Notas iniciais
Desculpem a demora amores, mas enfim, saiu! Espero que gostem. Boa leitura!

No capítulo anterior...

Policial – A senhora é acusada de ser a autora do sequestro de Maria San Román.

Estrela – O quê? (surpresa)

Maria apenas assente enquanto encara Alba.

Alba – O que é isso? Isso é uma estupidez! (se fingindo)

Estevão – Estupidez? Mandar sequestrar e matar Maria é uma estupidez?

Estrela – Tia? A senhora mandou matar a Maria? O quê?

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Alba – Seu pai está louco! Todos vocês estão loucos! Eu não fiz nada, isso é uma calúnia! (fingindo o choro)

Policial – Bom, eu já dei o recado. Aqui está a carta. (entregando a carta à Alba) A senhora tem até 48h para comparecer à delegacia, caso contrário viremos te buscar e as coisas se complicarão pra você. Boa noite!

O Policial vai embora; Rebeca fecha a porta e diz:

– Isso é um absurdo com a senhorita Alba, tenho certeza que ela não tem culpa de nada, esteve o tempo todo em casa, se recuperando do mal estar...

Estevão – Mal estar, eu sei muito bem esse mal estar. O nome disso é fingimento. Não duvido nada que tenha planejado tudo para se sair como a menos suspeita. Mas não adiantou tia, sua máscara caiu, já sabemos quem você é.

Alba – Eu não quero mais ficar ouvindo isso! Não suporto mais! Estevão, por favor precisa acreditar em mim, eu não fiz nada! (chorando e correndo na direção de Estevão, que se afasta)

Estrela – Eu já tinha as minhas suspeitas, agora confirmo mais ainda. A louca aqui é a senhora! Como pode fazer isso, tia? (chorando) Você não tem coração, é uma pessoa fria, sem sentimentos. Nunca vou te perdoar por isso, nunca! (subindo as escadas depressa em direção ao seu quarto)

Maria – Estrela!

Alba – Está satisfeita? Já conseguiu tudo o que queria sua cínica! Seduziu Estevão, ganhou a confiança de Heitor e Estrela e ainda por cima engravidou à essa altura da vida... Como você é baixa! Miserável!

Maria – O quê? Como vo...

Estevão – Cale-se! — ameaçando bater em Alba; Maria e Rebeca tentam impedi-lo.

Maria — Estevão pare com isso, por favor! Deixa ela! Vamos pro quarto meu amor, vamos...

Estevão – Amanhã não quero mais ver a sua cara aqui! Se eu acordar e te ver na minha frente não sei do que eu sou capaz! Está me ouvindo? Se você se atrever a tocar ou mandar alguém encostar um dedo em minha mulher ou nos meus filhos, sou capaz de...

Alba – Capaz de quê? De me matar? Maria, você tem certeza de que conhece bem essa pessoa com quem você se deita? Olha que ele pode ser o assassino da Patrícia...

Maria – Alba cale a boca senão daqui a pouco quem vai te bater sou eu! Vamos Estevão, vamos! (puxando Estevão pelo braço)

Alba olha para Rebeca e ri sarcasticamente, dizendo:

– Maria idiota, pensa que eu tenho medo dela. Ha-ha-ha! Coitada, mal sabe o que o destino reserva para ela e para essa criança maldita!

Rebeca apenas olha para Alba, amedrontada.

Dia seguinte...

~~ Empresas San Román ~~

Leonel havia descoberto algumas pistas que poderiam levar à resposta de quem afinal era o assassino de Patrícia; estas pistas eram códigos muito difíceis de serem entendidos e que na verdade não serviam de nada. O assassino estava bem ali, no meio deles, compartilhando momentos com eles e tampouco se davam conta!

Maria – Leonel! Por que está com essa cara?

– Maria, descobri algumas pistas que podem nos levar ao verdadeiro assassino da minha mãe!

– Deixa eu ver... (lendo os papeis) Que absurdo! Isso só pode ser uma brincadeira, algo que fizeram para nos confundir porque é impossível entender isso!

