Notas iniciais
Uma coisa muito legal na criação é a possibilidade de fazer eventos que se cruzam e se interligam de alguma forma.

Os cinco heróis — Amanda, William, Marília, Ruf e Ramon — estão novamente na cidade de Sopa, em frente ao prédio onde se encontra o escritório de Bagre.

— Precisamos encontrar Jurássico logo — diz William.

— Sim — responde Ruf. — Vamos pagar os cinco mil adlaremses logo e acabar com a ameaça de Jurássico.

— Ruf — diz Marília.

— Sim, Marília.

— Eu gostaria de ouvir as histórias que você prometeu contar a William...

— Tipo qual? — pergunta Ruf.

— Eu me lembro que você ia explicar sobre Sopa... Aproveitando que estamos aqui...

— Ah, sim — Ruf começa seu discurso enquanto caminham para o portão da cidade, onde Jurássico provavelmente está esperando. — Sopa foi um ser muito importante para a dimensão Alfa/Lírica/52, que viveu há muitos anos. O nome dele foi dado porque seu pai queria que ele fosse dentista, e quando ele cresceu ele foi considerado um conspirador político e foi brutalmente morto. Por causa disso, fizeram um feriado específico para ele: 21 de abril.

— A contagem do tempo nas dimensões é sempre igual? — pergunta William.

— Não. — responde Ruf. — Algumas dimensões compartilham determinadas informações, mas nem todas. Isso ocorre porque... Na realidade, eu nem sei por que. Alguma explicação deve haver, mas eu nunca consegui descobrir.

— Interessante isso... — diz Ramon, mexendo você sabe onde.

Marília recebe mais uma mensagem de Willu, que agora está na dimensão Pixel esperando por ela. A ansiedade começa a aparecer.

— Willu está me chamando... Ele disse: “Marília, sinto sua falta e quero você pra mim. Você é linda e seu cabelo me deixa louco”.

— Posso te dizer uma coisa? — Amanda toma a palavra.

— Fale...

— Eu não acho que o Willu seja uma boa para você.

Nesse momento, os três homens dançam de alegria.

— Como assim, ele não é uma boa para mim? — diz Marília, um pouco incomodada com a intromissão da Amanda.

— Vai por mim... Eu já namorei.

— E por acaso você ficou pesquisando minha vida para saber que ele é meu namorado?

— Espere... — interrompe Ruf — Eu pensei que ele é seu ex-namorado...

— Não interessa! — diz Marília, se sentindo insultada. — Eu me sinto insultada com isso! — e começa a chorar.

— Marília — diz Amanda, em voz suave —, amigos se intrometem na vida dos outros.

— Mas... — Marília viu que perdeu a guerra. — E o que você sugere?

— Eu não sei — diz Amanda. — Só acho que esse cara não é um bom cara para você.

Nesse momento, eles finalmente chegam ao portão da cidade.

— Jumuju — Ruf dirige a palavra a um dos guardas —, você sabe se o Jurássico está por aqui?

— Jurássico? Ele foi para a dimensão Alfa/Lírica/53 — responde o guarda.

— Ele disse quando voltaria? — pergunta Ruf.

— Ele disse que se você realmente quisesse falar com ele, você deveria ir para lá.

— Você está brincando com a minha cara!

— Quem dera... — responde o guarda. — Não gosto de brincar com comida.

— O que fazemos então? — pergunta Marília.

— Marília, você é uma unicórnia estudiosa, certo? — pergunta Ruf a Marília.

— Eu... Gosto de estudar...

— Você lembra de alguma coisa que fala sobre a dimensão Alfa/Lírica/53?

— Eu já li em alguns lugares que é uma dimensão podre, cheia de lixo e com um imperador muito bonito.

— Como é o nome desse imperador?

— Acho que tem alguma coisa a ver com italiano...

— Ritaliano, um dos escritores de Ficção... — diz Ramon, pensativo. Geralmente quem fica pensativo coloca a mão no queixo e... Ok, parei.

