Magus Draken - Escola de Magos (interativa)
17 Dia dos magos... Ops, das bruxas.
Notas iniciais
Anny se levantava de sua cama. Faltava dois dias para o baile, e ela recusára o convite de vários garotos esperando ser convidada por Shiro. Mas fazia tempo que o jovem estava estranho.
Anny saiu do seu quarto, deixando sua colega de quarto dormindo, e caminhou pelos corredores da escola. Estava cedo, o céu ainda estava alaranjado.
Algumas cabeças de abobora flutuavam pelos corredores. Todas com olhos, bocas e narizes diferentes. Até suas expressões eram diferentes.
–Ei, garota...- disse uma cabeça de abobora para Anny.
–O...Oi. — disse a jovem. Aquelas cabeças mágicas costumavam ser assustadoras, mas eram bem legais.
–O que esta fazendo acordada?
–Nada... Só que...- disse ela, parando para pensar.
–Esta triste por que não foi convidada para o baile?
–Não, eu fui. Só que não pela pessoa que eu queria que me convidasse...- disse ela. — E por que esse foi seu primeiro palpite?
–Porque todas as garotas são meio doidas e não gostam de ir sozinhas.
–Ei, eu não sou doida! — disse ela.
–Então, convide-o.
–Não possoo...- disse ela. Anny caminhou e deixou a abobora falando sozinha.
Anny saiu da escola e foi até o acampamento. A jovem se sentou perto do lago, e ficou observando aquelas águas verdes extremamente belas. Ela se levanta e começa a voar, e então começa a sair da escola para ir a alguma cidade de pessoas normais. Ela voou por cima da floresta. Anny tinha uma visão das montanhas verdes e dos riachos. Demoraria algum tempo até chegar em uma cidade,mas ela iria do mesmo jeito.
***
Peter estava na biblioteca,estudando para o teste de poções. Era uma matéria que o jovem não se interessava, mas sabia que tinha que tirar nota boa nos testes. Logo, Nicollas apareceu, procurando um livro na área de magias negras. Peter olhou para o professor e continuou estudando.
–Peter? Estudando muito? — disse o professor, tentando ser humorado.
–Oi, professor. A aula de poções é um saco, agora preciso ler tudo que perdi enquanto não prestava atenção. — disse ele.
–Você é brilhante nas minhas aulas, Peter...- disse o professor. — Você vai para o baile?
–Não...
–Entendo seu desinteresse. — disse ele. -Mas recomendo que vá. Convide uma garota legal, ainda da tempo...
Peter ficou pensativo com o que o professor disse, e decidiu ir convidar alguém. O jovem saiu da biblioteca com uma taréfa incrívelmente difícil para ele. Convidar alguém seria algo muito difícil. Ele olhou para um grupo de garotas que conversavam, e as mesmas notaram o jovem, que ficou vermelho e continuou caminhando como se nada tivesse acontecido.
Ele chegou no jardim do castelo e observou os grupos de jovens que conversavam entre sim. Ele não via nenhuma garota sozinha para convidar. Peter começou a caminhar por todo o castelo, os corredores sempre tinham pessoas, pois não estava tendo aula. O jovem logo passou por perto de Tyann, que caminhava na direção oposta a dele. Peter deu meia volta e caminhou até a garota. Tyann era uma garota que ficava calada nas aulas, mas Peter notou a presença dela, pois parecia ser uma pessoa interessante. Ele cutucou o ombro da garota, que se virou. Peter viu os cabelos pretos que chegavam até o ombro da garota, e os olhos azuis escuros.
–Oi, Tyann...- disse ele, abaixando a cabeça. A jovem não respondeu nada.-Você gostaria de ir comigo...
–...ao baile? — completou a garota, deixando Peter mais tímido.
–Si-Sim. — disse ele.
–Sei lá...- disse ela, se virando e continuando a caminhar.
