Maipetto no Neko

55 Capítulo 55 - Gelo


Notas iniciais
OIEEEEEE Eu tardo mas não falho! hahaha então amores, juro q n faço de proposito, eh q n tenho tempo msmo. p v6 verem, esse capitulo foi feito toooooooodo no celular! isso mesmo! só tenho tempo d escrever agora no onibus e trajetos adjacentes! Por isso, perdoem os erros de edição e ortografia! xDDD mas prometo q esse ano aidna a historia será concluída, tenham fé! Kissus e boa leitura amores!

Maipetto no Neko

Capítulo 55 — Gelo

– Então. Estou esperando.

Falou convicto. A audácia de penaar ser capaz de qualquer coisa o deixava com um ar imponente, forte. Cada palavra parecia uma certeza do que aconteceria e como aconteceria. Não precisava de ninguém lhe alertando sobbre o futuro, pois Aizen fazia o dele. O acaso na não era uma companhia nem uma improvável qualquer o perseguindo em suas ações. Ele tinha total controle dos eventos que provocava ou apenas assistia com um olhar atento duma distância segura. Aizen era ambos deus e protagonista. Ao menos rra assim que enxergava a grande teia formada por ele.

Ichigo no entanto ficou calado. Queria sim era dizer aos homem todas as verdades que sabia, sobre Grimmjow e Neriell, sobre os diversos outros problemas em suas vidas que tinham muito provavelmente a mão dele por trás.

Mas ele se conteve. O ruivo ainda tinha vivido em sua mente, e carregava essa memória com um grande pesar, a figura debilitada de Neriell no hospital. Ou ainda o estado enfurecido de Grimmjow. Não, ele precisava ser calmo, sem deixar uma cenyelha de dúvida ser percebida. Tinha de ser firme e calculista, assim como este homem do outro lado da linha.

– O que você quer? — indagou sem conseguir evitar o tom ríspido.

– Ora, ora. "você"? — Aizen repetiu — Já estamos com essa intimidade, Kurozaki-kun?

Respirando fundo, o ruivo continuou a conversa:

– Foi apenas uma pergunta curiosa... Afinal eu realmente te devo um encontro.

Ah sim, Ichigo se lembrava muito bem daquele dia na loja quando não fazia ifeia de mada a respeito de Aizen. A figura sorridente do homem de terno alinhado com o par de óculos o deixou, no mínimo, desconfortável. Fosse pela presença forte deke ou por uma estranha sensação de reclusa para com ele. Ichigo observou-o bem naquele dia enquanto Rukia, Inoue e sua irmã estavam distraídas. Aizen era como um personagem de algum livro coberto com uma aura poderosa. Agora compreender que poder era esse tornava-se a grande problemática da situação. Aizen não era qualquer um. Sua carreira começou bem cedo com um imenso pontapé: a indicação pessoal do pai de Grimmjow. E isso ele ainda estava nos seus vinte e poucos anos, recém formado na faculdade. Como

conseguiu esse contato também era um mistério. Qiase como se tudo se encaixasse. .. Bem demais.

Dali em diante sua vida apenas teve pontos altos. Claro, ele não faria seu nome apenas com um empurraozinho nas costas. Ele eta, ou melhor, é extremamente talentoso. A lábia escorria de sua boca como uma ordem, uma meta constatação da verdade. Não havia discussões ou porquês. Se ele havia dito, tornava-se a realidade.

Anos se passaram desde a parceria com a empresa da família de Grimmjow. Tudo que lhe faltava era... Absolutamente nada. Nessa época Aizen era um homem que muitos diriam ter de tudo. Um bom emprego, estabilidade, muito dinheiro, e a total confiança de um dos homens mais influentes do país. Ninguém poderia querer algo além disso. Talvez uma boa mulher para ficar em casa o esperando chegar, mas fora isso, não lhe faltava nada. Aliás Aizen parecia ser o típico executivo casado com seu trabalho. O mais peculiar dele sempre foi a figura de Gin. O prestativo e incansável secretário que sabia de tudo sobre o homem colado ao seu lado feito uma sombra. Sua aparência esguia e os olhos semi fechados lhe davam um ar esquisito e misterioso. Ninguém sabia quais segredos se escondiam por detrás do sorriso constante e e enigmático.

Gin conseguia atender as exigências absurdamente minuciosas do homem. Ele chegava antes dele e saía junto na empresa. Passavam o dia trabalhando separando-se apenas no fim do expediente quando nada mais lhes restava a não ser dormir.

Pelo tanto de trabalho que Aizen proporcionara a Grimmjow, Ichigo se perguntava se o homem realmente dormia.

