Luz Na Escuridão

12 Doce tortura.


Notas iniciais
Oooooooiiiiiiiieeeeeeee!!!!!!!!

Tudo bem com vcs???

Esse cap eu fiz rapidinho, mas o outro vai vir com TUDO! Com muita coisa nova e interessante no BDSM.

Desculpem os erros... Bjs gatasss =)

Acordo com o taxista me chacoalhando. Fico meio assustada, mas logo percebo onde estou, pago o taxista e desço do carro. – Seja o que Deus quiser! – Digo e aperto o interfone do portão que há no meio do grande muro da sua casa. Aperto umas três vezes, até que uma voz rouca, sonolenta e sexy atende.

- Quem é? – Ele é curto e grosso, o que me faz estremecer de medo, ansiedade e tesão por sua voz sexy.

- O.. oi Henry, sou eu! – Digo e ficamos mudos, o silêncio deixa-me constrangida, me faz pensar que ele voltou a dormir e me deixou plantada aqui, mas de repente o pequeno portão abre.

- O que está fazendo aqui? – Ele continua curto e grosso.

- Não vai me convidar pra entrar? – Faço a mesma pergunta que ele já havia me feito uma vez.

- Entra. – Henry dá um passo para trás e deixa-me entrar. Olho para sua casa que na verdade é um tríplex grande e muito lindo. Henry caminha até a grande porta de entrada de sua casa e faz sinal para eu entrar também. Fico sem jeito e entro. Sua sala é enorme, mas muito aconchegante, não consigo prestar muita atenção nos detalhes, pois estou bêbada demais pra isso. – O que veio fazer aqui Carolyne? – Henry é direto.

- Vim te ver, saber se está bem... – Digo e sinto meu rosto queimar.

- Eu estou bem, já você parece estar bêbada! – Ele me encara.

- Eu não estou bêbada, ok? – Tento ficar firme, mas minhas pernas não colaboram e eu perco o equilíbrio caindo sobre o forte peito de Henry.

- Não está mesmo Carolyne? Não é o que seu corpo está dizendo. – Ele me olha profundamente.

- Me come Henry! Me castiga, faz o que quiser comigo... – Sussurro.

- Olha o seu estado menina! Jamais me aproveitaria de você. – Ele me solta.

- Me come Henry! – A bebida me faz criar coragem para falar tudo.

- Carolyne... – Henry passa as mãos em seu cabelo bagunçado. Começo a tirar a roupa, tiro minha saia e minha camisa. Fico apenas de lingerie e meu sapato de salto alto, os olhos de Henry crescem e vejo seu tesão por mim.

- Me come Henry! – Em questão de um segundo ele vem e me agarra pelo cabelo, seu beijo é quente e selvagem. Uma de suas mãos está agarrando minha nuca e outra está alisando meu traseiro, sinto que estou molhado somente com esse toque. Ele morde forte meus lábios e me olha.

- Vou te foder tanto Carolyne, fazer exatamente o que está me implorando. – Sua voz é rouca e poderosa, ele me joga num sofá grande e me admira. – Quero que fique com os sapatos, você fica muito gostosa com eles. Agora senta e abra as pernas pra mim. – Ele ordena e eu não penso duas vezes, sento na beirada do sofá e abro bem minhas pernas, Henry fica de joelhos e abocanha minha abertura, fazendo-me gemer de tesão. – Que delícia anjo... ela já está toda molhadinha, pronta pra mim. Meu pau está doendo de tanto tesão! – Seu comentário faz eu me contorcer de prazer, quando estou quase gozando ele para e fica de pé. – Agora me chupa! – Ele diz severamente, sei o jogo que quer fazer. Ele disse que não se aproveitaria de mim devido o meu estado, então ele não iria me bater. Seu castigo seria me deixar louca, atrasando o meu prazer, não me deixando gozar. Abocanho seu pau e chupo com força, Henry solta um grunhido animal, o que me faz estremecer ainda mais. Deslizo a língua na extensão de seu grande pau, acaricio a cabecinha e sinto o gosto delicioso que ele tem. Henry puxa meu cabelo, fazendo-me olhar pra ele. – Você chupa tão gostoso! – Ele está ofegante e tira seu pau de minha boca. – Vira de costas e se apoia no encosto do sofá! – Henry ordena e eu faço. Estou queimando de prazer e luxúria. Ele dá uma palmada em meu traseiro e soca seu pau sem piedade dentro de mim. Ele soca cada vez mais forte e aquela vibração cresce em meu clitóris.

