Notas iniciais
Esta é a minha primeira história, então eu peço a paciência e a compreensão de vocês. E eu peço que vocês mandem críticas, sugestões e comentários e que aproveitem ao máximo a história.

-Eu ensinei pra vocês os princípios da magia. Mas agora, eu devo levá-los para ter uma educação adequada.

-Mas mestre Liod – disse Dahaka, um soldado alto, por volta de 35 anos, negro, cabeça raspada e com algumas cicatrizes nos braços musculosos e no rosto, indicando que ele já participou de muitas batalhas – eu não entendi. Você vai nos abandonar?

-Sim. Eu tenho que encontrar outros pupilos, guiar outros magos que não conhecem a extensão dos seus poderes, ou que querem se testar pra saberem até onde podem chegar.

-Mas e nós? – Perguntou Panzael, um homem requintado, com bom gosto pra moda, tem 25 anos, apesar de ter cabelos brancos e compridos, pele branca, e olhos cor de mel – Eu pensei que fôssemos especiais, que tínhamos sido escolhidos por uma razão especial?!

-Hahahahaha!!! Você é muito sentimental, Panzael! – Gargalhou Yukia, uma mulher baixa, de cabelos vermelhos, pele branca e com apenas 18 anos.

-Deixe de ser melodramático! Vocês não são especiais. Não conseguirão fazer nada sozinhos – Retrucou Liod, um pouco exasperado – Mas é por isso que eu tenho que guiar os novos magos.

De repente, Yukia teve um pressentimento. Ela usou o conhecimento básico de tempo que ela possuía, e verificou uma alteração temporal anormal. No entanto, ela decidiu não comentar nada com ninguém.

-Temos que decidir qual tradição vai aceitar cada um de vocês. Dahaka... – Então Liod percebeu que algo errado estava acontecendo – Algum de vocês notou algo estranho? Como utilização de magia por alguém de fora?

-Eu percebi uma alteração temporal... – Disse Yukia, como quem não quer nada.

-E você não achou importante compartilhar esse pequeno detalhe conosco?

Liod se levantou num salto, e se dirigiu para o quarto e começou a pegar armas no armário. Panzael se aproximou dele.

-Dahaka, toma uma pistola pra você.

-Eu não preciso de pistolas. Se você tiver um soco inglês é suficiente pra mim.

-Se você diz...

-Eu aceito a pistola dele, além da minha e de um par de tonfas.

-Isso não é muita coisa, Panzael?

-É só pra garantir, sabe...

Yukia se aproximou e pegou uma pistola também.

-Você não é jovem demais pra isso? – Dahaka deu um sorriso sarcástico.

-Você pode achar que músculos conseguem resolver tudo, mas eu sou uma mercenária, e já devo ter matado mais gente do que você já deve ter conhecido na minha idade.

-Vamos parar de namorar a começar a fugir? O que vocês acham? – Panzael começou a trancar a porta da frente.

-Você acha que vai adiantar alguma coisa?

-Dahaka, isso vai ao menos atrasar eles um pouco.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.