Contudo, apesar dos avisos do namorado e de todos os outros sinais de que deveria desligar o telefone, uma pequena voz interior curiosa o forçava a manter o celular colado a orelha. Os segundos de silêncio vieram logo depois. Aizen deixava a respiração quase imperceptível parecendo que o ruivo estava falando sozinho.

–Bem e então? — ele se pronunciou tirando Ichigo do breve transe.

Olhando a porta trancada o ruivo apenas ouvia o som alto da música e risadas de fundo. Estavam todos distraídos, maia ainda Grimmjow, perplexo com a surpresa. Queria, por fim, entender quais eram os planos de Aizen. ele queria apenas a empresa? Ou teria algo escondido por trás disso também? Fii então que tomou coragem, continuando a conversa de cordialidade falsa:

– Podemos marcar o almoço que lhe devo. — disse.

Aizen feu uma leve e rápida riaada:

– Estava pensando num jantar. Ainda não comi hoje. O quee diz de nos encontrarmos as oito?

Ichigo olhou o relógio. eram sete e dez.

– Hoje o dia está um pouco cheio...

Omitiu a parte da festa surpresa, pois não queria dar motivos a ele para vir até a festa. Se era mesmo o tutor de Grimmjow, deveria saber sobre seu aniversário.

– Posso imaginar. -Aizen comentou — Mas ainda sim eu insisto. Um jantar pequeno e rápido, pnde possamos conversar. Afinal, acredito eu que existem grandes perguntas formando-se em sua mente nesse instante.

"E muitas outras. " Ichigo pensou. Pelo tom da voz de Aizen ele estava determinado a vê-lo de qualquer jeito.

– Ainda assim... — falou esperando que ele compreendesse.

Mas isso não aconteceu.

– Se preferir posso visitá-lo em casa.

Um calafrio maior ainda apoderou-se do ruivo. Tudo menos isso. Grimmjow merecia um dia de descanso. E ele temia que a visita de Aizen provocasse um banho de sangue na sua sala. Respirando fundo, Ichigo, por fim, resolveu aceitar o pedido:

– Preciso voltar antes das dez. — completou.

– Excelente! E não se preocupe com a hora. Se tudo ocorrer como imagino, nós dois terminaremos bem cedo.

Intrigado com a frase o ruivo apenas deu de ombros guardando o celular no bolso. Em cima da escrivaninha ao lado da cama viu o pequeno pacote vermelho junto do cartão de feliz aniversário. Aquilo teria de esperar.

Descendo as escadas ele se tranquilizou ao ver todos entretidos demais uns com os outros para notar sua ausência, ou ainda sua inquietação. Mas não podia simplesmente sair da festa sem uma razão apropriada. Foi quando avistou Renji mais afastado dos demais, ao lado apenas de seu professor — cena que ainda achava estranha.

– Renji

Chamou-o ao se aproximar. Mal notou o olhar gélido lançado por Byakuya, e puor ainda, não percebeu o desconforto de Renji. O tatuado estava quase conseguindo acalmar os ânimos do moreno, e a presença de Ichigo ali havia derrubado seus esforços.

– Fala Ichigo.

Disse, já imaginando a face revirada de Byakuya ao seu lado.

– Preciso sair um pouco. Vou ao centro da cidade.

– Porque?

– Acabou o gelo.

Mentiu.

– Sério? Mas a gente comprou um estoque de quase um ano! — brincou.

– É. — tentou rir em meio a um semblante sério — Mas eu acho que a geladeira deu algum problema. Eu volto logo, não precisa ficar comentando com ninguém. Deixa a festa rolar em paz.

– Precisa de ajuda?

Uma pigarreada mais forte de Byakuya o fez entender que aquela havia sido uma péssima ideia. Mas por sorte o ruivo recusou.

– Se perguntarem, diga que já volto.

Completou rapidamente saindo o mais sorrateiro possível da casa.

Enquanto o via se afastar, Renji voltou a dar sua atenção a Byakuya, sentindo o ódio emanando do professor. Até mesmo os pêlos da base do pescoço se arrepiaram.

– O que eu fiz?!

Indagou inocente ao moreno, recebendo apenas a ignorância do outro. Aquela noite seria bem longa. .

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Na rua já escura de fim de noite, Ichigo carregava um pequeno pedaço de papel amassado entre os dedos. O que estava fazendo ali não sabia ao certo. Quer dizer, ia se encontrar com Aizen, mas e depois? Iria falar o que com esse homem que pouco conhecia a não ser pelo fato de ter transformado a vida de Grimmjow num pequeno inferno? O ameaçaria? Impossível. Sua importância para alguém feito Aizen era igual a um punhado de areia da praia, pequeno e sem significado algum.

