Mãos Calejadas
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"-Em- Emma, m- mais, r-rapido.. Po por fa... Vor... M.. Mais.. Forte...
A morena disse em meio a gemidos de desejo, e a loira atendeu seu pedido, a estocou mais algumas vezes, o mais rápido que podia, seus gemido se misturavam, a loira alcançava seu ápice ainda que fosse inacreditável, com corações acelerados gemeram uma ultima vez o nome de ambas entregando-se ao orgasmo matinal mais arrebatador de ambas. Emma retirou os dedos de dentro da morena e chupou um a um sensualmente, deixando Regina com um sorriso no rosto, a loira nem parecia mais aquela mulher tímida de algum tempo atrás...
–Delícia!
Disse a loira com um sorriso lascivo nos lábios enquanto beijava a morena..
–Emma, onde você está aprendendo essas coisas?
Perguntou a morena sorrindo enquanto beijava sua amada...
–Com uma professora maravilhosa!
Respondeu a loira, sorrindo dando um último beijo em Regina deixando a morena finalmente se arrumar! Depois de tomarem outro banho e devidamente vestidas desceram, de encontro a ruiva para verem como estava a criança que a mesma carregava, seria um dia, ou melhor, uma tarde cheia, já parte da manhã Regina e Emma haviam passado fazendo amor, sorte que o pequeno estudava em tempo integral ou poderia o mesmo ter um pequeno trauma de infância, flagrando as mães se agarrando assim como Júlia flagrou, saíram as três na caminhonete de Regina, duas mulheres com sorrisos no rosto, e uma terceira com una enorme apreensão na alma ainda que não demonstrasse..."
Dentro do carro o clima era de descontração, Regina ainda estava um pouco surpresa com a desenvoltura sexual de Emma, Emma depois de ter experimentado sua primeira relação sexual, digamos que só pensava naquilo, Júlia ia calada bo banco de trás até fazer un comentário que as fez rir...
–Olha Emma, se você continuar desse jeito vai acabar sendo presa, olha o pescoço da Regina, ou deixando ela grávida antes do casamento...
Disse a ruiva fazendo Regina pela primeira vez observar o estado de seu pescoço, era verdade não havia um pedaço que não houvesse uma marca, mas isso ela resolveria com uma echarpe, Júlia ter comentado que Emma a deixaria grávida fez a morena dar um sorriso cúmplice para Emma, um fato que não era sabido da morena é que ela amava crianças, e ter um filho gerado em seu ventre a deixava demasiadamente feliz, chegaram ao consultório que Regina havia marcado a consulta claro que antes de descer a morena deu um jeito de esconder as marcas rochas que gritavam em seu pescoço e por um acaso encontraram com Zelena, a ruiva tinha ido pra um check up, uma consulta de rotina, afinal médicos também precisam de médicos, ruiva que estava caída de amores pela irmã de Regina, mas mesmo depois da morte de Mary ainda não tinha se aproximado, após cumprimentar as três mulheres chamou sua futura cunhada de canto...
–Regina, eu sei que não temos muita intimidade, mas...
E antes que ela terminasse a morena interveio...
–Mas você esta, e é apaixonada por linha irmã e não sabe como se aproximar!?
A morena disse em meio a risos, pois Zelena estava mais vermelha do que a blusa que a ruiva usava, e antes que ela se engasgasse, a morena continuou...
–Fics fria, Zel, sim vou te chamar de Zel, eu notei uma certa quedinha da Tinker por você, como você sabe onde moro, faremos o seguinte, vou intimar Tinker pra um jantar, e você também está convidada, ai depois fica por sua conta, te espero as 20:00 horas e não se atrase...
Disse Regina se virando indo em direção a Emma e Júlia, antes mesmo que Zelena desse qualquer resposta. Júlia soava, temia mais pela vida de seu filho do que pela própria, ela sabia que teria que arcar com as conseqüências de una vida regada a drogas, e arcaria, mas seu filho não merecia, depois da ficha de atendimento devidamente preenchida, elas entraram no consultório e foram atendidas, por um médico pra lá de simpático Dr° Geppeto Booth, um senhor já de idade mas doce e gentil, ele fez a medição periuterina de Júlia, calculou a idade gestacional da mesma e o parto seria pra daqui duas semanas, ouviram o coração do pequeno no sonar, o que emocionou as três mulheres, e por fim realizou o exame de ultrassom...
–Vocês sabem o sexo da criança?
Perguntou o doce senhor as três mulheres no consultório..
–Não, mas eu acho que é um menino...
Disse Júlia, ouvindo o coração de sua criança batendo dentro de si a deixando emocionada...
–Senhoras, se já compraram o enxoval vão ter que trocar pois é uma bela menina...
Respondeu o médico, fazendo elas se entre olharem e se lembrarem da noite anterior quando Rolland abraçou a barriga de Júlia dizendo ser uma menina, mas preferiram ficar calada, Regina se lembrou que deveria ter uma conversa com seu filho depois, mas não era momento pra isso, enquanto Júlia se limpava e se vestia, o médico prescreveu algumas vitaminas para ela e a bebê, e Emma e Regina abraçadas esperavam do lado de fora, enquanto a ruiva saia do consultório sorrindo, una figura se aproximava das três causando espanto em Júlia, surpresa em Emma, e desconfiança em Regina...
