MAMA
19 Capítulo XV
Notas iniciais
Boa leitura!♥
O barulho estrondoso da grande porta sendo aberta com tanta violência chamara a atenção do homem, que há alguns segundos mantinha-se em sono profundo em seu trono de ouro. Os olhos escuros se arregalaram em fúria por ter seu sono interrompido com tamanha audácia. Os dedos longos e finos se apertaram nos braços macios do trono enquanto o sangue em suas veias se esquentava. LeeTeuk estava furioso assim como Siwon, que parara em sua frente bufando. As veias de seu pescoço eram tão visíveis quanto as veias de seu pulso direito, que ele tanto apertava. Os braços definidos estavam manchados de uma cinza característica, as roupas rasgadas e o sangue que escorria de sua testa mostrava que haviam lutado bravamente. O sorriso de Kagin, que se encontrava atrás de Siwon dizia ao líder que algo havia acontecido, e ele só pôde confirmar isso quando percebera que DongHae não estava ali.
—Onde está DongHae?_ O mais velho perguntou erguendo-se.
—Meu senhor..._ Começou Siwon curvando-se a sua frente. –DongHae..._ Suspirou. –DongHae está morto!
A respiração, até então calma, se tornara pesada. Os olhos escuros agora em um amarelo perolado demonstrando toda a raiva que estava sentindo. Desviara sua atenção para KangIn, que agora ria descontroladamente com uma das mãos em cima do estômago, demonstrando falta de ar. A passos largos, o mais velho se aproximou. O local se tornara abafado, escuro. A mão direita avançou contra o pescoço de KangIn, apertando-o fortemente, impedindo-o de rir e respirar. Mesmo com dificuldades em respirar o mais novo tentara se soltar, mas era inútil, seu mestre era mais forte, muito mais forte. Naquele aperto ele podia sentir o quanto raivoso e chateado o mais velho estava. Mesmo raivoso, as lágrimas abandonavam os olhos de LeeTeuk. Acabara de perder um de seus homens, um dos mais fortes e importantes para si. DongHae era como seu irmão mais novo, era seu tesouro.
—Eu..._ O mais velho disse afrouxando o aperto no pescoço dolorido de KangIn. –Eu não posso acreditar que você deixou que ele morresse... Eu realmente não acredito nisso KangIn!
—Pois acredite..._ Sussurrou o mais novo agarrando o pulso de seu mestre. –Eu o deixei morrer, vê-lo queimar foi uma das coisas mais prazerosas que eu pude ver!_ O sorriso malicioso presente nos lábios cheios.
—SABE O QUÃO IMPORTANTE ERA DONGHAE PARA MIM SEU BASTARDO?_ Gritou o jogando no chão com demasiada força. –SABE O QUÃO DIFICIL É REVIVER UM DEUS?_ Chutou-lhe as costelas arremessando seu corpo contra a parede aproximando-se rapidamente. –Eu deveria bani-lo novamente, não, eu deveria matá-lo de uma vez por todas KangIn, deveria te transformar em pó...
—Você não tem coragem...
—Como?_ Perguntou após ouvir o sussurro seguido de um pequeno riso do mais novo.
—Você não tem coragem de me matar LeeTeuk..._ O maior rira, erguendo seu troco dolorido. –Você precisa de mim, e sabe do que mais?_ Viu-o morder o lábio inferior se aproximando, erguendo-se até se aproximar de seu ouvido. -Você não vive sem meus toques, sem meus lábios..._ As mãos se prenderam na cintura fina do mais velho enquanto os lábios macios se roçavam contra a bochecha corada de LeeTeuk.
—Eu tenho nojo do que você se tornou, KangIn..._ O mais velho sussurrou deixando as lágrimas caírem. –Eu não consigo mais amar você... Meu corpo aceita seus toques, mas o meu coração os rejeita de uma maneira tão descomunal!_ Confessou rindo fraco. –Eu quero que vá embora, não o quero aqui quando eu contar a HyukJae o que houve...