–Espere, isso é um sim? — perguntou ele.
–Peter, tanto faz. Olha, vou com você, mas só porque você não é chato como muitos...- disse ela, sem olhar para o jovem e seguindo seu caminho.
–Ok...- disse Peter, aliviado por cumprir a taréfa, e o mais impressionante foi que a garota que ele convidou era tyann, que era bem bonita, apesar de ser calada. Isso fez Peter despertar um certo interesse na garota.
***
Anny caminhava por Washington D.C.. A jovem estava usando uma roupa comum, pois não tinha colocado o uniforme. Anny olhava as pessoas normais e se lembrava de que já foi uma delas. Ela decidiu ver as novidades das pessoas normais. A chegou na capital dos Estados Unidos usando um portal igual aos espelhos que Claus usava nas suas dinâmicas. Afinal, Magus Draken era uma escola que se encontrava localizada na França, mas nenhum mago sabia em que local do país estava, pois Magus Draken era repleta de magias.
Ela se esbarra em um jovem que usava um casaco preto, uma calça jeans e parecia ter dezessete anos. Era alto e tinha cabelos cacheados e loiros
–Desculpe-me...- disse ele.
–Tudo bem.
–Prazer, me chamo Gregory. — disse o garoto.
–Oi, Gregory. — disse ela. Gregory notou a timidez da jovem.
–Então, não vai me dizer seu nome? — disse ele, sorrindo.
–Me chamo Anny...
–Quer comer alguma coisa, Anny?
–Não, obrigada. — disse ela.
–Qual é, eu insisto. Vem! — disse o jovem, segurando a mão dela e levando-a para uma lanchonete.
***
Sirena olhava para Michel, um jovem sério, com o porte de um erdemago corajoso. Seria ele o próximo campeão? Apesar de sério, era simpático.
–Oi, Michel. Você realmente se mostrou um mago poderoso nesse tempo de treinamento.- disse ela. — Tem certeza que quer treinar hoje?
–Sim, professora. Se isso não te incomodar.
–Não incomoda, mas o baile vai ser daqui a dois dias. Você já tem um par?
–Já. — disse ele.
–Ainda bem. Achei que estava se dedicando totalmente ao treinamento... — disse ela. — Michel, essas provas são extremamente fascinantes, mas perigosas. Elas vão testar sua coragem, dedicação, inteligência, poder e determinação.
–Sim, professora. Mas por que esta repetindo isso?
–Você esta treinando apenas magias. Devemos treinar sua estrategia.
(...)
Os dois terminavam o treinamento. Sirena e Michel ficaram horas treinando a habilidade de estrategia do jovem, que era muito boa. Já tinha passado a hora do almoço, e os dois estavam famintos.
–Parabéns, Michel. E aí, vamos comer alguma coisa?
–Claro. — disse ele. E os dois foram para o salão de refeições. A professora e o erdemago passam por Claus, que cumprimenta Sirena, mas ela o ignora.
–Por que ela esta estranha assim? Faz tempo que ela esta assim. — perguntou Claus para Harley, que estava indo com ele até o acampamento, treinar.
–Vai ver você falou pra ela não fazer uma merda, mas você acabou fazenddo essa merda, pois você foi um estúpido e agora esta triste com isso! — disse ele, aumentando o tom de voz a cada palavra. Claus achou aquilo estranho. — E agora, ela não vai para o baile com você e já deve ter convidado outro.
–Harley, o Erick ainda tá com raiva? — disse ele.
–Claro que não, Claus! — disse ela, com um tom sarcástico.
(...)
–Professora, por que ignorou o professor Claus? — perguntou Michel.
–Nada. Só que o Claus é do tipo que "comprimenta" várias...- disse ela. Michel ficou sem expressão e sem entender. Claus não fazia esse tipo.
–Mas, por que?
–Nada não. — disse Sirena.
(...)
