Made of Stone
28 Epílogo
Notas iniciais

Se lhe contassem que um dia iria ficar de cara a cara consigo mesmo, ele não acreditaria, mas ainda assim ali estava, fixando nele com um certo sorriso de canto como se pudesse adivinhar o que pensava e sem contar o que tinha acabado de acontecer, o jovem Riddle encarava a bebida na sua frente, tentando entender, encaixar como tudo tinha desencadeado de repente.
Seu coração batia a mil, tamanho a adrenalina e ansiedade que lhe percorria o ser, seu corpo levemente tremia como consequência.
Logicamente, seu cérebro tentava alcançar uma explicação racional, tinha que haver! Uma desconfiança surgiu nublando a confusão que ele sentia, poderia ser alguém que tomara sua forma para prejudicá-lo? E aquelas lembranças que a garota o mostrou...? Alguém poderia tentar manipular sua mente? Sven teria colocado algo em sua bebida? Poderia muito bem ser algo de Dumbledore...será que ele descobriu seus planos? Não, ele era imensamente cauteloso, calculava cada passo dado , não poderia ser, descartando a possibilidade rapidamente e todas as outras anteriores.
Optara por olhar para o lado, mesmo que a custo, observava o choro do homem que era sua fotocópia acabar, ele olhava o homem e cada vez não poderia acreditar, não poderia ser. Ele não chorava, nem quando o nascera assim o fizera, como havia escutado as escondidas no orfanato.
Desviara ligeiramente o olhar para os corpos dos dois jovens que caíram mortos no chão, tornavam-se transparentes e sumiam pouco a pouco como se nunca tivessem existido. Engolira em seco, sem notar, algo que lhe apertava seu coração , porque? Aquilo estava ameaçando corroê-lo, dera um longo gole da sua bebida que nem sabia que era, só podia ser efeito da bebida ou estava sonhando.
Um movimento do seu lado alertara-lhe que o homem se levantava, desviara novamente o olhar para ele, seu olhar era surreal, observava um papel que tinha tirado do bolso, seu rosto antes banhado pelas lágrimas, portavam agora uma expressão sofrida, porém determinada.
Encarava-o com certeza, avaliando como tentando chegar na sua mente, algo que ele erguera um muro em volta dos seus pensamentos, fixara-o do mesmo modo que este lhe fazia, até que já explodindo a cabeça de tanto pensar, voltara-lhe a varinha apontando bem direto no coração.
— Quem é você? – Perguntara ofegando ligeiramente tamanho, o seu batimento cardíaco estava acelerado, porém o homem continuou na mesma postura não parecendo minimamente aflito, simplesmente o encarava com um olhar extremamente desesperançado, como se lhe tivesse fugido a vontade de viver e isso ele não sabia explicar a si, o quão lhe dava agonia.
— Nós somos mais inteligentes que isso, Voldemort. — Fora, a única resposta que lhe voltava.
Nós...? Sua boca secou, engolindo em seco e respirara fundo. O outro parecia nem notar o efeito que lhe estava causando.
— Eu sou você...o seu futuro...
— Se o que diz é verdade então prove …
Voldemort limitara-se a suspirar, sabia que o teria que fazer, se conhecia demasiado bem.
-Eu sei de coisas que somente nós dois sabemos, mas lhe conheço muito bem para saber que não irá acreditar em minhas palavras, então me resta apenas uma última cartada.
— Fale logo, de uma vez...que isto é imensamente estranho até para mim. –Disse com ligeira arrogância mas o mais velho notara uma nota de leve desespero, mas Voldemort o ignorou novamente e estendeu a mão em direção ao jovem, este olhara com certa desconfiança e meio a medo, afinal ele sabia tal como ele o que acontecia a quem era de tempos diferentes, mas mesma pessoa. As leis que moldavam o tempo seriam quebradas, passado, presente e futuro se misturariam e sem dúvida que iria doer imenso, o corpo de ambos podiam não sobreviver ao trauma. Vira o mais jovem dar um passo para trás percebendo que sua cópia iria fazer, se fosse verdade o que o outro dizia, aquilo era suicídio.
