M E N I A
11 Sábios, K.Os, Explosões e Destinos - Part.2
Notas iniciais
Vejo vcs lá em baixo!!
Em Cyber City...
7:00 a.m
– Bom dia, Tiag--Puf — Bernardo é interrompido por um travesseiro na cara — Hey!!
– Ah! Era sí você, bom dia — disse Tiago fazendo um "V" com as mãos.
– NÃO FALE COMO SE NADA TIVESSE ACONTECIDO! — gritou Bernardo.
– Desculpa, mas achei que era a MISAKA!
– Quem é MISAKA?
– Sei lá, mas ela está aparecendo de 10 em 10 minutos na minha janela.
– Keh, uma adimiradora?
– Acho que você deveria estar mais preocupado por alguém ter invadido o laboratório, não? — perguntou Tiago com um tom divertido.
Três pontos apareceram ao lado de Bernardo um de cada vez no lado esquerdo de Bernardo.
– . . . — ele pensa, Tiago suspira — MEU LABORATÓRIO!! MILENA!!
– Ah, ele percebeu.
– Até mais Tiago!! — Bernardo se despede e sai correndo, uma gota desce pela treseira da cabeça de Tiago.
. . .
Num quarto de paredes verdes e chão madeira refinada, uma menina de cabelos bem encaracolados e negros estava deitada em sua cama, usando uma blusa by Text-Enhance\">social azul com alguns botões abertos e usando um short comprido preto. Parecia estar em um sono profundo, que infelizmente iria ser enterrompido, pois seu by Text-Enhance\">chefe estava vindo em diração ao quarto da menina, desesperado.
– MILENA! — gritou Bernardo
A menina foi obrigada a acordar para atender seu mestre chorão, pegou seus óculos, e foi em direção a porta enquanto fechava os botões da blusa.
– Bernardo-senpai. O que houve? — perguntou Milena abrindo a porta enquanto fechava o último botão da blusa.
Em vez de responder, ele ficou totalmente corado e fitou o local onde Milena estava fechando o último botão (FAN-SERVICE!!). Milena ficou irritada e perguntou:
– Vai me dizer o que houve ou não?
Bernardo ficou mais ainda corado, apontou para a blusa de Milena rapidamente.
– V-Você ia tirar isso? — perguntou Bernardo ainda mais corado (se era possível).
Os olhos de Milena não ficaram mais visiveis, a luz refletiu neles, os deixando brancos por causa do óculos.
– SEU PERVERTIDO!! — gritou Milena dando um chute lateral em Bernardo fazendo ele voar.
– ESTOU DECOLANDO DENOVOOOOO! *Plim*
~
– Hum... ninguém invadiu o laboratório, senpai. Tem certeza do que ouviu? — perguntou Milena que agora usava um sobretudo branco que cobria o corpo todo.
– Tenho, o Tiago me contou — disse Bernardo respondendo a indagação — Hã, tem certeza que não esta com calor Milena?
– EU NÃO VOU TIRAR ISSO ATÉ VOCÊ PARAR DE SER UM PERVERTIDO E SAIR DAQUI!! Cahan, bom, Tiago deve ter visto coisas, só posso dizer isso... Ninguém estrou no perimetro senpai.
– A-Ah... E-Entendo — uma gota desceu pela testa de Bernardo que dava um sorriso forçado.
– Não, o escravo 2 não viu coisas, eles realmente viu alguém, e esse alguém é minha prima tentando entrar, pelo jeito a única entrada possível era pela janela do escravo 3 — disse Elliot entrando junto com uma garota de cabelos castanhos curtos e olhos sem irís, ela possuia um óculos acima de sua cabeça e usava o uniforme da Academia de Extrarrense.
– ''Sou MISAKA'' disse Misaka se apresentando.
– Ela narra o que ela mesma diz? — perguntou Bernardo para Elliot coçando a cabeça.
– Sim, é uma mania dela. E da suas outras 10.000 irmãs — disse Elliot normalmente.
– Q-Quantas? — perguntou Bernardo perplexo.
– 10.00, antes era 20.000
– O-Oh! Claro, é perfeitamente normal isso — assentiu Milena com uma gota.
– Ei, que barulho é esse? — perguntou uma menina com a voz sonolenta.
– Ah, ohayo Anna-san — saudo Milena a sonolenta.
