Notas iniciais
SHE'S JUST A GIRL AND SHE IS ON FIREE E E E E EE
(A música ta na minha cabeça kkk)
bom, demorei mas ta ai.
quero comentarios viu?
eu gostei desse cap.
tomaram que vcs gostem tb

No momento em que pisei no chão fora de minha casa pude ouvir o caos que estava NY.

Parece que uma super audição também é um poder dos vampiros, porque eu tenho certeza que estava escutando mais coisas que uma pessoa normal consegue.

E então, senti um cheiro.

- Está sentindo? — perguntou Nina.

- Aham – respondi – Preciso. Rápido.

Olhei para todos os lados. Em todos os cantos você conseguia ver um “vampiro” se alimentando.

- Onde vamos encontrar alguém? – perguntei desesperada.

- Relaxa. – Drake riu.

- Eu preciso! – gritei e sai correndo.

Corri alguns quarteirões e entrei na primeira casa que senti cheiro de sangue e não conseguia ouvir o barulho de ninguém se alimentando.

Entrei e me deparei com uma família sentada jantando.

Uma mulher, um homem e dois menininhos que aparentavam ter uns oito anos.

Não tinha percebido, mas Drake e Nina estavam logo atrás de mim.

Nina pegou a mulher para ela.

- Eu não consigo me alimentar dos meninos – eu disse – Não tenho coragem.

- Tudo bem, pode ficar com o cara grandão.

Sem dó, sem piedade, ele pegou os menininhos.

Avancei no homem e finquei meus dentes em seu pescoço. O sangue dele invadiu minha boca como se fosse agua. Eu estava tão desesperada que não deixava que minha boca ficasse vazia nem por um segundo.

Eu me sentia bem, completa, satisfeita.

Mas então a frequência que o sangue chegava a minha boca foi diminuindo, e de repente parou.

- Eu preciso de mais. – eu disse jogando o corpo morto do homem no chão.

- Que apressadinha – disse Nina.

Também preciso – disse Drake terminando o de se alimentar do segundo menininho.

- Onde vamos agora? – perguntei.

- Achar mais alguém para se alimentar oras. – disse Nina.

Ny estava um desastre, pessoas correndo para todos os lados, vampiros se alimentando em cada rua, humanos largados chorando pela morte de seus parentes.

E então eu vi ele.

Meu professor de química, como eu odeio esse cara.

Corri até ele.

- Lucy! – ele disse aliviado – por deus, olhe o que está acontecendo! Precisamos fugir.

- Na verdade, não.

- Como assim? Onde está seu namorado? Ele sobreviveu?

- Meu ex namorado, estará morto em breve.

- Lucy... – ele disse, e então eu mostrei meus dentes – Você é um deles! Não faça isso comigo, eu te imploro!

- Eu te implorei para não me deixar de recuperação.

Fiz com ele a mesma coisa que fiz com o outro homem, e dessa vez foi ainda melhor.

Matei umas 7 pessoas até que enfim me senti saciada.

- Bom – eu disse limpando os lábios. – São três horas da manha, o que fazemos agora?

- Todos os vampiros vão para uma casa a alguns km daqui. Vamos ficar lá até a próxima noite, e depois repetiremos o processo, sempre indo em frente.

- Eu posso saber em que diabos de casa vão caber 106 Lábios Vermelhos?

- É um Hotel, na verdade. – disse Nina.

- Vamos? – perguntou Drake.

- Correndo? – perguntei.

- Não! – Nina riu – Temos vários ônibus guardados na rodoviária, eles levarão todos nós.

- Quem é que organiza tudo isso? – perguntei.

- Eu – disse Nina envergonhada.

- Entendi. Vamos? – perguntei chutando um corpo no chão.

- Pra já! – disse Drake.

Quando chegamos na rodoviária vários vampiros ja estavam lá, a maioria me deu oi, falaram que estavam feliz porque eu tinha escolhido esse lado e alguns só apontavam e cochichavam: é a rainha?

Me colocaram no primeiro ônibus, que sairia 30 minutos antes dos outros. Nele estaria Nina, Drake, eu e os ajudantes da Nina.

Divertido.

Sério.

- Pra levantar o astral – disse um vampiro bonito do fundo do ônibus – Eu tenho Vodka!

Gritos de animação encherão o ônibus.

- Primeiro, para nossa rainha. Lucy! Venha aqui! – ele gritou.

Eu levantei e me dirigi a ele, ele me entregou o copo e gritou:

- Bem vinda a família! – e me beijou. Tipo na boca. Não entendi, mas não impedi.

- Ham... o que foi isso? – perguntei vermelha.

- Considere como um presente de boas vindas, e tem mais depois.

O pessoal que estava no ônibus gritou e alguém colocou uma música (não sei de onde) e começaram a dançar, beber, se agarrar e alguns tinham levado lanchinhos (humanos) começaram a “comer”.

- Lucy! – ouvi uma voz me chamando.

- Oi... – me virei e encontrei a senhora Stinson, minha professora de matemática. – Você...

- Sim, sou uma.

- Mas como?

- Eu estava te observando.

- Claro, super normal ter uma professora de matemática vampira.

- Divertido! – ela riu, se virou começou a dançar.

Acenei e me afastei.

Essa é minha nova família.

Notas finais
gostaram? ficou pequeno, mas é só esse.
comentem!
:*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.