Lutte

13 Tragique Accident


Notas iniciais
yo, minna-san! estou postando mais "cedo", esse chap vai fazer com que muitos queiram me matar, mas eu espero que gostem e não achem que eu judio de mais do Eren... imagina. isso seria blasfêmia!!! hahaha >////< eu fiquei supeeeer feliz com os comments do chap anterior e POR ISSO eu estou postando antes! então COMENTEM QUE O PRÓXIMO VEM RÁPIDO TAMBÉM! bom isso ai!! kissus e enjoy minna-san! >3

Capítulo 13 — Tragique Accident

“Eu chorei tanto essa noite que senti as veias da minha cabeça pulsando, como se estivesse rolando a maior balada dentro do meu crânio. Chorei sem parar, sem fazer qualquer tipo de som, até minhas pálpebras pesarem e a escuridão além da que emanava do meu quarto me engolisse. Chorei porque eu estava sobrecarregado, cansado sentimentalmente. -E psicologicamente também.- Chorei porque todo mundo precisa se esvaziar um pouco e antes de fazer qualquer besteira, preferi chorar até cair no sono. ”

—O problema é que depois da mágoa, vem à fúria. Ricci. (Via alvorado).

Estava tão atordoado e dolorido pela costela quebrada que sentia meus sentidos se esvaindo, claro que não os perderia antes de ver um carro quase me atropelar e de dentro sair o homem mais lindo e nanico que eu já vi. Quando finalmente senti seus braços ao meu redor me deixei desfalecer em seus braços.

–Eren! Oê Eren! — Podia ouvir alguém me chamando, mas não conseguia abrir os olhos, tudo estava nublado demais e meu corpo não queria obedecer. Era uma sensação estranha. –Ele não pode te ouvir Levi. – Eu podia ouvir a voz embargada da minha irmã. O que estava acontecendo? –E se ele não acordar Mikasa? – Desde quando eles se conhecem? Por que meu corpo não se mexe? Ouvi uma porta abrindo e logo palavra duras me fizeram entender.

–Tenha calma senhor Rivaille, isso ainda é um hospital! — Não sabia quem falava, era uma voz nova para mim. – Por favor, se controlem, nem parece que ele está há dois meses dormindo nessa cama! — O homem parecia irritado. –Saiam! Eu tenho que o examinar e ver suar reações neurológicas! –Eu podia ouvir o homem vindo em minha direção, mas mais uma vez nada no meu corpo me obedecia. –Meu deus! — Pude ouvir o susto na voz do homem. – O que houve doutor? – Podia sentir o medo da Mikasa em sua voz. – As reações neurológicas dele! Isso é impossível! — O médico parecia aturdido, o que me deixava cada vez mais preocupado.

–Fala logo o que ele tem Mike! — Levi parecia muito irritado. – Ele supostamente “acordou”, quer dizer ele deveria ter acordado do coma! — Coma? Como assim coma? O que diabos tinha acontecido para eu entrar em coma? – Se era para ele ter acordado, por que ele não abre os olhos? — Era a voz do Levi, mas estava diferente, estava sofrida. – Eu não sei Levi, realmente não sei. – O Mike, como o chamaram, parecia muito frustrado.

–Mikasa, leve o Levi para a fisioterapia, por favor. Vou fazer uns exames no Eren! — Fisioterapia? O que tinha acontecido com o Levi? O que aconteceu comigo? –Eren, se puder me ouvir, por favor, faça o que eu digo ok? – O médico fez silencio como se esperasse que eu respondesse. Mas eu não conseguia. Eu queria dizer que podia ouvi-lo, que o entendia. Mas não dava.

– Eren, quero que tente mexer seu dedo mindinho, ok? Você vai ter que mandar seu cérebro impulsionar o ombro, depois o braço, para em seguida mexer o dedo. Tente Eren! Você consegue. Você sobreviveu ao acidente. Você consegue passar por isso! — Acidente? Que acidente? Eu fiz o que o homem disse e nada. Eu não consegui, eu tentei, tentei e tentei até não aguentar mais de exaustão emocional, é claro. Estava com dor de cabeça pelo esforço, mas ninguém saberia. Todos pensavam que eu estava vegetando. Eu não conseguia me mover não conseguia fazer nada! Me sentia frustrado, eu queria chorar. Chorar como um bebe e me agarrar ao Levi. Ouvi-lo dizer que eu sonhei em estar assim, paralítico. Vegetando.

