Lutte
15 Levi Rivaille
Notas iniciais

Capítulo 15 — Levi Rivaille
O dia tinha sido bom. Tive alguns progressos, do tipo: agora eu já consigo controlar a minha língua, literalmente. Eu e o Levi ficamos juntos o dia todo, não fizemos muitos progressos na nossa relação, o menor ainda estava amuado com o que tinha acontecido, mas eu estava decidido em acabar logo com essa birra.
Eu quase tive um troço quando descobri que não ficaria no mesmo quarto que o nanico, e se eu precisasse de uma ajudinha de noite? Eu tinha feito manha até umas horas e acabou que Marie deixou o Levi dormir no mesmo quarto que eu. Ela estava estranha, sempre que olhava para mim, parecia que queria dizer alguma coisa, mas sem realmente proferir algo. O que me irritava bastante.
Fui tirado dos meus devaneios pelo menor — Eren, está ficando tarde, vou te dar banho antes que esfrie! – O nanico disse simples, mas sem olhar para mim. Eu não respondi, afinal, banho é vida minha gente! Deixei o menor me ajeitar na cama fazendo com que eu ficasse com os joelhos para fora, eu já conseguia manter o tronco ereto então foi mais fácil para ele. Eu passei meus braços pelo seu pescoço, e ele pousou as mãos na minha coxa, usando-as para me içar da cama. Eu não tinha força nas peras para me prender nele, mas conseguia mantê-las paradas de forma que não o atrapalhasse ainda mais.
Ele me carregou assim até o banheiro. Eu estava com a cabeça encostada na curva do pescoço dele, de modo que eu pudesse sentir aquele cheiro característico que só o Levi tem. – Eren, para de cafungar no meu pescoço! — O menor disse meio tenso, mas ele muito se engana se acha que eu não percebi as mãos dele apalpando as minhas coxas. Eu não resisti e acabei dando um selar de lábios no pescoço dele. – Eren! – Ele parou de súbito, se recompondo do ato. Que fofo!
– Vi... – eu ainda não conseguia falar, mas progredi bastante agora eu já conseguia falar “vi” de Levi. Ainda é pouco, mas foi o suficiente para que ele me olhasse com carinho e me puxasse mais para perto de si. Eu me ajeitei melhor no peitoral dele até que ele se abaixou e me colocou sentado em uma cadeira. Eu demorei a raciocinar que seria ele quem teria que tirar minhas roupas. E pude ver o rosto dele corando um pouco. Ah se ele soubesse o quão fofo ele fica assim corado.
Para ajudá-lo eu levantei meus braços o máximo que eu conseguia o que não era muito, e esperei ele erguer minha blusa, ele parecia com medo de me machucar, então quase não tocou em mim para retirar o tecido, o que me irritou, claro. Eu achando que ele aproveitaria a oportunidade!
Quando a blusa finalmente foi retirada, ele ficou me encarando. Eu o encarei de volta, óbvio, e ficamos assim, nos encarando, até que eu olhei para a calça que eu usava e olhei para ele de volta, como quem diz “Eai, não vai tirar? ”. Ele pareceu entender já que ficou ainda mais vermelho. Passei de novo os braços pela cabeça dele e ele enlaçou minha cintura me puxando para ficar de pé me apoiando nele, o que fazia a nossa diferença de altura ficar muito clara. O Levi parecia ter encolhido nesse meio tempo que eu fiquei no hospital.... Estranho. Eu o senti mexendo no fecho da calça, abrindo-a. Ele começou a descer a calça, e logo ela por si só caiu no chão, já que a mesma estava um pouco larga.
– Eren... — o olhar do menor para o meu corpo era quase indecifrável, mas eu ainda podia perceber a culpa. Afinal, eu tinha marcas do acidente, tinha várias por sinal. Minhas costas estavam marcadas por várias linhas que se cruzavam formando um tipo de desenho, como asas. O Mike disse que eu tinha ido de costas contra o vidro do carro e, por isso as marcas.
