Notas iniciais
Olá!! Demorei um pouquinho mais que o esperado, mas estou aqui!! E prometo que não vão reclamar da demora! Boa leitura!

Encarei o portão de aço do velho galpão. As luzes estavam apagadas e não havia qualquer sinal de vida nos arredores, mas eu sabia que ele estava lá. Não sei por quanto tempo esteve esperando por aquela vingança, nem fazia a menor ideia de qual era e razão para aquilo, mas aquele era o seu maior desejo.

O maior desejo de Saga.

Algo que ele buscava com tanto afinco que me causava medo.

Estacionei a van de ré, certificando-me de que nenhuma câmera de segurança pudesse me ver ou a encomenda que eu trazia. Logo o portão foi aberto e dele saíram dois homens enormes que de cara reconheci: Dócrates e Cassius. Saga não podia ter escolhido melhores capangas. Contive o riso, indicando que os dois levassem o embrulho e adentrei o local. Tudo havia sido preparado exatamente do seu gosto: O salão completamente vazio e limpo, a exceção de uma cadeira bem embaixo da luz e um gaveteiro. Vasculhei o lugar com os olhos, encontrando-o encostado ao canto mais distante e escuro.

—Trouxe seu presente, Saga querido. – Falei, aproximando-me perigosamente. Mesmo longe da luz, seus olhos brilhavam num azul intenso. Toquei seu peito, sentindo os músculos tensionados e aspirando o perfume de sua pele.

—Preparem tudo. Esta noite vamos nos divertir como nunca. – Ordenou para os outros dois que entravam com Máscara da Morte, puxando minha mão de seu peito e depositando nela um beijo. – Você conseguiu e terá sua recompensa.

Saga enlaçou minha cintura, puxando-me para perto, tomando meus lábios em um beijo quente e luxurioso. Senti todos os pelos do meu corpo se arrepiarem em êxtase. O que aquele homem me fazia sentir era simplesmente loucura. Sem separar do beijo, Saga prensou-me contra a parede, subindo suas mãos habilmente sobre o meu corpo, tocando exatamente onde ele sabia que eu mais gostava. Não desperdicei meu tempo e passei a tocá-lo também, sentindo sua pele quente e seu peito firme sob meus dedos, memorizando o relevo de cada gominho em seu abdômen. Esfreguei-me nele, sentindo nossas ereções se encontrarem, ao mesmo tempo em que ele apertava minha bunda. Agarrei sua cintura com minhas pernas, obrigando-o a me erguer e direcionei meus lábios ao seu pescoço, depositando chupões e mordiscadas ao som de seus gemidos baixos e roucos enquanto continuava a rebolar sobre seu membro totalmente desperto.

—Vamos lá Saga, podemos fazer melhor que isso – Sussurrei em seu ouvido, mordendo de leve o lóbulo de sua orelha. Não podia me contentar com tão pouco, estava louco para arrancar aquelas roupas e cavalgar no pau de Saga até não sentir mais meu corpo.

Não foi preciso mais muito estímulo, Saga me carregou até onde estava a cadeira e, assim que se sentou passou a despir-me, sem em nenhum momento descolar seus lábios de minha pele. Sorri, passando a fazer o mesmo, deixando leves marcas de arranhões em sua pele dourada do sol. Suas mãos trilharam caminho até minhas nádegas, separando-as enquanto um de seus dedos pressionava contra meu orifício, passeando pelas pregas e me fazendo gemer de tesão. Não demorou para que o dedo se infiltrasse em mim, explorando meu interior num vai e vem compassado, logo um segundo dedo passou a lhe fazer companhia alargando minha entrada e me impedindo de segurar a voz. Aproveitei para enfiar minha mão entre nossos corpos, alcançando os dois membros duros e pulsantes e iniciando uma masturbação gostosa.

—Mete em mim Saga! Mete esse pauzão gostoso na minha bundinha!

Vi um sorriso se formar e Saga me puxou para cima, fazendo seu membro escorregar, úmido de pré-gozo, em minha fenda. Deixei um riso escapar, resolvendo entrar na brincadeira e movendo meu corpo para frente e para trás, sentindo meu próprio pau sendo massageado pelos gominhos de seu abdômen e beijando seu umbigo, assim como seu membro beijava meu asterisco.

—Quero sentir você dentro de mim. Enterra esse mastro no meu rabo! – Pedi, voltando a rebolar em seu colo. Todo meu corpo fervia e o suor escorria por nossas peles, fazendo meus fios loiros colarem em minhas costas.

—Vou fazer do jeito que você gosta. – Ele respondeu. Suas mãos apertaram minha bunda e em um único movimento todo seu volume se afundou em minha entrada, me rasgando de uma só vez. Mas aquilo estava longe de me causar dor. Um longo gemido se soltou de minha garganta e meu corpo estremeceu. Meu pau doía, louco para liberar todo meu prazer, mas eu precisava me segurar, tinha que aproveitar tudo o que Saga poderia me proporcionar.

Senti suas mãos em minha cintura, erguendo meu corpo. Eu estava por cima e iria me aproveitar disso muito bem. Iniciei uma cavalgada rápida e intensa. A cadeira balançava abaixo de nós e o som de nossos corpos se chocando me deixava ainda mais excitado. Saga pinçava meus mamilos com uma de suas mãos enquanto a outra permanecia pressionando minha cintura. Nossos lábios se encontravam em um beijo desajeitado, as minhas mãos seguravam seus ombros, em busca de manter o equilibro e a cadencia do vai e vem, mas meu membro latejava, pedindo atenção, então alcancei-o, masturbando no mesmo ritmo em que Saga entrava e saía de mim e sentindo como uma onda elétrica percorrer cada célula do meu corpo.

