Notas iniciais
Demorou, mas chegou! Rsrsrs Continuamos sim ou não?

No capítulo anterior...

Adriana – Bom senhor, até segunda. Vou chamar um táxi porque esperar ônibus nessa chuva... Já viu né?

Estevão – Não, nada disso. Eu te deixo em casa! Pegar táxi para ir daqui a ali? Não, que isso!

– Senhor, não precisa, não quero incomodá-lo.

– Não é incômodo algum. Eu vou te deixar em casa e não se fala mais nisso.

Adriana dá um sorrisinho cínico e responde – Está bem então, já que insiste... Muito obrigada.

Miguel, que também estava indo para o estacionamento, ficou indignado ao ver Adriana entrar no carro do patrão...

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~~ Carro de Estevão ~~

Estevão ligou o rádio; estava tocando uma música qualquer.

Adriana – Dirigir por aqui com essa chuva não deve ser nada legal, né?

Estevão sorri e responde – Não, não tem problema. Já estou acostumado.

Eles ficam por alguns minutos em silêncio, até que Adriana pergunta:

– E a dona Maria? Chegou bem lá?

– Sim, graças a Deus. Falou que ia descansar; só estava se sentindo um pouco enjoada... Gravidez... (riu)

– Viajar grávida assim desse jeito é um risco; só por um motivo muito importante mesmo eu iria.

– Pois é, Maria e Leonel foram para Aruba para resolver algo de suma importância não só para a vida deles, como para toda a família. É um caso de muitos anos que precisa ser solucionado. (pensativo)

Uma música começou a tocar: era a canção de Estevão e Maria. O volume do rádio estava baixo, mas ao ouvir o início da melodia a soar, Adriana pediu:

– Desculpa a minha cara-de-pau (sorriu), mas posso aumentar o volume? É que eu amo essa música, adoro Laura Pausini.

– Sim, pode. (sem se dar conta de qual canção era)

Adriana aumentou o volume e começou a cantar junto:

Hay gran espacio y tu yo... Cielo aberto que ya...

Estevão continuou — No se cierra a los dos...(suspirou) Ai Maria!

Adriana o encarou assustada.

Estevão disse: — É que é a nossa música, minha e da Maria. (riu) Não conta pra ninguém, tá?

Adriana ficou completamente sem graça, explodindo de raiva por dentro. Sua vontade naquele momento era sair daquele carro e ir correndo pra casa em meio a chuva. Não podia ser! Aquela música tão linda que ela adorava... Logo aquela música! Por quê?! Por que a Maria tinha que existir?

Ciúmes? Ciúmes de alguém que não a pertencia? Ciúmes do seu chefe, que era uns 30 anos mais velho que ela! Tinha idade pra ser seu pai... E daí? — Seus sentimentos gritavam, tentando calar a razão.

Finalmente chegaram ao apartamento onde Adriana vivia com Laura:

Estevão – Pronto, está entregue.

Adriana – Muito obrigada pela preocupação, senhor. (envergonhada)

– Que nada, menina. Espero que seus pais não pensem besteiras por eu ter te trazido em casa.

– Pais? (riu) Eu não tenho pais. O senhor se esqueceu daquele dia em que encontrou comigo e com a minha amiga, a Laura? Então, aqui só moramos eu e ela.

– Nossa... (perplexo) Me desculpa, eu não sabia que você...

– Era uma abandonada? É, se eu não contar não tem como ninguém desconfiar. Vivi durante muitos anos numa espécie de internato, lá eu tinha um tutor (que eu nunca conheci), que me mantinha até eu completar dezoito anos. Conheci a Laura um pouco antes de sair, e até então vivemos juntas.

– Poxa, eu sinto muito. Mas... Que bom que mesmo assim você se tornou uma moça de bem, estudiosa e que corre atrás dos seus objetivos. Continue assim.