– Claro, o raio pra todo mundo. Sabia que fazer macumba é feio? — perguntou Anna balançando a cabeça desapontada.
– Ohayo quer dizer ''bom dia'' em japonês, Anna-chibi — respondeu Bernardo com um sorriso sarcastico.
– Vai chamar outro de anão, seu duende de laboratório! — retrucou Anna com raiva.
– Isso você sabe, é burra mesmo.. — riu.
– Ora seu... Seu demente de mer**! — brandou Anna tacando um livro na cara de Bernardo.
– Oh kami-sama... — murmurou Milena com uma gota — Bom, MISAKA, por que está aqui?
– ''Vim até aqui para dar uma mensagem ao priminho'' disse Misaka respondendo sua indagação
– Hum? Que mensagem? — perguntou Milena.
– ''Que hoj-- '' Misaka não podecontinuar pois foi interrompida pelo priminho.
– A mensagem é privada, Myli, apenas o mestre pode saber — avisou Elliot com indiferença na voz — MISAKA-nee-chan, pode ir.
– ''Afirmativo'' disse Misaka mostrando que entende seu pedido.
– Acho que vou demorar a me acostumar — riu[Milena] sem graça.
– Quer que eu te quebre toda, chibi? — ameaçou o moreno.
– Pode repetir? Não entendo dementez — caçoôu Anna.
– Mestre, a hime vai acordar assim — advertiu Elliot.
– Hime? Bernardo, você quarda uma princesa nesse laboratório do diabo? — perguntou Anna — Seu hentai!!
Bernardo fitou-a zangado e olhou para Elliot.
– Elliot, tenho uma missão para você, Diretriz 51551.
– Ativado, tome aqui os resultados da sua pesquisa dadas pela MISAKA — Elliot abriu um inventário e mando um e-mail com as informações para Bernardo, o mesmo abriu, leu rapidamente e assentiu — Se me der licença — Elliot sai de lá.
– Quem é hime, senpai? — perguntou Milena.
– Ah, é um apelido que Elliot deu para a Sissi... — respondeu ele.
– O que?! O cabeça-de-lata tá começando a ficar muito intimo da Sissi, aquele maldito! — Anna começa a estalar os nós das mãos.
– Calma Anna, Elliot é um cyborg, ele não irá fazer nada com ela, vá se arrumar, vamos agora para os sábios.
– WHAT?? São 7 da matina!! Não vou nem morta!
– Vamos logo, é longe daqui!
– AFF! Você não manda em mim, eu vou ficar bem aqui!! — Anna senta no chão e cruza os braços em forma de protesto.
– Anna-san, você parece uma criança... — comentou Milena com uma gota.
– Ah, cala boca, eu que não vou!
– Anna, precisamos ir o mais rápido possivel antes que a Sissi acorde!
– Por que? Me de um bom motivo!
Bernardo suspirou derrotado.
– Ok, eu conto. Nós precisamos ir antes da Sissi acordar pois ela tem um poder que foi banido a vários anos, só não sei qual é — contou Bernardo — Poderes banidos consomem muito do receptáculo mágico de uma pessoa, e como a Sissi é uma S.A.R, e vei antes do prazo, ela tem um grande risco d--
– Mestre, a hime parece que vai acordar, vocês precisam ir, irei desligar seu relógio — avisou Elliot seriamente.
– Ei, perai! Q-Qual é esse risco? — peguntou Anna assustada, que estava sendo empurrada por Milena até seu[Anna] quarto.
– Vamos, você precisa se arrumar, irei chamar o Tiago-kun — avisou Milena se dirigindo a porta.
– Você vai com a gente, Milena? — perguntou Bernardo.
– Não, ficarei lá em baixo supervisionando os arredores e fazendo meu trabalho, melhor previnir do que remediar, senpai — ela deu um sorriso e saiu.
Alguns minutos, todos já estavam prontos, Elliot estava sendo ensinado por Milena como se cozinhava. Tiago estava ouvindo a explicação de Bernardo sobre o porque de terem que ir com tanta pressa. Anna estava pegando uma caixa de brownie.
– Entendeu, Elliot? — perguntou Milena.
– Hai, eu serei um ótimo cozinheiro para a hime — afirmou batendo continência.
Milena deu um suspiro cansado e olhou para os outros com um sorriso.
– Boa sorte, descubram mais sobre o que houve com a Gegê, o.k? Ja nee!
– Té mais Milena — Bernardo despediu-se se dirigindo para a porta.
