Lunatic Girl

2 Capítulo 2 – Pena pesada.


Notas iniciais
Olá! Espero que gostem desse capítulo!! ^-^

Continuando...

–Olha quem esta aqui: Artur, o jegue! – UI minha Irma ta venenosa.

– Não é jegue não é jumento!- Mamonas Assassinas baby!

– Alice... Acho melhor nós sairmos daqui... Porque vai rolar barraco. — Fernando, o traveco disse do meu lado. Se bem que ele tinha razão minha irmãzinha super calma (sinta a ironia) e o Capitão-teen-Barbosa se olhavam como se fossem pular no pescoço um do outro.

– Tem razão... CORRE! — Sai correndo escada acima, mas eu não seria Alice Carvalho se eu não tropeasse alguns degraus e cair no mínimo uma vez de cara no degrau. Fechei a porta do meu quarto quase morrendo com falta de ar.

Eu já falei que eu tenho bronquite? Pois é acabei de ter uma crise.

–Ufa! Achei que ia morrer lá embaixo por causa do gás venenoso do ódio! Sorte que você é só uma tartaruga em Pudim! Não precisa aturar minha irmã e seu arquiinimigo. — E quando eu viro pra colocar um pouco da comida que minha mãe sempre deixa no meu quarto pro Pudim, me deparo com o filhote de cruz credo fazendo cara de baiacu pro Pudim.

– QUALE A TUA? Sai de perto do meu tartarugo seu pedófilo!

– Não existe modo masculino na palavra tartaruga sua anta roxa e eu não sou pedófilo. — Falou o senhor sabe-tudo.

– O tartarugo é meu e eu o chamo do que eu quiser o Capitão-baby-gay-Barbosa! E chispa do meu quarto. — comecei a empurrar ele pra minha janela, como os arquitetos que construíram as nossas casas deveriam estar bêbados, elas são praticamente coladas e a janela do meu quarto fica tipo A UM PULO da janela do quarto dele a única coisa que nos separa é uma arvorezinha em que ele usa pra invadir meu quarto quando quer ver o Pudim!

Eu já disse que o Fernando tem uma tara pela minha tartaruga? Pois é ele é um pedófilo gay! Mas nada contra os gays, na verdade eu adoro os gays, eles são os melhores amigos que alguém pode encontrar! Pena que o único gay que eu conheço é o Fernando é ele é um puto de um pernilongo.

– Pare de me chamar assim sua louca, mas você não esta curiosa da briga ali embaixo?

– Pra falar a verdade sim, mas eu sei que a Nicole vai me contar assim que terminarmos de comer a maldita torta de frango.

– Mas eu quero saber então tchau!

– Isso! Vai com a sombra chulé!- Então ele me mostrou o dedo do meio e saiu porta a fora, mas eu que sou muito curiosa segui ele ate as escadas e sentei pra assistir a cena.

– Sabia que você não ia aguentar de curiosidade!

– Cala boca chulé! Eu quero escutar...

– Aposto que logo depois que eu fui estudar você ficou morrendo de tristeza né? Por que sem mim você não ia ter ninguém pra atazanar! – Vish, me lembre de nunca irritar a Nicks.

– Que nada sua maluca! Eu dei pulos de alegria por não ter você do meu lado!

– CHEGA DE BRIGA! E venham comer, a torta já esta pronta. — Véi, na boa... Daqui a pouco eu vou ficar surda com todos esses gritos e essa bipolaridade da minha mãe.

– Tá. – Como se fossemos presos indo pra cadeira elétrica, seguimos em fila ate a cozinha pra morrermos de intoxicação alimentar. Vocês acham que eu exagero quando falo assim, mas é por que nunca provaram a comida. Minha mãe foi pondo de prato em prato um pedaço “generoso” pra cada um.

– Acho que vou precisar de mais guardanapos. – Cochichei pra mim mesma, mas pelo visto Fernando também ouviu e responder sem nem mesmo ter sido uma pergunta.

– Você acha? Eu tenho certeza!

Ninguém queria dar o primeiro pedaço, minha mãe ficou olhando pra nos com expectativa.

– Vamos lá comam!

– Ok. — Respondi de primeira. PERA! Por que mesmo eu me candidatei? Merda. Comecei a contar ate três...

– Um... Dois... Dois quartos...