- Henry... – É a única coisa que consigo dizer.

- Está gostando bebê? Quer gozar já? – Ele provoca.

- Sim.... sim, por favor! – Eu imploro.

- Sim o quê? – Ele pergunta enquanto estoura mais um tapa em mim.

- Sim senhor! – Mal termino de falar e gozo, aquele tapa foi o limite. Henry dá mais algumas estocadas e sinto seu líquido quente jorrar dentro de mim. Sua respiração está descontrolada e sinto seu corpo estremecer.

– Meu Deus Carolyne... – Henry me puxa pra si, vira-me e me dá um beijo suave, casto. – Vamos tomar um banho? – Ele pergunta e eu confirmo com a cabeça. Ele parece estar bem, bem até demais... lá no bar ele estava uma fera e aqui está totalmente diferente, porque? Ele nem me castigou, juro que eu esperava uma surra daquelas. – Henry me pega pela mão e subimos uma escada, na verdade duas, pois seu quarto fica no terceiro andar inteiro, é enorme! E também tem um lindo banheiro, branco com preto, um grande espelho, uma banheira muito grande e do outro lado um chuveiro e box de vidro, e é ali que tomamos banho e chegamos ao clímax mais algumas vezes.

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Acordo exausta, porém, muito bem. Gozei tanto, que chego a pensar que jamais chegarei ao orgasmo da mesma forma novamente. A cama de Henry é bem grande e agora estou deitada nela. Esse pensamento me faz rir e suspirar. Percebo que ele não está deitado ao meu lado, sento no cama e me espreguiço. Levanto e vou até o banheiro, lavo meu rosto, faço minhas necessidades e dou uma ajeitada no meu cabelo. Volto pro quarto e lembro que minha roupa ficou lá embaixo, nisso Henry entra no quarto.

- Coloca esse roupão. – Henry me alcança um roupão azul marinho muito macio. Rapidamente eu coloco pois estou nua. – Vamos tomar café? Preparei alguns sanduíches para nós.

- Vamos! – Digo e descemos para a cozinha. Ela é grande e moderna, branca e chumbo, uma combinação perfeita. Logo avisto a grande mesa redonda no centro da cozinha com um café espetacular, suco de laranja, sanduíches que Henry fez e mais alguns mimos. Parece um sonho. Sento-me e Henry senta ao meu lado, mal nos falamos pois o clima está pesado entre nós, mesmo depois de vários orgasmos dessa madrugada.

- Coma bem! – Ele diz. – Você vai precisar... – Ele comenta.

- Precisar? – Rio.

- Sim! – Diz secamente.

- Já estou satisfeita. – Digo.

- Pois eu não! – Sua resposta é fria e implacável. Fico sem entender nada, olhando pra ele com cara de boba. – Acabou a brincadeira Carolyne! Suba para o quarto e tira esse roupão, quero você de quatro quando eu for lá. – Juro que me dá vontade de rir, mas vejo que Henry está falando sério. Aquele em minha frente é o Henry Dominador, caçador. E ele que sua presa, sua submissa. Estava muito bom para ser verdade. Ele vai me castigar...

Notas finais
Gostaram??? Mereço recomendações? rsrsrs...

Por favorrrr comentem. Fico tão triste pelos poucos comentários... =(

Quero opiniões também, quero vcs mais presentes nessa história!

Okay?!

Bjs e inté!