, ele pegou o chocolate e passou nos seios. Enquanto tirava o chocolate de um apertava o outro e depois invertia o processo ficou nessa tortura saborosa por uns dois minutos. Marta só fazia gemer com as carícias do marido. Depois fez esse processo com a barriga e fazia questão de limpar tudo com muito carinho e cuidado. A imperatriz arfava com os carinhos.
Ele estava a torturando. Estava sendo lento, meticuloso, aquilo tirava Marta do sério. Ela subiu as mãos pelas costas dele, por debaixo da camisa, as unhas apertando a pele, sentindo os músculos, os arrepios e o desejo que causava no seu comendador. José Alfredo baixou a boca, mordendo a barriga dela, fazendo-a se encolher e arfar.
Pov off Maria Marta...
Ah como aquele homem sabia direitinho o que fazer com ela. Só ele tinha esse poder de deixá-la tonta só com um simples beijo. Aliás, com ele nada era simples. Era o jeito José Alfredo Medeiro das coisas. Como ela o amava. E realmente foi ali que providenciaram João Lucas.
Marta é tirada dos seus pensamentos com a entrada de Clara para visitá-la.
– Mãe a senhora está bem? Eu tive tanto medo. Eu pensei que ia te perder. Falava Clara se aproximando e chorando.
– Eu estou bem minha filha. Foi só um susto. Acho que não é só o bode velho que é imortal. Falava Marta fazendo uma graça e fazendo Clara rir da piada.
– Mãe por falar no pai. Ele chegou acabado lá fora porque você o dispensou. Nunca vi o pai daquele jeito. Falava Clara sentada perto da mãe e olhando fixamente para a mãe.
– A minha filha é complicado. Não foi fácil fazer isso, pois seu pai me disse tudo que eu sempre sonhei. Mas, eu e seu pai nos perdemos. E precisamos nos reencontrar. Eu preciso curar minhas feridas. Senão cometeremos os mesmos erros. Falava Marta deixando escapar umas lágrimas.
– Eu entendo mãe, mas quero que a senhora saiba que estou aqui para o que a senhora precisar. Fala Clara.
Clara ficou ali mais um tempo e depois entrou os outros irmãos, a sobrinha e a nora. Cada hora um. Até que encerrou o horário de visita. Marta estava esperando um dos filhos para passar a noite com ela. Mas, se surpreendeu quando a porta se abriu e um homem de preto que ela conhecia muito bem entrou.
– Zé? Perguntava Marta sem disfarçar a surpresa.
– Eu vim passar a noite com você minha imperatriz. Fala Zé sorrindo timidamente arrancando um sorriso discreto da esposa.
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