–...talvez eu devo convidar um outro garoto para deixar ele com ráiva. — disse ela.
–Harley, calma. Deixe-me dizer uma coisa. — disse Claus. -Todo treinamento é essa mesma historia. Falta um pouco mais de um mês pra primeira prova e você tá só falando disso, tanto que a gente não treinou uma vez. — disse Claus. — Olha, vou te ajudar com o Erick. Só pare com isso, ok? No dia do baile, vou fazer vocês dois ficarem felizes um com o outro. Agora vamos treinar! — disse Claus, calmamente.
–Tem razão, Claus. — disse ela.
***
Emily e Shiro caminhavam juntos. Fazia tempo que ela notou diferença em seu irmão adotivo, e o fato dele estar mais sombrio só comprovou isso.
–Essa aula de estudos dos itens mágicos ta me matando de sono. — disse Emily. Shiro não respondeu. Pelo que ela sabia, ela era a chata e ele era o engraçado. E outra coisa que estava deixando-a louca era o fato de Peter ainda não ter convidado-a. "Será que ele iria ao baile?" era uma pergunta que Emily não parava de fazer.
Orion logo chegou do lado de Shiro.
–Shiro, tenho algo bem legal para te mostrar. Eu consegui criar uma goma de dragão. Aquela bala que te faz ter a capacidade de cuspir fogo durante uma hora.
–Legal. — disse Shiro.
–Olá, Orion. Você sabe se o Peter vai para o baile? — perguntou Emily. Orion soltou um sorriso humorado.
–Sim. Pelo visto, ele vai com uma garota do primeiro ano.
–O que? — perguntou ela. — Mas quem?
–Não sei o nome, mas você ainda pode ir comigo. — disse ele. Emily se sentiu irritada, nervosa e, ao mesmo tempo, decepcionada e triste.
–Ok, Orion. Eu vou com você. Mas não é porque gosto e você ou coisa do tipo.
–Eu sei. Só quero ir com você porque foi a primeira que convidei. — disse ele. Peter logo se aproximava pelo mesmo corredor que os três estavam. Emily logo viu ele e beijou Orion, para deixar o garoto com ciúme. Peter só achou estranho pois ele viu que foi um beijo forçado, mas por que fazer isso perto dele?
Depois que o jovem já tinha seguido seu rumo, Emily empurrou Orion.
–Ei, pra que isso? Eu não queria te beijar. — disse ele.
–Nem eu. Mas pelo visto, Peter nem se importou. — disse ela. Shiro se mantinha sem expressão.
***
Barton criava coragem para convidar Namish para o baile. Faltava apenas dois dias e o jovem ainda não tinha conseguido esse feito. Ele sabia que Namish deveria estar no jardim, o problema é que ela deveria estar com Anny. As duas pareciam irmãs.
Ele foi até o jardim, mas não viu a garota lá. Barton decidiu procurar a jovem. Apos alguns minutos procurando, ele passou na porta da sala de música e escutou a voz de Namish cantando. Ela deveria estar sozinha no local. A jovem tinha uma voz linda. Barton não sabia como a convidar, pois raramente tinha falado com ela. Ele então desiste da idéia. Barton passou perto de Evandra, a erdemaga do setimo ano. Barton não era amigo dela, mas os dois já tinham conversado algumas vezes, sem contar que ela era do time de Erdebol. Evandra era a defensora.
–Evandra...- disse ele. — ...quer ir comigo para o baile?
–Sério? Assim do nada? — perguntou ela.
–Sim.
–Tudo bem. — disse ela, e os dois continuaram caminhando, em sentidos opostos.
***
Anny e Gregory estavam em uma praça, sentado em um banco. Os dois estavam conversando vazia algum tempo.
–Então, Anny, já se sentiu diferente? — perguntou ele. A jovem ainda ficava tímida conversando com ele, mas tinha perdido um pouco a sua timidez com Gregory.
–Diferente como?
