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1 Capítulo 1 - Mato O Diretor Da Minha Escola
CAPÍTULO 1 – MATO O DIRETOR DA MINHA ESCOLA
Se você está lendo isto, então é porque é como eu. Ainda não entendi direito o que sou, mas sei que é algo não muito agradável. Queria não ser assim, para que eles parassem de me perseguir só que não tenho mais escolha.
Meu nome é Helena Meireles.
Tenho 16 anos de idade. Até algum tempo atrás vivia uma vida normal, bom... relativamente normal. Desde pequena vejo coisas assustadoras, monstros horríveis...Com o passar do tempo passei a amar mitologia e fui reconhecendo tais monstros. Eu fugia deles, sempre fugia mas não dá mais pra continuar fugindo.
Só tenho duas pessoas em todo o mundo, meu melhor amigo e minha mãe. Meu melhor amigo chama-se Mike e minha mãe chama-se Ana. Eu nunca conheci meu pai e sofro muito por isso, minha mãe sempre me falou que a culpa não foi dele e que ele teve que partir, mas até hoje não me explicou o porquê. Tento não pensar nisso.
O Mike é pra quem eu fujo nos momentos difíceis. Eu o conheço a pouco mais de um ano, mas ele já é meu melhor amigo. Nós nos conhecemos no colégio, estudamos juntos no Trilhagem Rápida onde seu filho trilhará o caminho para o futuro! É um colégio particular em São Paulo à duas quadras da minha casa. Estudar pra mim é muito difícil e o Mike e minha mãe me ajudam como podem. Tenho dislexia e transtorno de défict de dtenção e, acredite, não se quer estudar nessas condições.
Como de costume cheguei na escola atrasada para aula e, como a professora já havia avisado, essa seria a última vez. Fui mandada para diretoria. Na minha escola tem o diretor e um ajudante que geralmente é com quem eu menos mantenho contato já que meu papo é diretemamento com o diretor SEMPRE. O ajudante era um sujeito de meia-idade em uma cadeira de rodas motorizada. Tinha o cabelo ralo, uma barba desalinhada e usava um casaco surrado de tweed que sempre cheirava a café..
- Bem-Vinda novamente, senhorita Meireles. – Disse o diretor com ironia.
- Pode me chamar de Helena.
- Bem Helena, atrasada novamente?
- Desculpe, não ocorrerá mais.
- Não ocorrerá mais é o que ela diz. Não ocorrerá mais, mas sempre ocorre né? Vou dar-lhe uma advertência. – Rugiu ele.
Depois do diretor preparar a advertência e me dar para que minha mãe assinasse, levantei para voltar à sala de aula.
- Onde pensa que vai? Vou levá-la até a sala.
E em uma questão de segundos entramos na minha sala de aula. O diretor pediu licença a professora e começou a falar comigo à seu lado.
- Esta menina é um exemplo de falta de responsablidade, quero que vejam porque não devem chegar atrasados. Para não receberem advertência como ela, para não SEMREM como ela. – Gritou ele para a turma que o olhava admirada.
- NÃO FALA ASSIM DE MIM! – Gritei – QUERIA QUE VOCÊ MORRESSE.
E neste momento o silêncio reinou e o diretor caiu no chão morto, com os olhos abertos olhando para mim.
CAPÍTULO 1 – MATO O DIRETOR DA MINHA ESCOLA
Se você está lendo isto, então é porque é como eu. Ainda não entendi direito o que sou, mas sei que é algo não muito agradável. Queria não ser assim, para que eles parassem de me perseguir só que não tenho mais escolha.
Meu nome é Helena Meireles.
Tenho 16 anos de idade. Até algum tempo atrás vivia uma vida normal, bom... relativamente normal. Desde pequena vejo coisas assustadoras, monstros horríveis...Com o passar do tempo passei a amar mitologia e fui reconhecendo tais monstros. Eu fugia deles, sempre fugia mas não dá mais pra continuar fugindo.
Só tenho duas pessoas em todo o mundo, meu melhor amigo e minha mãe. Meu melhor amigo chama-se Mike e minha mãe chama-se Ana. Eu nunca conheci meu pai e sofro muito por isso, minha mãe sempre me falou que a culpa não foi dele e que ele teve que partir, mas até hoje não me explicou o porquê. Tento não pensar nisso.
O Mike é pra quem eu fujo nos momentos difíceis. Eu o conheço a pouco mais de um ano, mas ele já é meu melhor amigo. Nós nos conhecemos no colégio, estudamos juntos no Trilhagem Rápida onde seu filho trilhará o caminho para o futuro! É um colégio particular em São Paulo à duas quadras da minha casa. Estudar pra mim é muito difícil e o Mike e minha mãe me ajudam como podem. Tenho dislexia e transtorno de défict de atenção e, acredite, não se quer estudar nessas condições.
Como de costume cheguei na escola atrasada para aula e, como a professora já havia avisado, essa seria a última vez. Fui mandada para diretoria. Na minha escola tem o diretor e um ajudante que geralmente é com quem eu menos mantenho contato já que meu papo é diretemamente com o diretor SEMPRE. O ajudante era um sujeito de meia-idade em uma cadeira de rodas motorizada. Tinha o cabelo ralo, uma barba desalinhada e usava um casaco surrado de tweed que sempre cheirava a café..
- Bem-Vinda novamente, senhorita Meireles. – Disse o diretor com ironia.
- Pode me chamar de Helena.
- Bem Helena, atrasada novamente?
- Desculpe, não ocorrerá mais.
- Não ocorrerá mais é o que ela diz. Não ocorrerá mais, mas sempre ocorre né? Vou dar-lhe uma advertência. – Rugiu ele.
Depois do diretor preparar a advertência e me dar para que minha mãe assinasse, levantei para voltar à sala de aula.
- Onde pensa que vai? Vou levá-la até a sala.
E em uma questão de segundos entramos na minha sala de aula. O diretor pediu licença a professora e começou a falar comigo à seu lado.
- Esta menina é um exemplo de falta de responsablidade, quero que vejam porque não devem chegar atrasados. Para não receberem advertência como ela, para não SEMREM como ela. – Gritou ele para a turma que o olhava admirada.
- NÃO FALA ASSIM DE MIM! – Gritei – QUERIA QUE VOCÊ MORRESSE.
E neste momento o silêncio reinou e o diretor caiu no chão morto, com os olhos abertos olhando para mim.
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