–Meu deus! — mais uma vez eu ouvi a voz do médico, ele parecia assustado e ridiculamente feliz, eu não entendi o porquê, eu tinha falhando em algo ridículo, como mexer o dedinho. – Você está chorando Eren! – O homem parecia uma criança em manhã de natal. – Finalmente você acordou criança! Eu sabia que não tinha morrido no acidente! — Que porra de acidente foi esse? Estava me irritando, mas eu estava sim, feliz por poder mostrar que estou vivo.

–Quando o Levi, voltar ele vai te contar o que aconteceu! – O homem disse simples, mas pingando felicidade pela voz. Se é que isso é possível... — Vou chama-lo! – O homem simplesmente disse isso e em seguida eu pude ouvir os passos dele, como se corresse.

Não sei por quanto tempo eu fiquei lá, sozinho, no escuro que era eu mesmo. Tentando me mexer, tentando abrir os olhos. Tentando deixar de sentir o incomodo no meu peito, algo me machucava, mas eu não sabia o que era. Era difícil respirar, para não dizer impossível... Mais uma vez eu pude ouvir passos e a porta abrindo.

–Eren! Finalmente você acordou! — Podia ouvir a felicidade na voz do menor que sumiu assim que me viu- Mike, o que está acontecendo? O que ele tem? — Podia sentir o medo no Levi, mas no momento isso não me preocupava muito, afinal, eu estava sem conseguir respirar, meus pulmões doíam, pareciam que iam explodir. –Merda, ele está respirando sozinho, tenho que tirar o respiradouro antes que os pulmões estourem! Preciso que saia Levi! — O médico disse vendo em minha direção, logo eu pude sentir o calor do corpo dele perto do meu, mas sem realmente me tocar. Para logo em seguida ouvir um barulhinho irritante de sirene, ele deve ter alertado as enfermeiras.

– O houve Dr. Mike? — Uma mulher disse prestativa e meio aflita. –Precisamos tirar o respiradouro o mais rápido possível! Chame o Mathews! Agora Cassandra! – Mike parecia apreensivo. – Não se preocupe Eren, aguente só mais um pouquinho e já, já estará bom! Tente não respirar muito forte!

Não sabia quanto tempo tinha demorado até alguém entrar correndo e, sem dizer nada veio até mim, começando a descolar adesivos da minha pele, para logo me causar uma enorme dor. Minha garganta doía muito enquanto eu sentia um negócio de plástico saindo de mim, aquilo estava me cortando por dentro, doía demais!

– Calma Eren, o tubo do respiradouro já está quase todo fora! – O médico que devia se chamar Mathews disse como se quisesse me acalmar. Impossível no momento. Com um último puxão mais forte ele terminou de tirar aquele tubo de mim, e por incrível que pareça, meu corpo reagiu sozinho à dor. Eu inclinei as costas como em um espasmo, o que acho que ajudou a tirar aquela merda de mim.

–Ele se mexeu! — Mike dizia como uma criança feliz. – Ele se mexeu mesmo Mathews, não é algo da minha cabeça, não é? — Podia sentir a dúvida do médico. – Não Mike, dessa vez ele se mexeu mesmo! – O outro parecia feliz também, incrédulo, porem feliz.