No meio tempo que este pensava, Voldemort pegara nas mãos do mais jovem e a dor era indescritível.
Inferno sangrento!
A dor era mais forte que o maldito crucio e queimava como fogo vivo em sua pele e com ela lembranças e mais lembranças jorravam por seu cérebro, confusas e entremeadas com as suas.
— Se concentre, Tom...
Ele respirara fundo, ao ouvir a voz do mais velho, se concentrando, no começo, viera coisas que só ele poderia saber de si mesmo, depois veio pela ordem, o que ele não poderia saber e que estranhamente, lhe fazia sentido.
Tom viu todas as linhas do tempo de sua vida, tudo o que ele já fez e que iria fazer. Viu as consequências de ter matado Natasha, todas as atrocidades que cometeria com Harry Potter e a Ordem da Fênix. Rivalidade contra Sven e o mais importante, ele a viu, sentiu todo o sentimento junto aquela terrível dor aguda que sentia em seu cérebro, mas no momento não importava. Ele queria saber mais, queria ver mais.
Ele viu quando Hermione entrou no círculo dos comensais da morte e se mostrou uma brilhante bruxa, quando mesmo não tendo ideia nenhuma sobre o que a marca da Serpente Alada representava e do quanto suas almas se ligariam ao permitir receber aquele feitiço em sua pele.Viu-a cometendo loucuras, traindo seus ideais e arriscando a própria vida para salvar a vida dele.
Ele sentiu o quão ela lhe era importante, o quão lhe havia mostrado que havia mais que poder , via as noites que passaram juntos, quantas vezes ela lhe olhara com amor e devoção naqueles momentos tão únicos e sentia o amor que ele nunca foi capaz de sentir por ninguém.
Flashs e mais flashs de lembranças surgiam...viu Rurik e Freya...eram seus filhos, viu a emoção de sentir seus filhos a primeira vez em seus braços, o quanto prejudicou sua família...o quanto de dor e sangue ele trouxe, o quão destruiu o mundo em sua volta...viu a dor e o monstro asqueroso que ele se tornou definhando sozinho depois de a perder .
Seu corpo ia vacilando, ficando de joelhos no chão, arfando mais do que nunca, a dor no seu corpo lhe parecia pouco com tudo que ia vendo em sua mente.
Ele daria qualquer coisa para mudar, aquilo ele tinha que mudar.
Vira o sorriso do seu outro eu vendo que ele havia entendendo, conforme ia desvanecendo, ficando cada vez mais transparente e sumindo. Esse era o preço final que ele assumira para lhe mudar.
Aí, ele soube imediatamente, o que precisaria fazer para ter um destino diferente.
Pegara a custo a sua varinha, seu corpo pesava imenso, sentia que ia desfalecer a qualquer momento, fixara na sua têmpora.
— Fix memoria...
E a voltaria a encontrar, ele sabia que teria que o fazer nem que para isso tivesse que tomar o caminho mais longo, sorrira com o pensamento conforme caia inconsciente no chão.
Anos mais tarde...
O salão de festas do ministério da magia estava lotado de pessoas importantes e de alto escalão, estava tudo muito sofisticado , iluminado e arrumado. Ambiente que ele desejava sempre fugir.
Esteve naquele local poucas vezes em sua vida, porém nas poucas festas que compareceu nunca tinha notado o quão harmonioso ficava o lugar, bem o objetivo suponha ele era isso mesmo.
Havia pessoas dançando para lá e para cá na pista de dança ao som de uma melodia moderna a qual Tom não conhecia, era até agradável. Já não recordava a última vez que tinha posto os pés num evento assim.
Precisava mesmo se divertir, confessou a si mesmo, concordando mentalmente com Sven, que por Merlin não poderia nunca saber, senão não cansaria de lhe importunar.
