Luz Na Escuridão
13 Amarga Tortura.
Notas iniciais
Adorei os comentários, mas quero mais, por favor!
Quanto mais vcs comentam e favoritam a história, mais eu me animo e inspiro para escrever!
Espero que gostem desse cap, fiz com todo cuidado e dedicação.
Desculpem os erros...
=)
Olho para Henry e ele não demonstra sentimento nenhum. Seus olhos estão sombrios e gelados, abaixo a cabeça e saio da cozinha confusa. Subo as longas escadas pensando o que ele fará comigo. Entro no quarto e vou para o banheiro, olho-me no espelho e respiro fundo. Caminho lentamente até a frente da cama, onde tem um tapete preto enorme. Tiro o roupão e jogo sobre a cama, minha cabeça está girando e meu coração está disparado, tenho que confessar, estou com medo. Aquele Henry eu não conheço, será que devo confiar? – Sim, você deve! – Meu subconsciente diz, lembrando-me que Henry pediu minha confiança e jamais passaria meus limites. Fico de quatro. A expectativa cresce dentro de mim, pois já faz alguns minutos que estou nessa posição e ele não vem. A casa está um silêncio, até que escuto passos subindo as escadas e meu coração volta acelerar. Ele está chegando perto e estou cada vez mais apavorada. Henry entra no quarto e fecha a porta, quando penso em encará-lo, ele me adverte.
- Não me olhe! – Ele ordena friamente e eu abaixo a cabeça e encaro o chão. O que estou sentindo é inexplicável. Henry caminha até mim e consigo ver seus pés, ele dá a volta e fica atrás de mim por um tempo. De repente sinto um arrepio na espinha, ele passa algo em minhas costas, começando do pescoço até minha bunda, esse toque já faz vibrar meu clitóris, é quando ele acerta meu traseiro em cheio, é um chicote. Solto um grito, não de dor, mas de surpresa. – Quietinha! – Ele diz calmamente. – Você sabe porque está sendo castigada Carolyne? – Ele pergunta.
- Sim senhor... – Respondo. Ele respira profundamente.
- Então diga! – Ordena.
- Porque eu te desobedeci, fiz o que não devia. – Digo.
- Você me desafiou. Como é mesmo? “Não vou ser mais sua escravinha sexual.”. – Ele repete o que eu disse a ele. – É assim que você se retrata Carolyne? Uma “escravinha sexual”? Não gosto quando as pessoas se diminuem, não acreditam em si. Isso também me deixou irado. – Ele diz. – Mas hoje vou te mostrar uma coisa que você jamais irá esquecer! – Seu tom é ameaçador. – Vou dar cinco chicotadas e é você que irá contar em voz alta. – O quarto fica em silêncio total e Henry acerta a primeira chicotada em meu traseiro.
- Um! — Digo tentando me controlar. Henry acerta o outro lado um pouco mais forte. – Dois! – Minha bunda está ardendo, ele passa o chicote delicadamente nos lugares onde acertou e logo o terceiro golpe chega. – Três! – Meus olhos enchem de lágrimas e Henry é rápido acertando a quarta chicotada. – Quatro! – Parece que meu traseiro está no vivo pois está ardendo muito. Para fechar com chave de ouro, Henry dá um golpe fatal, dói em minha alma, chego a jogar a cabeça pra trás. – Cinco! – Grito. Henry se ajoelha atrás de mim, cheguei a pensar que ele me comeria ali, de quatro e com a bunda em chamas, mas ele passa as mãos onde bateu e pra terminar dá uma palmada leve.
- Deita! – Ele diz e sua frieza me incomoda. Mas eu deito, com a barriga virada para baixo e espero suas ordens. Henry se levanta e sai pegar algo ali no quarto mesmo. – Agora sim, vamos começar o castigo de verdade! – O que? Como assim? As chicotadas foram o que então? – Ele vem e fica de joelhos novamente, só que agora ao meu lado. Ele ergue minha cabeça e coloca uma venda em meus olhos. – Não se mexa! Preciso de você quietinha... – Ele diz e sinto ele puxar meus braços para trás, é quando percebo que ele está amarrando meus pulsos, um ao outro. Ele desliza suas mãos até meus pés e faz o mesmo com eles. Ele puxa meus braços e pés e faz uma amarra, fazendo eu ficar curvada para trás, amarrada igual uma presa, um animal. Estou amarrada, imobilizada. Sinto uma sensação estranha, de tesão e medo. É inexplicável. Ele prende meu cabelo em um rabo de cavalo meio torto e morde forte o meu pescoço. Estremeço. – Sabe o que estou fazendo com você? – Ele pergunta.
- Não senhor. – Digo.
- Hogtie. Você está amarrada exatamente como os porcos são amarrados, e é assim que você vai pagar seu castigo e quem sabe, deixo você gozar. – Ele diz secamente. Hogtie? Nunca ouvi falar. Ele se levanta e sai do quarto, escuto seus passos ao longe, descendo as escadas.
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Acho que já se passaram umas duas horas desde que Henry saiu do quarto. Começo a ficar angustiada e dá vontade de desistir e começar a gritar. Mas desisto da ideia, eu quase perdi ele horas atrás e não quero correr esse risco novamente. Escuto Henry subir as escadas e entrar no quarto, ele caminha até mim e se agacha, encostando sua boca em minha orelha.
- Cansada? – Ele parece não estar nenhum pouco preocupado comigo.
- Não senhor... – Não dou o braço a torcer, mas na verdade, além de cansada estou dolorida devido às amarras. Sua boca quente em minha orelha desperta meu desejo, mesmo estando exausta.
- Boa menina! – Ele sela nossos lábios e começa me desamarrar.
- Ai. – Me queixo quando ele solta meus pulsos, pois está muito dolorido. Logo em seguida ele solta meus pés e os beija. Henry me ajuda a levantar e deita-me na cama, o que me deixa confusa. Ele não me comeu, não gozou loucamente com minha submissão, por quê? – Você não vai... – Não termino de perguntar, pois Henry me beija com fervor, me tira o fôlego.
Notas finais
Fiz esse curtinho, pois tinha uma galera me cobrando essa parte.
O próximo cap será do Henry. O que será que vai acontecer? O que ele realmente sente em relação a Carolyne?
Lembrem-se, quanto mais comentários, mais eu escrevo.
Bjs amadas!
Inté =)
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