Furioso o mais novo soltara seu mestre encarando-o por alguns segundos. As lágrimas que ostentava o rosto delicado do mesmo não lhe davam prazer, nem mesmo felicidade. As palavras até então ditas de alguma forma lhe machucaram profundamente, de uma maneira que nunca acontecera. Sem argumentos, ele se afastou, desviando seu olhar do homem a sua frente. De alguma forma seu coração lhe dizia para ficar, para pedir perdão, mas ele nunca aceitaria se humilhar dessa forma, não para LeeTeuk. Com um último suspiro ele se foi, e com esse mesmo suspiro o mais velho se deixou ir ao chão chorando desconsoladamente.
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—Você tem certeza de que está tudo bem?_ Mais uma vez KyungSoo perguntava enquanto suas mãos corriam dos cabelos às coxas de JongIn atrás de alguma evidencia de dor.
Estavam sozinhos no quarto que ambos dividiam e o moreno mais novo se encontrava somente com um samba-canção. Já era a terceira vez que KyungSoo lhe apalpava a fim de encontrar algum roxo, algo que indicasse que o maior estava machucado, mas graças a Lay seu corpo estava perfeito.
—Hyung, está tudo bem comigo..._ O moreno mais novo riu recebendo o olhar do mais velho em si. –Não precisa se preocupar!
—Não consigo..._ Suspirou. –Eu realmente me assustei quando você voltou para pedir ajuda JongIn!
—Hyung..._ O mais novo riu sentando-se na cama. –Você fica tão fofo preocupado!_ Viu KyungSoo corar, virando o rosto rapidamente, tentando de alguma forma lhe esconder a vergonha. –Vem cá hyung!
—JongIn..._ Suspirou novamente se aproximando, ameaçando se sentar ao lado do mais novo, mas o mesmo fora mais rápido, puxando-o pela cintura e o sentando em seu colo. –K-KAI!_ Gritou pelo susto agarrando-se nos braços do maior.
—Fique assim comigo, por favor!_ Sussurrou apoiando a cabeça no ombro do menor.
—É desconfortável..._ O mais velho sussurrou tentando não se mexer.
—Por quê?_ O mais novo perguntou sorrindo malicioso sem que o outro percebesse.
—Porque, bem... Qualquer movimento que eu faça, eu posso..._ KyungSoo tentava se explicar, mas de tão envergonhado, as palavras não lhe vinham à boca.
—Isso é tão inconveniente._ JongIn riu afastando seu rosto segurando o queixo do mais velho delicadamente, virando seu rosto e o encarando. –Não é qualquer movimento seu que irá me excitar, KyungSoo, depende muito..._ Disse escorregando suas mãos ao quadril do menor o segurando firmemente. –Se forem movimentos iguais a esses..._ As mãos firmes empurraram o quadril delicado contra sua pélvis, movimentando-o para frente e para trás criando um friccionar perfeito. –Esses movimentos, sim, podem criar uma ereção em mim!
Com o rosto corado e a respiração falha, KyungSoo não tinha reação diante aqueles atos. Ele queria gritar e reclamar, mas no fundo ele gostava daqueles toques. As mãos firmes de JongIn lhe empurravam para baixo pressionando suas nádegas contra a pélvis do mesmo. Mesmo que pouco, ele já podia sentir o membro do menor desperto, e os gemidos que o mais novo soltava em seu ouvido não o ajudava. Com um pouco da força que tinha o mais velho se soltou erguendo-se rapidamente, virou-se encarando os olhos e o sorriso sacana presente nos lábios cheios.
—Você é mesmo muito teimoso, Kim JongIn..._ O moreno disse sorrindo lascivo cerrando seu punho direito. –Eu deveria lhe encher de socos, deveria fazer você pedir desculpas pelo o que acabou de me fazer passar!_ Suspirou se aproximando e espalmando ambas suas mãos nas coxas definidas. –Mas eu te amo tanto pirralho..._ Sussurrou colando seus lábios.
—Eu sei que me ama, e eu também te amo, KyungSoo..._ Sussurrou sorrindo, puxando-o de volta ao seu colo, abraçando-o pela cintura delicadamente. –Tenho permissão para lhe tocar, beijar e amar como há muito não faço?_ Perguntou mergulhado naqueles obres apaixonados que eram os de seu hyung, que somente lhe acenou afirmando.