–Sr° Gold, boa tarde!
Disseram Regina e Emma em uníssono, enquanto Júlia o fitava com o olhar un tanto angustiado...
–Papai, o que faz aqui??
Perguntou a ruiva causando a surpresa das duas mulheres a sua frente, mas como era de se esperar o velho apenas respondeu...
–Nós precisamos conversar, e quando digo nós, me refiro a nós quatro, então me encontrem no Dinner's em meia hora.
Disse o velho se retirando enquanto andava com certa dificuldade se apoiando em sua bengala, as três se entreolharam surpresas durante o tempo que esteve com Júlia a mesma nunca disse a Regina sobre sua família e a morena preferia não insistir, já Emma estava apreensiva pois sabia que devia favores ao velho e dentro dela surgia um certo medo! Caladas seguiram para o restaurante sugerido pelo velho, ao chegarem o encontraram já sentando tomando calmamente uma xícara de café, e elas seguiram e se sentaram, Regina e Ema de frente a ele, e Júlia a contra gosto ao lado do pai, ha anos não se falavam, não porque ele não aceitava a homossexualidade de sua filha, mas pelo simples fato dele a achar uma tremenda mal caráter, ao menos até aquele momento! Sem mais esperar ele começou a falar...
–Júlia, minha filha, eu sei que você está doente, e sei que não procurou essas duas atoa, provavelmente vai entregar esse filho a elas! Eu quero me perdoe pelo mal caráter que fui, sei que te fiz sofre quando fui casado com sua mãe, eu era um crápula, mas a morte da mulher que amei ha alguns dias atrás, me fez repensar minha vida, estou a beira da morte, não deve me restar mais de um mês, câncer pulmão maldito hábito do tabaco, essa criança merece um futuro pleno, e é ai que vocês duas se encaixam.
Disse o velho se virando e apontando para Emma e Regina que até o momento não entendiam patavinas, mas a surpresa seria maior para a loira, pobre Emma, sempre em meio as alegrias haveria surpresas, e então ele prosseguiu...
– Senhorita Swan, a essa altura do campeonato sei que não está entendendo nada, só peço que não julgue os motivos de sua mãe, ou meus, e sim, eu sou seu pai, mas antes dele eu e sua mãe tivemos um romance, e posso dizer que ela foi a única mulher que amei, não ficamos juntos, pois ela fugiu quando soube de minha família, ela dizia que nunca poderíamos ficar juntos, que ela era uma pobretona e eu dono de metade da cidade..
A essa altura a cara de espanto das três era geral, Emma e Júlia eram irmãs, Emma ficava pálida, ela não queria pensar mal de sua mãe, então sem interromper ela deixou que o homem a sua frente prosseguisse...
–Emma, sua mãe fugiu, e eu nunca soube que ela esperava uma filha minha, no caso você, eu jamais permitiria isso, eu a procurei, e por incrível que pareça ela sempre esteve perto, só deaconfiei de algo quando te vi na calçada da minha loja, você têm os olhos de sua mãe, e o nome dela em seus documentos me fez ter certeza disso, eu consegui uma amostra do seu DNA, e comproveu i que suspeitava. Emma não a julgue ela fez o que achava ser o melhor...
Gold terminou de falar e estendeu a mão para Emma, ele esperava que a mesma ralhasse com ele, o xingasse e dissesse ser mentira, mas a atitude da loira surpreendeu a todos na mesa...
–Gold, bom parece que as pessoas que conheço têm que estar sempre indo embora, eu não os julgo, minha mãe teve seus motivos, e você os seus! Quem diria, sou irmã dessa chata...
Disse Emma segurando as mãos de Júlia e do pai, Regina se enternecia com a cena, mas também se entristecia, Emma acabara de perder a mãe, assim que conhece o pai de verdade e a irmã que nunca teve em breve os perderia, era de deixar qualquer pessoa triste...
–Então, eu sei que me deve um favor, e a única coisa que peço e que a filha de Júlia, tenha o nome das mulheres que amei, já que vocês cuidaram delas, seria Marya Júlia, apenas isso, sei ambas iram concordar, tenho muito bon gosto...
Disse Gold arrancando um sorriso de ambas que apenas acenaram concordando com o nome, era bom saber que sua mãe havia sido amada, os quatro continuaram por nais um tempo ni restaurante, entre piadas e risos, inclusive o fato de Emma namorar agora sua ex cunhada, tudo era motivo para risos e brincadeiras, após algum tempo se despediram, com Regina convidando Gold para o jantar em sua casa nada mais justo do que ele passar um tempo com as filhas, e assim Júlia não se sentiria tão deslocada em um jantar de casal, tendo seu pai ao lado para lhe fazer companhia, Regina em seus pensamentos, se questionava se a vida poderia lhe surpreender ainda mais, essa era apenas uma das pequenas surpresas que a vida tinha reservado tanto a ela quanto a sua amada...
Continua 19...
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