— Amanda — Marília dirige a palavra a Amanda —, o que você quer dizer com ele não ser bom pra mim?

— No caminho conversamos — responde Amanda.

— Ruf, para onde vamos agora? — pergunta William. — Você sabe onde está Jurássico?

— Ele provavelmente está em algum lugar que tenha algo ruim para se fazer — responde Ruf.

— Você sabe que qualquer lugar é propício para isso, certo, Ruf? — diz Ramon, com seu movimento regular.

— Eu sei, Ramon — responde Ruf —, mas precisamos pensar num lugar realmente ruim. Um lugar que chega a ser insuportável de ruim. Um lugar onde as pessoas não tenham nem um pouco de prazer em viver.

— Você quis dizer a Academia? — pergunta William.

— Não... Dentro de si mesmos!

— Ah, qual é! — reclama William — Quer dizer que vamos entrar em mais uma pessoa? Por que essa história não se chama Mais uma História de Entrar em Pessoas[1]?

— Porque teria um sentido ambíguo... — responde Amanda[2].

— Não, não vamos entrar em ninguém! — responde Ruf. — Eu só estava pensando alto.

— Ok, então onde iremos? — pergunta Marília.

— William — Ramon dirige a palavra —, acho que vamos ter que voltar para a dimensão 2... Você está preparado?

— E por que não estaria? — responde William.

— Pelo simples fato de que você viajou clandestinamente pelas dimensões... — responde Ruf.

— Quer dizer que Jurássico está na minha dimensão?

— Parece que sim — responde Ruf. — Lembro-me de uma vez ele comentar sobre ir para a Vida Real... Nunca achei que fosse sério.

— Mas o que ele faria lá? — pergunta William.

— Seria basicamente esta resposta que eu gostaria de responder...

— Mas calma aí... — Amanda toma a palavra — Quer dizer que vamos viajar para uma dimensão perigosa só porque você supõe que Jurássico esteja lá? E afinal, por que não pagamos depois?

— Por que eu gosto de satisfazer desejos efêmeros! — surge Jurássico. — Quer dizer que conseguiram meu dinheiro, pudinzinho?

— Eu sou um cupcake! — responde Ruf. — Cupcake!!

— Seja lá o que for... É um doce. Ah... — Jurássico se dirige a Amanda —, você também veio com eles?

— Eu acabei entrando aqui... — responde Amanda, com ar de quem vai vomitar.

— Eu gostaria de dizer que fico muito feliz por vocês me pagarem os adlamremses que me deviam. Pode passar pra cá.

Ruf passa o dinheiro para Jurássico.

— Ah — continua Jurássico, enquanto conta o dinheiro —, e eu estive na dimensão 2 sim.

— Ah, não... — diz Ramon.

— Saca só o que eu achei naquela dimensão! — Jurássico tira um guarda-chuva das suas costas. — Tadam!

— O que você vai fazer com isso? — pergunta Ruf.

— O quê? Ah, o guarda-chuva... Sei lá, gostei da cor... — é um guarda-chuva transparente.

— Você sabe que transparente não é uma cor, certo? — pergunta William.

— Sabe que disseram a mesma coisa pra mim na ANTA...

— Calma aí... — pergunta Amanda — Você entrou na ANTA?

— Algum problema? — Jurássico pega um cupcake comestível de seu bolso e começa a comê-lo.

— E como você passou por lá? Pensei que tinha te banido!

— Argumentos — responde Jurássico. — Quando você os usa, qualquer um faz o que você quer. Ah, e Ruf, acho melhor vocês irem para a dimensão Alfa/Lírica/53 agora.

— E por que você acha isso? — pergunta Ruf.

— Porque eles souberam que vocês têm o livro.

— Mas... Como eles ficaram sabendo? — pergunta Ruf. — Você contou a eles?

— Não... — responde Jurássico, terminando seu cupcake — Eles têm rastreadores.

— Peraí... Você é um deles? — pergunta William.

— Jurássico não está do lado de ninguém, William — diz Ruf.

— Eu estou do meu lado! — responde Jurássico.