– Desculpa por ficar te alugando, contando sobre a minha vida. (abriu a porta do carro)

Estevão tocou em seu braço – Não! Deixa que eu abro pra você. – Adriana deu um sorriso indiscreto.

Adriana – Então, até segunda senhor. (deu um beijo no rosto dele)

(...)

C a l i f ó r n i a

Alma já estava no aeroporto esperando seu voo quando Ângelo chegou, desesperado:

– O que você está fazendo aqui?! – Alma perguntou, enfurecida.

– O mesmo que você. Já que não quer mais permanecer aqui, então vamos voltar os dois para o México.

– Eu não pedi pra você vir comigo! Aproveite, agora você tem o caminho livre para fazer o que quiser e se divertir a vontade por aqui.

– Alma, você querendo ou não continua sendo minha esposa. Mesmo que você resista e fuja de mim, pela lei ainda somos casados!

– Isso mesmo que você disse, “ainda”. Nós AINDA somos casados, só por enquanto. Porque a primeira cosia que eu vou fazer quando chegar no México é contratar um advogado para agilizar a nossa separação o mais rápido possível.

– Meu amor, por favor, você está esperando um filho... Um filho nosso. Você está sendo muito radical comigo, nem sequer soube direito o que houve e... O que todos vão dizer disso?

– Eu já te disse que a mim pouco importa o que sua linda família irá dizer, só sinto muito por eles porque, coitados, logo o filho mais angelical é um canalha dos piores! (gritando)

Ângelo a segura pelos braços – Alma, por favor, pare! Está todo mundo olhando!

– Pensasse nisso antes de me trair, imbecil!

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Alma saiu em disparada e Ângelo a seguiu.

A r u b a

~Hall do Hotel

Leonel – Mas você tem certeza que esse homem sabe quem foi? Ele tem provas?

X – Claro que sim. Só que antes ele estava sofrendo graves ameaças. Pelo o que ele me contou, essas ameaças acabaram há alguns meses e por isso agora ele se sente seguro em contar detalhadamente tudo o que viu naquela noite, há vinte anos.

Alberto (antigo funcionário do hotel onde aconteceu o crime) – Sim, estou disposto a contar tudo.

Leonel se levanta – O quê?! Então você sabe quem foi o assassino da minha mãe e guardou esse segredo durante todo esse tempo? Seu... (o puxou pela gola da camisa)

Alberto – Por favor, me solta!

X os separa – Calma, Leonel! Não é brigando que as coisas vão se resolver. Vocês tem que conversar primeiro, caramba. E cadê a mulher que foi acusada?

Leonel – Está descansando no quarto. É melhor não chama-la agora; ela está grávida e é melhor poupá-la.

Alberto – Eu não tive culpa de nada, eu... Eu juro que se pudesse teria contado tudo! Mas a tal pessoa me manteve refém dela, me ameaçava todos os dias. Eu não sei como, mas até o meu endereço a pessoa descobriu, meu telefone, o número da minha conta bancária! Você não tem noção das torturas que eu me submeti.

Leonel – E você não tem noção do que é perder sua mãe tão cedo! (chorando de raiva) Você não tem noção do que é pra uma mulher, uma mãe de família ter que passar vinte anos presa por algo que não fez, uma mulher que perdeu o amor dos seus filhos e até do próprio marido por culpa de algo que VOCÊ poderia ter minimizado, VOCÊ poderia ter testemunhado a favor dela e não fez!

X – Eu vou deixar vocês conversando. Por favor, meu amigo. Não faça nada de cabeça quente! Ouça o que o Alberto tem pra te dizer e procure entende-lo. (dando um tapinha no ombro de Leonel) Depois volto.

Leonel dá um suspiro profundo de tanta raiva que estava sentindo; Alberto fica sem reação e ao mesmo tempo com medo de Leonel ou outra pessoa que pudesse ter algum vínculo com o(a) suposto(a) assassino(a) tentar algo contra ele.

