Made of Stone
15 Traição
Notas iniciais

Hermione foi trazida de volta à consciência, quando sentiu um leve toque, em sua bochecha. Ela abriu os olhos e tentou se sentar, mas algo a deteve por completo.
Suas mãos estavam amarradas sobre a cabeça, mas ela ainda podia dobrar os braços, até certo ponto, por isso não era ao todo um incómodo. O que era desconfortável foi o fato de que estava amarrada, na cama de Lord Voldemort, e o mesmo estava olhando para ela, com seus olhos verdes impenetráveis, como se ela fosse alguém extremamente gostoso de ver.
—Vejo que finalmente, acordou...miss Jean..-Disse ele de modo divertindo, a fazendo trincar os dentes, ele estava ali…não foi apenas um pesadelo.
Ela respirou fundo, para não falar vários impropérios que a deixaria, ainda mais em maus lençóis, porem isso não a evitava, de amaldiçoá-lo em sua mente, afinal quem ele pensa que era, para fazer algo assim com ela? Pergunta absurda, Hermione…era ele, o todo poderosão , ela suspirou, frustrada...cada dia que passava, sua mente ia ficando cada vez mais sarcástica.
—Não acho, que eu tenha tido outra opção, a não ser dormir...meu Lord...!
Voldemort olhou para o rosto dela, abrindo um meio sorriso, ignorando a pequena pitada de ironia, na voz de sua aprendiz, ela estava ali porque fora inconveniente...ninguém fugia dele ou da causa.
Muito menos ela, que era a mais importante entre todos os comensais, a única que possuía o Charme da Serpente. Se ela soubesse, para seu próprio bem, o quanto era importante para seus planos, não teria nem tentado fugir.
—Alguns métodos são clássicos por um motivo, minha querida...para você aprender que ninguém desiste da causa ou foge de mim...muito menos você...mas se me pedir com jeitinho- Ela notara um duplo sentido naquela última palavra, engolindo em seco.- ...quem sabe você não sairá do castigo mais rápido...
—Eu..eu...-Gaguejou ela, não sabendo o que dizer, do tanto constrangida que ele a deixara, optando por desviar os olhos dos dele e fitar o teto, mas ao contrário, ele continuava encarando os olhos castanhos e bélicos que ela possuía, e mesmo não olhando, ela sentia sua presença constante.
Ela estava cansada de ficar naquele quarto, mas acima de tudo, no fundo sabia que fora estúpida em tentar algo como aquilo, fugir dele…se bem que ela não pensara também, ela só queria sumir.
E pelo que sabia, ele estava sendo mais do que misericordioso com ela, por um lado, ser amarrada em uma cama, comparando com levar um cruciatus ou algo pior, como uma maldição da morte,se fosse ver, era quase como um ato de bondade, da parte do Lord das trevas.
Mas por outro lado, ela não podia desviar a sensação de que estar presa ali, poderia ser mais perigoso do que estar numa masmorra, sofrendo as piores torturas.
Aquilo com certeza, criava um ambiente que lhe deixava sem jeito e acuada.
“Na próxima vez, você irá implorar…por um beijo meu…”
Ela nunca poderia fazer, algo assim, ela nunca iria pedir. Mas…algo dentro dela se remexeu...ela queria sair dali, ela precisava, porém, se ela o beijar novamente, seria uma traição...sem tamanho aos seus amigos e quem lhe importava.
—Vejo que ainda esta indecisa, vou te deixar mais um tempinho pensando...-Disse ele, se levantando da cama e dando as costas para ela, indo em direcção a porta, mas logo em seguida, parando e se virando para olhá-la, enquanto segurava a maçaneta, sua expressão dessa vez estava séria, como se não tivesse para brincadeira.
Ele erguera uma das mãos, com a varinha apontando para a cama, sussurrando algo incompreensível e as cordas do braço dela se dissolveram, a deixando totalmente surpresa.
—Meu Lord...-Balbuciou aliviada, se sentando na cama, e massageando os braços.