– Sim, eu procurei ajuda de várias formas, mas não consigo saber do que se trata. Será que teremos que ir a Aruba procurar alguém que nos informe algo?

– Talvez... Mas eu, eu não vou poder ir com você.

– Por quê? O Estevão não se zangaria se fosse para descobrir pistas sobre isso...

– Não, é que... Bom, pra você não tenho mais segredos, tem demonstrado que é um amigo de confiança e sempre está ao meu lado.

– Sim Maria. Sempre que precisar pode contar comigo! (apertando as mãos de Maria) Você sabe que, quando te conheci, pensei que havia me apaixonado por você...

– E como sei! (rindo)

– É que te achei tão linda, tão elegante, tão altiva que me encantei e acabei confundindo meus sentimentos. A minha carência de referência materna me afetou muito, por isso tinha uma atração por mulheres mais maduras... Mas agora, convivendo com você e vendo tudo o que passa, sinto um afeto diferente por você, te tenho como uma mãe.

– Que bom Leonel, que bom que pensa assim. Também te tenho como um filho, afinal Estevão te ama como tal e você sempre conviveu com meus filhos, como um irmão mais velho deles... É impossível não te olhar dessa forma. Obrigada por tudo Leonel!

– Mas afinal, qual é o motivo de você não poder viajar? Não me contou ainda... Tem algum problema com você? Alguma coisa?

– É que... Eu estou... Eu estou grávida, Leonel.

– O quê? Maria? (rindo) Grávida?

– Sim. Eu também fiquei muito surpresa quando recebi a notícia, mas agora estou numa felicidade imensa que não cabe em mim!

– E Estevão já sabe disso?

– Sabe! Ficamos sabendo quando eu sofri o acidente e fiquei no hospital; tive que fazer uns exames e acabaram descobrindo (sorrindo).

– Que bom! Fico muito feliz por vocês dois, principalmente por você. Agora vai ter a chance de criar um filho, de fazer o que não pode... Mas e Heitor e Estrela?

– Não, não contei nada para eles ainda. Tenho medo de que não aceitem e que eu retroceda na minha conquista. Logo agora que eles estão tão carinhosos comigo... Não quero perder tudo o que consegui.

– Mas você não vai conseguir esconder isso por muito tempo, daqui a pouco a barriga aparece... E além do mais, não acho que Heitor e Estrela vão se zangar com isso; se já te aceitaram, vão aceitar um novo irmão, que é um irmão de verdade e não apenas um meio-irmão.

– Ah! Essas suas palavras me fazem lembrar que terei que contar a verdade a eles! O dia se aproxima... Não dá mais pra esconder, não aguento mais vê-los com confusões ao meu respeito; não aguento mais ter que evitar chama-los de filhos, de não ouvi-los me chamar de mamãe... Isso tudo dói muito!

– Eu sei, mas tenho certeza de que vai conseguir. Assim como vai conseguir descobrir quem foi o verdadeiro assassino, para podermos viver em paz, todos nós!

– Se Deus quiser!

Minutos depois...

Maria vai até a sala de Estevão para falar com ele:

– Estevão, Leonel achou esses papeis com códigos que pareciam indicar algumas coisas a respeito do assassino de Patrícia.

– Hum... (olhando os papeis) Mas não dá pra saber nada aqui, só diz “Aruba” e tem...

– Sim, por isso ele achou melhor que nós fôssemos para lá essa semana mesmo.

– Mas você não pode viajar Maria, lembre-se de que não pode fazer esforços, precisa descansar. E além do mais você está sentindo muitos enjoos, viajar assim só poderia piorar esses sintomas.

– Eu disse para ele, inclusive contei sobre minha gravidez.

– O quê? Leonel já sabe?

– Não restou outra saída, tive que contar. Além do mais Leonel é meu amigo e não via porquê de esconder isso dele.

