Mais que irmãos...
11 KYYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
Notas iniciais
Continuo com dor de cabeça, e o pior, amanhã tenho 3 tempos de aula de ciências e 2 tempos de aula de matemática. Deus, dai-me paciência! Ôh aulinhas chatas...
E ainda tenho que ficar vendo a cara do garoto que eu gosto todo dia, o garoto que eu amo e nem sequer fala uma palavrinha comigo! Me ignora o dia todo! E isso porque sentamos um perto do outro... O problema é... Ele sabe que eu gosto dele. Isso complica tudo. :c
Aaaaah! Amoras-Saman! Gomen estar desabafando aqui sobre meus "problemas" com vocês! Sei que ninguém quer saber o que sua autora passa mas... É... É bom falar. c:
Acho que vou criar uma fanfic baseada na minha vida. Garanto que vai ser uma fic bem interessante, e as vezes bem chata. e-e'
Enfim... Boa leitura meus amores, espero que gostem do capítulo!
~~Nyuu-Chan! ♥
- Ér... Sabe... — Digo olhando para baixo. — Eu acabei de sair de um namoro e ainda estou deprimida com isso então... NÃO!
- O que? V-Você... Negou? — Natsu diz olhando para mim com lágrimas nos olhos.
- Lu-Chan eu vou te bater! — Levy diz fechando os punhos em forma de soco.
- Calma... É brincadeira. — Digo rindo. — É claro que eu aceito, não fiquei tantos anos escondendo um amor por você pra quando chegasse a hora de você me pedir em namoro eu negar.
- Que susto porra! — Ele diz chegando mais perto de mim. — Agora vem cá metidinha. Ele me puxa pela cintura para mais perto dele, fazendo meus peitos se chocarem com seu peitoral, colocando bruscamente sua língua dentro de minha boca, onde a mesma fica "brincando" com a minha enquanto ele mexe carinhosamente em meus cabelos.
- Eu te amo. — Ele diz entre o beijo.
- Eu também te amo. — Digo lhe dando um selinho.
- Então isso quer dizer que vocês estão finalmente juntos agora? — Levy diz sorrindo.
- É o que parece né? — Digo retribuindo o sorriso.
- Bom, e que tal comemorarmos isso comendo sorvete? Ainda estou com vontade de comer algo gelado e com sabor de chocolate. — Natsu diz lambendo os beiços.
- Claro! — Levy diz. — Posso chamar o Gajeel para ir com a gente?
- Aye! — Natsu diz. — Vai ser como um encontro duplo.
~~Minutos depois...~~
Assim que Levy terminou de chamar Gajeel para ir conosco tomar sorvete, saímos de casa e fomos em direção aquela praça, que agora, marcara minha vida para sempre.
Chegando lá, me sentei com Levy num banco perto da barraquinha de sorvete enquanto os garotos compravam sorvetes para nós.
- Aqui o seu Levy. — Gajeel diz entregando um sorvete de morango para Levy. — Como sei que você gosta de morangos...
- Obrigada. — Ela diz, o agradecendo com um beijo.
Logo em seguida, Natsu chega com apenas um sorvete de chocolate na mão.
- Aonde está o meu sorvete Natsu? — Pergunto vendo-o carregar apenas um em suas mãos.
- Aqui. — Ele diz esticando a mão em que segurava o sorvete. — Vamos dividir!
- Ok. — Digo enquanto ele se senta ao meu lado.
Minutos depois, Levy, Gajeel, Natsu e eu já tínhamos terminado de tomar o sorvete.
- Lucy... Tem um cantinho sujo aqui. — Ele diz olhando para o canto de minha boca. — Deixa que eu limpo.
Ele chega seu rosto perto do meu, deixando sua boca de frente para o cantinho sujo de chocolate e passa levemente sua língua no local, "limpando-o".
- Pronto, agora está limpo. — Ele diz sorrindo.