—Você ficara desamarrada, para que possa se alimentar, mas não pense ou sequer tente fugir, não é como se não tivesse colocado protecções nesse quarto, Hermione...Nagini cuide dela...
Nagini...? Pela primeira vez, ela notou uma bandeja no bidé, ao lado da cama e também que a cobra estava no quarto, deitada onde parecia ser um mini puff confortável, que estava localizado a esquerda do quarto, a cobra olhava para ela com seus olhos amarelados vidrados em cada movimento que Hermione fazia.
Ela sentiu seu coração pesar, em pavor, porque logo Nagini? Já tinha tido sua dose com petrificação, com de um dos seus animalzinhos de estimação, no segundo ano em Hogwarts, porque ela iria ficar sozinha com essa cobra...?
Porém, quando se virou novamente para a porta, para protestar com o Lorde das trevas, sobre o assunto, ele já tinha saído deixando ela sozinha no quarto, com a Nagini.
Nos minutos que se seguiam...ela bufou irritada, ignorando o odor maravilhoso que a comida quentinha estava deixando pelo quarto, ainda olhando Nagini, que continuava imóvel, porém ela também queria ir no banheiro, ficar amarrada durante algumas horas sem a possibilidade de se levantar, tinha deixado sua bexiga de um jeito critico, mas parte dela estava com medo de colocar o pé no chão e a cobra a mordesse.
“Isso é uma situação muito ruim...praga sem pernas.”
Se dando por vencida, pouco a pouco, ela deslizou um dos pés fora da cama e depois o outro, sentindo a textura do chão nos calcanhares, lançando outro olhar, dessa vez determinada, vendo se Nagini, não ia vir atrás dela, a qual esta continuou apenas a olhando, com seus olhos amarelos.
—Você...Fique...Longe…De…Mim! -Pontuo a Grifa para a cobra, que dessa vez a olhou com diversão, pelo menos foi isso que parecia para ela, mas ela ignorou esse fato.
Logo que ela viu que Nagini não iria segui-la, ela rapidamente se levantou da cama, em um pulo e correu para uma das portas que ela achou que seria o banheiro, mas deu de cara com o que parecia ser uma mini biblioteca, ela fez uma nota mental para voltar ali depois, e ver se encontrava alguma coisa suspeita ou até uma informação...
Afinal, ela ainda tinha sua missão.
—O banheiro fica na outra porta, humana burra…—Sibilou Nagini, se divertindo as custas da griffa.
Hermione virou cabeça furtivamente assustada, fitando a cobra, ainda deitada no puff verde. Ela tinha entendido o que Nagini, tinha dito...e ela estava zombando dela...?
Que diabo estava acontecendo?
Quando imaginou que escutou o sibilar de Nagini, na cozinha um tempo atrás, não fora somente sua imaginação, ou por ter escutado, Harry falando durante o sono… fora de verdade, era verdade, mas como?
Ela era nascida trouxa e nem sequer passava perto de ser uma descendente de Salazar Sonserina, isso não era possível e muito menos lógico.
Não, talvez tenha sido só imaginação, você ainda está traumatizada, Hermione. Ela tinha que tirar essa dúvida, porque estava ficando aterrador demais.
—Humana burra?—Sibilou Hermione, colocando a mão na cintura, em desafio.
Nagini ergueu a cabeça, com seus olhos ofidicos em curiosidade, o mestre não tinha dito, que a aprendiz dele era uma ofidioglota.
—Me desculpe, se eu a ofendi miss...não sabia que era uma de nós...
—Uma de nós?
—Uma ofidioglota oras!
Ofidioglota? Oh, céus…ela estava falando aquela língua? Mas, ela não havia dado conta…como isso era possível.
Mas como? Em meio ao seu aterro ,algo dentro de sua cabeça deu um click, iluminando seus pensamentos, talvez...só podia ser isso!
Ela sabia que o maldito charme da Serpente, tinha feito algo com ela...
Será que era isso? Voldemort sabia dessa nova capacidade? Que mais tinha feito aquela maldita marca?