– Por mim todos já saberiam, mas como você decidiu assim... Então assim será até segunda ordem (rindo e acariciando os braços de Maria)

– Sabe amor, estou muito preocupada.

– Com o quê agora?

– Alba... Será que ela já saiu de casa? Será que ela realmente foi embora?

– Ela tem que ter ido! Não quero voltar e ter que dar de cara com ela.

– Ah! E... Você prestou atenção no que ela disse ontem?

– Em quê?

– Ela já sabe que estou grávida. Você viu ela falando?

– É... Tem razão! Mas... Mas como ela ficou sabendo? (surpreso)

– Com certeza deve ter ouvido alguma conversa nossa, ou foi na hora em que o doutor estava conversando conosco. Tenho medo Estevão, tenho muito medo de que ela possa tentar algo contra mim e ao nosso filho!

– Não meu amor, não tema. (a abraçando forte) Ela não vai tentar mais nada com você e se tentar sofrerá as consequências. E tem outra: minha tia já foi intimada, terá que se apresentar na delegacia e com certeza vão confirmar as suspeitas de que realmente foi ela a autora do sequestro, sendo assim ela pagará pelo o que fez.

– Às vezes peço perdão a Deus pelo o que penso, mas seria muito bom que ela fosse presa, ela precisa pagar por suas maldades, precisa aprender com a dor de viver atrás das grades.

– Ah... Só nos resta esperar vida, esperar. Minhas vidas! – Estevão falava com um sorriso terno, enquanto acariciava a barriga de Maria; logo a beijou com paixão. Estevão e Maria ficaram por um bom tempo conversando e resolvendo algumas coisas pendentes, até que o expediente acabou.

–- estacionamento da empresa:

Estevão – Amor, eu estava pensando aqui... Que tal fazermos um jantar, sei lá, uma pequena comemoração quando formos dar a notícia de sua gravidez?

– Nossa, pra que isso Estevão?

– Ahhh, como pra quê? A sua gravidez é um milagre, é uma bênção, é algo que... Veio para mudar e completar totalmente as nossas vidas, não se dá conta?

– Sim, sim. (sorrindo) É que eu acho que não precisa fazer um jantar pra comunicar essa notícia, afinal eu nem sei qual vai ser a reação dos meninos, e se eles me insultarem na frente de todos? Eu não quero passar por isso de novo. (falando com uma expressão triste)

– Vai dar tudo certo, hm? Confie em mim. (Estevão falava enquanto abria a porta do carro para Maria, entrando em seguida).

–- dentro do carro...

O estacionamento da empresa estava praticamente vazio, muitos funcionários já haviam ido embora, apenas alguns carros ainda estavam ali; no momento só se via Maria e Estevão no local. Este aproveitou para...

– Amor...

Maria fala enquanto olha para o lado da janela – Oi

– Olha pra mim?

Maria se vira e o olha – Diga meu amor

– Não, apenas me olhe. (sorrindo timidamente)

– O que foi? (rindo)

Estevão olha para um lado e para o outro, se certificando de que não havia mais ninguém ali – Te amo... (se aproximando para beijar Maria)

Maria se afasta e diz – É, vamos pra casa?

– Daqui a pouco a gente vai. Agora me dá um beijo, por favor? (com um olhar carente)

– Você não muda, sabia? Tão bobo como quando éramos jovens e começamos a namorar (rindo e dando um beijinho em Estevão)

– Nem você! (rindo) Apesar de todas as marcas que levamos da vida, no fundo, no fundo continuamos sendo os mesmos apaixonados, loucos de amor.

Maria continua rindo e fala – É verdade, mas agora vamos logo?

– Vamos.

~~ Mansão dos San Román ~~

Rebeca – Não acredito que a senhorita vai continuar resistindo à ordem dos patrões; daqui a pouco eles chegam e se te verem aqui, vai ter discussão novamente.

Alba – Eu não estou nem aí para eles, quero mais é que morram!

Estrela chega em casa e fala – Tia, o que você ainda faz aqui?

