Luna- Uma princesa que se corta...
1 Apenas um desabafo...
Notas iniciais
A onde quer que eu vou todos me perguntam, " por que você ta com essa blusa de frio, se faz calor?"... " porque você quase não sorri?"... " por que você só usa calça?".... O que é isso no seu braço?" .... A minha resposta é sempre a mesma "por que sim"... Já não consigo mais inventar nada, antes quando eu aparecia com arranhões, falava para minha mãe que foi a gata, então simplesmente ela pegou Druzilla e deu para o meu primo, agora sou obrigada a me vestir, com blusas de manga não osso sair assim com meus braços arranhados...
Esqueci-me de dizer o meu nome é Luna, sou filha dos Cullens, a minha mãe Esme Cullen é professora, do ensino fundamental, ela vive, cuidando dos filhos dos outros e se esquece de mim, o meu pai é um famoso médico da região, o Dr. Carlisle Cullen, tivemos que mudar para essa cidade Monterrey no méxico, eu preferia a cidade que morávamos antes Forks lá era tranqüila, não fazia sol, só chuva e frio coisas, que eu amo, já aqui em Monterrey, faz mito calor, acho que calor deveria ser apelido, e mesmo assim eu só uso blusa de frio...
Eu estudo no colégio Claudemiro, lá não é muito de bom de estudar, na verdade não gosto de lá, mais só estudo por implicância do meu pai, então estudo para agradá-lo. Não tenho amigos aqui, ninguém gosta muito de mim, na verdade eles só sabem implicar comigo, colocando apelidos de mau gosto, eles e chamam de, “louca”, a maluca do inferno”, a rockeira desgraçada”, “ a rockeirinha sem sal”, “ a coisa que veio do inferno”, “perturbada”, “ sem estilo”, e muito mais eles implicam com o meu gosto musical, com o meu estilo, com o meu jeito...
E tudo isso só me dar ais raiva, mais vontade de me cortar, sim eu me corto, antes eu só gritava puxava os meus cabelos, chorava, na verdade ainda faço isso mais eu me corto do mesmo jeito. Ainda lembro a primeira vez que eu me cortei, foi por causa que meus pais brigavam, eles iam se separar, então em um piscar de olhos minha mãe pegou o jarro e jogou no chão acho que de raiva, então eles subiram para quarto, deviam terminar a briga lá, e eu fiquei em baixo eu ia recolher o caco, mais eu ficava encarando então decidi pegar um pedaço para mim, guardei, joguei fora os caquinhos, e fui para o meu quarto.
Meus pais só sabiam gritar, o meu pai chegou até pedir separação, e a briga ficou pior. A noite logo chegou, peguei o caco de vidro, e comecei a passar no meu braço, aquilo doía não vou mentir, mais passava a dor que era ver meus pais brigando, isso foi aos meus 13 anos, hoje já vou fazer quinze daqui us dias.
Mais apesar de ser só um ano me cortando, já virou um vício, não sei como parar é inevitável me cortar, qualquer discursão eu já me corto, qualquer coisinha que acontece eu pego a lâmina do meu apontador e passo em minha pele....
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