O sorriso nos lábios do moreno mais novo se alargou, demonstrando toda sua felicidade diante a afirmação de KyungSoo. Ainda receoso ele se aproximara, mantendo contato visual, o que os deixava um tanto vesgos, mas isso não importava, o que importou mesmo foi a mão apressada que se agarrara a nuca do mais novo, puxando-o para um beijo afoito. Os lábios se acariciavam, as línguas brincavam, redescobriam tudo que haviam deixado para trás, os gostos se misturavam assim como as mãos do mais velho que acarinhavam os cabelos cheios e negros de JongIn. A respiração ofegante do mais novo escapava por entre os lábios enquanto suas mãos subiam e desciam no corpo do menor acima de si, os dedos longos se prenderam na barra da camisa, erguendo-a calmamente revelando a pele branca e há tempos imaculada.
—Eu sinto sua falta JongIn..._ O mais velho sussurrou, prendendo o lábio inferior do mais novo entre seus dentes, puxando-o e soltando-o, logo vendo o outro sorrir.
—Diz de novo!_ Pediu fechando os olhos ao sentir os lábios cheios em seu pescoço exposto.
—Eu sinto sua falta..._ Os dentes brincando com o lóbulo do maior. –Eu te quero me amando hoje e sempre!
Novamente os lábios se encontraram, dessa vez mais desejosos. O corpo de KyungSoo fora jogado violentamente no macio e grande colchão enquanto ele via em sua frente o moreno mais novo se despir rapidamente fazendo o mesmo consigo logo em seguida.
Naquela noite eles seriam um só corpo e uma só alma novamente.
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Deitado na cama, o corpo pequeno estava jogado, encarando em sua frente o corpo do maior apoiado no batente da porta de vidro que levava a varanda do quarto que dividiam. Byun nunca admitiria que estava levando muito a sério aquelas suas reações, principalmente as de ChanYeol. Aqueles olhos inexpressivos, o sangue que escorria por seus dedos e o sorriso maldoso que ostentava em seus lábios... Isso tudo atormentava o frágil Byun BaekHyun.
A cabeça de ChanYeol parecia que a qualquer momento explodiria. Pensamentos banais o rondavam, principalmente o pensamento de que o menino que amava agora lhe odiava, sentia medo. Suspirou novamente entrando e fechando a porta de vidro calmamente. Encarou Byun por segundos até o mesmo desviar seu olhar, virando-se na cama. Essas atitudes destruíam as esperanças do maior. Desligou a última fonte de luz presente naquele imenso quarto, deitando-se de costas ao menor, que também lhe dava as costas. Mordeu o lábio uma última vez, fechando seus olhos e esperando que assim pudesse dormir, mas a voz chorosa de Byun não o permitira tal ato.
—V-você, por que... Por que agiu daquela forma ChanYeol?_ Perguntou fungando logo em seguida, virando-se de barriga para cima.
—Byun..._ Sussurrou, virando-se para o menor, recebendo seu olhar por uma pequena fração de segundo. –Entenda... Eu estava com tanta raiva por terem lhe machucado, por terem nos separado!_ Suspirou.
—Não precisava ser tão cruel Yeollie, eu não gosto... N-não gosto..._ O menor gaguejou quando sentira os dedos longos do homem ao seu lado acariciarem sua bochecha rosada.
—Byun entenda uma coisa..._ Disse firme erguendo seu tronco e encarando os olhos cheios de lágrimas do seu pequeno. –Eu não posso me controlar quando o assunto é você e os meninos, eu realmente não pude controlar o ódio que senti quando o vi lá, naquele chão imundo se entregando a morte. Você é minha vida Byun, meu mundo, meu amor. Vê-lo daquela forma foi o mesmo ou pior do que quando você me viu morto naquela rua qualquer da Terra. Meu coração se apertou tanto que eu temi morrer antes de estar pronto para lhe salvar, graças a minha mãe você está vivo e eu devo muito a ela!_ Suspirou sorrindo fracamente tocando a ponta do nariz do menor. –Eu te amo meu amor, amo tanto que tudo isso não cabe aqui..._ Disse segurando uma das mãos de Byun e a levando a seu peito esquerdo, fazendo-o sentir as batidas descompassadas de seu coração. –Perdoe-me por fazê-lo sentir medo de mim, por te decepcionar...