– Que tipo de conta é essa? COME LOGO ISSO! –Nicole enfiou o garfo dentro da minha boca junto com a comida quase que eu não engulo o garfo também. -Ta viva?- Minha Irmã super ‘’delicada’’ olha pra mim como se eu fosse um experimento cientifico em teste, mas nesse caso eu sou mesmo.

–...

–Responde logo! –Rodrigo já tava começando a ficar desesperado, mas não tive tempo de responder por que eu esta ocupada demais VOMITANDO debaixo da mesa!

–Á-ág-ua.- Eu já estava escrevendo o meu testamento.

– Você quer água?- Não seu Nelson eu quero mais torta de frango. Eu já tava escolhendo o caixão naquela hora, mas só assenti com a cabeça. Dona Lucia pegou um copo d’água e me entregou, terminei de tomar em dois goles e recuperei minhas forças (MIM HULK).

Minha mãe pra se redimir chegou do meu lado me deu um abraço de urso e pediu desculpa, Nicole chegou do meu lado e ficou parada sem fazer nada só me olhando.

–Você não tem que dizer nada pra mim não? Quem sabe um pedido de desculpas? – Falo na cara mesmo ta pensando o que?

–Não. – Foi na cara dura depois dessa eu fiquei com cara de quem aceita os termos de uso, depois ela me ajudou a levantar, mas minha mãe começou a expulsar eu, a Nicole, o jegue e o jumento junto pra onde? PARA O MEU QUARTO! VLW MÃE SUPER LEGAL VOCÊ NÉ?

– Por que a mãe tinha que mandar eles também aqui pra cima? – Nicole estava mexendo com o Pudim que ela tinha resgatado lá de baixo.

– Sei La só sei que eu vou é dormir! – O desgraçado saiu da minha cama (HEY?) e pulou pra arvorezinha da arvore já muito citada aqui pulou para a janela do Fernando e de lá pulou pra janela do quarto dele que ficava do lado do Fernando assim como o da Nicole ficava do lado do meu e de frente do Artur.

Virei pro Fernandim, o elfo.

–E você não vai junto por quê...?

–Quero brincar com o Pudim.

–Fernando... Deixa de ser tarado moleque!- O expulsei pra fora do meu quarto, quase que ele cai da arvorezinha. — HÁ BEM FEITO!- E ele me mostra o dedo do meio de travesti dele.

– ALICEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE. – E lá vem encrenca.

– Fala estranha.

– Estranha é sua mãe... No caso nossa mãe. — Nicole e sua necessidade de completar frases. — Como andam as coisas por aqui enquanto eu estive fora?

– Tudo na mesma coisa de sempre: o Fernando negando que é gay; dona Lucia sendo gentil; seu Nelson trabalhando; Rodridão, o maridão(? ) me chamando de Srtª. Delinquente, a mãe cozinhando mal, o Artur sendo um jumento e ficando com umas ga... — Sou interrompida por um grito da minha irmã, sério assim eu vou ficar surda!

– O QUE? COMO ASSIM ELE TA FICANDO COM GAROTAS? AQUELE MULHERENGO!

– Mulherengo por quê? Ele sempre foi assim uai?

– EU VOU MATAR AQUELE... -Ela nunca me escuta.

– VOCÊ NÃO É NADA DELE ENTÃO VAI MATÁ-LO POR QUÊ?- Gritei só assim ela ia me ouvir.

– Ahh... Bem... er... AHHHH Alice vê se me erra!

– HOHOHOHO- sou papai Noel (?). — I’m bad bitch.

– Ahhhh quer saber? – Não. — Eu vou dormir que eu ganho mais! Até amanhã. – E assim minha irmã foi dormir e me deixou com o Pudim e a Margarida, a elefanta do meu pijama.

– Pudim, Margarida eu vou tomar banho e vou dormir boa noite adiantado para vocês.

Tomei um banho rápido vesti a Margarida e subi em cima da cama e comecei a cantar:

–I BELIEVE I CAN FLY! I BELIEVE I CAN FLY!

– VAI DORMIR OHH PENA SALTITANTE!- Gritou o Rodrigo abrindo a porta do meu quarto.

No susto e pisei em falso na borda da cama e cai de cara no chão.

– AI! Pena pesada.

Notas finais
E ae? Estão gostando? Não? VAI FICAR MELHOR!