Ao mesmo tempo que tinha consciência da aua própria inferioridade era incapaz de apenas ignorar o pedido desse encontro. Poderia, talvez, encontrar um novo caminho através dele, uma maneira de ajudar Grimmjow mesmo que fosseuma parte minúscula.

Por isso contonuou andando até a pequena, porém sofisticada cafeteria. Não tardou muito e lá estava ele, vebdo o convidativo sorriso de Aizen o chamando para se aproximar da meaa de canto. Ele estava sozinho, ao menos foi a primeira impressão que Ichigo teve...

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– Onde está o Ichigo?

Rukia indagou ao amigo tatuado sem entender porque ele se engasgou com a bebida, ou ainda porque ficou tossindo seco mirando com o canto dos olhos o semblante gélido de Byakuya. Quando se recompôs, falou:

– Ele precisou dar uma saída.

– Ah que pena! Nós queríamos fazer umas brincadeiras com o Grimmjow e ele!

– Que tipo de brincadeira?

Rukia lhe lançou um rápido olhar travesso.

– As irmãs do Ichigo estão aqui. — falou bufando já imaginando as atrocidades que se passavam pela mente da baixinha.

– E de quem você acha que foi a ideia?

Renji mirou Karin sorribdo junto de Inoue, e aquilo não podia ser coisa boa.

– Vocês duas vão causar um infarte no Ichigo. — constatou.

– Deixa de ser estraga prazeres! Vamos me diga onde ele foi!

– Já disse! No centro comprar gelo ou algo assim.

– Gelo?

– Sim.

Olhando rapidamente para trás a morena fez uma careta de confusão ao retornar o olhar da cozinha a Renji.

– Mas as caixas estão lotadas de gelo!

Esticando uma das sobrancelhas, Renji começou a não entender a repentina saída do ruivo. Foi quando Grimmjow veio os procurar:

– Cadê o Ichigo?

Perguntou tratando de transparecer toda sua indignação pelo fato de precisar recorrer a Renji para fazer essa indagação. Por sorte Rukia estava perto e foi ela quem, à par do pesado clima, tomou a iniciativa:

– Foi no centro comprar gelo.

– Gelo?

– Sim foi a mesma reação que eu tive.

Completou a baixinha.

Observando o alvoroço, Byakuya refletia o que poderia ter levado o garoto a se ausentar da festa do próprio namorado em sua casa. Uma espécie de surpresa era o mais provável, mas co. Grimmjow ali, e lembrando-se de seu último encontro — diga-se beijo — preferiu se manter afastado, apesar de ainda questionar o porque todos rodearam Renji para saber sobre Ichigo. Aquilo o irritava, mas tentou manter a mesma calma de sempre.

– Então já o encontraram?

Perguntou Inoue se juntando ao trio.

– Parece que ele saiu. — comentou Rukia, estranhando a presença do pálido homem de olhos verdes atrás de Orihime.

– Ah! Mas sem ele não podemos começar as brincadeiras!

"Maravilha, arrastaram até a mais inocente de todos! " Pensou Renji.

– Precisamos saber quando ele chega! — protestou Inoue.

Nisso, os olhares retornaram a encarar Renji e a pesada respiração de Byakuya tomou conta da trilha sonora do silêncio da roda de conversas. Antes que ele pudesse falar algo, Chad e Ishida juntaram-se ao coro:

– Onde está o Ichigo?

O grandão perguntou ao lado de Ishida.

– Foi a cidade comprar gelo.- Inoue e Rukia responderam em uníssosso.

– Gelo? — Ishida replicou, recebendo a mesma resposta de Rukia.

– Mas as caixas...

Chad começou a falar sendo interrompido por Grimmjow:

– É, é, estão cheias! o que eu quero saber é onde...

Um minuto de pausa foi feito em sua fala quando seu telefone tocou. Praguejando inúmeras vezes Grimmjow afastou-se do pequeno grupo atendendo a chamada, deixando as bochechas de Inoue vermelhas devido ao seu linguajar.

– Como vamos fazer então? — continuou Rukia com seu dilema.

– Sem o Ichigo não podemos continuar. — disse Chad.

– Vamos deixar tudo pronto. Quando ele aparecer já estaremos preparados e não vamos perder tempo com os arranjos.

A lógica conclusiva de Ishida fez com que todos concordassem, afinal a brincadeira seria uma surpresa aos dois, então, por hora podiam ignorar sua presença.