- Você é nojento Natsu! — Digo olhando para sua cara, que agora, estava a rir.
- Hey, que putaria é essa aqui? — Gajeel diz sem entender nada.
- É que a Lucy e o Natsu estão namorando agora. — Levy explica para Gajeel.
- Mas... Eles são irmãos! — Gajeel diz nos encarando.
- Idaí? — Natsu diz olhando para Gajeel com uma expressão de "Foda-se, o que isso tem a ver? Eu amo ela e ela me ama, e isso já basta." — Quer dizer que irmãos não podem namorar?
- É... — Gajeel diz.
- E também não podem fazer isso? — Ele diz trazendo meu rosto para frente e me roubando um beijo.
- É... — Gajeel repete sua ultima resposta.
- Então, irmãos também não podem fazer isso? — Digo sentando no colo de Natsu, dando pequenos beijos em seu pescoço, entrando no clima da brincadeira.
- Acho melhor eu parar de falar "é...", porque daqui a pouco vocês vão estar fazendo certas coisas aqui. — Gajeel diz.
- Acho que não iriamos tão longe. — Digo corada.
- Tem certeza Lucy? — Natsu diz, me deixando mais corada ainda.
- Natsu, você é muito tarado! — Levy diz rindo.
- E você queria que o Gajeel fosse assim. — Retruquei.
- Seria bom... - Ela sussurra corada.
- Então você acha que eu não sou capaz de fazer isso? — Gajeel diz puxando Levy e fazendo uma trilha de beijos do seu pescoço até sua boca.
- Gajeel... — Levy diz surpresa.
- Que foi? Não fiz nada de errado. Aliás, você é minha pequenininha que tanto amo. — Ele diz abraçando ela.
- Também te amo. — Levy diz e dá um selinho em Gajeel.
- Muito legal! Irmãos não podem namorar, mas um monstro pode namorar uma formiguinha! — Natsu diz estragando totalmente o clima.
- EU NÃO SOU UM MONSTRO! — Gajeel diz.
- E EU NÃO SOU UMA FORMIGUINHA! — Levy responde.
- Vamos concordar assim... Natsu e eu podemos namorar e Levy e Gajeel também podem. Feito? — Digo sorrindo.
- Feito! — Todos disseram em coro.
Depois dessa linda confraternização sobre quem pode namorar quem, voltamos pra casa, dessa vez, cada um para a sua.
Chegando em casa, sento-me no sofá e Natsu se senta ao meu lado, fazendo aquele "criativo e nada conhecido" truque do bocejo junto com um espreguiço, que resulta em um braço em volta do pescoço da menina.
- Então Lucy... Quer dizer que você fez certas coisas com o Gray né?
- V-Você ficou sabendo? — Digo vermelha de vergonha. — Lembrar disso me dá nojo.
- Isso quer dizer que você não é mas virgem... — Ele diz com um sorriso maléfico no rosto. — Isso quer dizer que não preciso ser tão cuidadoso.
- O-O que quer dizer com isso Natsu? — Digo corada.
- Eu quero você. — Ele sussurra com aquela sua voz quente em meu ouvido. (Natsu.. Cê ta muito tarado fio... Melior pará)
Assim que ele acaba de dizer isso, ele começa a subir em cima de mim, abrindo minha blusa -que era de botões-.
- Natsu... Mal começamos a namorar... — Digo com vergonha. — E além disso... Somos irmãos!
- Idaí? Você me ama, eu te amo, e eu já te vi nua quando eramos pequenos. Nada de mais. — Ele diz, voltando a abrir os botões de minha blusa.
- Pelo menos, que isso seja lá em cima né. — Digo me levantando.
- Ok... Mas saiba que lá em cima, as coisas vão ser bem mais quentes. — Ele diz com um conjunto de sorriso e olhar maliciosos no rosto, dando um tapa na minha bunda enquanto subimos as escadas.
Chegando lá em cima, ele abre a porta de seu quarto para entrarmos e logo depois, a tranca, deixando o clima cada vez mais tenso.
