Magna Saint: Element Heros

3 Capítulo 3: A perseguição da esperança.


Os sete gerais dividiram-se para procurar por Kalliu, vasculharam vilarejos, florestas, cavernas, mas nada encontraram, até foram ao Precipício do exílio, mas havia sido Tiranitar e ele não percebeu a barreira mágica que Neptum ergueu para camuflar o lugar, pois dentre os generais da escuridão ele é o que menos tem afinidade com magia. Os sete se reuniram em Nargoth o centro de operações das trevas na capital do fogo, então Bone inicia a assembléia:

– E então generais, eu espero que tenham boas notícias se não nós perderemos nossas, cabeças e elas ficaram em mastros na sala do trono.

Então Kirog diz:

– Tsc... Já me considero sem cabeça então.

– Hahaha acho que todos nós então — diz Garo.

– Pelo amor da Dark Stone alguém tem que saber de algo, ele não pode ter desaparecido assim no ar depois de ter salvado aqueles prisioneiros, ainda mais com aquele monte de Souls.

Então Darktail diz:

– Vamos oferecer uma recompensa pra quem delatar Kalliu quem sabe não temos uma resposta.

– Boa idéia Darktail, além disso, avisarei aos caçadores de recompensas, enviarei agora mesmo os mensageiros às províncias.

E assim foi feito, naquele mesmo dia os vilarejos foram avisados e os caçadores começaram a busca.

No dia seguinte Bairon foi até o vilarejo da tribo da água para comprar mantimentos e foi surpreendido ao entrar em uma loja:

– Ba...Bairon mas oque você faz aqui? Você será capturado.

– Hamm? Desculpe-me, mas quem é você e que história é essa de captura?

– A que modos os meus, meu nome é Irriro, eu estava entre os libertos da prisão do vale nebuloso, e quanto a história de captura, os generais decretaram uma recompensa pra quem fornecer informações sobre vocês mas principalmente sobre Kalliu.

– Bom já esperávamos por isso, o que me impressiona é eles ainda não nos terem encontrado hahaha.

Neste momento alguém entra na loja.

– Pois não em que posso ajudar?

Disse Irriro ao cliente.

– Pode ajudar dizendo a onde você guarda o dinheiro — Neste momento o bandido aponta uma espada ao vendedor.

Então Bairon com um tom de deboche diz ao bandido:

– É feio apontar armas a trabalhadores sabia?

– É mesmo? E oque você vai fazer o que a respeito grandalhão?

– Ainda bem que perguntou.

O capitão acerta um soco no bandido que sai voando pela porta da loja.

– Ma... Mas que força é essa?-Diz o bandido espantado.

– Ué está impressionado? Isso não foi nem o começo.

– Nã... Nããããããããããão!!! — Grita o bandido com os olhos paralisados de medo.

Um minuto depois com o bandido estirado no chão o capitão fala:

– Tsc... Esse fracote não deu nem pro gasto.

– Senhor Bairon, por favor, é melhor o senhor se retirar antes que os vigilantes cheguem, ali estão os mantimentos agora vá antes que mais alguém apareça.

– Está certo Irriro obrigado e até uma próxima.

Então Bairon volta ao Precipício do exílio e relata aos outros capitães o ocorrido e Kalliu responde:

– É agora que a verdadeira guerra irá começar.