Magic

9 Capitulo 9 - "Sophia"...


Notas iniciais
Oi oi gente... Desculpa a demora aqui, ultimamente aconteceram algumas coisas e não deu para postar. Calma vou contar os detalhes. Em primeiro: Eu estava andando de skate em uma decida quase reta aqui perto do centro de florianopolis ai o meu clonezinho né Mike, pegou e jogou uma garrafa de plastico em minha frente eu perdi o controle e não consegui parar, ai cai e bati a cabeça. Calmem eu ainda estou viva, Deus ainda ve que eu não terminei "Magic"... Eu acordei em uma sala toda branca com minha mãe agradecendo a Deus e Mike se desculpando eternamente e confirmando que iria fazer meus temas durante 3 meses. Pois s, dois dias depois me liberaram e minha mãe não deixou eu mexer no computador por causa que o filho da puta do medico disse que eu bati a cabeça muito forte e quase que eu tive um traumatismo craniano e blablabla... Mas com o eu sou como sou dei uma escapadinha e voltei a postar e por favor não me abandonem só por que eu bati minha cuca e estou ficando maluca. Percebei que a quantidade de comentários esta diminuindo e isso não é legal. Mas fora a isso tudo bem e boa leitura para voces meus amados virgens....

Capitulo 9 – Sophia

O dia amanheceu quente em Seattle, não totalmente quente, mas sim agradável. O sol aquecia as pessoas que saiam cedo para trabalhar e o vento sobravam levemente os cachos de louros de Sam.

A menina acabara de acordar e ainda deitada na cama se espreguiçou bocejando e em seguida coçando os olhos. Sam abriu seus olhos e fitou a teto sem graça do quarto de hospedes. E ali ficou pensando nos últimos ocorridos ate escutar batidinhas em sua porta.

–Entra. –Sam resmungou ainda meio sonolenta. No minuto seguinte Cat abriu a porta e pulou na cama fazendo cócegas na menina enquanto repetia diversas vezes “não temos aula, feriado, eu amo aquela escola!”

–Não temos aula. –gritou por fim se atirando ao lado da loira.

–Bom dia Cat. –falou Sam ainda fitando o teto sem graça. Cat se juntou a ela e as duas ficaram sem falar nada por alguns segundos.

–Sam você acredita mesmo no que este escrito naquele diário maluco? –perguntou Cat depois de alguns minutos em silencio. A ruiva agora fitava seriamente Sam que ainda estava estática.

–Não tenho outra opção e... –foi interrompida quando avistou Freddie passar com um calção de pijama listrado com as cores azul e branco enquanto usava uma camiseta azul marinha. Freddie mal consegui olhar fixamente para as meninas por conta da luz forte que adentrava pela janela já aberta e por isso manteve os olhos semi fechados.

–Que gritos são esses? –perguntou levando as mãos fechadas em punhos ate seus olhos os coçando. Sam teve vontade de rir ou de correr ate ele e apertar sua bochecha, mas então lembrou da noite anterior e com isso corou violentamente.

–Não tem aula...

Sam e Cat passaram uma boa metade da manha julgando uma celebridade da qual Freddie não conhecia, mas ria dos milhões de xingamentos que a pobre coitada recebeu.

– Olha aqueles peitos siliconados dela. –criticou Cat apontando para um lugar especifico. Freddie revirou os olhos pela milésima vez.

–Cat para com isso, para que tanta inveja? –Freddie ironizou sua pergunta recebendo um tapa em reprovação. Cat bebeu seu resto de café e voltou a se sentar no sofá.

–Talvez você só diga isso por que ela é gostosa. –comentou Sam prendendo seus cachos em um coque solto. Freddie deu uma mordida em seu pão e tomou um cole de suco natural.

–Talvez. –completou Freddie. Sam que estava lavando a louça sentiu um sentimento estranho ao escutar esse comentário e imediatamente a xícara preta que estava sem sua mão se estourou em diversos pedaçinhos.

–Droga. –resmungou Sam olhando fixamente para a mão cortada.

O corte era grande, quase ocupando todo o espaço da palma da mão de Sam e o sangue vazava em uma quantia absurdamente grande. Freddie pulou do lugar onde estava e correu ate Sam segurando sua mão enquanto Cat procurava a maleta de primeiros socorros que sua mãe tinha de reserva.

Freddie pegou um pano e enrolou na mão da garota que gemeu de dor assim que sentiu a pressão resolvendo o problema.

Quando o sangramento parou, Sam subiu e foi vestir uma roupa.

De tarde Freddie não iria trabalhar e opinou por passear no parque com as meninas que concordaram imediatamente.