- Agora a senhorita está satisfeita? — Ele me pergunta enquanto tira sua blusa.
- Não muito... — Digo insegura. — Ainda estou com vergonha...
- Ah para né. — Ele diz sentando na cama e batendo a mão ao seu lado como se quisesse dizer "Vem, senta aqui do meu lado". — Vamos ver se eu consigo te confortar um pouco com a situação. Vamos relembrar dos velhos tempos.
- Pra que relembrar de antigamente, se tudo o que sempre sonhei está acontecendo agora? — Digo me sentando ao seu lado e deitando minha cabeça em seu ombro.
- Shhhh... Cala a boca e relembra. — Natsu diz colocando o dedo em minha boca.
- Tudo bem. — Digo mordendo seu dedo, fazendo ele tirar o mesmo rapidamente.
- Doeu tá? — Ele diz chupando o dedo.
- Deixa eu dar um beijinho pra sarar. — Digo pegando seu dedo e o beijando.
- Se é assim... Eu machuquei minha boca também. — Ele diz fazendo biquinho.
- Ah palhaço... — Digo colocando meus braços em volta de seu pescoço e o puxando para frente. — Vem cá.
Logo, começamos um beijo calmo, que ao longo dos segundos, foi ficando cada vez mais intenso. Assim, ele voltou a abrir os botões de minha blusa, me deixando apenas de sutiã, que milésimos de segundos depois, também foi retirado.
Assim como nossas blusas, nossas roupas inferiores também foram retiradas, nos fazendo ficar totalmente nus.
- Não vou conseguir... Estou com vergonha. — Digo me afastando dele e me cobrindo com o lençol que tinha na cama.
- Ah para... Tira esse lençol daí, deixa eu ver essa menina linda que está escondida atrás dele. — Ele diz se aproximando novamente de mim e fazendo seus dedos "caminharem" da minha perna até a parte aonde estou segurando o lençol, o puxando para baixo e o tirando de meu corpo.
Ele sobe em cima de mim, e começa novamente a me beijar, massageando meus seios com suas mãos. Logo depois, ele para de me beijar e começa a lamber minha barriga, que agora, ficara com um rastro de saliva por ela.
Calmamente, ele vai me virando, até eu ficar de bruços na cama.
- Posso? — Ele me pergunta e eu assenti com as bochechas coradas. — Ok... Mas antes abre a boca.
Mesmo sem entender nada, eu abro a boca e ele coloca três dedos dentro da mesma, os molhando com bastante saliva, e depois, ele começa a colocar um de seus dedos dentro de meu anus, me fazendo sentir uma sensação estranha, juntamente com uma dor leve.
Depois de tirar seu dedo, ele o coloca novamente, junto com outro dedo, fazendo um total de dois dedos enfiados naquele lugar (Avá, é mesmo? Cê é boa em matemática em fia! Mêréssi ûm déis!). A cada dedo que ele coloca a mais, sinto uma dor mais forte, e logo, ele coloca os três dedos, me fazendo franzir as sobrancelhas de tanta dor.
"Agora sim vai começar a parte difícil..." — Penso.
- Se doer, é só falar que eu paro. — Ele diz posicionando seu membro diante de minha abertura.
- Tudo bem. — Digo escondendo meu rosto dentro de meu travesseiro.
Ele começa a colocar delicadamente a ponta de seu membro dentro de mim. No começo, sinto uma dor insuportável, e mordo o travesseiro para não gritar. Natsu vendo minha dor, para imediatamente e começa a alisar minhas costas, dizendo coisas do tipo "Eu te amo" "Fique calma, a dor vai passar" "Se quiser, podemos para por aqui" "Você é linda" me acalmando, até a dor passar completamente.
- P-Pode continuar... — Digo corada.
- Tem certeza? — Ele diz preocupado.
- Sim...