Alba – Queridinha você achou mesmo que eu iria sair da MINHA casa (dando ênfase) só por que vocês querem?

Estrela – Essa casa não é sua! Essa casa é do meu pai, e da Maria também.

Alba puxa Estrela pelo braço e diz – Olha aqui, eu já estou de saco cheio de você sua idiota. Vê se para de se intrometer nas coisas entre mim e Estevão porque senão as consequências sobrarão pra você!

Estrela – Me solta!

Estevão e Maria chegam...

Maria – Ai meu Deus...

Estevão – O que foi que eu te disse?

Alba – Querido, se você acha que vou sair dessa mansão, está muito enganado. Nem você nem essa ridícula da Maria tem poder pra me tirar dessa casa. Antes de você, essa casa já me pertencia! E ninguém me tira daqui!

Estevão – Pertencia aos meus pais, eles sim eram os donos de tudo enquanto você sempre foi uma que vivia à custa dos outros.

Alba começa a rir, debochando de Estevão – Se não fosse por mim você não seria ninguém, não seria nada! Eu criei você e criei seus filhos, porque a mãe deles não passa de uma...

Estrela – O quê? Minha mãe o quê?

Maria – Por favor, não comecem isso de novo!

Heitor chega...

Heitor – O que foi? Tia, papai já não mandou a senhora ir embora?

Alba – Sim, mas eu não vou! Eu não quero ir!

Estevão – Te dou uma semana para ir embora, se não for te levo à força!

Alba pensava “isso é o que vamos ver!”.

UMA SEMANA DEPOIS – Sexta-feira.

Era manhã e Alba finalmente descia com as suas malas, falando – Se eles pensam que vão se livrar de mim assim, estão enganados, já disse.

Carmem – Não adianta! Todos já estão sabendo como você é perversa, irmãzinha. E não pensa que vou ficar com pena de você como da outra vez que saiu de casa, que não vou. Por mim já vai tarde. (se virando e saindo)

Alba – Idiota! Todos são idiotas! (pegando suas coisas e saindo da Mansão)

~~ Quarto de Maria ~~

Estevão entra e fala – Olá meu amor!

Maria sorri, respondendo – Olá...

– Já pensou no que eu te disse?

– No quê?

– No jantar, na comemoração pela chegada de nosso filho.

– Ah Estevão, continuo achando que não é uma boa ideia.

– Meu amor, tia Alba já está saindo desta casa. Rebeca me avisou que ela acabou de ir para um hotel, não vai mais nos atrapalhar.

– Eu não confio... Ela é uma pessoa perversa Estevão, não vai parar assim de uma hora para outra.

– É, e por falar nisso acho que ela ainda não foi à delegacia...

– Isso só confirma que ela tem culpa, se não tivesse nada a ver com isso já teria ido e esclarecido tudo. Se está fugindo, é porque foi ela. Tenho certeza de que foi ela!

– Sim, sim, mas se acalme hm? (abraçando e dando beijinhos em Maria) Se ela não for, vão busca-la. Vou dar o endereço do hotel onde ela está; ela não tem como fugir.

– Leonel vai para Aruba hoje...

– Como? Ele vai sozinho? Mas...

– Sim, é preciso ter alguma confirmação de lá, alguém que seja seguro para dizer o que realmente aconteceu, quem foi a pessoa que matou a Patrícia. Só assim vamos ter paz, só quando essa culpa sair de cima de mim e o verdadeiro assassino pagar pelo o que fez!

– Tem razão. Bom, espero que ele consiga e sabe que se precisar de qualquer coisa pode contar comigo está bem?

– Eu sei meu amor. (sorrindo e acariciando suas mãos)

Os dois ficaram se olhando por alguns segundos; um silêncio havia se instalado ali naquele momento, um silêncio que eles já conheciam bem e tentavam quebrar...

Maria – É... Vou tomar um banho e me arrumar. Vou visitar a Socorro, saber como todos estão.