O menor mordeu o lábio, apertando a mão do maior que ainda segurava a sua. Com um pouco de receio ele se erguera, aproximando seus rostos e encostando ambas as testas. De olhos fechados ele pôde sentir aquele calor característico de ChanYeol transbordar de seu corpo o fazendo confortável. A outra mão do maior se dirigiu ao seu rosto, acariciando-o calmamente e lhe provocando arrepios que o menor nomeava agradáveis a si. Os lábios próximos se conectaram calmamente, somente em um roçar sentindo ambas as texturas macias que os envolviam. A mão direita do pequeno correu a nuca do maior, puxando-o para si, aprofundando aquele beijo que ele tanto amava. As mãos grandes se dirigiram a cintura fina puxando o corpo frágil do mais velho para si, deitando-o em cima de seu corpo esguio. As pernas de coxas torneadas de Byun se encaixaram lado a lado do corpo de ChanYeol tornando o beijo mais acessível a ambos. Pouco tempo depois ambos podiam sentir o ar lhes faltar, obrigando-os a se separar minimamente.
—Eu senti tanto a sua falta ChanYeol..._ Sussurrou Byun atacando os lábios do maior novamente em breves selos. –Por favor, nunca mais me deixe assim!
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—Nunca vou entender como você consegue se machucar tão facilmente ZiTao..._ O maior reclamava limpando o ferimento do moreno sentado na cama com somente uma toalha lhe cobrindo a cintura.
—Aish WuFan... Deixe de ser chato e... AIIII!_ Gritou o menor quando seu ferimento fora apertado.
—Chato? CHATO?_ O loiro gritou terminando de enfaixar o braço do moreno se afastando dele e ficando de costas ao mesmo. –Você quase me matou do coração e eu sou o chato ZiTao? Faça-me o favor...
—WuFan..._ O moreno riu. –Você está diferente hoje, ‘ta mais preocupado!_ Calou-se rapidamente ao ver o olhar do loiro em si.
—Já percebeu que eu tenho que cuidar de uma criança?_ Riu sarcasticamente o mais velho, aproximando-se de Tao. –Acha mesmo que meu coração é de pedra sempre?_ Perguntou recebendo uma leve afirmação do menor.
Com um sorriso nos lábios que o moreno julgou predatório, o loiro se aproximou subindo na cama e fazendo o outro se afastar, encostando-se à cabeceira da cama. Calmo, o maior engatinhou até o moreno levando uma de suas mãos até as pernas do outro, afastando-as. Sorriu ao lembrar-se de que Tao estava nu, isso facilitaria muito a sua vida. Viu o menor fechar os olhos quando se pôs em meio às suas pernas, tocando-lhe os lábios com os seus levemente. Aquela pele morena corada era tão chamativa que Kris sentia uma enorme necessidade de marcá-lo todinho. A língua quente e agressiva do loiro explorando a cavidade úmida e reconfortante de Tao o deixava zonzo tamanho era o prazer que o moreno sentia com somente um beijo que trocavam. As mãos grandes deslizaram até sua cintura retirando a toalha que já se tornara incomoda, deixando-o totalmente nu aos olhos do loiro. Kris sorriu lascivo, afastando-se para admirar o corpo que tanto desejava.
—WuFan..._ O mais novo sussurrou corando.
—Ainda se envergonha?_ Riu baixo, segurando-o pelas coxas e o puxando, deitando-o.
—V-você já viu o jeito que me olha? É constrangedor..._ Resmungou gemendo baixo logo em seguida ao sentir o mais velho lhe apertar as coxas torneadas.
