Magical Feeling
4 Viagem ao paraíso
Notas iniciais
Minha mãe foi me deixar no local onde os dragões iriam estar. Era num topo de uma montanha desconhecida. A Daisy nos deu uma ajudinha para subir (hehe). Todos se despediram dos pais e finalmente embarcamos naquelas coisas. Deu muito medo na hora, mas me acostumei, e até criei amizade com o meu. Quem não gostou muito foi o Omega, ele tem medo de altura, bem pouquinho. E eu enjoo muito. A vista era muito linda, parecia outro planeta, pra falar a verdade, eu nem sabia bem onde ficava esse lugar, que eu nem sabia o nome. Mas eu sabia de uma coisa: era lindo. De cima podíamos ver ele dividido em quatro partes, como se fossem as quatro estações em cada canto. Chegamos bem na hora do pôr do sol. Era realmente uma das coisas mais bonitas que eu tinha visto. Nós pousamos, pousamos na estação verão, digamos assim. Mas haviam florestas, pântanos, pastos, enfim: mato. Quem gostou foi a Horsecat, ela pensou na hora que podiam ter animais por lá, e ela esperava por cavalos ou semelhantes. Quando pisamos no chão, não sabíamos mais o que fazer. Não tínhamos nem sequer um instrutor, um guia. A Sra Alpha ficou indignada:
Pensei que tinha pelo menos um guia! Como vamos nos virar aqui?
Também não sei, isso parece um pouco perigoso, na verdade. — disse Omega.
Vocês não estão sentindo cheiro de queimado? — falou Daisy.
Eu tô. — respondi.
Gente, eu também – disse Lyn.
Gente, olha. — tinha uma árvore pegando fogo, assim como pessoas colocando fogo nelas. Com as mãos. Nesse momento, viram de verdade que estavam num lugar místico.
Quem são vocês? — disse uma do grupo.
Chegamos agora, vocês poderiam sei lá, nos guiar? — disse Ivy.
Depende. Qual é o seu poder, garota?
Água.
… Sem ajuda. Nem pensar, se vire. — eles tentam brigar.
Ei! O que eu te fiz??
Nenhum de vocês é bem vindo aqui. Eu odeio água.
Bem, é bem óbvio, haha. — disse Omega.
Cala a boca, nojento.
E como seria seu nome? — perguntou Horsecat.
Pietra. E eu não sou legalzinha, falo logo. — ela acende uma chama em sua mão.
O que você pretende fazer, então? — perguntei.
Acabar com vocês. — ela lança uma onda de fogo, no objetivo de atingir todos, mas Ivy defende com um escudo de água.
Que garota estúpida. É por isso que não gosto de vocês, sempre com golpes baixos.
Não tenho culpa se você é mais fraca que eu.
VOCÊ... ESTÁ SE GABANDO?
Não, de maneira alguma.
AAAAAaaahHHH! — além de ter o poder do fogo, ela é muito veloz, pega uma faca que está escondida na sua perna e atinge o braço direito de Ivy.
AI! OO QUE--
Bem feito. Vê se não se mete mais comigo, anjo.
QUE MENINA INSUPORTÁVEL, ISSO DOEU.
Calma, Ivy, foi só um corte de leve, deixa de ser dramática.
Mas é sério, dói muito!
Quando todos perceberam, Ivy havia sido envenenada. A faca de Pietra possuía um veneno especial do povo do fogo. Belle preveu uma desgraça, não sabia qual, mas era uma desgraça. Lyn por alguma razão sabia o nome da erva, e sabia também que era muito perigosa. Mas, para onde levá-la, então? De repente, um flecha atravessa a árvore onde Ivy descansa. Eram dois arqueiros intrometidos, querendo talvez saquear alguma coisa.
O que vocês tem aí? — diz o que parece ser o líder, se aproximando deles.
Nada. — diz Alpha.
O que essa garota tem? — diz o que parecia ser a companheira do arqueiro, que pula da árvore.
Acho que ela foi envenenada. — diz Lyn – Mas vocês não vão ajudar mesmo, então saiam daqui.
Por alguma razão, o misterioso arqueiro se preocupa com a desconhecida, e toca em sua testa, se agachando no chão.
Ela está com Guanya.
E o que seria isso?? — perguntou Daisy.
Não é veneno. É uma doença. Ela foi infectada por um animal ou coisa assim?
Não um animal, mas por uma Pietra. Ela deu uma facada no braço dela
Vocês se meteram com Pietra, então? Que burrinhos. — diz a arqueira.
Nós chegamos agora de... De... Um outro mundo.
… O quê? Não são daqui?! — diz ela.
Não, viemos para cá para sermos treinados – diz Omega.
Aaaah, são novatos. Bem, sendo assim, não faremos mal algum.
E como seria seu nome? — pergunta Belle.
Sou Lilian. Esse é meu irmão, Andagus. Ele não é muito de falar não. Mas parece estar preocupado com sua amiga aí. — ela cruza os braços e se encosta numa árvore. Andagus, ainda tentando ajudar a menina, fala:
Podemos levar ela para nosso vilarejo? Isso parece grave.
Pra falar a verdade, nunca vi o Andagus tão preocupado assim, se você quer saber.
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