–Diferente de todos. — disse ele. "Acredite, eu sou diferente" pensou ela, mas não disse nada. — Eu me sinto diferente.
–Por que?
–Eu costumo imaginar muito. Imaginar coisas fantasiosas, como um mundo com dragões, elfos, criaturas incríveis e fantasiosas. Costumo até escrever coisas para mim.
–Que legal, Greg.- disse ela.
–Infelizmente, isso nunca vai ser real. — disse ele.
–É mesmo, né? — disse ela, sorrindo.
–Agora até você me acha doido. — disse ele, sorrindo.
–Não se preocupe, sou mais diferente do que você imagina. — disse ela. Anny percebeu que ela já deveria ir para a escola novamente.
–Então, conte-me sobre você. — disse ele.
–Desculpe, Gregory, mas tenho que ir. — disse ela, levantando.
–Ei, espera aí. — disse ele, se levantando e seguindo ela. — Eu vou te ver novamente?
–Provavelmente.- disse ela, caminhando mais rápido.
–Ei, espera. — disse ele. Anny entrou em uma loja de espelhos. O dono da loja era um mago. Anny entrou em um dos espelhos, alguns segundos antes de Gregory entrar na loja. Ele achou aquilo estranho. Ela não estava mais lá.
–Deseja algo? — disse o dono da loja.
–Nada...
***
Lizzie se levantava da cama. Era dia do baile, e ela iria com Tobias. Apesar de não estar tão animada, seria legal ir com o amigo, ainda mais para ajudar ele a ficar melhor. Tobias não parava de se culpar com a historia da Harley e o Erdemagum.
Ela se olhou no espelho do banheiro do quarto.
Lizzie saia do quarto. O castelo estava totalmente enfeitado para o baile de Halloween. Lizzie foi até a biblioteca e viu Tobias estudando.
–Ei, Tobias, é Halloween. — disse ela.
–Eu sei.
–Que tal a gente praticar uma brincadeira com as crianças do mundo das pessoas normais? — disse ela.
–Como a gente fez ano passado? — disse Tobias, com um sorriso no rosto. No ano passado, os dois foram para os Estados Unidos e entraram em uma casa, e sempre que qualquer criança ia pedir doces, eles fingiam ser bruxos de verdade, usando magias na frente das crianças e as assustando. Apesar de estarem quebrando regras, eles se divertiam com isso. Mas logo, o sorriso de Tobias diminuiu.
–Vi que não foi uma boa ideia. — disse ela. Lizzie saiu da biblioteca.
***
Namish e Anny estavam em uma especie de comercio dos magos, uma pequena cidade aonde magos compravam coisas. Elas iam comprar vestidos para o baile.
–Namish, você vai com quem para o baile? — perguntou Anny.
–Vou com o Eduardo.
–O erdemago?
–Sim. Ele me convidou ontem...- disse ela.
–Por que todos os erdemagos tem interesse em você? — perguntou Anny, de um jeito humorístico. Ela sabia que Namish era realmente muito linda e chamava a atenção de vários jovens.
–Não sei. — disse ela. Namish não parecia muito animada.
–Eu fui pra Washington a alguns dias. — disse Anny.
–Você saiu da escola?
–Sim. Foi bem legal. Eu conheci um garoto bem legal. — disse Anny.
–Vai levar ele pro baile? — perguntou Namish, sarcasticamente.
–Claro que não. — disse ela. — Ele não é um mago.
–Eu sei. — as duas entraram em uma loja de roupas. Não uma loja comum de roupas, uma loja de roupas em que costuravam na hora a roupa que você desejasse, apenas precisavam de suas medidas e da descrição da roupa. Eles usavam magia para fazer a roupa na mesma hora. Vários alunos e alunas de Magus Draken também estavam naquela cidade de comercio mágico, conhecida como Lar das Fadas e Elfos. Esse nome tinha um significado.