– Maria, por que você está me evitando? (segurando firme seu braço)

– Não, eu não estou te evitando... (tentando se soltar timidamente)

– Está sim. Desde a semana passada, desde aquela noite nós não... (acariciando seus braços) Você não me deixa dormir no seu quarto...

– É que eu gosto de ter o meu espaço, passei tantos anos só que me acostumei a ter o meu próprio canto.

– Mas não foi isso que você me disse uma vez, você disse que nós voltaríamos a dormir juntos na mesma cama e que aqui seria o refúgio do nosso amor...

– Eu disse, mas é que...

– Amor, eu entendo quando às vezes você me evita por não termos clima ou estarmos muito cansados e preocupados com outras coisas, mas desse jeito é uma tortura. Passei tanto tempo sem te ter que agora se pudesse te amaria todos os dias. (a olhando fixamente).

– Não exagere, só ficamos um pouco afastados durante uma semana, não é pra tanto. (sorrindo disfarçadamente enquanto se virava e se afastava de Estevão, já conhecia toda essa conversa dele).

Estevão vai atrás dela e coloca uma das mãos em sua cintura, puxando-a lentamente; Maria prende o riso e fala – É muito cedo ainda, preciso me arrumar...

– Depois você vai. Não aguento mais, eu te quero Maria (sussurrando em seu ouvido).

– Ah...

– Vai me dizer que você não quer? Que não sente falta de um carinho, hein? (falando com sua voz provocante enquanto sorria e mordiscava a orelha de Maria)

– Não deu pra sentir falta, foi muito pouco tempo. (rindo)

Estevão a vira de frente para ele – Tem certeza?

Maria apenas sorriu e o beijou. O beijo foi tão delicado, tão apaixonado... Nada com muita pressa, se beijavam como se o mundo tivesse parado e uma vida inteira esperasse por eles.

Estevão fala entre os beijos – Te ganhei...

– Nada disso (o beijando)

– Claro que sim (rindo enquanto a beijava)

– Não Estevão... Ah...

Estevão vai tirando lentamente a camisola de Maria enquanto beija seu pescoço; ela fica completamente arrepiada:

– Você vibra em meus braços (rindo)

– E você sempre diz isso

– Mas é verdade... (mordiscando seus lábios e acariciando um dos seios por cima da camisola)

– Nem parece que já vamos ser avós (rindo e fazendo cafuné em Estevão)

– E pais novamente! (se ajoelhando e puxando a camisola de seda branca, enquanto beijava seu abdômen).

Maria já estava somente de calcinha, enquanto Estevão ia tirando seus chinelos e pijama (ele ainda não havia se arrumado também, era muito cedo).

Maria – Estevão...

Estevão – Maria... (rindo e pegando Maria no colo, levando-a em direção à cama).

Maria ia se ajeitando na cama e Estevão beijava seus pés, fazendo-a sentir cócegas:

– Para... (rindo muito)

Estevão continuava beijando os pés dela, e ia subindo pelas pernas, virilha... Um beijinho na barriga e logo beijou sua boca novamente, percorrendo-a toda com a língua e puxando os lábios.

Maria interrompe o beijo e o olha, acariciando seu rosto – Obrigada por me fazer feliz, por me tornar plena quando estou contigo...

– Tudo isso é muito menos do que merece, prometo te fazer feliz pelo resto de nossas vidas! (a olhando com aquele sorriso perfeito)

– Eu te amo...

– Também te amo minha vida

E assim continuaram se beijando apaixonadamente, intensamente, lentamente... Maria acariciava as costas de Estevão enquanto o enlaçava com as suas pernas; Estevão descia e brincava com os seios dela, acariciando seus braços e entrelaçando suas mãos. Os dois já estavam num perfeito clima de amor, totalmente tomados pelo desejo, quando...

Notas finais
Estão gostando da minha história? Comentem. Além disso me deixar muito feliz e me dar mais inspiração para escrever, eu vejo em quais pontos estou acertando e em quais estou errando para poder melhorar. Se puderem recomendar, melhor ainda! Não percam os próximos capítulos, besotes! :*