Eu finalmente conseguia respirar direito, fraco e dolorido, porém, direito. Um dos médicos abriu meu olho direito e colocou uma luz forte nele, o que me fez quere fecha-lo conseguindo mexer um pouco as pálpebras. O que assustou ambos os médicos. – Ele reagiu à lanterna Mike! — Eu não tinha conseguido ver o médico em si, aquele aparelhinho do diabo tinha sido posto na minha frente! –Quero ver! — Dessa vez o olho que o médico abriu foi o direito, mas diferente do outro médico ele simplesmente abriu um dos meus olhos. Onde eu finalmente pude focar um médico que parecia alto e loiro na minha frente. –Ele está mexendo o olho Mathews! – Dessa vez eu pude ver a animação do médico, que sorria de orelha a orelha. Meu olho doía de ficar aberto sem piscar, então eu me esforcei para fecha-lo. Assustando o médico quando ele sentiu minhas pálpebras se mexendo embaixo de seus dedos.

Foi fácil fechar o olho, o difícil foi abrir. Pelo jeito eu teria que fazer cada movimento de novo como se fosse à primeira vez. Meu corpo tinha desaprendido a obedecer a comandos simples. Mas eu ainda poderia reaprendê-los, não é? Abri os olhos com muito custo, tendo a visão de mais um médico me olhando incrédulo, o outro, Mathews, era moreno, alto e de olhos incrivelmente azuis, eles estavam tão próximos que dava até aflição. Afinal, faziam dois meses que eu não escovava os dentes, não é?

Depois das primeiras trinta piscadas ficou mais fácil piscas os olhos. Pelo menos isso eu já tinha conseguido de volta. Agora só faltavam os outros movimentos.

–Cassandra, por favor, vá chamar o Levi! — O Mike disse, e eu olhei para ele. – Fique calmo Eren, logo, logo você vai estar bem de novo, seu corpo só ficou dormindo por tempo demais, se eu estiver certo não vai ter sequelas permanentes, mas talvez tenha que fazer fisioterapia. — O médico disse animado como sempre, estava começando a suspeitar que esse fosse o jeito natural do homem.

Eu não tinha percebido a presença da mulher no cômodo. E nem perceberia, afinal, ela tinha ficado tão quieta. Quase instantaneamente a porta foi novamente aberta e em poucos segundos eu pude ver aqueles olhos que eu tanto queria ver. Aqueles olhos azuis lindos. –Conte a ele o que aconteceu Levi! — Mike disse, conseguindo minha atenção.

–Podem nos deixar sozinhos, por favor? — Levi disse educadamente e até com certo medo.

Assim que os médicos saíram eu pude ouvir uma cadeira sendo puxada para perto, não queria ele sentado. Ele já era pequeno, sentado eu não conseguia vê-lo! –Eren, quando eu te encontrei e você desmaiou, lembra? – Ele esperou uma resposta, mas quando percebeu que ela não viria ele continuou. – Nós sofremos um acidente de carro Eren. Eu pedi para o motorista correr, para te levarmos ao hospital, e ele obedeceu, Óbvio.

Eu podia sentir a dor na voz do menor, ele está prestes a chorar. – Um carro forte tinha perdido o controle, ouve um engavetamento Eren. – Eu podia ouvir a voz dele embargada pelo choro que ele teimava em segurar. – Por eu ter pedido para ele correr, não deu tempo de frear o carro. Você voou longe Eren. Eu não consegui te segurar. Teimei que queria você nos meus braços e não no sinto de segurança, que era onde deveria estar. – Ele chorava tão sofrido que doía em mim.

– Foi minha culpa Eren! Eu quis tanto te ajudar que quase te matei! Eu fiz isso com você! Devia ter sido eu e não você! — Ele corava e eu não conseguia fazer nada. Ele se agarrou na minha mão a beijando com carinho e pedindo desculpas, eu não conseguiria conforta-lo, não assim tão rápido. Então fiz o que o Mike pediu e mexi o dedinho. Ele demorou para perceber a pressão mínima que a minha mão fazia para manter ele perto de mim.