Antes que o menor pudesse ficar ainda mais melancólico eu simplesmente levei meu rosto mais próximo do seu deixando minha boca colada com a sua, ainda era difícil fazer movimentos precisos com a língua, mas eu já conseguia mover quase normalmente os lábios (Mike insistiu que se eu quisesse falar de novo, deveria começar reaprendendo a mexer a boca). Eu queria fazer uma surpresa então, movi meus lábios contra os dele, pedindo passagem com a língua, entreabri os olhos só para ver os olhos espantados do Levi, acabei soltando um sorriso contra os lábios dele, e senti meus cabelos sendo agarrados com certa força, para logo ter a boca do Levi me concedendo passagem e tentando aumentar o contato, enlaçando nossas línguas.
Eu sentia como se aquele tivesse sido meu primeiro beijo. Eu não sabia como mexer a minha língua direito. Levi pareceu perceber e acabou impondo um ritmo bem calmo para o meu gosto, mas como primeiro beijo estava bom. Eu sentia o menor sugando minha língua e fazendo com que meu corpo tivesse espasmos de prazer, afinal, era a primeira vez que eu sentia essas sensações depois de três meses e de um bug[1] cerebral. Então não demorou quase nada para meu amigo começar a dar sinal de vida, o Levi pareceu perceber e acabou aumentando ainda mais o contato, terminando com o pouco espaço que ainda tinha entre nós.
Ele nos separou por poucos segundos, só o suficiente para que ele pudesse me colocar sentado na cadeira de novo, e se sentar em cima de mim. Eu senti um espasmo de prazer assim que meu membro ainda coberto tocou o corpo do menor. Ele enlaçou meu pescoço fazendo um leve cafuné na minha nuca, me deixando louco. Eu acabei não aguentando as provocações do menor e colei mais uma vez nossas bocas, começando com um beijo mais rápido que o anterior, e bem mais intenso também.
A cada chupada que ele dava na minha língua o menor se mexia em cima do meu membro causando arrepios pelo meu corpo, o que era extremamente delicioso. Quando ficamos sem ar, o menor começou a dar leves beijos no meu pescoço, enquanto que com as mãos ele me acariciava em várias partes do corpo. A cada movimento de quadril que ele dava eu ficava ainda mais excitado. Eu já podia sentir que o pré-gozo estava começando a sair, o que não me daria muito tempo até realmente gozar. E que se ele realmente não parasse de me provocar eu acabaria sujando a minha cueca e a calça dele.
– Algo errado, Eren? — O menor disse provocante. Eu simplesmente levantei uma sobrancelha e dei um sorriso de lado para logo olhar para nossas partes baixas, para dele na verdade, já que ele estava sentando em cima da minha. Eu usei toda minha força de vontade e concentração para poder fazer a minha virilha se impulsionar para cima, o que foi um movimento mínimo, achei que o menor não tinha sentido. Mas quando eu olhei nos olhos dele eu vi a surpresa e orgulho, de que eu não sei.
– Já que tem se esforçado tanto para se recuperar eu vou te dar um prêmio! – O menor disse com a boca praticamente colada na minha orelha, falando em um tom maliciosamente baixo, que me fez sentir um arrepio gostoso, que parou no meu falo.
O menor voltou a atacar o meu pescoço, mas dessa vez usando os dentes e lábios, chupando e dando lambidas muito eróticas, que com certeza deixariam marcas bem visíveis. Eu me empenhei e mexi novamente a minha virilha, com um pouco mais de força dessa vez, conseguindo um gemido baixo do menor. Ele levou uma das mãos até meu mamilo direito, rodeando-o com o dedo, para logo em seguida apertá-lo me fazendo soltar um som com a garganta, não sei se dá para dizer que foi um gemido, mas foi o som mais longo que eu proferi até agora....
Eu quase tive um troço quando senti a língua do menor fazendo círculos no meu mamilo direito, para logo em seguida puxá-lo com os dentes. Aquele nanico quer me fazer gozar em menos de 3 minutos só pode! Enquanto ele lambia, mordia e sugava meu mamilo direito. ele alisava, apertava e puxava o esquerdo com a mão. Tudo sem parar os movimentos com o quadril o que provava o quão flexível aquele nanico era (levando em conta o tamanho dele, não deve ser tão difícil...). Eu sentia meu falo dolorido pela excitação que o menor estava me causando, e entre as caricias eu acabava deixando uns gemidos escaparem, o que parecia incentivar o menor.