Só uma coisa antes de continuar a história: Jurássico vai desaparecer de repente. Isto porque uma determinada energia ficcional está sendo elaborada para o local onde os heróis estão por causa do livro. Mas eu desvio essa energia e, como Jurássico é inútil para nossos heróis por enquanto, eu jogo ele para alguma dimensão qualquer. Talvez a Alfa/Lírica/52... Não, melhor: jogarei Jurássico na dimensão Quaternária. Só por ironia mesmo...

Jurássico é levado por um globo de energia ficcional marrom (por que as coisas relacionadas a Ficção são marrons fica à mercê de interpretações posteriores... Porque eu não vou explicar) diante dos heróis. Todos ficam pasmados, mas logo voltam ao normal.

— Então, Ruf... — diz William. — O que faremos agora?

— Podemos ir a essa dimensão que o Jurássico mencionou — responde Ruf.

— Mas o lugar fede! — responde Marília.

— Será que devemos confiar no Jurássico? — pergunta Ramon. — Ele ameaçou nos matar!

— Olha... — diz Ruf — Jurássico é assassino, ladrão, cruel, injusto, impiedoso, tirano, estúpido, insano, antiético, desprezível e indigno de confiança, mas não é à toa que ele falou da dimensão Alfa/Lírica/53.

— Mas afinal, o que faremos agora? — pergunta Amanda.

— Boa pergunta, Amanda — responde Ruf. — Marília...?

— Ah, sim... — começa Marília. — O livro Contos Antificcionais conta a história de cinco heróis: dois humanos, um cupcake, um quebra-queixo e uma unicórnia seguindo em direção a um lugar onde impera um homem bonito que lembra algo relacionado a Rita...

— Espere... — interrompe William — Estamos seguindo um livro de contos?

— Qual é, William! — responde Ruf — Vai me dizer que você não sabia disso...

— Sim, eu vou dizer isso.

— E você não sabe que esta história também consta em Ficção também? — pergunta Marília.

— Calma que agora eu estou confuso.

Acontece que eu, Mateus, decidi deixar algumas histórias previamente escritas em alguns livros dentro dessas dimensões para que os personagens possam se guiar sem muitos erros (repito: sem MUITOS erros). Isto eu fiz porque é legal deixar escrito algo importante para as pessoas lerem, mesmo que essas pessoas não estejam no mesmo plano que eu...

Então Neanderthal, Lucy, Fernando e Elplata entram na prisão para iniciar a primeira missão... Ops, história errada!

— William, você questiona demais — Amanda diz.

— É... Já me disseram isso antes.

— Meus subordinados vivem me questionando — Ramon toma a palavra —: “Por que devemos seguir suas ordens?” “Por que não podemos ser livres?” “Por que o mar é salgado se vivemos num mundo feito de doce?” e outras perguntas que não alteram basicamente nada!

— Claro que alteram — responde Ruf.

— Eu ainda mando neles, eles ainda não são livres por causa do nosso governo e o mar continua salgado...

— Mas as coisas podiam ser diferentes... — diz Ruf.

— Afinal, por que pensamos em possibilidades? — pergunta Ramon.

Como esta história não tem cunho filosófico como a Maravilhosíssima História do Dr. Neanderthal...

— Olha, gente! — diz Marília ao receber uma mensagem em seu celular — Willu está falando comigo novamente! “Você é a mais linda que eu já vi. Não quero te perder jamais. Venha me encontrar na dimensão Alfa/Lírica/53. Te espero em Gafartudi. Beijos”.

— Vamos lá para sabermos qual o próximo passo — diz Amanda.

— Ok. — diz William. — E quando vamos para a dimensão Pixel?

— Logo depois de completarmos este passo — responde Ruf. — Sei que eu disse que iríamos para lá quando pagássemos Jurássico, mas é que... Os Contos dizem pra gente ir pra Alfa/Lírica/53.

— Ok. Então coloquemos as coisas no devido lugar — diz Ramon, coçando o queixo.

