Luxúria, amor e desejo
9 Capítulo 9
Notas iniciais
Pov Annabeth
Eu não posso acreditar que o Percy fez tudo isso pra mim, meu coração batia acelerado de tanta paixão e alegria, o nosso quarto estava tomado por pétalas de rosa e velas, incensos banhavam o ambiente com um cheiro doce e delicado. Segui o caminho feito de velas e cheguei até a cama, nela estava escrito com pétalas “EU TE AMO”. Viro-me para a porta onde Percy está de pé encostado no batente.
– Eu também te amo Percy.
Lágrimas escorriam pelo meu rosto (droga de hormônios de grávida!), ele andou lenta e graciosamente em minha direção, não se importando em ser rápido ou não. Na verdade, ele andou tão devagar que chegou a doer de antecipação. Quando ele finalmente chegou na minha frente ele limpou as minha lágrimas depositando selinhos em cada uma e logo após pegou uma mecha de cabelo que tinha escapado e botou delicadamente atrás da minha orelha.
– Sabia que mesmo chorando você é linda? – Perguntou ele sussurrando na minha orelha esquerda.
Indo até a cômoda ele pega duas taças as enche com o conteúdo da garrafa de champanhe que estava no balde de gelo ao lado. Quando ele me entrega a taça eu fico meio assustada por que eu estou grávida e não posso beber álcool.
– Não se preocupe amor, é sem álcool – Eu suspiro aliviada e bato a minha taça contra sua que estava estendia em minha direção – Ao nosso amor, que ele dure para sempre.
– Saúde – Nós bebemos um gole da champanhe que por sinal é muito doce. Ele pega as nossas taças quase vazia e bota de volta na cômoda e depois volta a ficar de frente pra mim.
– Me perdoa por ontem? Eu sei que eu fui meio canalha, por falta de palavra melhor.
– Olha Percy... – Eu começo – Ontem eu fiquei muito chateada com você, eu me senti como um objeto velho que depois de usado e não serve pra mais nada é jogado fora.
– Eu sei que a minha atitude não foi nada cavalheira e que nenhum homem deve tratar uma mulher daquele jeito. E por isso que eu fiz tudo isso, pra me desculpar. Saber por que? – Olho pra ele inquisitivamente esperando a sua resposta – Por que você Annabeth Chase, minha mulher. Não foi feita pra ser tratada daquela maneira, mas sim pra sem venerada e adorada, por que é isso o que um homem tem que fazer pra sua mulher e é isso o que eu vou fazer.
Ao ouvir essas palavras parece que as minhas pernas viraram gelatinas, tão moles que eu tive que envolver meus braços em seu pescoço. Uma excitação percorria as minhas veias fazendo com que dos os músculos abaixo da minha cintura se contraísse em resposta. Meu corpo todo se acendeu em luxúria, amor e desejo, um desejo absurdamente carnal, um amor absurdamente verdadeiro e uma luxúria absurdamente intensa.
– Então me adore Percy, me venere como se fosse a última vez que você pudesse fazer isso.
Ao olhar nos seus olhos eu vi um fogo brilhar neles, o verde mar agora era verde musgo. Sua boca dirigiu-se para a minha orelha, contornando-a com a língua, descendo para o meu pescoço ali ele depositou vários beijos. Delicadamente ele tirou o meu colar, abrindo a minha mão ele deposita o colar ali para que suas mãos possam deslizar até os meus ombros, onde o meu blazer descansa sobre eles, em um movimento extremamente gracioso ele o tira deixando meus braços nus.
Percy pega o minha mão direita e beija um dedo de cada vez olhando em meus olhos, depois segue os beijos por toda a extensão do meu braço, cobrindo cada centímetro sem tirar os olhos de mim, um gemido escapa de meus lábios, por que essa é uma visão extremamente erótica. Assistir o meu marido me cobrindo de beijos estava me deixando muito excitada. Quando ele termina o lado direito ele passa para o outro lado repetindo o mesmo processo, sem quebrar o nosso contato visual.