Falando no homem em questão, percorrera o local a sua procura, porque festa e mulheres era sinonimo de Sven no local.
De tão distraído e perdido nos seus pensamentos que estava, não parava para notar o olhar das mulheres na sua direção, arrancava cada suspiro por onde passava, sem nunca notar ou fingia que não notava, que em mesmo em seus setenta anos de idade, ele continuava aparentando ter apenas uns vinte e poucos anos.
O segredo disso não era grande, era conhecido por um conceituado alquimista e mestre de poções.
Na escola, ele e Sven tinha decidido enveredar por esse caminho da magia desconhecida e sem ser muito estudada, sendo que os professores na escola eram os primeiros em falar que aquilo era uma péssima carreira para eles. O ministério seria mil vezes melhor para ambos, sem sombra de dúvida, brilhariam muito mais.
Tom sempre achou que ministério não era o que queria e Sven muito menos, ambos adoravam estudar o impossível e claro, a maior obsessão deles, o segredo da imortalidade.
Seus pensamentos foram interrompidos quando subitamente a música antes calma dera lugar a um estilo mais alegre e eletrónico. Desviando o olhar para a banda notara numa personagem ruiva e jovial que sorria e dançava ao lado de uma loira de olhar distraído e sonhador, que nem parecia estar ali, esforçara um pouco a vista e focara por fim, que era Sven ao lado de uma das que trabalhavam com eles, Marlene McKinnon, sendo fuzilado por um irritado Sirius Black.
Que fazia ele ali? Bem, não era dificil saber...
Parecia bem mais disposto e mais feliz, ao menos isso, depois de três anos de casamento com que parecia ser o grande amor de sua vida, Natasha divorciara-se alegando que o sentimento não existia mais, levando metade da fortuna dele e parte do seu sorriso do rosto. Sven jurou nunca mais se apaixonar. Sorriu, vendo a ironia na história.
A mulher pelo qual em outra linha de tempo, havia tornado seu melhor amigo no seu arqui inimigo, o havia solto nessa linha temporal.
Ele poderia ter optado por ignorar tudo que havia observado e continuado ainda assim, mas sentia que o que havia optado agora, nessa sua segunda chance era muito melhor. Sentia -se melhor e mais feliz consigo mesmo.
Confessava que não era de fato um ser bem-humorado, continuava a ser o mesmo homem arrogante e de poucos amigos de sempre, não prosseguiu com ideais de grandeza e supremacia bruxa, trabalhou intimamente, com muito custo para que seus ideais preconceituosos mudassem, mas continuou seu caminho para ser um dos maiores bruxos que já havia existido. E estava se saindo muito bem nesse ideal.
Ao longo dos anos, estudou maneira de continuar prolongando a juventude e prolongar seus anos de vida, sem perder a alma no processo, estudou com os mais importantes bruxos da época, Nicolas Flamel, seu então professor de Hogwarts, Albus Dumbledore. Com muito esforço, descobrira esse segredo, e todos os custos que vinham com ele.
Criou a sua própria pedra filosofal, sendo que teve por base , todos os dados recolhidos juntamente com Sven, o que havia estudado e por fim, alcançara. Nem acreditara quando funcionara, após tanto tempo.
Aquela festa no ministério, comemorava um dos desenvolvimentos da pedra que muitos estavam amando, o elixir da juventude, tornava as pessoas mais jovens, não só por fora, como restaurava os seus órgãos ao longo do tempo. Por isso, ele estava forçosamente ali, não que não amasse ser adulado, mas odiava sítios com muita gente.
Depois de todo esse sucesso, ele aceitara o convite muito insistente de Dumbledore de finalmente ser professor na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts. Afinal, precisava ocupar-se, ele não sabia estar parado e a alquimia já havia esgotado todos os campos que podia estudar e que melhor sitio para reunir mais conhecimento que Hogwarts e ao mesmo tempo, tentar introduzir algo nas cabeças de ventos , que eram os alunos. Dera um leve sorriso, podia ser divertido.
