Luna - INTERATIVA

13 Capítulo XIII


Notas iniciais
Hey, honeys! Como vão? Espero que bem ^^ Até lá em baixo e boa leitura >>

— Olá? – Natalie havia adentado a Sala de Música, no quarto andar do Palácio, onde o príncipe Massimiliano pedia que fosse, mas não o via em lugar nenhum.

O recinto tinha vários instrumentos de todos os tipos, e, pelo teto abobadado e de vidro, se via todo o céu brilhante, dispensando que qualquer um dos pequenos lustres de cristais precisassem ser acessos. Passou os dedos pelas teclas do piano de cauda, tocando alguma melodia qualquer quando ouviu um barulho de coisas caindo no chão. Olhou para o local de origem do barulho e viu o príncipe com os cabelos bagunçados, sem o terno, com a gravata frouxa e um amplificador nas mãos. Natalie precisou piscar algumas vezes para se concentrar, porque nossa. A única coisa que ela conseguia pensar era como ele estava mais bonito que o normal.

— Perdão. Eu não estava achando o amplificador, tive que pegar no quartinho – indicou com a cabeça uma porta aberta no fundo da sala. Não sabia se a senhorita iria querer usar a guitarra elétrica.

— Natalie, por favor. Chame-me de Natalie. E... como assim guitarra? – ela soltou um risinho.

— Ah, você tinha dito que cantava. Achei que um “encontro musical” seria uma boa ideia – colocou o amplificador no chão, com um estrondo. – A não ser que você queira fazer outra coisa.

— De forma alguma! É uma ótima ideia! Mas desculpe... eu não toco guitarra.

— Você podia ter me avisado antes, não é mesmo? – Mass disse em tom irritado, fazendo Natalie gelar por um momento e até mesmo se preparar para discutir. Até que ele riu. – Brincadeira. Sem problemas. Fique à vontade.

Massimiliano sentou-se no chão, sobre algumas almofadas – esse era o palácio com mais almofadas no mundo, não é possível! – e Natalie o acompanhou.

— Então... Vossa Majestade toca alguma coisa além do violão? – perguntou a selecionada lembrando da primeira conversa dos dois.

— Massimiliano, por favor. E toco sim. Piano, violino, violoncelo, guitarra, baixo e bateria. Mas o que eu mais gosto é o violão memo.

Natalie riu.

— Nossa! E eu aqui, sem saber tocar absolutamente nada.

Mass sorriu.

— Quem sabe eu não te ensino algum dia?

— Eu adoraria! Bom, toque alguma coisa! Vossa Al... você deve tocar maravilhosamente, aposto.

— Se com maravilhoso você quer dizer ensurdecedor, está completa de razão. MA

Ambos riram, e o príncipe cedeu. Segurou o violão corretamente, e pensou em alguma coisa que estivesse acontecendo sobre a qual ele podia cantar. Qualquer coisa sobre as selecionadas pareceria uma declaração, ou que ele estava falando de outra garota, e ele não queria nenhum dos dois; havia se resolvido com o irmão; a única coisa que podia pensar que seria bom era o fato de sentir imensa falta de Amelie. Mas será que isso não era meio... apelativo? Ele resolveu arriscar, afinal, ela deveria gostar dele pelo que era, não é mesmo?

We don´t talk anymore

We don´t talk anymore

Like we used to do

[...]

I just heard you found the one you've been looking

You've been looking for

[...]

We don't talk anymore

Like we used to do

Quando acabou, parecia que não havia ensurdecido a menina completamente. Isso era ótimo. Ela até havia acompanhando-o em algumas partes.

— Você toca e anta muito bem, Massimiliano!

— Não tão bem quanto você. Sua vez.

— O quê?

— Sua vez de cantar algo. Achou que ia sair impune? Não mesmo! – brincou, rindo.

Natalie cantou a primeira música que lhe veio na cabeça, que por algum motivo, sempre pensava quando via o príncipe.

When I was younger

I saw my daddy cry

And curse at the Wind

He broke his own heart

And I watched

As he tried to reassemble it

[...]