Quando o trabalho com os braços é terminado, Percy me vira de costas jogando o meu cabelo pro lado para que o acesso ao zíper do meu vestido esteja livre. Ele abre lentamente o meu vestido e depois de alguns segundos ele é só um amontoado de panos ao redor dos meus pés. Percy me pega no colo e me leva para a cama enquanto ele beija meus lábios lentamente, movimentando a sua língua sobre a minha em uma dança erótica e sensual.
Carinhosamente Percy me deitou na cama e logo após subiu na mesma, no momento eu estava apenas de langerie e sapatos. Seus olhos me contemplavam e suas mãos exploravam o meu corpo como se fosse a primeira vez que ele me tocava.
– Você é tão linda Annabeth, eu tenho sorte de tê-la como minha esposa e mulher, principalmente agora que você carrega um filho meu.
Ele beija o meu ventre, sobre a minúscula protuberância que está começando a aparecer e depois ele volta a sua atenção para os meus pés, desafivelando cada pé do meu sapato. Meu corpo treme de antecipação, eu não aguento prolongar. Eu quero sentir ele dentro de mim, me completando. Tento abrir o fecho do meu sutiã para ajudar a ir mais rápido mas antes que eu possa sequer toca-lo a sua mão paira sobre a minha e seu olhar é um tanto reprovador.
– Calma Annie, hoje você vai ser amada do jeito certo. Não precisa ter pressa.
Um gemido escapa dos meus lábios, mas é um gemido de decepção. Ele está me torturando isso sim, adindo o nosso prazer. Ele percorre seus beijos por todo meu corpo até chegar aos meus seios. Sua mão direita rapidamente abre o meu sutiã, e depois de tira-los meus seios estão livres para ele fazer tudo o que ele quiser. Como se ouvisse os meus pensamentos sua boca ataca o meu seio esquerdo enquanto o seu polegar e o indicador brincam torcendo o meu mamilo direito. Gemidos escapavam constantemente da minha garganta enquanto ele mudava sua boca para o outro seio.
– Percy... Por favor...
– Por favor o que Annie? Eu quero ouvir.
– Eu quero você. Eu preciso de você.
– Eu também meu amor, mas antes eu quero que você sinta o máximo de prazer possível, eu quero deixar você louquinha de desejo.
O que ele não sabe é que eu já estou louquinha de desejo e já senti bastante prazer também. Percy se levanta e tira toda a sua roupa libertando a sua gloriosa ereção, eu me sento e faço menção de me aproximar dela, mas antes que eu possa pensar em mexer mais um músculo Percy me alcança e me deita novamente na cama.
– Nem pensar mocinha, o foco hoje é você. Nem pense em tocar em mim. — Deuses! Por que ele tem que ser tão romântico às vezes?
Depois de ter dito isso ele retira a minha última peça de roupa, minha calcinha, ele enfia dois dedos dentro de mim e depois retira os mesmo e os coloca na boca.
– Sempre tão doce e tão molhada.
Sua língua ataca o meu clitóris enquanto seus dedos fazer movimentos de vai e vem dentro de mim. As sensações são infinitas, Percy sempre consegue me proporcionar inúmeros prazeres, mas hoje ele se superou. Eu gemia tanto que parecia que ia ter uma convulsão a qualquer instante, depois de um tempo ele resolveu trocar. Sua língua acariciava a minha entrada molhada enquanto o seu polegar acariciava e apertava o meu clitóris.
– Ah deuses... Por favor, Percy – Eu me contorcia toda embaixo da sua língua e seus dedos, ele pegou o champanhe e derramou um pouco em meu umbigo.
– Pronto agora você tem que ficar quietinha se não vai derramar tudo e fazer bagunça.
Como ele pode ser tão sexy usando essas palavras? Ele continuou com o seus torturantes dedos e a sua língua até um ponto em que eu achei que o meu corpo ia explodir, mas bem nesse momento ele parou e bebeu o champanhe que estava mo meu umbigo.
– Ah Percy... Por que você parou? Por favor...
– Por que agora é o momento que nós dois estávamos esperando meu amor – Ele falava tudo isso como um sussurro na base da minha orelha – Agora nós vamos nos unir em um só, vamos nos tornar marido e mulher novamente, e eu vou te amar de uma maneira que eu nunca te amei antes.