— Meu amigo, sorrindo sozinho ainda lhe dizem que está ficando doido.
Suspirara, olhando de lado encontrando com Sven que estava com um sorriso bem cafajeste, sorrindo e olhando diretamente Sirius Black, que parecia querer matá-lo, ao mesmo tempo que uma Marlene tentava acalmá-lo, revirando os olhos.
— Bem, estariam deduzindo o que já é em parte verdade, meu amigo...se bem que, não teriam coragem de me dizer na cara...já é bom.
Sven dera um brinde à sua resposta, enquanto ele deitava um olhar em volta, procurando algo. Seu amigo dera-se conta.
— Quem procura?
Ele negara com a cabeça, como recusando que procurava alguém, olhara e dera de caras finalmente com quem desejava encontrar.
Ruiva, com um sorriso contido mas com um olhar imensamente cálido, vira Lilian Evans, mais conhecida por senhora Snape, caminhar na direção dele, engolira em seco, ao ver um adolescente de cabelo preto em asa de corvo, não aparentava mais de uns dezasseis anos, caminhar meio tímido, sendo acompanhado também por um homem alto e olhar austero, que tinha um olhar bem atento na mulher do lado, e no seu avolumado ventre. Era um dos professores de Hogwarts, Severus Snape.
Severus Snape casara com Lilian Potter, quando esta perdera o marido James Potter, num acidente grave que teve num dos jogos de quadribol da seleção inglesa morrera, esta passara anos só criando o filho que esperava deste , Harry , e sendo auxiliada, por seu amigo de infância e que a amava desde sempre, Severus Snape. Após imensos anos , conseguira captar a sua atenção e começaram a engatar um relacionamento, do qual casaram e esperavam o primeiro filho de ambos.
O pequeno rapaz reconhecia sem sombra de dúvida e sem auxílio de apresentação, retrairá levemente os ombros, ficando meio tenso, era sem sombra de dúvida, Harry Potter. Só podia ser, e flashbacks de cenas sobre ele vinham na sua cabeça e o que havia feito a este, noutro tempo que não mais viria. Engolira em seco, vendo-os aproximar.
— Sr. Riddle...Sr. Sven...- Começara de forma educada, Severus Snape.
Sven dera uma longa vénia, cumprimentando todos, sendo chamado a um canto, por outras personalidades que o chamavam, ficando somente Tom com a família em questão.
— Sr.Snape, sra.Snape...- beijara a mão desta, que corara levemente com o respeito que este lhe tinha e voltara o olhar ao rapaz que por sua vez, o fixava desconcertado, tentando entender porque aquele estranho lhe olhava assim.
— Meu filho, Harry...- Dissera de modo orgulhoso e babado, Lilian, sendo acompanhada por um sorriso discreto de Snape, incentivava este a aproximar-se, ao que ele o fizera .
— Sr. Riddle...
— Sr. Potter...- Estendera-lhe a mão, ao que este apertara fixando seus esverdeados olhos neste. Como estão a correr os estudos em Hogwarts?
— Bem...alguns problemas, mas bem.
— Então nos iremos ver mais vezes, espero que goste das minhas aulas...- Dissera com polida educação.
Harry Potter olhara-o, fechara e abrira a boca novamente, ao que sorrira de leve mais calmo.
— Espero o mesmo, professor...
— Até mais ver...
Nisso, toda a família afastara-se ao que ele ficara observando-os afastarem-se, aproveitou que um garçon passava perto de si e pegou uma taça de Firewhisky, sua garganta queimou ao sentir o liquido descendo.
Seus pecados sempre apareciam em sua frente, por mais que ele não tivesse seguido mais esse caminho, ele cuidara para que nunca se esquecesse, fora esse feitiço que fizera à muitos anos atrás e tudo se mantinha na sua cabeça, não esquecera um único dia, sequer.
