Notas iniciais
Um novo capitulo, ficou um pouco ruim, mas eu garanto que os capítulos durante e depois do baile vão ser melhores.

Bartolomeu estava na sala de música tocando piano de um jeito que deixaria qualquer um surdo.

Mark Asakura adentrou na sala e tapou os ouvidos para amenizar o som.

–Professor! — gritou ele.

O professor nem escutou e continuou tocando o piano de um jeito brutal, como se estivesse com raiva.

–Professor! — gritou o aluno. Bartolomeu olhou para ele.

–O que você quer? — disse o professor com um olhar assustador.

–O diretor mandou avisar que o senhor vai ser um dos responsáveis da turma de estudo do mundo mágico quando eles forem partir em direção a caverna sombria.- disse o aluno.

–Tá, agora sai daqui! — disse o professor fazendo uma magia que empurrou o aluno para fora de sala e fechou a porta.

Mark caminhou até o jardim, mas no caminho se esbarrou com Alexsander, derrubando os livros que o jovem segurava.

–Opa, desculpa! — disse Mark olhando para Alex. Ele se assusta ao ver os olhos amarelados de Walker, ele também observou que em volta dos olhos de Alex estava avermelhado, como se ele estivesse chorando.

–Tudo bem...- sussurrou Alexsander.

–Você é o Walker, né? — disse Mark. Alexsander terminou de pegar os livros e saiu sem responder. — Eu sou Mark Asakura.

–O que você quer? — disse Alexsander.

–É verdade que você queimou o braço do professor? — perguntou Mark.

–Eu vou queimar é os seus olhos se você continuar perguntando merda! — disse Alexsander se retirando.

–Me desculpe...- disse Mark.

Mark continuou caminhando ate ser surpreendido por Eduardo e Eduarda.

–Fala Mark, ontem a gente assistiu um anime que tem umas esferas que invocam um dragão japonês sinistro.- disse Eduardo.

–Dragon Ball Z...- disse ele caminhando.

–Então, como você pode invocar espíritos japoneses, você poderia invocar um dragão desse para assustar o time de Erdebol. — disse Eduardo sorrindo.

–Sem chance. Eu não quero mexer com ninguém, eu gosto de ficar sozinho sem ninguém me atormentando...- disse Mark pegando um chiclete de seu bolso.

–Qual é, Mark. Só um dragãozinho...- disse Eduardo.

–Não...- disse ele se retirando.

Mark chegou no jardim e viu Samantha tocando violão. Mark sempre apreciava ela cantando e tocando.

–Acho que vou convidar ela para o baile! — disse Mark para um espírito que sempre ficava do seu lado. Todo mago espiritual tinha um.

–Sério? Aquela garota? Você não viu que ela é estranha? — disse o espirito que acompanhava o garoto.

–Eu também sou. E as melhores pessoas são assim.- disse ele.

–E você três anos mais velho que ela...- disse isso.

–E é isso que me impede de falar com ela...- disse Mark um pouco triste. -Eu sou muito velho.

–Tem uma porção que pode te ajudar! — disse o espírito.

–Qual?- perguntou o jovem.

–Vamos para a biblioteca.- disse o espirito, então Mark foi até a biblioteca.

***

Estava nevando dentro do dormitório. Uma garota adorável com um cabelo loiro quase branco Uma pele pálida e estava do lado de um urso polar filhote.

Ela era uma maga elementar, por isso sabia controlar o gelo. Ela fazia isso só para deixar o ambiente bom para seu ursinho.

De repente, algumas garotas adentraram no local.

–De novo Annabella? Deixa de ser estranha garota. Ninguém tem que suportar você fazendo nevar em todo local só para satisfazer seu urso! — disse uma das garotas que parecia ser uma patricinha.

–Vamos sair daqui e deixar essa doida sozinha!- disse uma das patricinhas, e todas saíram do local.

Anna nem ligou para as garotas, ela estava acostumada a ficar sozinha, pois era bem fechada. Tinha poucos amigos, mas o seu melhor amigo era seu urso polar filhote mágico que não crescia.

Anna era amiga de Higurashi, pois a jovem gostava muito de conversar com as pessoas que são fechadas.

–Bom, eu tenho que ir para a aula, depois eu volto...- disse Anna para seu urso.

Ela se retirou do local e foi para a quadra de Erdebol, mas no caminho, viu dois alunos conversando.

–Você viu? Aquele tal do filho do Walker matou um aluno! — disse uma das pessoas que estavam fofocando sobre o assunto.

Anna seguiu discretamente aqueles alunos até que chegou num local que estava cheio de pessoas. Ela entrou no meio de multidão, até que conseguiu ver o corpo. Era o corpo de Eduarda, que estava gelado e pálido, o que mostrava que ela foi atingida por um Avada Kedavra.

–Eu sabia que aquele filho do Walker só iria trazer problemas! — disse um dos alunos da multidão.

Logo Alexsander chegou no local, e todos os alunos olharam para ele com medo.

–Foi ele! — disse um aluno do primeiro ano apontando o dedo para Alex.

–O que? — disse Alex sem entender a situação, até que ele viu o corpo. — Espere um momento. Eu não sou assassino.

–Como não? Você é filho do Walker, você é o mesmo monstro que ele! — disse o aluno.