Cat: http://www.polyvore.com/cat_parque/set?id=117881713

Sam: http://www.polyvore.com/sam_polyvore/set?id=117882894

Enquanto Sam ajeitava seus cachos loiros percebeu que Cat adentrou saltitando com um pé só em seu quarto enquanto amarrava os cadarços dos tênis.

–Finalmente vamos sair nos três. –gritou quando terminou de amarrar os cadarços levando suas mãos fechadas em punho para cima, comemorando.

O sol estava prestes a se por quando Sam, Cat e Freddie compraram suas devidas pulseiras coloridas que permitirá que os três andem em qualquer brinquedo quando estivessem com vontade.

–Caramba em qual vamos primeiro? –perguntou Cat eufórica, piscando freneticamente seus cílios enormes. Sam riu da atitude da menina e percebendo isso Freddie também sorriu.

Depois de andar em sete brinquedos, Sam e Cat estavam super cansadas enquanto Freddie estava animado para andar nos próximos brinquedos.

Quando terminado a tarefa divertida de andar em quase todos os brinquedos, os três sentaram-se em uma mesa perto do lago do qual era o favorito do Benson mais velho.

–Lembra quando a Sam quase caiu do cavalinho? –lembrou Cat ao meio de risadas com Freddie enquanto Sam fingia beicinho.

–Não foi engraçado, tenho problemas com coisas que ficam girando. –comentou Sam após dar uma mordida em sua maça do amor super avermelhada.

Freddie ria acompanhando sua erma e quando Sam iria retrucar uma mulher com cabelos castanhos encaracolados trombou em sua cadeira e chamou a atenção dos adolescentes presentes ali.

–Me desculpe. –falou ajeitando seu capuz roxo vinho e em seguida voltando a andar em uma direção diferente.

–Que coisa. –resmungou Freddie observando a mulher se afastar ate desaparecer totalmente de suas vistas. –Então o que faremos agora? –perguntou olhando diretamente para Sam obviamente dirigindo sua pergunta para a loira.

–Qualquer coisa.

Sam comeu dois sorvetes e um algodão doce tirando os dois refrigerantes, Freddie e Cat ficaram impressionados com a velocidade de alimentos que cabiam em seu estomago.

–Caramba Sam, agora você não pode mais andar em nenhum brinquedo. Como que você come tanto e tem esse corpo? –perguntou Cat fazendo Sam corar.

–Ah podem indo, eu vou ao banheiro e depois acalco vocês. –afirmei esperando eles concordarem. Cat aceitou, mas Freddie pensou em ir junto, porem deixou com que a menina fosse e sumisse pela multidão.

Sam caminhava em direção ao toalete publico e quando chegou percebeu que estava trancada, esperou alguns minutos e avistou a mesma mulher que trombou com ela antes.

A loira entrou no banheiro, mas algo puxou seu pulso com força e a trouxe de volta, Sam foi jogada na grama alta onde estava totalmente vazio e poucas luzes escuras iluminavam o lugar.

–Quem é você? –perguntou Sam totalmente apavorada, uma luz alaranjada iluminou o rosto da mulher que aparentava ter uns 35 anos, sua boca estava pintada com um vermelho sangue e vivo, mesmo no escuro era possível ver os traços delicados dos olhos verdes penetrantes e brilhantes e quando a mulher tirou completamente seu capuz Sam teve certeza que a conhecia de algum lugar.

–Meu nome é Sophia e temos alguns assuntos para conversar. –afirmou oferecendo a mão direita para ajudar a loira a se levantar.

Sam pegou firmemente a mão da mulher e se levantou pegando junto seu chapéu do chão, o limpou e colocou novamente em sua cabeça.

–O que você quer comigo? –perguntou dando dois passos para trás. Sophia sorriu e puxou um livro parecido com o diário que tinham achado no cemitério alguns dias atrás.

–Isso é mais um dos seus diários. Reconhece não é? –argumentou jogando o objeto onde Sam poderia pegar no ar.

–Sim. –afirmou visualizando a capa e lendo algumas palavras escritas nas folhas. –Por que esta aqui? Quem é você? E pela ultima vez o que quer comigo? –Sam elevou um pouco o tom de voz surpreendendo Sophia.

–Eu sou quem vai lhe ajudar e também sou quem vai ser a sua única salvação. –falou se aproximando mais. –Então, nunca eleve o tom de voz comigo. –avisou causando calafrios em Sam. –Leia, vai saber quem eu sou. –comentou Sophia dando as costas e caminhando novamente.

–Espera como vou saber onde te encontrar? –perguntou seguindo a mulher mais velha.

–Você não vai, quando terminar de ler eu aparecerei. –respondeu dando as costas novamente, mas antes de desaparecer falou: — Tome cuidado Samantha, você é nossa única chance.

E sumiu...

Continua...

Notas finais
Comentários? Observação: Sofi é importante e aguardem que a mãe do Freddie vem com tudo. Thau...