O mais velho riu novamente, abaixando-se até ter seu rosto próximo ao sexo já desperto do moreno. Suspirou passando a língua por entre os lábios, traçando uma linha de beijos da virilha até as coxas. Com uma das mãos, o maior segurou o pênis pulsante, aproximando os lábios da glande avermelhada e depositando ali um pequeno beijo. A língua quente circulando a fenda a sua frente, que aos poucos expelia o pré-gozo que o maior fazia questão de engolir com gosto. Os gemidos baixos do moreno lhe excitavam, os lábios bem desenhados eram massacrados pelos dentes de Tao, que os mordiam numa tentativa falha de prender seus gemidos. Impaciente Kris o abocanhou por inteiro ouvindo um gemido mais alto escapar dos lábios do mais novo. Entorpecido pelas sensações que o mais alto lhe proporcionava, o moreno acabou por levar ambas suas mãos aos fios loiros, segurando-os fortemente tentando controlar os movimentos, mas não fora possível, Kris não o deixaria controlá-lo.
—K-Kris..._ Gemeu quando sentira que iria gozar. – Eu... Eu vou...
Por uma fração de segundo o loiro sorriu intensificando ainda mais a sucção, agarrou ainda mais as coxas de Tao se afundando cada vez mais entre suas pernas até sentir a glande lhe tocar a garganta. O corpo moreno tremia em suas mãos, as pernas do mais novo falhavam. Os gemidos tornaram-se mais altos e mais frequentes, os espasmos percorrendo seu corpo, o prazer viajando pelas veias do menor. Num último gemido, Tao gozara abundantemente na boca do mais velho, que não desperdiçara nenhuma gota de seu sêmem.
—Continua delicioso Tao!_ O loiro sorriu se aproximando novamente do moreno que se encontrava ofegante.
—WUFAN..._ O moreno gemeu alto quando se sentira ser invadido sem nenhuma piedade.
Kris nunca gostara de preparar o moreno, isso era irritante e perda de tempo, e sabia muito bem que o menor gostava da dor. Sem esperar que se acostumasse Kris passou a se movimentar rapidamente no interior quente e apertado, obrigando-lhe a lhe conceder espaço. As unhas curtas, mas afiadas de Tao lhe arranhavam as costas causando feridas que não lhe incomodavam, somente lhe excitavam ainda mais. Dos olhos, pequenas lágrimas escapavam e isso fazia o maior sorrir. Com uma das mãos ele lhe erguera a perna direita, dando profundidade às estocadas, o que resultou num gemido mais alto e prazeroso quando sua próstata fora atingida com tanta violência. Os lençóis da cama de casal que ambos dividiam se encontravam no chão, as roupas espalhadas pelo quarto. O cheiro característico os entorpecia e os espasmos voltavam com muita violência a correr por seus corpos. Kris já sentia seu prazer próximo, e com esse pensamento ele agarrara o membro pulsante do moreno, masturbando-o rapidamente.
Num último ato, o loiro juntara os lábios os envolvendo num beijo afoito, um tanto dificulto. Quando o prazer lhes atingiu, os lábios se separam deixando os gemidos de satisfação ecoar pelo cômodo. A mão e ambos os abdomens sujos pelo prazer do moreno que se sentia completo pelo prazer do outro dentro de si.
—Poderia ter sido mais gentil..._ O moreno sussurrou sorrindo.
—Você nunca gostou de gentileza no sexo ZiTao!_ Disse Kris beijando-lhe os lábios. –Por isso eu faço tudo e mais um pouco do que gosta..._ Sussurrou.
—É por isso que eu te amo WuFan..._ O moreno riu virando ambos os corpos ficando por cima do loiro e se aconchegando em seus braços.
—Descanse amor...
Aquelas últimas palavras aqueceram o coração de ZiTao, fazia tempos que o loiro não lhe chamava de “amor” e isso o deixava extremamente feliz. Com um sorriso nos lábios e com o carinho que recebia em seus cabelos, o menor pegara no sono logo sendo seguido por Kris.
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Novamente aquele corredor era povoado pelos passos apressados daquele homem que continha em suas feições a raiva e decepção. Já havia o procurado por todos os aposentos, mas não havia pensado em procurá-lo em seu próprio quarto. Mesmo estando no começo do corredor que dava aos quartos ele podia ouvir gemidos que o mais velho julgara serem de SungMin. Aquela voz aveludada e os gemidos escandalosos só podiam pertencer a ele. Sem pudor algum Lee abrira a porta fazendo um tremendo barulho quando a mesma batera na parede. A cena seguinte quase o fez rir.