– Aff, vamos logo, tchau Milly — falou Anna de mau humor.
– Tchau! — Tiago fez um ''V'' com a mão e foi embora.
Milena deu um tchau para Elliot e foi para o subterraneo.
– . . . Como se usa isso...? — perguntou olhando a colher.
Em Kartos...
Naquela manhã fria, uma garota via o Sol nascendo por de tras das montalhas e dos prédios gigantescos. A garota assistia tudo pela janela do quarto que ficava acima da loja Beautiful Butterfly.
– Ora ora, está acordada há essa hora da manhã, Georgia-san? — perguntou Beatrice que chegou por trás da pensadora Georgia. — Devia ter dormido mais, você sabe que no seu estado, você precisa descansar muito.
– Não se preocupe, pode ser 6 da manhã, mas eu me sinto muito bem para começar o dia, Beatrice — Georgia se levanta e sai do quarto deixando apenas Beatrice, agora que refletia.
– Esses S.A.Rs... mesmo depois do que eu contei para ela ontem... — disse Beatrice seria.
– Então vocês são S.A.Rs, certo? Que interesante — disse Beatrice com um brilho nos olhos.
– Por favor, nos leve para Cyber City, o meu amigo vive lá, e eu acho que ele é o único que pode me mandar de volta pra Terra — Georgia comentou com uma certa ansiedade.
– Sinto muito, mas... Vocês não tem carteira aqui nessa cidade. Então, mesmo eu as levando, só eu poderia sair, vocês iam ser presas ou ficariam dentro da cidade até virarem cidadãs de carteira — explicou Beatrice.
– Desculpa, mas o que é essa carteira em? — perguntou Ianã que afiava seu facão.
– A carteira é como uma identidade, mas é utilizada apenas para os menores de 20, como vocês, mas só aqueles que tem essa carteira podem entrar ou sair dessa cidade — explicou Beatrice.
– Mas por que nós seriamos presas? — perguntou Georgia.
– Pois se vocês não tem carteira, isso significa que vocês invadiram a cidade, e isso pode ser considerado crime — concluiu Beatrice.
– Isso é um problema — comentou Ianã agora afiando sua espada.
– O que vamos fazer? — perguntou Georgia pensativa.
Porém, esse momento de pensar foi enterrompido por uma aura branca envolvendo Georgia, a mesma ficou tonta e caiu. Ianã consegue segura-la a tempo e a ficou olhando assustada.
– O que houve com ela? — perguntou Beatrice medindo a temperatura de Georgia. — Ela não esta com febre, mas está com uma aparecia totalmente acabada.
– Ei, Georgia, que dia termina seu prazo? — perguntou Ianã quando viu que Georgia havia abrido os olhos.
– Acho que... terça-feira depois da semana que vem — respondeu Georgia levando a mão a testa.
– Ah, damn it! A po**a ficou séria! — disse Ianã se levantando bruscamente e indo até Beatrice. — Me diga! Você tem algo que regularize poderes?
– A-Algo que r-regularize poderes? — perguntou Beatrice engolindo em seco — Você está maluca? Elas foram banidadas, são drogas!
– Quer que essa pirralha morra sem ao menos tentar algo? — perguntou Ianã seriamente.
– M-Mas...
– Me diga, você quer? Em? Aceitaria assim tão facilmente esse peso nas costas? — perguntou Ianã com uma expressão assustadoramente séria.
– Tsc... Tudo bem, eu irei ajuda-la, vou ter que correr riscos, mas ela não deve sair dessa casa, se me derem licença, Ichiya mostrará o quarto de hospedes, Ja nee! — Beatrice sai do quarto deixando apenas Ianã e Georgia que se levantava.
– Eu... posso morrer? — perguntou Georgia um pouco tonta.
– Não só morrer como pode destruir uma casa inteir, apenas por ter sobre-carregado, bom, até mais — disse Beatrice saindo do quarto de vez.
– Georgia Cherish... será que aquilo não te abalo? — perguntou Beatrice a si mesma.
Georgia tinha descido as escadas indo em direção há cozinha da casa que ficava bem atrás da loja, a casa e a loja eram inter-ligadas, deixando mais facil a ida e a volta dos donos da loja.
