Mais que irmãos...

25 Chutes e socos?


Notas iniciais
Minna-Saaaaaan! Voltei!! o/

Disse que cês iam sofrer por capítulos novos... ehuuhehuehueu

Enfim, gomen pela demora, realmente tive um enorme bloqueio criativo para essa capítulo, ele ta curto pá carai, mas ta ai. Cheguei aonde tinha que chegar. HU3!

Espero não demorar com o próximo, mas não prometo nada >n

Me desculpem? Por favor. Amo vocês minhas amoras ♥

Enfim... Capítulo beeeeeeeeeem RoLu. eheuhheuhu

Espero que gostem, porque levei muuuuuuito tempo para criar essa porra. u-u

Ah, esse capítulo é dedicado à todos vocês meus amores :3

Bem, boa leitura e mais uma vez desculpa pela demora :c

~~Nyuu-Chan! ♥

* * *

(Natsu POV Off)

(Lucy POV On)

Estava exausta, completamente cansada, ainda acorrentada a parede e cheia de esperma espalhado pelo meu corpo, seja na boca, barriga, perna, anus, seios ou minha intimidade feminina. Minha vagina já estava pulsando de dor, estava começando a ficar inchada e estava muito sensível naquele momento. Era a quinta vez que eu havia gozado por culpa de Rogue, mas ele ainda parecia querer mais, ele tinha um apetite insaciável pelo meu corpo. Pelo menos, era o que parecia.

– Pronta para a sexta rodada? — Ele me olhava malicioso.

– N-Não, por favor Rogue, estou muito c-cansada... — Disse ofegante. — Não aguento m-mais...

– Só lamento.

– Você é repugnante.

– Obrigado.

– Eu tenho nojo de você!

– Nojo? Ah, minha querida loirinha, eu acho que você GOSTA de mim, ou no caso, gosta do que eu faço com você. — Ele bufa. — Já não disse à você que seus suspiros e gemidos de prazer a entregam?

Não queria admitir, mas realmente, de um certo modo, eu estava gostando daquilo. Ele me dava prazer. Mesmo não querendo aquilo, querendo me livrar para me casar com Natsu e ser feliz o resto da vida (menina, isso não é conto de "fairy" euheuh), eu tinha que admitir que aquele moreno era realmente uma delicia, e estava fazendo eu me sentir bem, por menos que eu quisesse.

Ele estava se aproximando, passando a mão em meu rosto delicadamente, enquanto roçava a cabeça seu pênis em meu clitóris, e mesmo que eu já estivesse totalmente esgotada, aquilo me deixava ainda mais excitada.

– P-Por favor Rogue... P-Pare de me provocar.

– Óh, te provocar? Então eu estava certo. Você está mesmo gostando disso. — Ele se abaixara e ficara e joelhos, levantando minhas pernas e colocando cada uma em um ombro, ficando com o rosto de frente para a minha vagina. Ele lentamente aproximava mais seu rosto e começara a dar lambidas molhadas naquele local. Estava gemendo demais para o meu gosto. Queria conter aqueles malditos gemidos, mas era quase impossível para mim. Ele realmente gostava de me provocar.

Minutos depois, ele se levantara e começara a apertar meus seios com força, ao mesmo tempo em que posicionava seu membro na minha intimidade feminina já vermelha. Ele sem só nem piedade, enfiara bruscamente seu membro lá dentro, fazendo rápidos movimentos de "ir e voltar" com seu "brinquedinho". Ele dava suas estocadas cada vez mais rápido, mesmo isso parecendo impossível já pela velocidade que ele estava. Seu membro a cada ida, parecia mais grosso e parecia também ter aumentado de tamanho. Estava começando a me acostumar com aquilo.

– Acho que vou te soltar... Assim você pode apresentar ao meu amigo a sua deliciosa boca. — Ele pegava as chaves que estavam no chão e colocava na abertura da algema para abri-las. — Pronto. Solta. Assim será bem melhor.

– Obrigada. Não aguentava mais essas correntes me apertando. — Cai de joelhos no chão, estava cansada de ficar em pé. — Posso dormir um pouco? Depois eu prometo que deixo você me usar o quanto quiser. Preciso descansar...