–Eu não sou a mesma coisa que o meu pai! — disse Alexsander com raiva, e uma aura negra surgiu em volta dele.

–Vai fazer o que? Me matar que nem você fez com ela?- perguntou o aluno, Alex se controlou e a aura diminuiu.

–Eu não fiz nada, eu juro...- disse ele com a cabeça abaixada. Eduardo chegou no local desesperado, e quando viu o corpo, começou a chorar.

–Não, Eduarda! — gritou ele chorando. -Quem fez isso com ela? — disse ele furioso e chorando.

–Foi o filho do Rek! — disse aquele aluno do primeiro ano.

–Eu não fiz nada. — disse Alexsander. Eduardo olhou para Alex com raiva.

–Seu monstro, você é a mesma bosta que seu pai foi! — disse ele indo soltar uma magia no jovem.

–Não foi ele! — disse Annabella, todos os alunos olharam para ela. -Ele esta dizendo a verdade...- disse a jovem de um jeito suave.

–Como você sabe? Olha para ele! Ele se parece com o pai! — disse um dos alunos.

–Não se julga uma pessoa pela a aparência...- disse ela.

Logo o diretor apareceu no local junto com os professores.

–Senhor, ele matou minha irmã! — disse Eduardo apontando para Alexsander.

–Por favor Draken, eu não fiz nada, acredite em mim.- disse Alexsander. Ronald percebeu que o jovem estava sendo sincero.

–Bartolomeu e Shiro, levem o corpo da menina para a enfermaria, ela ainda não morreu. Uma pessoa ainda continua consciente por doze horas quando é atingida por um Avada Kedavra, vamos tentar tirar toda a aura negra que vai matar ela. — disse Ronald. — A aula foi suspensa por hoje, não se preocupem com a garota, ela vai voltar a ficar bem. E ainda vai haver um baile. Agora, vamos todos sair deste local!

Todos começaram a se retirar, Alexsander ficou parado enquanto observava todos que passavam por ele olhando para ele com desprezo. Ele logo se lembrou do que o seu pai havia falado.

Desde que aquilo aconteceu, tudo mudou na vida de Alexsander. Ele logo abaixou a cabeça e foi para o jardim.

Chegando no jardim, ele viu a arvore cheia de morangos e lembrou de Higurashi e de como tinha tratado ela. Ele decidiu ir até ela.

Higurashi estava lendo um livro na biblioteca, ate que ela viu Alexsander chegando.

–Olha, eu gostaria de pedir desculpas pelo que eu fiz. — disse Alexsander.

–Tudo bem. — disse ela sorrindo. -Você vai para o baile? — perguntou Higurashi.

–Acho melhor não, todos estão com raiva de mim...

–Eu sei que não foi você...- disse ela sorrindo.

–Como você ficou sabendo tão rápido dessa historia? — perguntou Walker.

–Todos estão falando sobre isso...- disse ela.-Você não é como o seu pai, Alex...- disse ela sorrindo.

Alexsander ficou um pouco feliz, pois ele percebeu que Higurashi não iria fazer o que seu pai disse que faria.

–Higurashi, eu preciso ir lá falar com o diretor...- disse Alexsander.

–Ele vai fazer algo de ruim com você?

–Não sei...- disse ele saindo. -Depois eu volto...

***

Clarissa estava caminhando, até que Bartolomeu apareceu na sua frente.

–Olá, Clarissa. Preciso falar com você! — disse ele com sua cara assustadora.

–Tudo bem...- disse ela.

–Me siga! — eles foram até a sala dele.

Clarissa adentrou no local e ficou com um pouco assustada, a sala estava com pilhas de livros e com vários objetos de magia das trevas.

–Sente-se!- disse ele com para a jovem, que se sentou.

–Atormenton!- disse Bartolomeu, e Clarissa logo desmaio.

Clarissa acordou no mesmo local que Alexsander viu seu pai. Só que ela acordou em frente a casa. Bartolomeu tinha levado ela para aquele local, pois Walker queria falar com ela.

–Entre, minha jovem...- disse o homem corcunda que servia Walker.

Clarissa sentiu seu corpo caminhando em direção a casa, ela não conseguia se controlar.

Ela chegou no local onde Walker estava.

–Não tenha medo, minha jovem. — disse a voz assustadora de Walker. Clarissa ficou assustada ao ver o estado do Senhor das Trevas.

–Você é o Wal...- disse ela sem conseguir falar corretamente.

–Sim. Eu tenho que te dizer algo...- disse Walker. — Eu quero que você peça para todas as pessoas próximas de meu filho parem de falar com ele.

–Por que eu devo fazer isso? — perguntou ela assustada.

–Ou você faz isso, ou eu mato as pessoas que você mais ama, uma por uma!- disse ele. — Pense nisso...- disse ele. Logo o pulso de Clarissa começou a queimar e um simbolo surgiu, um simbolo de uma caveira com uma pentagrama em volta.

Logo Clarissa acordou em sua cama, com o pulso doendo. Ela olhou para o local dolorido e viu a marca, o que deixou ela assustada.

Notas finais
Bom, espero que gostem. E eu gostaria que quem é o dono de um personagem que nunca apareceu avisa-se nos comentários, pois eu me confundo com tanto personagem. E peço desculpas se o seu personagem não apareceu.