– Vamos, continua! Conta tudo de uma vez! Conta que você ocultou esse crime porque foi subornado! (virando para os lados, inconformado)

– Não foi bem assim. Quer parar e me ouvir antes de falar besteira?

(...)

~ Quarto de Maria ~

Depois daquele pesadelo horrível que Maria teve, ela se levantou e foi para a sacada olhar a Lua e pensar na vida:

– Aruba, aqui estou eu de volta, depois de meses fora daquele lugar horrível. (lágrimas começavam a escorrer de seus olhos) Ah, Deus! (colocando as mãos no rosto, em sinal de súplica) A hora da verdade se aproxima... Como vou contar para os meus filhos tudo isso? Como será que vão reagir quando souberem que tudo era uma mentira, que a mãe deles nunca esteve morta? Não! (chorando de desespero) Eu não quero que eles reajam como no sonho, eu não sei se suportaria mais uma reprovação...

Maria enxugou as lágrimas, deu um suspiro forte e pôs as mãos sobre a cabeça, olhando fixamente para os céus:

– Estevão... (colocou uma das mãos em seu peito) Adriana... (cerrou o punho, com raiva) Por que aquela garota apareceu no meio de tudo isso?! E por que eu ainda continuo me preocupando com ela? Ah! Só eu mesma para sentir ciúmes e medo de uma menina, de... De uma secretária. Uma simples secretária. (pensativa)

M é x i c o

~~ Mansão dos San Roman ~~

Estrela – Papai! (dando um beijo no rosto de Estevão) Pensei que ia chegar mais cedo hoje...

Estevão – Eu também pensei. (sorriu) Mas surgiram alguns probleminhas inesperados, enfim. Ah! (suspirando) Só quero comer alguma coisa, tomar um banho e descansar.

Estrela lhe dá um abraço e diz – Nunca pensei que fosse dizer isso algum dia, mas, nossa... É impressionante como com apenas algumas horas de ausência dela eu já sinto falta. (se referindo à Maria)

– Eu senti com apenas alguns minutos...

– Ah, o que o amor não faz com as pessoas, né? (rindo)

– Mas não é verdade? Vai me dizer que você não fica assim quando tem que se despedir do seu namorado?

– Claro que sim, mas creio que não deva ser na mesma intensidade. Porque, quando se é casado, quando se tem uma família, o vínculo é mais forte. Você já é acostumado a conviver todos os dias ao lado daquela pessoa...

– Tem razão, minha filha. Até hoje não sei como consegui suportar ficar tanto tempo longe dela.

Estrela se solta de Estevão e pergunta, confusa – O quê?! Como assim?!

– Como assim o quê? (sem se dar conta do que disse)

– Você disse que não sabe como conseguiu suportar ficar tanto tempo longe da Maria... Não entendi. Bem, então quer dizer que é verdade aquela história de que vocês dois tiveram um caso enquanto minha mãe ainda era viva?

– Estrela, pelo amor de Deus! De onde você tirou isso? Não vamos começar a discutir, por favor.

– Eu não estou discutindo com o senhor, papai. Apenas quero confirmar algo que eu soube, que eu desconfiava desde o início, que todos suspeitavam... Porque que foi estranho você ter se casado com a Maria assim do nada, foi. Você já estava noivo daquela ridícula da Ana Rosa há anos e nunca se casava com ela, só enrolava aquela idiota. Aí a Maria surgiu e vocês se casaram, pensávamos que não havia nada entre vocês, mas claro que havia...

Estevão a interrompe – Já conversamos sobre isso várias vezes, Estrela...

– Papai, se você disser que já havia se apaixonado pela Maria quando a minha mãe ainda era viva, ok, não vai fazer diferença. Agora o ridículo é ficar escondendo as coisas pra nós como se fôssemos crianças.

– Eu e Maria nos casamos de início apenas por um motivo muito... Muito... É e, aconteceu, nos amamos.