Na cozinha, não tinha ninguém além da pensativa Georgia, que estava um pouco confusa, ainda ontem a noite, Beatrice tinha dito que agora o único lugar seguro era a loja e a casa, pois agora elas tinham uma barreira mágica que a Beatrice tinha feito com ajuda de um livro que a tia dela usava.
Georgia se dirigiu há geladeira, lá tinha um pudim, duas gelatinas, quatro barras de chocolate, 8 ovos e dois pacotes de pocky de sorvete, que estavam a ponto de derreter e dois pacotes de suco de tomate.
– Que geladeira mais saudavel — comentou Georgia, ela pega o pudim e um copo que ficava ao lado da geladeira em cima de uma mesa, ela se dirigiu ao local aonde tinha água e encheu o copo.
Foi até a mesa que se localizava no centro da cozinha, puxou um dos bancos e começou a comer o pudim, sinceramente, o pudim em anime é bem mais gostoso (off course, estamos em Menia e.e).
– Gulosa, sabia que pudim não alimenta? — disse uma voz conhecida, era o maldito do Ichiya.
Georgia tremeu na hora, ele não tinha ido para a Blue Pegasus?
– Maldito, devia ter voltado para o Pegasus Azul quando podia — disse Ianã que apareceu do nada afiando a adaga (N/A: Ela sempre ta afiando algo XD).
– É Blue Pegasus, man! — disse Ichiya fazendo pose.
– Claro claro... se eu fosse otome até que eu ia me importar em falar certo ou não, mas por enquanto vai ser traduzido mesmo — disse Ianã não dando muita importancia com o que Ichiya dizia.
– Você é muito despreocupada, man! Eu gostei, man! — disse Ichiya pulando em cima de Ianã.
– S-S-S-Sai de p-p-p-p-perto!! — disse Ianã parando de afiar a adaga.
– ICHIYA!!!!! — gritou Beatrice dando uma voadora em Ichiya o fazendo cair no chão quase morto.
– M-Man... — disse ele sua última palavra antes de desmaiar. (N/A: Esse foi o K.O do cap. ^^)
– Pela primeira vez eu senti pena dele... — comentou Georgia com uma gota na cabeça.
– Unf, maldito, ele ficou aqui, um dia eu o mato, ja volto meninas — Beatrice pega Ichiya — vou jogar o lixo fora.
Ela sai.
9:00 a.m
– ITADAKIMASU!!! — gritou Beatrice que logo atacou o yakisoba.
– Ita o que? — indagou Ianã enquanto pegava os hashis.
– Itadakimasu, Ianã. Significa ''obrigada pela comida'' em japonês! Como pode ser uma S.A.R se nem sabe japonês? — perguntou Beatrice enquanto comia.
– Sinto muito... mas não sou tão fanática como a Sissi, que aprende japonês apenas vendo anime — disse Ianã.
– ACHIM!!!! — espirrou Sissi.
– Pobre hime, ninguém gosta dela — disse Elliot dando um suspiro.
– CALA BOCA SEU IDIOTA!
– Alguém deve ter espirrado — comentou Beatrice.
– Beatrice... — começou Georgia.
– O quê? — perguntou Beatrice.
– Qual é o seu poder?
– Ah, posso congelar o tempo durante vasto segundos para alterar ou criar uma extrategia de campo de batalha. Uso mais ataques corpo a corpo e também utilizo espada, mas bem raramente.
– Hum... Beatrice!
– Que foi?
– Pode me ensinar... a lutar? — perguntou Georgia meio inserta.
– A lutar... você diz — Beatrice levanta os hashis e da um sorriso superior — Você acredita em si mesma, Georgia Cherish?
– Claro que acredito, que raios de pergunta é essa? Prentende virar sr. Miag é? Eu não quero aprender karate, e sim a lutar — brandou Georgia.
– Oe oe... calma, nem deixa eu corti o meu momento, você é muito má — disse Beatrice com voz de choro. — Ok, vou te ensinar alguns movimentos basicos.
– S-Sério? — perguntou Georgia animada.
– Hai hai! LOGO APÓS O ALMOÇO!! — afirmou Beatrice já atacando novamente o pobre yakisoba.
Tanto Georgia e Ianã ficaram com uma gota.
20 minutos depois...
O campo era enorme, em volta dele havia um campo de proteção cor aroxado. Beatrice estava preparando o campo para o treinamento, Ianã apenas observava com uma cara de poucos amigos em direção do pequeno animal que se encontrava ao lado da mesma.