But darling,

You are the only exception

You are the only exception

You are the only exception

You are the only exception

Massimiliano teve que continuar se lembrando da importante lição que aprendera: não beijar selecionadas no primeiro encontro. Mas, cara, como estava difícil. Limitou-se a acompanha-la no violão, o que já fora uma ótima experiência. E era com o que teria de se contentar. Ainda tinha várias outras selecionadas.

— Hadassa! – Marina Mattedi entrou no quarto da senhorita Stark com dois livros na mão. – Olha o que eu encontrei na biblioteca! Agatha Christie!

— Ai meu bom Senhor, sério?

— Aham! Trouxe “E não sobrou nenhum” e “Assassinato no Expresso do Oriente”, mas eles disseram que poderíamos pegar outros depois. Eles têm toda uma sessão dela aqui!

Marina não ficava feliz assim em um bom tempo. Era ótimo ter alguém que compartilhasse os mesmos interesses que ela e que a compreendesse. Hadassa era tudo isso e muito mais.

— Acha que eles têm “A Bela e a Fera”? – Hadassa perguntou enquanto se dirigiam à biblioteca.

— É logico que sim! Quero dizer, o lugar é uma réplica da biblioteca do filme, po qur não teriam o livro?

— Tem razão.

A Biblioteca Real era um lugar mágico. Realmente era uma réplica da biblioteca de A Bela e A Fera, vezes maior. Todos os trabalhadores do palácio poderiam dormir no chão de lá e ainda sobraria espaço, sem contar o pé-direito altíssimo e as várias janelas, o que tornada a Biblioteca um dos lugares mais agradáveis do Palácio, se não o lugar.

Marina e Hadassa passavam a maior parte de seus dias lá, lendo, subindo e descendo as enormes escadas e conversando. Quando chegaram lá, haviam duas meninas no lugar onde normalmente sentavam, na frente da enorme janela principal. Se não lhe falhavam a memória, eram Elisa Clark e Lara Mills. Marina ficou mais desconfortável, mas a amiga a convenceu de que nada seria diferente. Depois de terminar seu livro – “E não sobrou nenhum” – Hadassa percebeu que a selecionada da União Espanhola estava lendo “Vinte mil léguas submarinas”.

— Jules Verne, hum? É meu escritor favorito. Você tem bom gosto.

Marina encarou a amiga como se ela fosse louca. Elisa levantou os olhos para ela, e encarou-a por alguns segundos para então abrir um sorriso.

— O meu também! Ele é fantástico! Nenhuma das viagens der submarino que fiz chegam perto dessa, e toda vez que leio sinto como se estivesse lá.

Hadassa riu. Sabia bem como se sentia. Todas ali sabiam.

Notas finais
E então? O que acharam? Eu queria primeiramente me desculpar com vocês pelo último capítulo (ou penúltimo capítulo, sei lá) quando eu falei que faltavam apenas quatro eliminações para a Elite. Na verdade faltam SEIS (eu não sei como eu contei duas meninas a menos, mas tudo bem). MAS eu vou fazer apenas quatro fichas, okay? Assim a fic não fica tão longa e cansativa. Antes das tarefas da semana e da Lista Vermelha, eu queria tirar duas dúvidas com vocês (respondam se quiserem, mas iria ajudar muuuito): 1) Eu estava pensando em fazer um blog ou algo da espécie com dicas sobre fics, especialmente Interativas (depois de anos apanhando para conseguir descobrir um pouquinho de como administrar uma). Vocês acham uma boa ideia? 2) Uma amiga minha quer fazer tipo um blog também, mas para prestação de serviço gratuito. Seria o seguinte: administração de personagem de fic interativa. Você faz a ficha, você comenta, mas ela responde as tarefas (te fala o que é, pergunta se está bom antes de responder e tudo mais) e faz os looks e tal. Ela pediu para peguntar para vocês. (particularmente eu não acho uma boa ideia, mas vocês seriam a "clientela", então a opinião de vocês vale mais, lógico) BOM, VAMOS AS TAREFAS: 1) http://goo.gl/forms/6CHDe7LqEN (Ficha 6) 2) http://goo.gl/forms/NTFZNXNnMz (Ficha 7) [sim, eu sei. Duas fichas. Mas as duas são bem curtinha, então acho não vai ter problema.] LISTA VERMELHA: Ninguém! Isso mesmo! VOCÊS SÃO UNS AMORES