Assim que me sentiu agarrando ele, ele chorou mais, e pediu milhões de desculpas. Eu não conseguia falar mesmo tentando, eu podia sentir a dor de separar meus lábios rachados e malcuidados. Senti a dor insuportável de puxar o ar para falar, e ele parou de chorar. Eu sentia seu olhar sobre mim. E eu tentei falar, mas não saia som. Bom não o que eu queria. Minhas cordas vocais estavam secas demais. Mas mesmo sentindo uma enorme dor eu tentei de novo. –I. -foi tudo o que saiu, eu tentei falar Levi, mas só consegui o “I”, frustrado eu tentei de novo. E de novo tudo que saia era o “i”, eu tentei varia vezes até que o fiasco de voz que saia sumiu pela rouquidão do esforço. – Pare Eren! Você não tem força para falar, ainda! – O moreno parecia feliz e triste ao mesmo tempo, eu podia ver a culpa nos olhos do moreno, mas tudo o que eu queria dizer era que, não era culpa dele. Que foi um acidente. Que eu não o odiava.

–Senhor Rivaille o Eren precisa descansar, ele acabou de acordar, por favor, volte para o seu quarto. – Enfermeira de antes disse, seu nome é Cassandra, acho. – Eren, você precisa se recuperar, ok? Vamos começar dando um pouco de água para você! — Gemeria de satisfação se pudesse, é claro. A ideia de ter um belo copo d’água só para mim era tentadora!

Deixei o liquido descer pela minha garganta rasgando tudo por onde passava, eu ainda estava machucado. Eu sentia a dor que a água causava ao tocar nos arranhões da minha garganta. Mas ainda assim a refrescância que a água causava no meu corpo era boa demais...

Depois de ser cuidado pela enfermeira eu não sei por quanto tempo eu fiquei sozinho no quarto tentando restabelecer o controle do meu corpo, mas a cada tentativa eu ficava mais perto de voltar a ser o que eu era. A ter de volta todos os movimentos...

~ manhã seguinte ~

Mais uma vez a enfermeira veio tomar conta de mim... O que me ajudou muito, afinal, eu ainda não tinha comido nada, só ficado no soro. Admito que quando a mulher me ajudou a ficar de pé eu não aguentei o peso do meu corpo e quase fomos os dois para o chão. Eu fiquei azucrinando a mulher que queria tomar banho (ficava olhando para o banheiro). Depois de um bom tempo ela entendeu que eu queria ir ao banheiro e me ajudou a ficar de pé. Como das primeiras vezes eu não consegui me manter de pé, a moça trouxe uma cadeira de rodas dessas de acento de plástico para que eu pudesse sentar e ir ao banheiro/tomar banho. Óbvio que eu me recusei a usar aquele negócio! Eu não estava invalido e me recusava a receber a ajuda da cadeira. Eu queria andar de novo. E tentaria até ficar exausto!

–Eren, você tem que me deixar colocar você na cadeira se quiser tomar banho! — As mulher me disse em tom de aviso e até de ameaça. – Se não for para essa cadeira eu não vou te ajudar a ir até o banheiro e vou deixar você cheirando a doente e a remédio até você ter alta! –Ok eu desisti de tentar quando a mulher me disse essas doces palavrinhas. Nem fodendo eu ficaria mais tempo sem um banho de verdade! Eu me sentia ridiculamente sujo, afinal, eu tinha ficado quase três meses sendo limpo com um paninho úmido, desse de limpar bunda de bebê!

Depois de devidamente colocado na cadeira de rodas eu coloquei uma toalha só para esconder as minhas partes intimas, e retirei aquele avental verde de hospital. A mulher ligou o chuveiro, deixando a água morna cair na minha cabeça... aos poucos eu pude finalmente sentir os meus músculos relaxando. Ainda era difícil mexer os braços e me cansava muito, mas depois de ficar quase a noite toda tentando, eu tinha finalmente conseguido. E assim, como foi com meus olhos, bastou fazer uma vez o movimento para o corpo se lembrar. Mas o problema era como fazer para o corpo entender o que eu queria. Eu tinha levado quase a noite toda para aprender a mexer o rosto, a boca e os braços. Mas infelizmente eu ainda não conseguia falar...

Não sei por quanto tempo fiquei lá em baixo da água, só sentindo-a cair em minha cabeça. A moça tinha me ensaboado e me limpado, mas eu tinha “pedido” para ficar mais um pouco no chuveiro e ela permitiu. Quando nós finalmente saímos do banheiro, a moça ia começar a me enxugar, porem foi impedia.