Ele volta então a fazer seus movimentos de "entra e sai", delicadamente, cada vez colocando mais fundo, aumentando a dor, que minutos depois, é substituída por prazer... Um enorme prazer.
- Natsu... Mais rápido... Mais forte... — Solto aquelas palavras com tanta vergonha que chego a ficar com o rosto todo vermelho.
- Você que manda. — Ele diz, dando suas estocadas cada vez mais rápido e mais forte, a ponto de seu membro sair e entrar todo, me fazendo soltar suspiros e gemidos altos, que eu não duvido nada dos vizinhos não estarem ouvindo.
Quando estávamos quase chegando ao nosso ápice, ele para, como se não quisesse que isso acabasse tão rápido, me fazendo sentir um vazio dentro de mim.
- P-Porque parou? — Pergunto virando-me, ficando de frente para ele.
- Quero fazer uma coisa nova. — Ele diz se levantando. — Já sabe o que é né?
- Acho que sim. — Digo ficando de joelhos na cama, vendo aquela figura que estava excitada de frente para minha boca. — P-Pode vim...
Ele dá pequenos passos, chegando sua parte cada vez mais perto de minha boca. Abro-a, dando espaço para ele colocar "aquilo" dentro da mesma, e em seguida, a fecho, fazendo leves movimentos para frente e para trás, passando minha língua levemente na ponta de seu pênis, enquanto apertava delicadamente seus testículos.
O ouço soltar suspiros, e sinto como se seu membro tivesse aumentando de tamanho e grossura, ficando mais ereto a cada "ida e volta" da minha boca em seu membro.
Ainda suspirando e gemendo alto, Natsu coloca sua mão em minha cabeça, a empurrando, me fazendo chupar aquilo cada vez mais rápido, que agora, entrava e saia por inteiro de minha boca. Até que o sinto chegar a seu máximo e ele solta aquele liquido dentro de minha boca, e eu, o engulo.
Me levanto, dando leve mordidas de seu membro até sua boca, arranhando suas costas no caminho, fazendo-o se arrepiar todo, passando a língua em sua boca, começando um beijo, enquanto ele coloca suas mãos em minha bunda, apertando-a, me fazendo suspirar entre o beijo.
Logo, deitamos novamente na cama. Ele me abraça por trás, me fazendo sentir um quentinho gostoso passando pelo meu corpo, alisando as curvas do mesmo, lambendo a pontinha superior da minha orelha, me fazendo arrepios.
- Eu te amo pequena. — Ele diz me apertando com mais força.
- Eu te amo idiota. — Digo fechando os olhos.
Minutos depois, adormecemos.
~~No dia seguinte...~~
Acordo e vejo que Natsu já se levantou. Milagre? Deve ser...
Saio do quarto de Natsu e desço as escadas, quando ouço um barulho de pratos quebrando na cozinha.
Vou direto para cozinha e só vejo comida no chão, leite derramado, cacos de vidro por todos os lados, panelas pegando fogo (?)... E enquanto isso, Natsu me olha corado, com os olhos arregalados, fixados em mim, com a boca aberta babando, com um chapéu de mestre cuca e um avental branco, que está todo sujo, e Happy me encara rindo.
- O QUE ACONTECEU AQUI? — Pergunto olhando a cozinha que está de cabeça para baixo. — E... Porque vocês estão me olhando assim?
- L-Lucy... — Natsu me olhava fixamente, sem nem ao menos piscar, nem ligando para as panelas pegando fogo.
- Lucy... Não acha que andar assim pela casa é meio indecente não? — Happy diz segurando o riso.
- Como assim "andar assim"? — Pergunto ao Happy que está quase explodindo de tanta força que está fazendo para não rir.
- Olhe para você Lucy... — Happy diz já revirando os olhos de tanta força. (vai acabar cagando fio...)
Olho para baixo, mas precisamente, para meu corpo, e me surpreendo com o que vejo.
- KYYYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH! — Grito me vendo completamente nua e tampando meus seios e minha parte intima feminina com as mãos. — NÃO OLHEM PARA MIM!
- F-Fecha os olhos Happy... — Natsu diz tentando tampar os olhos de Happy sem ao menos desviar o olhar para mim. — N-Não olhe a Lucy assim.
- Aye Sir! — Happy diz, soltando os risos que tanto fez esforço para prender.
- PARE DE OLHAR PARA MIM NATSU! — Digo vermelha de vergonha.
- M-Mas eu já te vi assim... — Natsu diz abrindo um sorriso enorme no rosto lembrando da noite passada. — Até fizemos...
- CALA A BOCA! — Interrompo-o corada. — V-Vou me trocar...
(Lucy POV Off)
(Natsu POV On)
Enquanto Lucy subia as escadas correndo, sinto um forte cheiro de queimado e me lembro das panelas queimando no fogo.
- HAPPY, ME AJUDE! — Grito para Happy que ainda está rindo.
Happy sai de seu transe de risadas e começa a me ajudar, e minutos depois, conseguimos controlar o fogo.
- Então Natsu... Como assim vocês fizeram? — Happy diz me olhando com um sorriso malicioso.
- Hãm? Quem te contou isso? — Pergunto envergonhado.
- Você mesmo Natsu! — Happy diz rindo. — Quando estava hipnotizado pelo corpo da Lucy.
- C-Contei? — Digo ficando mais vermelho.
- Sim... Mas ela te interrompeu.
- Que bom. — Digo mais aliviado.
- Então quer dizer que vocês fizeram mesmo certas coisas né? — Happy diz com um sorriso malicioso.
- Sim. — Digo orgulhoso. — Aliás... Agora somos namorados!
- Jura? — Happy diz, me fazendo lembrar do fato de que ele ainda não sabia sobre nosso namoro.
- Ah é, esqueci que não tinha te contado... Eu e a Lucy finalmente estamos namorando! — Digo abrindo um sorriso de orelha a orelha.
- Finalmente Natsu! — Happy diz também sorrindo. — Quero ver a reação das pessoas amanhã quando vocês forem para Fairy Tail.
- É... Ninguém além de você, Gray, Levy e Gajeel sabem... — Digo coçando a cabeça. — Vou pedir para a Lucy para mantermos em segredo por um tempo. Pelo menos até eu ter certeza de que as pessoas vão aceitar isso.
- Aye...
- Bom, a Lucy está demorando de mais né? — Digo olhando para a escada. — Vou ver se ela está lá em cima.
Subo as escadas e entro no quarto de Lucy, e não vejo nada e nem ninguém, o que é muito estranho.
- Bom, a Lucy deve estar no meu quarto ou no banheiro e... Ai! — Digo quando sou atingido por alguma coisa que aparentemente veio voando pela janela do quarto de Lucy.
- Uma pedra? — Digo pegando o objeto do chão. — Tem um papel nela... Deixa eu ver se tem o nome do filho da puta que tacou isso em mim.
Tiro o papel da pedra, abrindo-o, contendo apenas uma frase escrita.
~~Papel On~~
"Olhe para trás..."
~~Papel Off~~
- Mas que? — Digo virando-me, para sair do quarto e voltar a procurar a Lucy, quando dou de cara com Gray, que dá uma -machadada- panelada na minha cabeça, me fazendo desmaiar.
Notas finais
O que cês acham que a Lucy vai "sofrer" com o Gray? E o que o Natsu vai passar? E também, o que cês querem fazer com o Gray? Eu quero mata-lo... Mas não posso, não sou eu que escrevo a histó... Pera, sou eu sim >:)
Mas não vou fazer isso. rçrçrçrç
Iai Amoras-Samas, gostaram do capítulo? Espero que sim! o/
Agora já podem deixar seus reviews, favoritos e recomendações... Eu deixo. rçrçrç
~Kissus nas nádegas,
~~Nyuu-Chan! ♥
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