Máquina do Tempo

2 Segunda parte


Notas iniciais
Boa leitura!

Eu mato, sem poder matar-me

Nas vielas eu violo as damas

Vingo todas, sem poder vingar-me

Sem ama-las, já que não me amam.

Tão cruel, sou por injustiça

Minha alma é por demais que franca

Um pequeno que atrai por birra

A vista errante das demais crianças...

Que adianta, nobre do perdão?

Se sua prática é demais insana...

Tem preço, mas se cobra em vão

Tendo o banco das virtudes pouca grana!

Meu ódio, bom é que se entenda

Com o povo bem banhado a lama

Todos autos, sem ninguém que manda

Realmente, em suas vis despesas!

Notas finais
continua...