–Eu faço isso Cassei, pode deixar. – O moreno disse assustando tanto eu quanto ela. Eu não esperava pelo Levi as seis da manhã. – Tudo bem Levi, mas só dessa vez! – A moça disse com um sorriso cúmplice.

O menor veio em minha direção passando pela moça e pegando a toalha que a mesma estendia para ele. Eu sentia a insegurança dele ao me tocar, como se pedisse por permissão. Eu não poderia conceder, bom, não com palavras. Então eu simplesmente sorri para ele, querendo dizer que estava tudo bem. Isso pareceu acalmar o menor e deixar que ele finalmente me enxugasse direito e sem medo dessa vez.

Ele me olhava tão intensamente e eu conseguia ver a dor e a culpa que ele sentia por eu estar assim, mas não era culpa dele. Eu nunca o culparia! Com os movimentos literalmente limitados eu tive que esperar a melhor oportunidade para poder chegar com o rosto próximo do dele e beijá-lo, mesmo sendo só um selar de lábios, o menor ficou claramente surpreso. E para meu espanto começou a chorar.

–Eren, me desculpa! — Ele chorava tanto que dava um dor no coração. – Devia ter sido eu, não você! — Eu queria meter a minha mão na cara dele! Como ele pode dizer isso? Eu não o culpava. Eu juntei quase todas as minhas forças e o “puxei” para um abraço, ele entendeu e me deixou abraça-lo, logo me envolvendo em seus braços, quando eu finalmente tive os mesmos ao meu redor eu finalmente pude sentir o quão fino eles estavam. Eu me esforcei o Máximo que eu pude, e beijei seus cabelos, agradeci mentalmente por ele ter colocado a cabeça na curva do meu pescoço, isso facilitou muito.

Ficamos lá por um tempo, nos abraçando até que meu corpo sentiu frio, e o Levi finalmente percebeu que eu não estava usando nada mais que uma toalha molhada nos “países baixos”, o que fez com que ele mais rápido que qualquer coisa, fosse logo até o armário que tinha no quarto (que eu não tinha nem notado até agora!) E passe uma calça, uma cueca box, uma camiseta e meias. Que algum dos meus amigos deve ter trazido para o hospital.

Depois que eu estava devidamente vestido eu e o Levi ficamos um bom tempo de chamego, ele me fez companhia até o Mike vir e mandar ele para a fisioterapia. O que me deixou encucado, afinal, o Levi parecia bem para mim. O que será que ele tinha? Acho que ficou meio óbvio que eu queria saber o que o nanico tinha, então o Mike de bom grado acabou me contando.

–Ele teve muitas fraturas Eren. Quase perdeu um dos braços. Muitos tendões e ligamentos foram quase que completamente rompidos. Estamos trabalhando para que nem ele nem você fiquem com muitas sequelas... — o loiro disse com um sorriso complacente, que me acalmou. Isso não teria acontecido se eu não tivesse desmaiado de dor... Merda, isso era culpa minha!

–Não se culpe Eren! O motorista do carro forte perdeu o controle, e diferente de vocês ele não sofreu danos algum. Você ficou em coma, o Levi quase perdeu um braço e o motorista do Levi... Bom... Ele morreu. – Eu não aguentei, eu não só tinha sido a causa dos dois estarem lá por mim, como tinha sido por minha culpa que o motorista do Levi tinha morrido! Ele devia ter família! O que eu fiz?

Mike ficou com pena de mim e me acalmou, me fez parar de chorar e de me culpar, mesmo sem poder falar, era meio óbvio que eu estava me culpando. E estava mesmo! Fiz os exames que o Mike me pediu. Fiquei quase que o dia todo lá fazendo exames e sendo furado. Quando finalmente eu voltei para o quarto eu pensei que poderia descansar e ser feliz. Doce ilusão.

–Eren, precisamos conversar. – Era Carla.

Notas finais
deixem seus comentários e suas opiniões!! eu fico super feliz de ler e comentar nelas!!!