Os olhos arregalados e os cabelos bagunçados de SungMin eram hilários, mas o ápice daquele momento fora quando seus olhos desceram até a bunda de KyuHyun que ele julgara ser branca demais. Sem se segurar o mais velho irrompeu em risadas, e por uma fração de segundo ele se esquecera do que estava por irritá-lo. Um tanto irritado por ter sido interrompido pela segunda vez naquele dia, KyuHyun se erguera, vestindo-se com apenas um roupão enquanto o loiro se cobria com os lençóis que havia na cama.
—O que você quer aqui Lee?_ O moreno perguntara sentando-se na cama bagunçando seus cabelos, impaciente.
—Ai..._ O mais velho suspirou recuperando seu fôlego. –Ver vocês assim me fez esquecer até um pouco do meu ódio!_ Riu baixo recuperando sua postura imponente. –KyuHyun preciso de um favor seu...
—E o que seria tão importante ao ponto de você vir me interromper num momento que eu julgo muito importante?
—DongHae foi morto e eu preciso que vá buscar sua alma, preciso que ele volte!_ Disse o mais velho encarando SungMin que já tinha lágrimas em seus olhos. –Minnie...
—Como ele foi morto?_ O loiro perguntou engatinhando até a ponta da cama, deixando parte de seu corpo amostra.
—KangIn deixou que morresse..._ Sussurrou o mais velho se aproximando e acariciando os cabelos do menor, que se desfez em lágrimas. –Não chore meu pequeno, logo Hae estará conosco novamente!
—Eu irei sozinho?_ Kyu perguntou, erguendo-se e ficando nu aos olhos dos dois homens.
—Não... HyukJae irá com você!_ Disse LeeTeuk, sentando-se na cama puxando o loiro para seus braços e o reconfortando. –Por favor, KyuHyunnie faça o que for preciso para trazer Hae de volta...
—Quando foi que eu falhei em alguma de suas ordens?_ O moreno perguntou já vestido e com um sorriso sacana nos lábios. –Cuide do meu Minnie enquanto eu estiver fora, LeeTeuk...
A porta foi fechada novamente e com o mesmo sorriso nos lábios, o moreno seguiu ao seu destino. Sabia que HyukJae ficaria uma fera quando soubesse o porque de estarem indo até aquele lugar que sempre julgara medonho. Com um último suspiro, o moreno chegou até a grande porta de entrada onde HyukJae lhe esperava.
—Achei que nunca viria, LeeTeuk lhe disse porque estamos indo até aquele lugar?_ O mais velho perguntou despreocupado, encostado em uma das pilastras.
—Porque ele sempre te poupa do sofrimento HyukJae?_ KyuHyun riu atravessando a grande porta. –Estamos indo buscar a alma do seu tão amado DongHae...
Aquilo fora como uma facada em seu coração, os olhos escuros se arregalaram e a raiva lhe consumira. HyukJae não podia acreditar naquilo que o moreno mais novo lhe dizia.
—Quem, me diz quem foi o filho da puta... DIGA QUE EU O MATO AGORA!_ Gritou furioso HyukJae, ouvindo a risada gostosa escapar dos lábios cheios de Kyu.
—Primeiro iremos resgatar a alma do peixinho, depois eu lhe conto quem o deixou morrer, e tem mais... Quando souber quem o deixou morrer será ainda mais prazeroso matá-lo, isso se o nosso querido líder deixar!
Certamente esta pessoa sofreria nas mãos de HyukJae.
Notas finais
Eu me mudei pro AnimeSpirit ( www.animespirit.com.br/jullyb ) e alias, eu já comecei a postar a fic lá... Por favor eu gostaria que vocês me apoiassem lá também, não quero perder todos vocês assim! Por enquanto eu não estou com tanto leitores que como eu tenho aqui, mas eu espero que com o tempo isso mude...
Saranghae meus leitores!♥♥♥
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