– Depois? Mas eu quero agora! — Ele levantara minha cabeça me obrigando a olhar para ele. Ele estava com um olhar frio e sombrio, como se tivesse perdido totalmente a sua sanidade. Se eu já estava com medo ele antes, agora eu estava apavorada.

Ele empurrara minha cabeça com força para trás, me fazendo bate-la na parede, e consequentemente, abrir a boca para resmungar um "ai". No momento em que abir a boca, ele se aproveitou e colocou seu membro dentro dela, e a única coisa que conseguir ouvir foi um som de engasgue saindo de minha garganta. Sem escolha, comecei a chupar o pênis de Rogue, passando minha língua na cabeça e no corpo de seu membro. Pensando bem, aquilo não era tão ruim. Acho que finalmente, comecei a entregar os pontos.

Senti ele gozar em minha boca, e por seu membro ainda se encontrar em minha boca, só pude engolir seu gozo.

Após ele tirar seu membro de minha boca, levantei e fiz um gesto com a mão pedindo para ele se deitar, e ele o fez sem hesitar. (rimou ehuehue)

– O que pretende fazer loirinha?

– Acho que como estou sem escolhas, já posso começar a me divertir do meu jeito também.

– Acho que vou gostar disso.

– Ah, eu não acho, eu tenho certeza. — Caminhei até ele, parando só quando me encontrava em pé com o corpo dele em baixo do meu. Lentamente fui abaixando meu corpo, até que sentei em seu membro e comecei a movimentar minha cintura. O moreno parecia estar gostando, já que soltava gemidos e suspiros cada vez mais altos, e agarrava minha cintura a movimentando mais rápido. Senti seu membro pulsar dentro de minha vagina, pressentia que ele estava perto de gozar, assim como eu.

– E-Eu vou gozar... Dentro de você.

– T-Tudo bem... Solte tudo o que v-você tem!

– É assim que eu gosto. — Ele falou ao mesmo tempo que senti seu liquido me preencher toda. Não consegui me segurar, gozei em cima de seu membro também, e por mais que parecesse loucura, aquilo era bom, porque eu não me imaginava fazendo aquilo com o Rogue, e sim com o Natsu. Pode parecer estranho, mas foi um dos únicos meios que eu consegui encontrar para não acabar enlouquecendo ali naquele quarto. E agora, pensando no Natsu, o que será que deve estar acontecendo lá naquele quarto? Espero que ele esteja bem. Ainda mato o Sting quando eu sair daqui, o Natsu se vira com o Rogue, pois sei que ele vai querer mata-lo também.

Antes que eu percebesse, Rogue levantara a parte superior de seu corpo e abocanhara meu seio com força, o sugando com toda a sua vontade, e sem querer, como minha mente adora me pregar peças junto com a minha boca...

– N-Natsuuuuu!! — Gemi o nome do rosado.

– Espera... Eu ouvi bem? — Ele afastara a boca do meu peito e me olhara irritado. — Você disse... Natsu?

– E-Eu? Eu disse isso? N-Não lembro! — Não acredito que havia mesmo dito aquilo. Como eu era capaz de soltar o nome do Natsu no meio do sexo com outro cara? Tudo bem que eu estava pensando nele para não sofrer, mas... Ah! Boca idiota. Mente idiota. Cérebro idiota. Coração idiota. Corpo idiota. LUCY IDIOTA!!

– Sim... Você disse. E eu ouvi em alto e bom som. — Ele me empurrara no chão, se levantando e dirigindo-se até o armário obscuro no fim do corredor. — E vai ser punida por isso.
Ele abriu o armário, retirando de lá um canivete de couro preto, com uma faca realmente afiada. E isso dava pra se perceber de longe. O brilho que a pouca luz daquele lugar fazia na faca me dava arrepios. Estava me sentindo como num filme de terror, com o assassino ninfomaníaco sadomasoquista querendo me comer (nos dois dos sentidos... hehe) viva.

– O-O que você vai fazer?

– Você não deveria ter falado o nome de outro garoto quando estava se relacionando comigo... Você merece morrer. — Ele me encarava com um olhar penetrante e sombrio, que me dava ainda mais medo. — Mas não vou te matar, só simplesmente vou fazer você sofrer.