– Mas que droga é essa? Bichinho de estimação? — perguntou ela a si mesma em pensamento.
– Ei ei!! Não me chingue, eu sou o nakama da Bea-chan! — gritou aquele bichinho como se estivesse ofendido.
– Tsc... era só que me faltava, melhor eu voltar a afiar! — logo após dizer isso, 5 adagas apareceram na frente de Ianã, Ianã volta a afialas não dando mais inportância a nada.
– Beatrice! Anda logo, eu quero muito aprender!! — dizia Georgia já entendiada. Demorava tanto assim para se escolher uma arma?
– Palma palma, não criemos canico! — disse Beatrice consentrada. O que se passava em sua cabeça pra ela demorar tanto assim?!
Beatrice POV's On:
Ótimo, finalmente vou poder utilizar as espadas que a Kaede-Oba-san me deu. Mas é uma pena que o Inuyasha-kun nem me ensinou a manejar a tesaiga.
– Tsc... baka nii-tan!
– Ba... o que? — indagou Georgia confusa.
– N-Nada não, he — melhor eu pegar a espada d'agua logo. — Pronto! Vamos!
– Finalmente! — suspirou Georgia aliviada. Melhor eu tomar cuidado, ainda não sabemos o tipo do poder dela, preciso pegar leve.
– Posso pegar uma espada dessas pra mim também? — perguntou Georgia.
– Nem! Precisamos começar com o básico!
– Mas você ta com uma espada de água, isso por acaso é básico?
– Cof, quem disse que eu que ia começar com o básico? — perguntei com um sorriso vitorioso mas disfarçado.
– Maldita! Muito bem, vamos lá espadinha de madeira, vamos ver o que você sabe fazer, HADUKEN!! — ela estica os dois braços e fica girando o pedaço de madeira fazendo involuntariamente a forma de um circulo.
– Keh, acha que consegue fazer um haduken com um pedaço de madeira, não seja de idiota! — ri.
– Sua... — ameaçou ela.
Ela vem numa velocidade rasoavelmente rápida, logo dando um corte lateral com o cabo frontal da espada de madeira, me defendi com o braço, vi a abertura e dei uma rasteira nela. A mesma cai no chão de costas, rapidamente volta a se levantar e desfere um chute na minha perna direita com a intenção de me fazer cair também, porém sou mais rápida e bato o cabo da espada nas costas de Georgia e a chuto longe.
– Não tente ataques que você não sabe lidar! De vez em quando eles vão contra você — comentei me preparando para o próximo ataque. — Mas não posso deixar de dizer, você tem até que uma velocidade boa pra alguém que viveu entre os humanos da Terra.
– Já tinha feito lutas marciais antes, só não sei usar muito bem a espada, ou seja lá o que isso seja — confessou Georgia com um sorriso.
– De vez em quando eu pego pesado quando estou com uma espada, por isso uso raramente — confessei.
– Percebesse... — disse Georgia com as mãos nas costas.
Ri por vastos segundos.
– Agora que eu vi seu meio de batalha, vou melhorar seus defeitos, Sora! — um pequeno gato negro voa até os meus ombros — Por favor!
– Hai hai, Bea-chan!! Temparius no Sora! — um relógio enorme aparece na nossa frente, estava marcado 50 minutos. — Huhuhu, o que pretende, Bea-chan?
Aquele era o Sora, o meu gato, ele era de um negro muito puro e tinha olhos roxos como os meus. Seu poder era Marcador de Tempo, ele marcava o tempo precisamente dependendo do motivo, ele não é um exceed, e sim, um youkai!
– Keh, quero marcar quanto tempo essa dai consegue correr, sem tropeçar, ou sequer abrir os olhos, consegue? — perguntei mesmo sabendo a resposta.
– Off course! — respondeu ele com um sorriso franco.
– O-O que? Sem abrir os olhos? Como vou saber para onde ir? — perguntou Georgia.
– Ora, use seu sexto sentido, intuição feminina — parei por um momento — seus poderes...
– Ora sua... isso tudo é... — a enterrompi com um olhar sarcastico, fazendo a mesma sorrir — Vamos lá!
– O que pretende de verdade, Bea-chan? — perguntou Sora.
– Quero despertar os poderes dela pondo ela em situações dificeis. Se funcionou comigo... talvez... — pensei.
– Seu caso foi diferente, você não tinha um poder ja dentro de você, você só despertou a sua verdadeira natureza — respondeu Sora.