— Vamos primeiramente à dimensão Alfa/Lírica/53 e depois de completarmos o que temos de completar lá iremos para a dimensão Pixel. — propõe Ruf. — Todos de acordo?

Todos respondem positivamente, menos um esquilo que estava passando por ali.

Então os heróis decidem ir para Alfa/Lírica/53. Mas o capítulo não termina aqui.

Eles chegam à dimensão, que fede muito mas tem um imperador bonito. Ritaliano Ritalifrancês, um dos escritores de Ficção, que se impõe em um trono feito de abacaxis com teses de doutorado. Os abacaxis se referem a um trauma de infância. As teses... Também. Seu trono está em Gafartudi, a terra das Teses de Abacaxi (gafarm = abacaxi; otudi = tese).

Os três heróis caem na terra de Holindor, que fica num planeta próximo ao Banpamc, o planeta onde o imperador está. É um planeta frio com árvores de pimenta e pessoas em forma de abacaxi. Por via de informação: Ritaliano nasceu nesse planeta.

Eles aparecem num apartamento muito bonito e cheiroso. É que a residente gosta de passar perfume para espantar mosquitos e chamar a atenção de homens; não deu certo porque o perfume que ela usa é um atrai-mosquito profissional (ela não leu a letra miúda), e ela sempre está com um lança-chamas na mão para matar os mosquitos que a qualquer momento podem matá-la.

Por algum motivo, os heróis se assustam com o lança-chamas aceso na mão da moradora, que se chama Sabrina Holandesa.

— Ah, olá! — diz Sabrina. — Vocês vieram pelo cheiro? — ela pergunta com um sorriso no rosto por pensar que seu sonho de atrair pessoas com seu cheiro se realizara.

— Não... — responde William, meio irônico. —Viemos por causa de um conto.

— Ah! — responde Sabrina, mais feliz — Quer dizer que vocês são os heróis que aparecem em alguns os Contos Antificcionais?

— Parece que mais gente lê livros, William — diz Ruf, com ar altivo.

— Eu leio livros, Ruf... Mas não essas coisas estranhas que preveem o futuro!

— Isso se chama vidência! — responde Marília.

— Ah, vejo que você é a unicórnia de coração partido... — diz Sabrina, referindo-se à Marília (meio óbvio, mas ok).

— Como assim, coração partido? — diz Marília como se não soubesse do que Sabrina estava falando.

— Ora, a unicórnia de coração partido porque terminou com o namorado e quis vir para esta dimensão para encontrá-lo! — responde Sabrina, preparando seu lança-chamas para matar cinco mosquitos que vêm em sua direção.

— Por que Mateus revela tantos segredos aos escritores? — murmura Marília, envergonhada.

— Pelo que sei, vocês estão querendo ir à terra de Gafartudi — diz Sabrina enquanto mata os mosquitos assassinos.

— Sim, e você sabe como podemos ir pra lá? — pergunta Ruf.

— Ah... — diz Sabrina — Você não leu os contos, leu?

— Eu li sim... — responde Ruf.

— Ah, é... — diz Sabrina, matando o último mosquito e quase queimando a cara de Amanda. — Esqueci que no conto fala que eu revelo a vocês como ir e só isso.

— Sim. — responde Ramon. — E você é Sabrina Holandesa, certo?

— Uh —responde Sabrina —, um militar... Gosto de homens fortes!

— E ele é um doce — diz Ruf, encaminhando uma relação amorosa.

— Me liga depois, Don... — Sabrina espera a resposta de Ramon.

— Meu nome é Ramon — responde Ramon (quem mais responderia? Ninguém usou o Desenhador e não faria sentido alguém se colocar na frente dele para fazer isso). — Mas pode me chamar de “meu homem” — diz ele mexendo no seu queixo.

Marília, nesse momento, sente um aperto no coração e espera encontrar logo Willu.

— Mas enfim — Sabrina começa a falar —, existe uma estação espacial no fim dessa rua. De lá vocês podem ir para Gafarnhoto, a terra do Abacaxi Esquerdo, que é perto de Gafartudi.