Um toque áspero contra seu tornozelo a fez olhar para baixo e quase dera um pulo, para trás de susto, ao encontrar Nagini a seus pés, sacudindo a língua, saboreando o ar.
—Porque você cheira a presa?
—Presa...?
—Cheira a medo...Presa!—Disse o animal, como se fosse óbvio.
—Não, é que eu só não estou acostumada, a usar esse...hum...dom!
—Entendo...—Sibilou a cobra, se distanciando dela.-O banheiro é na outra porta.
—Er..Obrigada!—Disse Hermione confusa, se lembrando de suas necessidades, indo toda atrapalhada e deveras confusa, fazer sua higiene.
Que quarto enorme, ele bem que tinha manias de príncipe mesmo, mas ao menos com essa habilidade, iria se sentir menos só, sabe se lá quanto tempo , ele iria deixa-la trancada ali.
—Humanos...eles sempre fazem um baile, sobre pequenas coisas...—Sibilou a cobra, deitando sobre seu ninho, esperando a humana voltar.
—Mas me diga Nagini, quanto tempo você esta com o Lorde?—Perguntou Hermione, saboreando seu jantar, enquanto dialogava com o animal, que ela descobriu nos últimos minutos, ser uma boa companhia.
—Mais tempo do que você tem de vida, humana…- Respondera-lhe Nagini, sentindo-se incomodada com tanta conversa.
—Praticamente a vida toda? Desde quando?— A curiosidade dela era maior que o enfado da cobra que olhava para ela com ligeira desconfiança, mas mesmo assim respondera.
—Desde que ele esteve…viajando pelo Mundo…- Enrolara-se sob seu puf luxuoso, reconheceu Hermione olhando com atenção, vendo que ela adormecera.
A cobra estava sendo esquiva de propósito, maldita peçonhenta, relaxa Hermione você tem que ser legal com ela, afinal ainda vai passar muito tempo nesse lugar, pensara suspirando e continuara comendo, até que terminara e deixara sobre a mesinha que ele tinha ali no quarto, onde estivera fazendo a sua refeição.
E olhando em volta do quarto, começara a notar os detalhes, tudo ali era como seu dono, luxuoso e bélico, tinha cores de cortina verde e prata, claramente Sonserino, bufara com essa mania que eles tinham de ostentar suas cores, caminhara até a uma porta que ainda não tinha aberto e dera de caras com um closet enorme, nem ela tinha um closet daquele tamanho em sua casa trouxa.
E algo que a espantara, havia camisas de diversas cores, se bem que ela notou a falta de duas cores em particular, vermelho e dourado. Um pensamento divertido passara por sua cabeça, sem ela perceber, ela bem que podia ofertar-lhe uma camiseta vermelha ao menos, mas logo remexeu a cabeça de volta, em recriminação, afastando esses pensamentos estúpidos.
Estava presa ali, cativa e estava pensando em oferecer-lhe algo? Talvez Nagini estivesse certa, Hermione você esta sendo burra…
Fechara aquela porta, abrira a outra, dando de caras com um pequeno escritório, olhara para trás, vendo Nagini ainda dormindo, andara pé ante pé para não fazer barulho, entrando e começara a girar por ali, vendo um sem fim de pergaminhos, uns amassados, dentro da lixeira outros marcados de importante e outros ainda por abrir, ele era extremamente organizado.
Pegara um desses pergaminhos na mão, dando de caras com relatórios de outros Países, como aquele por exemplo, o que ela lera era de Nova Iorque, de Ilvermony, a Escola de Magia e Feitiçaria da América do Norte, devia ser de um comensal que comandava as operações por la, outro pergaminho que ela pegara, era de Ugandou, na África que era de outra Escola de Magia e Feitiçaria, outra de Castelo Bruxo no Brasil.
Era bem inteligente, ele se colar nas escolas anonimamente, porque eram bem perto dessas instituições, que estavam as comunidades mágicas espalhadas pelo Mundo.