– Odeio quando você lê os meus pensamentos, aposto que fez o mesmo com a Ianã, não estou certa? — perguntei.
– Sua dedução pode estar certa ou errada, nyahaha! — riu ele.
– BAKA NEKO!! — disse puxando seus bigodes.
Beatrice POV's Off:
Georgia POV's On:
Suspirei fundo, pus uma faixa em meus olhos, como eu ia fazer aquilo, talvez sorte... Só um talvez.
– 3, 2, 1... JÁ! — Beatrice aperta um botão e o relógio começou a rodar.
Sai correndo do lugar aonde estava, senti algo a minha frente, supeitei que fosse um obstaculo, então pulei, por pouco não pisei naquilo que estava há minha. Senti que pisei em falso, e conseguentimente escorreguei caindo de bunda. Tirei a faixa dos meus olhos e olhei para trás.
– Só podem estar brincando comigo... — reclamei tacando o meu corpo para trás.
O obstáculo era composto por um tronco e logo a frente dele, sabão. Se eu tivesse pulado um pouco mais pra longe teria evitado aquilo.
– Hum... 13 segundos em pé. Novo recorde... — comentou o gato dando uma risadinha.
– Só isso? Vai demorar muito isso — reclamou Ianã que se encontrava no telhado.
– Como ela foi para ali...? — perguntou Beatrice com uma gota.
Suspiro, me levanto e volto pro ponto de partida e pus a faixa.
– Pode ir — informei.
– 3, 2, 1, já — disse Beatrice tocando o relógio novamente. O tempo começou a andar.
– Vou me esforça!! — começei a correr tentando prestar atenção apenas no sentido da audição.
Georgia POV's OFF
– Correr ou prestar atenção aonde anda, eis a questão — disse Sora dando uma risandinha.
– Vamos ter que esperar pra ver... — disse Beatrice, logo depois Georgia caiu denovo por causa do local estar com várias bananas. — Devia ter andando mais lentamente nessa parte! — avisou.
Georgia se virá pra Beatrice com um olhar mortal.
– Como eu ia saber? — perguntou com uma voz assustadora.
– Sei lá, hehe — uma gota desce pela testa de Beatrice.
– Hum, vai ser interesante — comentou Ianã guardando uma adaga e tirando um punhal.
– Vamos recomeçar até você acerta tudo, e só pra avisar, o terreno muda a cada vez que você cai, não vale decorar — advertiu Beatrice com um sorriso divertido.
– Todos me odeiam... só pode — resmungou Gê indo para o ponto de partida.
– Preparar, apontar... VAI! — cronometro começa a correr, e Georgia sai correndo novamente.
3 horas depois . . .
Georgia já tinha passado, o treino foi duro, mas finalmente tinha conseguido completa-lo, e Beatrice ainda mais tinha dito que ela tinha conseguido evoluir seu receptaculo. Beatrice nesse meio tempo tinha conseguido criar uma intimidade com Ianã e Georgia. Foi bem interessante, o único medo de Beatrice, era quando ela chegasse.
– Finalmente consegui evoluir, foi duro mas agora sei que posso ficar mais tranquila — comentou se expriguiçando.
– Foi ridiculo tudo isso, pode ter conseguido desenvolver-se mas é inútil você continuar — advertiu Ianã friamente.
– O que você disse? Eu me esforçei muito lá, agora os poderes que eu tinha na Terra já estão sumindo! — brandou Georgia irritada.
– O melhor que você devia ter feito era ter voltado para terra pelo portal de Cheritton, saindo logo daqui! Como eu sugeri — completou Ianã pondo a mão automaticamente na sua adaga, Georgia percebeu, ela pegou a primeira coisa que viu e se equipou.
– Não se atreva a me atacar! — brandou Georgia apontando a arma para Ianã, Georgia possuia em suas mãos uma enorme foice de cabo cor azulada e lámina demasiada brilhante.
– Georgia, pare! — brandou Beatrice pondo a mão no braço de Georgia, mas é enviada longe completamente queimada, ela havia sido eletrocutada.
– Bea?! — Ianã fitou a morena inconciente, seu corpo saia uma fumaça branca bem densa como um copo de café que acabou de ser feito. Ianã encarrou Georgia que estava estatica, deu pra perceber algo cristalino saindo de seus olhos, ela os fechou rapidamente. Ianã tirou a adaga do cinto e foi para cima de Georgia que parecia ter perdido o controle.