Conforme ele se forçou para baixo fazendo o contato das nádegas dele com a minha bunda fossem ainda maiores, eu acabei soltando um gemido longo e bem nítido (até eu achei que tinha sido bem normal, como os “antigos”), o que fez o menor me olhar, fazendo com que eu finalmente pudesse ter aquela boca deliciosa na minha de novo. Eu não hesitei nem um segundo em tomar aqueles lábios para mim. usei quase toda minha concentração para poder prender os lábios dele entre os meus sem machucar ele, e em seguida conseguir dar uma chupada de lábio nele. O que o fez soltar um gemido contra a minha boca. Que praticamente me obrigou a puxá-lo para baixo forçando meu falo contra ele novamente. O movimento era difícil já que minha mão ainda estava em forma de punho, só com o dedinho esticado (ainda não consegui abrir os dedos e fechá-los, só com o dedinho, que agora não fechava mais...). Conforme o beijo foi ficando mais e mais molhado e erótico o menor acabou se soltando de mim, e se ajoelhando na minha frente com um sorriso malicioso, que me fez gemer de antecipação.
O menor se levantou de forma e me fazer soltar um muxoxo.
– Não seja tão apressado, Eren! — O menor disse novamente na minha orelha naquele tom baixo super sedutor que só ele sabia fazer, e passou os braços pela minha cintura logo me puxando para ficar de pé de novo. Assim que eu me estabilizei de pé ele colocou a mão no meu baixo ventre fazendo um leve carinho na linha da virilha que estava exposta, para logo segurar a boxer que eu usava e puxá-la para baixo, o que me deu certo medo (de cair e não de ser abençoado com um boquete do Levi!), mas o menor não me deu tempo de me desequilibrar, assim que ele baixou a minha cueca até os joelhos ela foi sozinha para o chão. O me deixou completamente exposto para o menor.
– Você é lindo, Eren! — Eu fiquei super. Corado com o comentário discretíssimo do menor. Ele me colocou novamente sentando na cadeira, mas dessa vez ele não e deixou de pernas fechadas.
Assim que o menor abriu as minhas pernas, ele se alojou entre as mesmas para logo levar uma das mãos até meu falo dolorido e pulsante começando com uma masturbação leve, apertando a base com rigidez e afrouxando o aperto quando chegava perto da cabeça, fazendo o mesmo movimento várias vezes, sem em momento algum tirar os olhos dos meus.
Acho que nunca tinha visto nada tão extremamente erótico quanto o Levi me pagando uma punheta, enquanto estava no meio das minhas pernas. Eu fiquei hipnotizado com a cena, mas isso não me impedia de soltar gemidos sôfregos com os movimentos que o menor fazia sobre meu pênis. Quando ele colocou a outra mão para acariciar as minhas bolas eu quase gozei, mas me segurei e fechei os olhos fazendo força para não deixar aquele momento acabar assim tão fácil.
Se eu tivesse ficado de olhos abertos não teria soltado aquele gemido ridículo de susto quando senti os lábios úmidos do menor rodeando meu falo, sugando-o forte, me fazendo soltar um gemido longo e deleitoso. Os movimentos da mão do Levi nas minhas bolas e aquela boca pecaminosa no meu falo eram prazerosos demais. Meu corpo dava espasmos avisando que eu gozaria logo, o que só fez o menor aumentar os movimentos de vai e vem com a boca, enquanto passava a língua pelas veias do meu pênis, deixando os dentes tocarem-no bem de leve, me fazendo ter ainda mais arrepios de prazer.
Eu olhei para o menor com olhos um pouco arregalados, como quem diz “Tira a boca daí, antes que eu goze nela! ”, mas o menor não me obedeceu, muito pelo contrário. Ele aumentou os movimentos a nível estelar, me fazendo involuntariamente jogar a cabeça para trás e impulsionar a minha virilha contra a boca dele. Enquanto eu soltava um gemido no mínimo animalesco (e destorcido pelo problema da fala). Assim que eu me derramei na boca do menor, eu senti meu falo ser abandonado.