Um relatório em particular, ela notara que não referia-se a outra escola, mas sim a um homem de nome bem curioso, Andrey Svan, o conteúdo eram relatos completos de comensais, em especial de Pyotr Belikov, sobre os movimentos desse homem na Rússia, Brasil, EUA e África, incrivelmente onde Voldemort estava, esse bruxo ia também.
Curioso...Isso era bem curioso.
Quando ainda estava com a Ordem e escutavam conversas com as orelhas extensíveis dos gémeos. Haviam ouvido conversas da Ordem, com outras Ordens de outros Países, enganavam-se os tolos que pensavam, que a influência do Lord das Trevas era somente na Inglaterra, ele estava conquistando influência em outros países também, e estava ficando demasiado poderoso.
E isso fora em primeiro lugar, o que desencadeara a missão que tinha recebido de Dumbledore, de se aproximar e conseguir informações.
Um barulho de escadas lá fora deixara-na em alerta, correra rapidamente para fora do escritório guardando tudo como estava, sairá rapidamente vendo se era ele, mas acabara sendo um alarme falso, suspirara de alívio, olhando novamente o puff e vendo Nagini olhando para ela, com aquele olhos amarelos bem fixos.
Com um sorriso um pouco forçado e aborrecido, abrira a porta do lado, dando de caras com a biblioteca novamente, seria melhor se distrair um pouquinho por ali, e depois relaxar num longo banho de banheira, não é?
Mais tarde, talvez tivesse outra oportunidade de espionar melhor.
(...)
Lord Voldemort havia descido, sua cabeça estava exorcebada de problemas, o livro de runas havia sumido á semanas e ele havia esquecido algo importante com esse tempo que transcorrera nesse sufoco.
Ele havia perdido uma boa quantidade de comensais ali na Irlanda, onde era suposto não haver um único problema. Eles até andavam certinhos e correctos, com medo que ele se lembrasse, mas ele sempre lembra , já deviam estar esperando, numa ansiedade que era até palpável.
Sabiam que um traidor andava entre eles. Mas quem?
Ele tocara a marca e em segundos, mal ele abrira a porta, a sala de jantar estava cheia com os comensais que ainda estavam vivos e metade deles, tinham pergaminhos na mão de terem estado trabalhando.
Com seu rosto sério e impassível, virara-se para eles.
—Baixas da última missão ?
Inicialmente, o som ainda perdurava, só ouvindo o som da respiração nervosa e ansiosa que eles possuíam, sabiam que provavelmente levariam um castigo exemplar pelo fracasso daquele dia.
Bellatrix se pronunciou, sendo uma tola e corajosa, que ele havia de reconhecer que ela era.
—Rowle, Yaxley…e aquele Belikov…
Hm, Rowle? Era até que razoável, mas não faria nenhuma diferença, Yaxley idem, mas Belikov era um dos seus melhores comensais russos e que ele usava para seguir Andrey Svan, isso era uma perda que ele demoraria a reparar.
Demoraria? Olhara na direcção de Pietro e olhara para o lado , vendo o Draco e Severus, ambos tinham o olhar bem sob seu mestre, ao que ele começara a cogitar, a opção.
Pietro era bem capaz, útil mas por motivos de grande ego e idiotez, não conseguiria nunca chegar perto de ser confiável por Andrey , não ele precisava de alguém por muitos mais motivos do que so soubesse falar a língua, teria também que saber regar sua personalidade e ser educada, centrada. É , ela podia ser…
—Draco…depois quero falar com você.
—Sim, meu lorde…
—Excelente, agora quanto á missão…alguém aqui quer se pronunciar, sobre o motivo de porque apareceram aurores onde provavelmente eles não deveriam, saber onde estávamos…? E mais importante, onde está o livro que eu procurava…?
E como previsto, nenhum se pronunciara novamente, havia duas hipóteses, eles realmente não sabiam ou então sabiam e estavam acobertando os colegas, com esse cenário cogitando na sua cabeça, soltara um sorriso deveras sádico, o que fizera-os tremer de leve de em antecipação.