Todos os dias ruins, todos os dias bons, todos os dias em que cometera atrocidades, todos os dias em que matara alguém, todos eles...
Sempre permaneceram em sua mente, olhara em frente para a família de Harry Potter e prometera a si mesmo, que continuaria no caminho certo, não podia ceder ao lado negro da sua mente que o impelia sempre a cometer algo errado.
Era esse o legado de sua família, era o legado que a sua mãe o tinha afastado de viver, era o legado dos Slytherin, mas ele sempre lutava e sempre lutaria para manter o pior lado oculto.
Passaram-se cerca de quatro meses, desde aquele evento no ministério, e estava-se no primeiro dia do ano letivo em Hogwarts, Tom pensava nunca mais voltar aquele lugar, que fora a sua primeira casa de verdade, onde ele sentia-se bem e feliz, mas ali estava ele, de pé observando os alunos de variados anos conversarem sobre que fizeram nas férias de Verão, quem iria calhar na casa deles e cochichavam sobre ele, porque um alquimista conceituado que nem ele, ali encontrava-se?
Este preferira ignorar os burburinhos sobre ele, observando a professora Minerva McGonagall entrar com os alunos , posicionando-se defronte da cadeira com o chapéu selecionador.
Vira-os entrar e admirando as paredes, com alguma graça, lembrara-se dele com a mesma expressão á tantos anos atrás, era incrivelmente nostálgico.
Todos foram selecionados e o jantar passara-se sem precalço, ao que caminhara por um dos caminhos secretos, enquanto via os alunos serem agrupados e encaminhados pelos chefes de equipa para as respetivas casas.
Ao esgueirar-se, suspirara bem alto, finalmente silêncio, ele realmente não era talhado para aqueles lugares movimentados, o irritava. Mas, seu silêncio fora perturbado por alguém discutindo.
— É incrível, Ronald...como consegues ser incrivelmente obtuso...
Saíra do canto, disposto a dizer que não era hora para estar discutindo ali nos corredores, até que estancara ao ver quem vinha na direção do homem ruivo, bem explosiva e irritada, no seu uniforme de Gryffindor, apontando o dedo na cara dele.
— Que isso , quer dizer Hermione?
Era ela! Seu coração palpitou com um força desconhecida, engolira em seco, nem notando que involuntariamente seu corpo movera-se na direção.
Hermione olhara na direção de quem vinha, ficando meio parada e sem reação, afinal estavam fora dos dormitórios após a hora de recolher, e ela era uma chefe de equipa.
— Desculpe, Professor...
Ela falara-lhe e ele não conseguia conter a emoção, causando algo de estranheza no rapaz que a acompanhava.
— Srta. Granger...
Ela dera-lhe um leve sorriso, assentindo e aproximando-se, estendendo a mão ao que ele apertara.
— Professor Riddle...Já iremos recolher, pedimos imensa desculpa...
— Não tem mal...podem ir e não esgueirem-se mais de noite...- Completara ele a custo, ao desviar o seu olhar para o rapaz que o encarava meio ciumento.
Hermione concordara, arrastando consigo Ron no processo, ao andar em frente, esta sentia algo de estranho ao vê-lo. Arriscara-se a desviar o olhar para trás, até que notara que ele não havia-se movido, nem sequer um músculo, parecia fixo nela e seu coração palpitara, mas porque?
— Hermione...- Sussurara Ron, do seu lado, ao que ela olhara-lhe e continuara o seu caminho até a sala comum, pensando naquele estranho homem que a encarava.
Porque tinha a sensação que conhecia o professor Riddle, sendo que ela só conhecia o seu trabalho e nunca o tinha visto pessoalmente. Sorrira para si própria, deixando para lá, tinha a oportunidade de aprender com um grande bruxo.
Definitivamente, prometia ser um ano interessante em Hogwarts.
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