Made In The USA

6 Learn To Love Again.


Notas iniciais
Bom, hoje é dia de capitulo novo! YAYYYYY! ~risos~. Bom postei aqui né como antes, pq eu tinha dito se outras pessoas não comentassem, iria voltar a ser da outra maneira. E voltou. Espero que gostem do capitulo.

Capitulo anterior.

— ISSO É TOTALMENTE INJUSTO! UM ABSURDO! — ele escutou uma voz alterada feminina, vindo do corredor, seguido de uma porta sendo invadida.

— A senhorita deveria ficar em silencio. Para o seu próprio bem! — falou Kat, a moça que ajudava na secretaria. Ela estava ao lado de uma garota que era mais do que uma palma mais baixa do que Percy. A garota era loira e os olhos escuros. Ele não conseguiu identificar exatamente a cor.

— Mas no livro de regras, que a proposito tem 1.312 paginas, no artigo 314, na pagina 560. Diz “O aluno, que não concorda com os dizeres de tal professor, pode levantar a mão e se o tal professor lhe conceder a chance de falar, pode falar que não concorda e corrigir o mesmo.” Não fiz nada de errado. Isso é um total absurdo. E se quiser, pode olhar. — a garota falou, com um ar de superioridade. Percy, podia admitir que era maneiro ver a cara de Kat nesse exato momento.

— Não quero saber, menina atrevida. Vai ficar por duas horas na detenção! — Kat falou alto.

O queixo da garota caiu. E logo ela rangeu os dentes e falou:

— Mas pelas minhas contas, isso são duas aulas seguidas. Eu vou perder duas aulas seguidas? Você só pode estar brincan... — a garota foi interrompida por Kat, que já estava parcialmente aborrecida.

— Chega!

— Mas... — a garota tentou argumentar, mas novamente Kat a interrompeu.

— Sem “mas”, agora espere as ordens do Sr. Davis! — Kat falou enquanto ia embora.

Percy conseguia ver como a garota estava vermelha de raiva. E seus olhos pareciam ficar cada vez mais escuros.

— Senhorita...? — perguntou arrogante, Davis que já estava do lado da garota loira.

— Annabeth, mas para você, Annabeth Chase. Onde posso me sentar? — falou irritada.

Com certeza essa Annabeth não era de LA, e principalmente, com certeza essa garota não era Californiana.

— Ali, na frente do Sr. Jackson.

A qual é?

A garota veio pisando com passos duros até a carteira na frente. Sentou-se e não deu uma única olhada para trás. O que era estranho para Percy. Mas ele balançou a cabeça e começou a pensar em como ele ia começar com a parada de limpar piscina.

Annabeth havia saído de casa as 8:00, pois tivera um contratempo por causa de sua avó. Mas ela conseguiria chegar a tempo de ter a primeira aula. Ela estava parada em um sinal. Vermelho. Verde. Annabeth acelerou o carro, mas o carro não queria colaborar, não saía do canto. Ela não sabia o que fazer, pois nunca acontecera isso com ela. Ela fechou os olhos. Implorando para todos os deuses, para terem piedade dela e a ajudasse a se livrar dessa. Depois de uns 20 minutos, Annabeth conseguiu botar o carro para funcionar, sabe lá como.

Chegou à escola eram 8:30. O sino ainda não havia tocado. Ainda daria tempo de pegar suas coisas. Correu pelo corredor de armários, e foi para a aula de história. Que era uma mulher com seus 24 anos. Alta, magra, ruiva. E que ficava empinando a bunda. Isso era desprezível, principalmente para alguém como uma professora de história.

Ela sentou na única cadeira que não estava ocupada, que era a terceira da quarta fila.

A mulher alta parou de escrever na lousa e virou-se para Annabeth.

— A senhorita... — começou a professora, com uma voz extremamente irritante.

— Annabeth Chase.

— Então, a senhorita Annabeth Chase chegou atrasada, por quê? — perguntou, ainda empinando a bunda.

— O sinal não tocou ainda, então, tecnicamente não cheguei atrasada. — Annabeth respondeu.

A mulher aparentemente não havia gostado nem um pouco da resposta da garota. Virou-se brutalmente para a lousa e disse alto para todos os alunos que estavam presentes:

— Bom dia alunos. Bom, hoje iremos estudar a praga que assolou na Europa, no século XIII. Alguém pode me dizer qual era o nome da praga? E em que ano estalou-se na Europa? E como tudo começou?

Uma garota ruiva, com roupa de Cheerleader, levantou a mão. E a professora a deixou falar.

— Ah fessora, essa foi a peste negra não foi? E no ano de 1350. Os doentes passaram a doença para os normais, dã. E então todos ficaram doentes.

A professora assentiu.

— Basicamente está certo.

Annabeth não perdeu a chance e levantou a mão. A professora deixou a garota falar, aparentemente de mal grado.

— Basicamente não está certo. O fato foi conhecido sim como Peste Negra, ou peste bubônica. Mas ela começou no ano de 1347, em outubro. Tudo começou com um grupo de doze galeões Genoveses, que estavam fugindo, e entraram no porto de Messina. E até em seus ossos e almas, estavam infectados. E todos que chegaram perto desses doentes, estavam marcados para morrerem em apenas três dias. — Annabeth terminou com um enorme sorriso no rosto. E a professora não havia gostado nada disso.

— Errado.

O sorriso de Annabeth se desfez no exato momento. Ela tinha certeza de que estava tudo certo. A professora continuava a escrever no quadro e disse:

— O certo, querida, se você tivesse dito o ano que a nossa querida Rachel disse 1350.