— Obrigado, Sabrina — responde Amanda.

— Um dia venho te buscar e levar para um reino só de doce — diz Ramon, cortejando Sabrina.

— Sempre sonhei com essa terra — responde Sabrina. — Meus pais são de lá.

— Ah... — diz Ramon — Então você é da 123/Eba? Que tipo de doce você é?

— Sou do tipo abacaxóide — responde Sabrina.

— Ramon, vamos! — grita Ruf de fora do apartamento.

— Espere por mim, minha querida — diz Ramon e já sai do apartamento seguindo os outros heróis/heroínas.

No meio do caminho, tinham duas pedras. William ficava pensativo quanto à frase que incomodara os guardas e que ele diria para sua ex quando voltassem: “Não, não, não, não, não, não! Isto não é possível! Por que você não disse isso pra mim? Cara, muita coisa poderia ser esclarecida se você me dissesse isso antes! Por que você estragou sua vida desse jeito? E agora, como consertar? Não importa: ainda podemos voltar”. Ramon pensava em Sabrina, Ruf falava com um amigo imaginário e as meninas conversavam.

— Sabe, Marília — diz Amanda —, já imaginou o que é o amor?

— Já sim. Amor é o que sinto pelo Willu.

— Ahn... Eu tentei mudar de assunto...

— Se não quer falar do Willu não fale de amor.

Amanda dá um suspiro e diz: — Marília, sei que você acha que o que você tem pelo Willu é amor, mas deixa eu te mostrar uma coisa... — Amanda pega de sua mochila um livro pequeno que eu inspirei a escreverem que se chama “O livro das vidências de Neanderthal”.

— O que é isso? — pergunta Marília, curiosa.

Amanda abre em uma determinada página e começa a ler: — “Amor não pode ser um sentimento. O amor tem duas manifestações: a incondicional e a correspondente. Se não há amor incondicional, o correspondente é inútil e não pode se comparar a amor verdadeiro”.

— E o que isso quer dizer?

— Quer dizer que se Willu não te ama incondicionalmente, então sua correspondência é inútil. É a mesma coisa entre nós e Mateus.

— Ah, sim... Mateus nos ama incondicionalmente e o nosso amor por ele só pode ser uma correspondência a esse amor.

— Não é à toa que eu estou solteira agora: percebi que não era amada pelo meu ex e decidi esperar por alguém que me ame como Mateus ama.

— Uau, isto é lindo!

— Sim. Que nem isso que tá escrito aqui, olha — ela vira algumas páginas e começa a ler: — “Ainda que morram, quero que vivam. Não quero perder nenhum dos meus. Criei este universo, amo as pessoas nele. O que mais poderia fazer? Quero vocês perto de mim. Eu sou Mateus”.

— Uau! Mas será que isso é verdadeiro?

— Se não for, sabemos que Neanderthal era só mais um intelectualzinho que quis se passar por alguém importante. Mas eu sei que ele não era.

— E como você sabe?

— Ele é meu pai.

Neste momento eles chegam à estação espacial. A nave para Gafartudi está logo na frente do segundo terminal. São duzentos e treze no total.

— Todos a bordo! — responde o piloto da nave.

— Calma aí! — Ruf chega flutuando rapidamente para o piloto — Precisamos ir para Gafartudi.

— E vocês por acaso... — de repente ele olha para todos e diz — Vocês são os heróis do Conto... Podem entrar! E falem sobre mim!

— Os heróis entram na nave que os levará a Gafartudi. E sim, eu estou narrando usando um travessão. Como eu amo contar histórias!

[1] Só pra constar: ele não faz a menor noção sobre o título do livro.

[2] Ela também não sabe do título deste livro. Mas gosta de responder algumas perguntas aleatórias...

Notas finais
Pois é... A dimensão Pixel tem que esperar, a explicação sobre a ditadura na região onde Ruf e Ramon moram também. E eu tenho que esperar meu lanche cósmico... Aliás, fazer. Até a próxima. Ah, e passe perfume!