Um vulto passou por eles tão rápido que só se deram conta de que era Grimmjow quando ele já tinha saído porta a fora numa velocidade inumana. Mesmo se tentassem o seguir não teriam condições de encontrá-lo. Confusos o grupo continuou pensando no que fazer incapazes de cogitar a ideia de que Ichigo podia ter sido a razão pela qual Grimmjow correu daquela forma.

O carro dele deslizava pela pista como se estivesse numa corrida. A foto ainda piscando na tela do telefone o enchia de ódio, preocupação e mais ainda do que qualquer outro sentimento: desespero.

Dirigiu até o endereço anexado a imagem de Ichigo acorrentado com os braços acima da cabeça visivelmente inconsciente.

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Pouco mais de uma hora havia se passado desde o sumiço de Ichigo consecutivo de Grimmjow. Yuzu começava a ficar perguntando sobre seu irmão vem como Karin num tom mais exigente. As desculpas de Ishida começavam a se esgotar e mesmo Rukia com toda sua calma tinha ficado nervosa, precisando da ajuda dos comentários engraçados de Inoue para se distrair — apesar da figura do homem pálido atrás dela deixar a morena um pouco desconfortável.

A festa continuou durante mais algum tempo, mas a falta da presença do aniversariante e seu namorado logo foi notada por todos.

– Talvez fosse melhor ligar para eles.

Comentou Inoue.

– Os dois devem voltar logo! — falou Renji.

– Ainda assim o Ichigo não faz esse tipo de coisas — concluiu Rukia.

Bufando Ishida falou para a alegria das duas:

– Vou pegar o telefone.

Nisso a campainha tocou.

– Viram! — exclamou Renji — Eu disse que eles já estavam voltando.

Indo até a porta Karin girou a maçaneta e o rápido alívio de todos foi morto pelo ar de surpresa instalado na sala de estar. Outra figura se mostrava diante deles, provocando uma desconfortável sensação de espanto.

– Você...

Balbuciou Karin.

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Mal estacionou na frente dum galpão abandonado e pulou do carro respirando acelerado. Eram pequenos blocos largos usados perto do pier para estocar o material de construção de barcos. Placas de metal, grossas correntes, soldas e todo o tipo de aparato desse tipo.

Mas Grimmjow se preocupava apenas com a numeração deles. Precisava achar o número vinte e sete, tinha de encontrar Ichigo ou jamais se perdoaria por isso. Como, como foi deixar isso acontecer?! Porque não ficou ao lado dele o tempo todo?! Culpava-se tanto que o peito doía. As pernas cambaleavam, e seus olhos lhe pregavam peças mostrando imagens turvas.

Até chegar ao seu destino. Não quiz parar para respirar. Arfando pesadamente correu até a porta do galpão vinte e sete e a empurrou ouvindo o som do metal enferrujado arrastando pelo trilho da entrada.

A iluminação era fraca, mas podia ver tábuas de madeira, mesas, prateleira que iam até o teto, onde várias correntes penduravam-se ao chão. Entre uma delas estava Ichigo com os braços presos erguidos acima da cabeça, a boca amordaçada enquanto lançava um olhar de desespero a Grimmjow.

A raiva tomou conta de seu ser. Ele iria matar quem fez aquilo a ele. Não apenas por dizer. Iria realmente o matar.

– Feliz aniversário Grimmjow.

Aizen disse vom um largo sorriso ao aparecer das sombras do galpão.

E Grimmjow o teria matado naquela hora. Teria voado em seu pescoço se o ódio não o impedisse de ver uma quarta figura naquele local estrategicamente escuro. Se pudesse parar por alguns poucos segundos teria notado que a inquietação de Ichigo mantinha foco nas sombras atrás dele movendo-se. Teria, assim, percebido o que Ichigo tentava lhe dizer sobre a tão óbvia cilada.

Foi ao chão sentindo a cabeça zonza. Algo escorria da nuca para o piso gelado: sangue.

Pela lateral dos globos azuis Grimmjow avistou um par de sapatos caminhando na direção de Aizen conforme arrastava pelo galpão um pesado cano.

– Bem vindo, Grimmjow-kun. — Aizen continuou — Estávamos à sua espera.

Querendo rosnar um palavrão suas íris, porém, fecharam-se sucubindo ao efeito da pancada. E ele não via mais nada.

Continua

Notas finais
então.... não batam em mim pf! >__< ainda teremos mais drama à frente. please, acompanhem a fic, a curiosidade logo será sanada!!!! juroooo!!!1 até lá, espero os reviews gt! kissus e até breve (espero eu)