—Oh, meus queridos tolinhos…agora sabem que vão sofrer o castigo em dobro, não é mesmo? Realmente, ninguém sabe?
Nesse momento, entrara Darius visivelmente atrasado, mas ajoelhara-se a seus pés entregando-lhe uma carta lacrada a cera vermelha, Voldemort abrira e lera em silêncio, estendendo-se um sorriso frio, sendo que ao mesmo tempo a fúria tomava-lhe conta dele, dera um sinal de que Darius se afastasse para trás dele, o que este fizera.
E os seus comensais ali presentes, nem viram quando começara a ser lançado feitiços aleatórios, sendo que sangue, gritos de dor e agonia espalharam-se pela aquela sala.
Passada uma meia hora, parara de atormentar todos ali, contendo o seu esgar de fúria e raiva com aqueles idiotas e incompetentes.
Após dar tempo suficiente para eles se recomporem distribuiu as tarefas do costume e mandou que eles viessem amanhã de manhã sem falta, tratar da próxima missão e de sair da Irlanda tambem, e voltar a Londres, já que haviam esgotado tudo o que queria fazer ali.
Com um gesto de mão, dispensara todos, á excepção de Draco que tremia de medo, contendo os espasmos que seus músculos davam devido á dose de tortura que havia sofrido, Lucius seu pai, não estava muito melhor, tocara o ombro do filho tentando acalmá-lo.
—Draco…
—Sim,meu-u sen-hor…
—Quero que convoque Astoria Greengrass para falar comigo…entendeu?
Agora, era a vez de Draco ficar espantado. Porque ele queria chamar Astoria? Ela nem era comensal da morte. O que o Lorde das trevas queria com ela?
Voldemort arquejara a sobrancelha , esperando a resposta, ao que Draco muito contra vontade, olhara para seu mestre.
—Sim, senhor…
Com a confirmação, o dispensara com um gesto de mão, mas Draco entravara a meio de seu caminho, ao que ele olhara para ele novamente.
—O que acon-teceu, mestre com a Hermione Jean?
—Está numa masmorra ,que só eu tenho acesso até eu terminar o castigo que reservei para ela…mais alguma pergunta, Draco?
O loiro negara, saindo, meio preocupado, mas bem mais aliviado ao menos, ela estava viva.
Vendo-se sozinho, Voldemort puxara de dentro do seu manto a carta que Darius havia trazido, com que então dizia que havia sido um espião a mando de Andrey que havia conseguido se infiltrar e roubar o livro.
Só poderia ser através de Belikov, se o maldito não estivesse morto, ele mesmo o mataria, atirara com raiva a carta no fogo.
Estirando as costas, sairá da sala de jantar, subindo as escadas, chegando no seu quarto, distraído e começara a se despir sem ao menos se preocupar, ficando nu, dera uma rápida olhada a Nagini, vendo ela se alimentar do sangue de um bezerro, que provavelmente o elfo devia de ter vindo trazer, ele encaminhara-se para o seu banheiro, porem para o seu espanto, a sua banheira estava cheia de espuma e sais de banho, a qual não foi o tamanho de sua surpresa, ao ver Hermione se deliciando e refastelando, sorrindo de olhos fechados.
Pensara em se mostrar presente, mas ficara quieto e calado, vendo e observando o corpo dela se mexer dentro de água, ela cantarolava uma música ridícula qualquer.
Simplesmente, ela era um ser livre, alegre e feliz, tal como ele nunca havia sido, ignorando o vazio que se estendera no seu peito, sairá de perto da porta, mas o som a despertara para o Mundo, virando e dando de caras com ele, rapidamente ela se afundara na banheira, despejando a maior parte da água no chão.
—Pervertido…
Ele limitara-se a suspirar, rindo maldosamente e saindo de perto, ainda a ouvindo, bufar indignada com o atrevimento dele.
Definitivamente, te-la ali no seu quarto iria ser, no mínimo extremamente divertido.
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