Um gemido escapou dos meus lábios, que palavras foram essas? Meu corpo todo ficou mole enquanto esperava por ele, lentamente ele posicionou sua ereção na minha entrada, eu inclinei meu quadril pra frente tentando encontra-lo, ele entrou por completo dentro de mim, ficamos alguns segundos parados para se acostumar um com o outro. Por algum motivo esse contato era muito mais intenso que os outros que a gente já teve, devido a intensidade do que foi feito antes e também devido ao por que de isso estar acontecendo, o seu pedido de desculpas.
Seus movimentos de vai e vem eram lentos e controlados, sua boca estava no meu pescoço depositando ali beijos suaves e castos. Meu pé direito subia e descia acariciando sua panturrilha esquerda, minha boca mordia o seu lóbulo e deixava escapar alguns gemidos deixando-o arrepiado, sua boca foi para o meu maxilar e seus dentes o arranharam até chegar no meu queixo, minhas unhas arranhavam as suas costas com tanta força que eu tenho certeza que depois ia ficar vermelho. Nós éramos um só, nos movendo em sincronia perfeita. Percy intensificou um pouco os movimentos e teve um momento em que a cabecinha de seu pênis roçou exatamente no meu ponto G, isso foi a minha libertação. Meu corpo explodiu em um orgasmo glorioso e intenso devido ao seu prolongamento.
– Ah Percy! – Gritei eu apertando o seu membro enquanto eu me libertava, meu corpo tremia em orgasmos secundários enquanto ele continuava a se movimentar dentro de mim – Eu te amo.
– Oh Annie, eu também te amo – dito isso ele explode dentro de mim, sinto o seu gozo me preencher enquanto ele cai em cima de mim exausto.
Ficamos parados por um tempo, esperando nossas respirações voltarem ao normal, ele nos virou fazendo com que eu ficasse por cima, eu descansava o meu rosto na curva do seu pescoço e ele percorria as minhas costas com seus dedos, com movimentos para baixo e para cima.
– Percy, isso foi a melhor... Eu não tenho palavras para descrever, eu estou tão feliz.
– Você não precisa, foi muito bom pra mim também meu amor – Ele beijou a minha testa e eu virei para encara-lo
– Eu adorei a surpresa, nunca poderia imaginar algo melhor. E eu perdoo você por ontem. – Ele me puxa para os seus braços, me apertando em um abraço esmagador.
– Annie, isso era tudo o que eu queria ouvir. Eu prometo que nunca mais eu vou agir daquela maneira. – Ele começou a beijar o meu corpo novamente e eu só conseguia ter um sorriso bobo nos lábios como uma adolescente – Vem pro banheiro. Eu vou banhar você.
Ele me leva até o banheiro e liga as torneiras da banheira e enche de sais de banho com aroma de jasmin, seus olhos queimam de amor em um fogo verde. Ele chega perto de mim e suas mãos vão para o meu traseiro apertando-o, um sorriso sacana aparece em seus lábios e ele me beija apaixonadamente. Quando a banheira enche nós entramos e ficamos abraçados nela por um tempo até a minha mão escorregar para o seu pênis e começar a massageá-lo.
– Você é insaciável, não é? – Ele pergunta com um sorriso divertido brincando em seus lábios.
– Só com você meu amor – Eu respondo beijando seus lábios sem parar com os meus movimentos
– Eu espero que seja só comigo mesmo.
E em um movimento rápido ele me puxa para o seu colo e nos une novamente, eu estou em cima dele e meus movimentos são rápidos e rítmicos, Percy me olha com luxúria enquanto ele me ajuda com os movimentos segurando a base da minha cintura. Tudo hoje estava tão bom, é impressionante como Percy consegue ser romântico em um momento e selvagem no outro. Nossos movimentos se seguiram assim até que nós dois encontramos a nossa libertação.
Depois de nos banhar nós nos ajeitamos para dormir, eu fiquei de frente pra ele com o meu rosto descansando em seu peito, suas mãos em meus cabelos me fazendo cafuné. E assim eu adormeci na segurança de seus braços depois de uma noite longa de amor e sexo com o meu marido. O meu homem.
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