– Delicioso Eren...! – O menor simplesmente voltou a sentar no meu colo, mas sem que eu o penetrasse, e em seguida ele me beijou, fazendo com que eu sentisse meu próprio gosto misturado com o seu. Aquilo tinha me levado às alturas, mas o menor parou do nada. – É melhor pararmos por aqui.
Como assim parar por aqui? Não vale ele me atiçar assim e me deixar a ver navios! Olhei para ele indignado e ele soltou uma risada nasal muito fofa. Ele agachou entre as minhas pernas, mas sem ir até o chão, só o suficiente para que eu pudesse passar meus braços ao redor de seu pescoço e ele pudesse me erguer da cadeira sem a chance de que eu caísse. Assim que o menor me pegou no colo minha ereção foi de encontro com a dele que ainda estava coberta, ele todo ainda estava vestido. Ele me colocou com cuidado sentado dentro da banheira, o que foi meio difícil.
Queria ver como ele ia me tirar sem se molhar... Ele foi para trás das minhas costas e começou a esfregá-las com uma bucha e sabão, deixando a bucha ir até o final das minhas costas, e subindo pela frente do meu corpo indo até meu pescoço e fazendo o caminho do meu tórax completo, chegando até o meu membro que já estava querendo despertar de novo.
O menor passou a mão sem a bucha pelo meu pênis limpando-o da nossa pequena brincadeira de antes. Assim que julgou que meu corpo estava devidamente limpo, ele ensaboou meus cabelos e depois tirou o shampoo com uma mangueirinha que tinha acoplado com a banheira.
O Levi tinha realmente me deixado encucado com, como ele me tiraria de lá sem se molhar. Fácil, ele foi até onde era o ralo e tirou à tampa, me fez esperar a água toda sair e jogou uma última chuveirada em mim para tirar todo o sabão que tinha na água, do meu corpo. Assim que a banheira estava vazia ele me secou com uma toalha e me pegou no colo como das outras vezes.
Eu deixei minha cabeça ficar encostada no ombro dele até chegarmos à cama do menor, onde ele me colocou sentado e foi até o armário pegando uma camiseta minha de pijama, uma boxer e um calção. Ele colocou a cueca em mim, mas eu não quis pôr o calção. Eu nunca dormia se calça ou coisas do gênero, a cueca por si só já parece um short, porém, eu o deixei colocar a blusa em mim. Assim que ele me colocou em baixo dos lençóis ele foi até o banheiro e ficou um tempo por lá, depois voltou com uma toalha enrolada no corpo e colocou o pijama completo dele, aquele cinza que ele usou da primeira vez que eu dormi aqui. Eu tinha descoberto que ele tinha vários iguais a aquele.
O menor foi e apagou as luzes, logo vindo e colando o corpo com o meu. Eu não queria dormir. Afinal eu ainda queria um Happy Ending para nossa brincadeira no banheiro. Mas o moreno não parecia querer concordar com isso. Então eu fiquei cutucando ele por um tempo até ele dizer: — Para de encher o saco Eren, ou eu vou mandar um foda-se para tudo e foder você do jeito que eu quiser!
Eu fiquei pensando nos prós e contas de irritar o menor até ele cumprir a promessa, e acabei decidindo que valia o risco, coloquei meu rosto bem próximo do pescoço dele e soprei. Senti o mesmo dar um “pulo” na cama, o que me fez sorrir, acho que ele percebeu já que disse – Depois não diga que eu não te avisei, Eren! — O menor montou em cima de mim e começou a me beijar intensamente, ficamos nos beijando por um tempo até que o ar faltou e nós tivemos que nos separar.
O menor nem se preocupou em ter a decência de me despir, ele simplesmente tirou a própria blusa e calça ficando só de cueca, o que foi foda de ver já que só tínhamos e iluminação da luz que vinha da lua. Eu sentia o menor rebolar em cima do meu pau de novo, de forma a fazê-lo “acordar”, o que não exigiu muito esforço do menor. Bastou ele me estimular um pouco e morder meus mamilos que ainda estavam sensíveis pela brincadeira no banheiro. Eu vi quando ele se levantou, saiu da cama e tirou aquela peça de roupa incômoda que estava nele e em mim.