Namish entrou em um local aonde tiravam as medidas dos magos. Logo, um medidor que parecia ter vida própria começou a tirar as medidas da garota. Logo apos isso, ela começou a falar com um dos magos que trabalhavam lá as descrições de seu vestido.
Namish e Anny sairam da loja com os vestidos e outras coisas que elas compraram. As duas foram até um espelho e adentraram dentro dele, e apareceram em um corredor de Magus Draken.
–Olha, é a garota desesperada por um par para o baile. — disse uma abobora para Anny. A jovem viu a abobora e era a mesma que conversou com ela.
–Anny, você vai com quem? — perguntou Namish.
–Vou com um menino do sétimo ano. O nome de é Leon Maico. — disse ela.
–O ruivo que te convidou ontem?
–Sim. — Anny e Namish caminharam até o dormitório feminino, e cada uma das duas foram para seus quartos guardarem os vestidos.
Namish guardou o vestido e saiu para caminhar um pouco. Enquanto caminhava, ela passou pelo erdemago Collin. Namish sentia aquela aura muito poderosa, aquela energia Darkness. Todos os magos da luz sentiam, mas Namish sempre teve mais sensibilidade em sentir energia mágica, o que fazia ela sentir melhor a força e poder de qualquer energia mágica das trevas dos magos que possuíam energia Darkness.
Essa sensibilidade se devia ao fato da jovem ser uma boa pessoa. Collin notou que Namish desconfiava dele. Ele tinha que fazer alguma coisa. Namish sentiu que ele iria soltar uma magia, graças a concentração e variação que houve na energia mágica dele naquele momento.
–Sonumor. -disse ela, fazendo um brilho forte. Logo, o erdenomus que Collin soltou nela não teve efeito, pois foi consumido pela luz forte.
–Boa...- disse o mago.
–É você que esta atacando alunos inocentes?
–Darkzan. — disse ele. Mas Namish foi mais veloz e usou a magia Facton, que fez o erdemago das trevas sentir sua pele sendo queimada, como se fosse um dia de sol forte.
Collin usa um Locutio Instant e aparece atrás de Namish, e os dois começam a duelar.
–Invisinato. — disse Namish, ficando invisivel.
–Acho que você se esqueceu que sou capaz de sentir energias mágicas da luz. — disse Collin, sorrindo. Logo, Collin sentiu o nível de energia mágica Linotan que emanava da jovem abaixar. Namish sabia concentrar sua energia, não era algo incomum nos magos, mas Collin não sabia muito. Magos com energias mágicas extremamente poderosas, como a do Peter, tinham mais dificuldade em concentrar sua energia mágica. Apesar de que os magos da luz sabiam dominar melhor essa habilidade.
–Quanter. — disse a jovem,soltando uma rajada de luz branca que atingiu Collin e o desmaiou. Essa magia foi feita exclusivamente contra magos das trevas. Namish desfez a magia invisinato e olhou o jovem desmaiado. Logo, o corpo de Collin virou areia. E ele aparece atrás da garota.
–Darkzan. — a maldição atinge Namish, que fica sem respirar. Collin sai do local e deixa a maga da luz sob o efeito da maldição.
(...)
Namish acorda no hospitaç. Sirena estava do lado da garota.
–Sua magia funcionou? — disse uma voz, a voz de Anny.
–Sim. — respondeu Sirena. A magia Neuarum conseguiu tirar a maldição de Namish, salvando a vida da garota. Mas Collin usou uma magia de memoria, que fez Namish se esquecer do duelo.
–Aonde estou? — sussurrou ela.
–Não se preocupe. — disse Anny para sua amiga.
–A quanto tempo estou dormindo?
–Duas horas. Não se preocupe, ainda vai poder ir para o baile. — disse Sirena. Namish se levantou da cama.
–Ei, você tem que ficar deitada por um tempinho. — disse Anny. Namish se deitou novamente.
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