—Saga..! Aaah Saga! Eu vou gozar! – Gemi alto. Saga fez questão de mover seu quadril, aumentando ainda mais a velocidade e a força dos encontrões.

—Eu vou encher esse rabinho com meu leite quente. – Ele rosnou em meu ouvido, puxando meus cabelos com força. Senti meu corpo todo estremecer e tencionar de uma vez, num orgasmo violento. Saga me atingiu algumas vezes, apertando-me em um abraço e se afundando em uma ultima estocada, liberando seu prazer dentro te mim.

Eu ainda ofegava quando ouvimos o primeiro gemido dolorido atrás de mim. Espiei sobre os ombros. Máscara da Morte estava jogado no chão diante de nós, nu, devidamente amarrado e amordaçado. Seus olhos se abriam lentamente e seu corpo mal se mexia. Cassius e Dócrates aguardavam um tanto distantes, respeitando meu momento com Saga.

—O efeito do veneno está passando. – Falei, movendo-me no colo de Saga, sentando de costas para ele e de frente para o assassino aos nossos pés.

—Ótimo. A melhor parte está para começar então. – Saga respondeu, afastando meu cabelo para o lado e beijando meu pescoço. Fez sinal com uma das mãos para que os capangas se aproximassem. – Está na hora de vocês rapazes. Façam o que quiserem com esse lixo. E quero que usem os brinquedinhos também.

—É você quem manda, chefe! – Cassius mostrou um sorriso nojento, pegando um vidro de pimenta e um isqueiro do gaveteiro, enquanto Dócrates livrava-se de suas roupas.

—Vamos nos divertir bastante com esse filho duma puta.

—O-o que está acontecendo aqui?! Onde estou?! – Máscara da Morte gritou, confuso, quando Dócrates livrou-lhe da mordaça. – O que querem?!

—Nós vamos estuprar você, igualzinho você fez!

—Aposto que vai gostar, já que tem experiência nisso, não é? – Cassius abriu as pernas de Máscara da Morte, derramando o conteúdo do vidro da ponta de seu membro flácido até sua entrada, fazendo-o urrar de dor. – Olha só, mal começamos e já está louco de prazer! Vá em frente, Dócrates, pode comer o cu desse arrombado primeiro!

—Não! Não! Por favor! Me mate! Prefiro que me mate! – O Serial Killer implorava com todo seu corpo tremendo e um olhar de terror.

Senti Saga me abraçar e seu corpo estremecer. Uma risada baixa escapava de seus lábios, crescendo aos poucos até tornar-se uma alta gargalhada, misturando-se aos urros enlouquecidos de Máscara da Morte.

—Venha Milo vamos aproveitar. Nada me deixa mais excitado que ouvir uma putinha gritando. – Dizendo isso, suas mãos deslizaram por meu peito, pinçando meus mamilos e logo descendo ao meu pênis, fazendo-o despertar, tão duro quanto o seu, que cutucava minhas costas.

—Como quiser!

Transamos a noite inteira, com os gritos, gemidos e súplicas de Máscara da Morte embalando aquele sexo louco. Nunca havia visto Saga tão excitado. Aquilo se repetiu por um mês inteiro, mal o Serial Killer se recuperava, Saga trazia mais capangas para tortura-lo enquanto nos comíamos fervorosamente, até eu sentir minhas bolas doerem, crente que não gozaria de novo por um ano inteiro. Então Saga finalmente se cansou, resolvendo dar um destino ao filho da puta.

Agora eu estava ali, numa missão perigosa, prestes a enfiar meu pescoço numa guilhotina.

Disfarçado de entregador, estacionei a van na frente da delegacia. Da traseira tirei a enorme caixa de papelão com diversos carimbos de frágil. Não podia levá-la para dentro, era protocolo, já que a encomenda precisava passar por avaliação antes de entrar no prédio. Mas eu poderia ir embora antes de descobrirem o que havia dentro.

Entrei no prédio com a prancheta em mãos, puxando o boné para frente do rosto, não podia me dar ao luxo de ser pego pelas câmeras de segurança.

—Encomenda para o senhor Camus Legrand. – Anunciei. Por sorte o policial estava justamente diante do balcão de recepção.

—Sou eu. – Falou, virando-se em minha direção. Estendi-lhe a prancheta, pedindo para que preenchesse com seu RG e assinasse e ele me seguiu para fora, estranhando o tamanho da caixa. – Quem enviou isto?

—Sinto muito, Senhor. Não há remetente. – Dizendo isso, caminhei até a van. Já com o motor ligado, vi, através do espelho retrovisor, uma equipe cercar a encomenda. Enviei a mensagem já pronta e pisei no acelerador, arrancando com o carro dali.

Nossos olhares se cruzaram uma ultima vez e eu lhe exibi um sorriso esperto.

“Espero que tenha gostado do presente.”

Notas finais
Eai?!! O que acharam?! Prometi um lemon e ai está um bem quente! Espero que tenham gostado! Semana que vem ultimo extra e nos despedimos dessa história Obrigada por acompanharem! Beijos. L.W.