Annabeth levantou novamente a mão. A professora pareceu aborrecida mais deixou que Annabeth falasse.

— Acho que você está cometendo algum erro. Tenho certeza que o ano é de 1347. Se quiser olhar no livro...

— Querida, eu que tenho certeza, foi no ano de 1350...

— Por favor, olhe no livro...

— Não me interrompa, mocinha!

— Mas olhe no livro. Tenho certeza...

— Já chega! Detenção! 20 minutos!

Annabeth ficou chocada. Recompôs-se e saiu da sala. Essa mulher era um total fracasso. Ia acabar solteira com doze gatos em um apertado apartamento, cheirando a fezes de gato. E bem que ela poderia ter vivido na época da peste negra, e ter morrido lá!

No caminho da detenção, Annabeth viu um papel grudado em um mural com os dizeres:

“Quer ser uma de nós, Cheerleader? Então venha fazer a inscrição e o teste! Se passar, sua vida estará feita no colégio!”.

Annabeth tinha de confessar que ficou atraída pelo papel. Colocou a hora em seu celular, e que por acaso seria dali uma hora.

Uma mulher passou por ela. E depois voltou, parando ao seu lado.

— Você é Annabeth Chase?

— Sim.

— O que você ainda faz aqui? Deveria ir para a detenção. Quantos minutos? — perguntou a mulher.

— 20 minutos. — respondeu Annabeth.

— Já que estava no corredor, sem ter ido para a detenção. Vai ficar por uma hora.

— O que?! Como assim? — perguntou, elevando o tom de voz.

Mas nesse momento, Annabeth já estava sendo arrastada para a detenção pela mulher, que era mais alta que ela.

— Shhhhhhh!

— O que? Você vai me fazer ficar na detenção por uma hora?

— Sim!

— ISSO É TOTALMENTE INJUSTO! UM ABSURDO! —O tom de voz de Annabeth já estava alterado. Annabeth olhou para os lados, procurando um modo de fugir. Mas não dava, estava em um corredor que dava direto em uma porta verde. Detenção.

A mulher abriu a porta com uma força e disse dirigindo-se a Annabeth:

— A senhorita deveria ficar em silencio. Para o seu próprio bem! — falou.

— Mas no livro de regras, que a proposito tem 1.312 paginas, no artigo 314, na pagina 560. Diz “O aluno, que não concorda com os dizeres de tal professor, pode levantar a mão e se o tal professor lhe der a chance de falar, pode falar que não concorda e corrigir o mesmo.” Não fiz nada de errado. Isso é um total absurdo. E se quiser, pode olhar. — Annabeth falou se sentindo ótima pela cara que a mulher fez.

— Não quero saber, menina atrevida. Vai ficar por duas horas na detenção! — a mulher respondeu alto.

O queixo de Annabeth caiu. E logo ela rangeu os dentes e falou:

— Mas pelas minhas contas, isso são duas aulas seguidas. Eu vou perder duas aulas seguidas? Você só pode estar brincan... — ela foi interrompida pela mulher, que já estava parcialmente aborrecida.

— Chega!

— Mas... — Annabeth tentou argumentar, mas novamente foi interrompida, o que a deixava totalmente irritada.

— Sem “mas”, agora espere as ordens do Sr. Davis! — falou enquanto se retirava.

Annabeth devia estar vermelha de raiva. Isso era tão injusto. E um total absurdo. Esses Energúmenos!

— Senhorita...? — perguntou um arrogante homem de 40 anos. Que já estava ao seu lado.

— Annabeth, mas para você, Annabeth Chase. Onde posso me sentar? — falou irritada.

— Ali, na frente do Sr. Jackson.

Annabeth foi para o lugar com passos duros até uma carteira a frente de um garoto. Sentou-se e permaneceu parada. Que escola mais ridícula. Isso nunca aconteceria na sua antiga escola. Ela odiava tudo ali. Balançou a cabeça. Isso era ridículo. Nunca em toda a sua vida se imaginara em uma sala de detenção.

Olhou ao redor, todo o tipo de pessoa estava ali.

Passara-se uma hora e então seu celular começou a vibrar. Ninguém ali poderia ajudar, a fugir da detenção...

Annabeth virou-se para trás pela primeira vez. E viu um garoto branquíssimo, com uma blusa rasgada, uma calça jeans e um tênis, ele usava um boné, o que Annabeth achava que era contra as normas.

— Psiu? Hey? Psiu? — sussurrou Annabeth para o tal garoto.

Mas aparentemente o garoto estava nas nuvens. Annabeth deu um cutucão e logo ele prestou atenção nela.

— Que foi? — falou normalmente.

— Shhhhhhhhhhh! Fala baixo! Quer que peguem a gente? — advertiu Annabeth, enquanto olhava de um lado para o outro para ver alguém havia notado algo.

— Pode ficar tranquila. Ninguém vai reclamar. — falou normalmente.

— O que? Então para que aquele cara serve? — continuou sussurrando.

— Nada. Então, o que você quer?

— Me ajuda em uma coisa, por favor? — perguntou mordendo o lábio inferior.

— Depende.

— Preciso fugir da detenção. — falou envergonhada.

— Para quê? — perguntou.

— Isso já não é da sua conta, cabeça de algas.

O garoto fez uma cara de ofensa, mas depois sorriu. E assentiu.

— Tudo bem, mas qual é o plano?

Continua...

Notas finais
O que acharam? Comentem u-u