– Um motivo muito o quê? Por acaso tem a ver com o que a Maria tem pra nos contar? Porque eu fiquei o dia todo com isso martelando na minha cabeça, e pode ter certeza de que eu não vou esquecer do que ela prometeu, aliás, do que vocês prometeram, já que é algo que envolve todos nós.

Estevão fica sem palavras.

– Papai! (suspirando) Desculpe se eu fui um pouco dura com as palavras, mas é que... Eu quero ver o bem de vocês, principalmente agora que vamos ter uma irmãzinha, mas para isso todos nós precisamos estar bem uns com os outros, precisamos estar em família. Lembra de quando o senhor tirou todos os quadros da mamãe que estavam espalhados pela casa?

– Como vou me esquecer desse momento? (com lágrimas nos olhos)

– Então... Até hoje eu lembro das suas palavras pra nós, e estou fazendo a minha parte para que possamos viver em paz, unidos. Eu te amo e amo a Maria também... Não sei se é da mesma forma, mas eu a amo como se ela fosse... (colocando as mãos no rosto, nervosa) Como se ela fosse... Ela se tornou muito importante nas nossas vidas!

– Filha, você não sabe como... (chorando) Não sabe como essas suas palavras me doem e me aliviam ao mesmo tempo.

– Por que está chorando desse jeito, papai? (ela o abraça de novo) Porque esses assuntos mexem tanto com vocês? Eu digo “vocês”, porque a Maria fica da mesma forma quando eu falo essas coisas pra ela, ou melhor, ela praticamente desaba.

Estrela olha profundamente nos olhos de seu pai:

– Pai, eu sei que tem alguma coisa séria por trás disso, infelizmente não sei o que é, mas saiba que aconteça o que acontecer eu sempre vou estar com você...

– Obrigado filha.

– ... E com a Maria também.

Estevão dá um beijo na testa de Estrela; ela se despede e vai para o quarto.

Carmem – Estevãozinho meu sobrinho, perdão, mas eu não pude deixar de ouvir a conversa de vocês... A Estrelinha já está percebendo as coisas, filho.

– É, tia. A hora da verdade se aproxima. E o que mais me dói é pensar se realmente os meus filhos vão estar comigo e com a mãe deles depois que souberem tudo o que aconteceu durante esses vinte anos. Vinte anos desperdiçados... (suspirando) Vinte anos que poderíamos ter vivido todos juntos, tantas coisas teriam sido evitadas...

– Ai meu amor não fica assim desse jeito que corta meu coração. (o abraçando) Vai dar tudo certo, confia meu amor, confia!

– A senhora sempre sendo uma mãezona pra mim... (sorrindo) Obrigado por tudo!

(...)

Enquanto isso, no avião que partia da Califórnia para o México...

Alma – Não acredito que vou ter que te aturar do meu lado a viagem inteira.

Ângelo – É, não só durante a viagem, mas a vida inteira. Ou você esqueceu que está esperando um filho meu?

– Seu? Não! Esse filho é meu, porque eu vou tê-lo sozinha.

Ângelo começa a tossir e reclama – Está vendo só?! Você me fez vir tão desesperado que larguei meu emprego, larguei o hotel, larguei tudo! Até esqueci de tomar os remédios... (tossindo muito)

– Você veio porque quis!

– Porque eu quis não, porque eu não podia deixar você vir sozinha! E se acontece algo com você, Alma?! E o que meu pai ia falar quando te visse voltando nesse estado e dizendo que quer se divorciar de mim?

– Você só pensa em si e no que os outros vão pensar... Ridículo. Não adianta, Ângelo. Essas suas palavras não vão me fazer mudar de decisão. Acabou. E se você perdeu seu emprego, sua grande chance profissional, problema seu. A culpa é sua.

A r u b a

~~ Hall do Hotel ~~

Alberto – Eu fui subornado por essa pessoa durante mais ou menos cinco anos. Um bom valor era depositado na minha conta todo mês pra que eu permanecesse calado. Mesmo assim, eu era vigiado por todos os cantos, até homens disfarçados colocaram pra me seguir.