Porém, só piorou as coisas, Georgia se assustou com o ato e movel rapidamente a foice, desferindo, um golpe fatal em Ianã em sua cintura, a cortando ao meio.
Desmasiada luz tomou o corpo de Ianã, uma luz azulada. Logo ela foi sumindo aos poucos, deixando apenas uma chama Dourada para trás. Georgia sentiu seu corpo eletrizar, o que ela tinha acabo de fazer?
– Eu... matei elas duas — advinhou a castanha um pouco sombria, ela olhou a foice que sumiu em uma poira colorida. As lágrimas desceram dos grandes orbes verdes de Georgia, ela estava tremendo. Seria medo? Não, só tenção. — Eu realmente as matei... eu sou paté--
PAF!!! Foi a única coisa que foi permetida a ser ouvida nesse momento, Georgia maçageou a bochcha meio impresionada, sua cabeça se virou para o lado de onde veio o tapa. Lá estava, uma velha de cabelos grisalhos, um tapa olho(não é pirata), vestes antigas tipicas de sacerdotisas. A velha estava com um olhar sério e sereno, ela carregava Beatrice nas costas, que estava acordada olhando pelos cantos dos olhos uma Georgia desorientada.
– Você fez muito estrago, em minha criança — foi a única coisa que Georgia ouviu, antes de tudo ficar escuro.
Agora pouco, Georgia desmaio, e enquanto isso acontecia, Tiago, Bernardo e Anna estavam saindo do templo dos 5 Sábios, vamos acelerar mais 20 minutos, na hora que Zack e Janete aparecem, e tudo fica confuso, vamos nos focar, em Elizabeth Ellis e Elliot, o cyborg.
No Subterraneo...
O fogo estava queimando todo o óxigenio, o consumindo. A loira não conseguia se mover, o ar estava denso. A única coisa que ela ouvia era o estalo das chamas a sua volta. Algum tempo depois tentando recuperar forças, o fogo começou a abaixar, ela juntou todas as suas forças para poder mover, mas, de forma vergonhosa, apenas conseguiu se rastejar em direção a saida.
– Aonde está o E-Elliot? — perguntou olhando para todos os lados.
A loira continuo até que viu o corpo de Elliot soterrado. Ela lutava contra a dor que sentia em seus musculos, que berravam doloridos, quando chegou perto do moreno, viu que ele ainda respirava, dando-lhe a permissão de se sentir aliviada.
– Elliot, acorde, precisamos sair daqui... — disse com a respiração compassada, retirando as pedras — ou tentando -
de cima de Elliot.
Quando, depois de muito tempo, terminou de ajudar o moreno, sentiu uma dor enorme nas costas, tinha sido um chute? Não deu pra raciocinar, Sissi já estava patéticamente caida, totalmente indefesa. Ela sentiu um pé sobre o seu peito. Com dificuldade, abriu os olhos.
– Olha só, que patético, uma sobrevivente. Mais trabalho... — disse a menina com desgosto.
– Argh — murmurou Elizabeth de dor — Q-Quem é você?
– Eu sou a Pastora do Deserto, e vim acabar com os sobreviventes — a Pastora tirou uma adaga que foi tomada por vários grãos de areia — E você será a primeira...
Continua...
Ficha de Personagem:
Nome: Beatrice Werckmeister
Idade: 14 anos
Poder: Frozen Time
Gosta de: Pão de Mel, Kaede, Sora
Não gosta de: Ichiya, trabalho pesado, comam seu pudim
Pouco sabe sobre sua historia. Beatrice teve seus pais mortos na ultima guerra meniana aonde foi obrigada a se esconder, porém tem medo de se aproximar dos outros.
Notas finais
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Elizabeth: Quem era aquela mulher?
Elliot: Não saberemos.
Elizabeth: Por que tudo esplodiu?
Elliot: Não saberemos.
Elizabeth: Eu vou sobreviver?
Elliot: Não saberemos.
Elizabeth: Quando você vai parar de falar isso?
Elliot: Não saberemos.
Elizabeth: No próximo capitúlo de M E N I A - Anime's Land. Sábios, K.Os, Explosões e Destinos - Part.3 ''Quando a nossa versão da história finalmente é revelada'' Finalmente!!
Elliot: Saberemos.
Elizabeth: e.e
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