Ele já estava na minha frente, e eu encostada na parede com ele me cercando para qualquer lugar que eu tentasse fugir, quando levantou seu canivete e deu um corte grande, porém sem muita profundidade no meu braço. Consequentemente, o local afetado começou a jorrar sangue como uma "piriquita menstruada" (como disse minha amiga na escola hoje. kaospaskpaso), meu olho já estava começando a se encher de lágrimas, mas estava segurando-as para Rogue não ver que eu estava realmente sofrendo com aquilo.

– Isso não é nada! Não é com isso que você vai me fazer sofrer! — Respirei fundo e disse.

– É assim? — Ele levantara mais uma vez o canivete e pegara meu amado cabelo loiro, cortando quase a metade dele, me deixando com um corte chanel meio repicado. (Bonito, bem, do jeito que eu imagino sim)

– Meu... Cabelo... — Não resisti, deixei as lágrimas caírem. Meu cabelo era exatamente meu ponto fraco. — SEU MONSTRO! EU TE ODEIOOOOOOO!!

Sem que eu percebesse (cê ta muito desligada fia), ele me prendera novamente na parede, e começara a fazer cortes pelo meu corpo.

Quando ele havia acabado os cortes, ele se afastara uns centímetros para poder ver meu corpo completamente vermelho de sangue, com poucas partes ainda "limpas". Ele parecia feliz em ver meu corpo assim enquanto eu chorava desesperadamente e gritava por ajuda do Natsu. Meu rosto já estava vermelho, tanto de sangue como de falta de fôlego por tanto gritar e chorar. Meu (novo) cabelo caido sobre a minha face sendo "regado" pelas minhas lágrimas estava me deixando com ainda mais vontade de gritar. Como ele pôde? É como se ele não tivesse um coração batendo dentro do peito dele. E se tinha, estava congelado, ou então, petrificado. Antes, ele era tão sensível, fofo, amoroso, carinhoso... Agora tinha se tornado frio, indelicado, nojento. Porque aquilo estava acontecendo? Porque comigo? PORQUE?

– D-Desculpa... Me desculpa... — Sussurrei em meio aos soluços.

– Você não merece meu perdão. — Ele me fitava friamente. — Mas como eu sou uma pessoa legal, e eu te amo, eu te perdoo. — Ele se aproximara de meu ouvido. — Mas se você fizer essa traição comigo de novo... Eu juro que mato o seu tão amado irmão, e mato você também. Não me importo se te amo ou não. Se você fizer isso de novo... Já sabe. Dê adeus a sua vida e a vida de seu irmão. E faço questão de mata-lo na sua frente...

– T-Tudo bem... Prometo não fazer mais isso...

– Acho bom. — Ele diz e se afasta novamente.

De repente, comecei a sentir uma dor insuportável na barriga, mas precisamente no útero, como algo crescendo rapidamente dentro de mim, chutando e dando socos na minha barriga, como se quisesse sair de lá. Consegui olhar para baixo, vi que minha barriga havia crescido monstruosamente. Parecia uma barriga de uma mulher grávida...

Espera...

Algo crescendo rápido; dores no útero; chutes e socos; barriga grande...

Não, não é possível. Não tem como alguém ficar grávida tão rápido assim. E além disso, um bebê não cresce assim do nada. Devo estar tendo ilusões... Mas essas dores e sensações com certeza são reais.

O que será que Rogue me deu para me deixar assim?

* * *

Notas finais
Eitchaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, o que será que aconteceu com a Lucy? Mistéeeeeeeeerio c:

Conto pra ninguém. Daqui a muitos capítulo à frente cês vão saber. u-u

Mas com certeza tem alguns que já sabem, porque tem uma coisinha nuns capítulos anteriores que tem haver com isso c:

Enfim... Gostaram meus amores? Espero que sim!!

Quero comentários, viu?

Ah pera, não pode "pedir comentários" nas notas.. Ah, que se dane. Não estou pedindo, (ou tô, rçrçrç) só estou falando que eu quero c:

Bem, até o próximo capítulo meus anjos ♥

~Kissus nas nádegas,
~~Nyuu-Chan! ♥