Leonel – Ok, e depois disso?

Alberto – Até que um dia, por um peso na consciência ou por cobrança da vida, eu decidi pegar a fita e ir até a delegacia me entregar e denunciar o verdadeiro assassino.

– FITA? Então quer dizer que você tem uma fita que... Uma fita que mostra o momento? O quê?!

– Sim. Eu trabalhava controlando as câmeras do hotel e vi a pessoa que entrou e efetuou o disparo na vítima. No vídeo dá pra identificar bem quem foi. Fiquei desesperado ao notar um crime desses acontecendo naquele lugar e imediatamente ia contatar as autoridades, quando o cara que trabalhava ao meu lado me agrediu e me ameaçou.

– Eu não sei quem foi mais covarde... O assassino, ele ou você. (o encarando) E como conseguiu guardar a droga da fita então?

– Na hora em que ele foi tirar uma das fitas, tirou a errada. Tirou uma gravação anterior, uma gravação que tinha sido do dia inteiro, até momentos antes do crime. Eu, por consequência, acabei ficando com a fita certa, sem saber. Quando coloquei no vídeo pra conferir, vi tudo aquilo de novo. Imediatamente fiz uma cópia e guardei comigo, pois sabia que eles iriam me tomar aquela. Como eles também não são burros, continuaram fazendo da minha vida um inferno, mas seria pior se eu contasse. O assassino acabaria comigo e com a minha família, a pessoa sabia tudo sobre mim, sofri atentados várias vezes!

– Não dá pra acreditar nessa porcaria toda, não dá! (dando um soco na mesa) Quando eu recebi a ligação antes de vir pra cá, me disseram que pelo seu relato o assassino na verdade era uma mulher loira...

– No vídeo é o que parece. Por mais que a pessoa me ameaçasse, isso só era feito de forma direta através de telefones e bilhetes, cartas... Porque essa mulher sempre contratava pessoas. Tanto é que eu não sei nem o nome. Mas vocês vão poder quem sabe decifrar quem foi quando assistirem o vídeo, porque vocês sim devem conhecer, e aí vão tirar dúvidas entre a relação de suspeitos que vocês devem ter.

– Mas é claro que temos suspeitos, muitos suspeitos. Apesar de que não dá pra... Pode ser quem nós menos esperamos.

X – Já conversaram?

Leonel – Sim, ele me contou quase tudo, ou tudo, não sei. Não sei mais de nada! A única coisa que eu quero agora é ver esse vídeo.

X – Claro que você vai ver, esse vídeo está em meu poder. Alberto está arrependido do que fez e, como ele diz que agora não é mais ameaçado (por razão desconhecida), decidiu confessar tudo e entregar essa prova. Você está ciente que terá que responder por isso, não é?

Alberto – Sim senhor. E é por isso que eu estou confessando. Quero me livrar desse peso que eu venho carregando há anos, nem que eu tenha que aprender... Na cadeia.

X – E então, Leonel? Está pronto pra ver a gravação? Não é melhor chamar a Maria?

Leonel – Eu prefiro ver primeiro. Ela está grávida e eu temo que isso faça mal a sua saúde e a da filha que espera.

X – Bom, então vamos. Vamos também, Alberto.

Leonel – Claro que Alberto também vai, eu ainda preciso mostrar algumas fotos pra que ele reconheça...

Notas finais
Tenso! E agora, o que será que Leonel vai assistir nessa fita? Será que ele conseguirá identificar quem foi a pessoa que assassinou sua mãe? Será que Alberto conseguirá reconhecer o rosto do(a) assassino(a) através das fotos? Uma mulher loira... Será que o(a) assassino(a) realmente era uma mulher? E Maria, como irá reagir ao saber de tudo isso? Não percam os próximos capítulos!!!