Ele voltou a ficar em cima de mim, mas sentado no meu abdômen dessa vez, começando a se auto masturbar e me fazendo ter espasmos pela visão pecaminosa que o Levi estava me proporcionando. Eu podia ver a mão dele indo mais e mais rápido, quando senti o corpo dele tendo o primeiro espasmo de prazer ele colocou dois dedos na minha boca.
– Chupa Eren! – O menor praticamente ordenou naquela voz sádica e maliciosa dele. Eu logo atendi ao pedido do menor e chupei da melhor forma possível os dedos, que soltava gemidos pecaminosos, porém baixos. Quando ele julgou que os dedos já estavam devidamente lubrificados eu imaginei que ele fosse me preparar.
Mas fiquei atônito quando aquela bunda linda se empinou e ele se auto penetrou com os dedos de preparando e se masturbando ao mesmo tempo, ele fazia os movimentos com os dedos no mesmo ritmo que com a mão, o que estava me deixando louco. Mas não parando por aí, quando ele achou que não aguentaria se estimular pelos dois lados ele simplesmente colou nossas intimidades fazendo uma fricção deliciosa enquanto impulsionava os dedos dentro de si mesmo, me beijando enquanto se preparava.
Eu como bom sádico aproveitei para chupar a língua dele longamente fazendo o menor soltar um gemino mais audível na minha boca, eu enrolava a minha língua do jeito que dava com a dele, fazendo nos dois gemermos enquanto ele se prensava contra mim e eu me impulsionava contra ele tendo um maior contato com membro dele. Antes que ambos pudéssemos chegar a um orgasmo, ele se soltou de mim ficando um pouco mais elevado e direcionou meu membro para sua entrada, me enterrando em si.
Eu quase tive um orgasmo só de sentir o corpo quente do menor me envolver e me apertar. Ele era ridiculamente delicioso. Eu não conseguiria, nem que quisesse, mexer meu corpo e dar a estocada potente que eu queria, afinal, eu não conseguia mexer nem meu corpo direito, quem dirá com o peso do Levi em cima de mim.
Quando o menor se acostumou comigo dentro de si ele começou a fazer movimentos de vai e vem em cima do meu falo. O que me levou a loucura foi sentir aquela bunda linda batendo forte contra a minha virilha. Eu sentia o interior do menor se contrair e me puxar para dentro a cada pequeno movimento que ele fazia. Conforme eu movia meus quadris em movimento contrário com o dele os baques que os corpos davam eram bem mais potentes que só quando ele descia com força contra mim, não me passou despercebido quando o menor tirou uma das mãos que antes estavam no meu tronco como apoio e começou a se masturbar enquanto nós continuávamos com o delicioso vai e vem, a cada movimento eu aí mais e mais fundo do moreno, e sem que eu percebesse, acabei gemendo tão forte que saiu um “Leviii”.
Foi tão repentino que o menor me olhou assustado e depois deu um sorriso genuíno de lado a lado do rosto. Ele continuou com os movimentos até que eu senti o interior do menor se contrair de uma forma insana e que me obrigou a gozar dentro dele, ao mesmo tempo em que o menor gozou no meu abdômen e gemeu meu nome.
– Le... vi! — Eu estava sem fôlego, mas não deixaria passar a minha chance de dizer esse nome que tanto me é amado. O menor me olhou com aquele sorriso de novo.
– Eu te amo, Eren! — Eu queria dizer que também o amava, mas eu ainda não conseguia falar frases então só saiu um “Eu... a.... Le... vi”, que foi entendido pelo menor. Ainda sorrindo me beijou, um beijo diferente dos outros. Esse não tinha pressa, nem luxuria, só tinha amor e carinho, foi um beijo calmo onde cada um podia aproveitar o máximo do outro.
E assim nós ficamos, juntos pelo resto da madrugada, aproveitamos para dormir já que no próximo dia o mesmo seria longo e cheio de coisas para fazer.
[1] Problema de computador, como um travamento de sistema.
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