Notas iniciais
Hey, honeys! EU sei, eu sei. Eu estou atrasada depois de um mini-hiatus de fim de ano. E vocês devem estar "como diabos ela consegue estar atrasada depois disso?" eu sei, desculpa. DESCULPA DESCULPA DESCULPA! Não a menor desculpa (quantas vezes eu já usei a palavra desculpa nesse parágrafo?) para isso, mas aconteceu, e eu sei que vocês não devem ter a menor fé em mim já que essa é a segunda ou terceira vez que isso acontece, mas eu prometo que eu vou me esforçar para que isso não aconteça mais. Enfim, antes do capítulo começar, eu queria agradecer a autora da Megan Adams, Anne, que fez um edit LINDÍSSIMO da Amelie e do Julius (Amulius?) que já está no tumblr. MUITO OBRIGADA, HONEY! Boa leitura, e até lá em baixo ^^

Elisa Clark avistou Lara Victoria Mills de longe. Via nela uma oportunidade: Luna. Elisa nunca havia ido até o satélite, e ter uma cidadã de lá era a perfeita oportunidade de experiência. E quem sabe ela não era legal? Vendo que a loira estava sozinha olhando por uma das janelas do recinto, resolveu se aproximar.

— Olá – cumprimentou.

Lara desviou o olhar dos jardins e sorriu quando viu a morena.

— Olá. Como vai?

— Bem, obrigada. Posso me sentar? – Elisa indicou o lugar ao seu lado no banco posicionado em baixo da janela, onde coloridas almofadas se encontravam.

— Claro. Prazer, Lara.

— Elisa – responder, com um sorriso, apertando a mão que lhe fora estendida pela loira. — Então... Luna é muito diferente daqui?

— Um pouco. Não podemos sair para “céu aberto” sem roupa apropriada, através das janelas há naves, algumas zonas e o deserto. Coisas assim.

— Zonas?

— É. É como chamamos os locais ambientados. De onde você é?

— União Espanhola. E não, nós não temos naves espaciais na garagem, se é isso que quer saber.

Ambas riram. É, ela é bem legal. Pensou Elisa

Ingrid Rose Beaumont estava sentada num canto da sala, fingindo ler uma revista, enquanto observava as outras meninas. Várias pareciam ridículas ao olhar da morena: fofocando sobre as outras e sobre o príncipe. Embora ela lutasse para tirar o modo como se sentiu quando ele sussurrou de sua cabeça, ainda achava ridículo sair por aí falando isso para todo mundo. Estava quase desistindo de só ficar olhando, até que uma selecionada chamou sua atenção: loira, andava com dificuldade e parecia cansada. Estava razoavelmente longe de qualquer lugar para sentar, e não parecia que iria conseguir chegar a lugar algum. Ninguém mais parecia perceber isso. Ingrid não estava impressionada. Se levantou e foi até a menina. Conseguiu ler em seu crachá Elizabeth.

— Você está bem? – perguntou.

Quando a meninas percebeu que era com ela que estavam falando, pareceu tentar se recompor. Deve ter tido aulas de etiqueta. Notou Ingrid.

— Ah, estou sim, obrigada.

Ingrid a olhou como quem diz “Uhum, sei”.

— Você não parece bem. Parece que correu uma maratona e precisa dormir.

— Está tão aparente assim?

— Não. Ninguém mais parece ter notado. Vamos, eu te ajudo a chegar num sofá.

Relutante, Elizabeth aceitou a ajuda da francesa. As duas se sentaram no sofá que Ingrid estava sentada antes.

— Obrigada. Sou Elizabeth, a propósito.

— Eu sei. Sou Ingrid. – Sorriram uma para a outra. – Então... como foi essa tal maratona?

Elizabeth riu nervosamente. Aquela garota fora legal com ela, mas ela não estava pronta para contar ainda. Mas também não queria mentir. Tentou ficar no meio termo.

— Tenho... problemas respiratórios.

A morena levantou uma sobrancelha. Não pareceu acreditar, mas não ia discutir também. Ficaram conversando por uns minutos, até que um leve movimento foi notado perto da porta. Vicento havia passado por lá, e todas as meninas começaram a comentar e dar risinhos. Ingrid rolou os olhos.

— Não entendo o que tanto comentam sobre ele. Ele nem é tão bonito assim.

Elizabeth olhou-a como se ela fosse de outro planeta.

— Você não sabe?

— Não sei o que?

— Não tem nada a ver com ele ser bonito. Bom, talvez um pouco, mas você não soube do escândalo do ano passado?

Ingrid vasculhou suas memórias de um ano atrás. Elas mal tinham televisão naquela época, e ela é nunca teve muito contato com italianos, então era bem aceitável que ela não soubesse.

— Acho que não. O que aconteceu?

A Ileana se ajeitou no sofá.

— Durante um anuncio importante no Jornal Oficial Italiano, não me pergunte sobre o que, o príncipe Vicento apareceu completamente sem roupas e bêbado correndo pelo estúdio. Aparentemente teve alguma coisa a ver com a prima deles, Caterina di Lecce.

Ingrid encarou Elizabeth por uns segundos, tentando absorver a informação, até que as duas começaram a rir. Talvez esses “problemas respiratórios” não fossem de todo ruim, afinal.

Vicento estava andando pelo palácio em direção aos Jardins Principais, e, inevitavelmente, passou pelo Salão das Mulheres. Poderia ter passado sem ser visto, mas ele era Vicento Enrico Alfero: nunca passava despercebido. Desviou um pouco de seu caminho e passou pela porta do Salão, lançando seus famosos olhares para algumas das meninas, que reagiram exatamente como ele queria. Vicento sorriu. Perfeito.

Chegando no Jardim, encontrou seus irmãos jogando xadrez. Aproximou-se a tempo de ver Pietro ganhar. Ou de ver Mass deixa-lo ganhar. Não tinha muito certeza do que, mas imaginava que era a primeira opção. Pietro odiava que o deixassem ganhar, e Mass sabia disso.

— Vaza, maninho. Eu vou jogar agora.

Massimiliano o olhou com uma sobrancelha levantada.

— Você perdeu, bobão, é a vez do Vice. – Pietro reclamou. Vicento levantou a mão para o irmão mais novo, como quem diz “bate aqui”, onde ele bateu.

Após algumas jogadas, Vicento lembrou de uma dúvida que tinha há um tempo.

— Então, Mass, como vai ser essa coisa do casamento da loirinha? Você vai dar um tempo na competição e vai para lá?

— É, acho que sim. E não é um tempo. São só dois ou três dias.

— Tá, tanto faz.

— Mass? – chamou Pietro.

— Hum?

— Por que você não gosta do Julius?

Por essa ele não esperava.

— Quem disse que eu não gosto do Julius?

— Vicento.

O príncipe herdeiro encarou seu irmão do meio, que só deu de ombros. Vendo que o irmão estava relutante em lhe contar, Pietro disse:

— Pode me contar. Eu sou grandinho, sabe. Xeque.

— É que... quando eu e Amelie éramos mais novos, eles já estavam noivos, sabe? E... Julius fez uma coisa não muito legal, que machucou a Amelie. Ela ficou brava com ele, mas depois de um bom tempo tentando pedir desculpa, ela aceitou. Acho que, apesar de tudo, eles sempre se gostaram muito.

— Ele bateu nela? – Pietro parecia abismado.

Mass riu.

— Não. Ele machucou ela de outro jeito.

— Ele traiu ela, Pi.

— Vicento!

— O que? Você ouviu ele. Ele já está grandinho.

— Mas quando as pessoas já estão noivas desde pequenas, não é normal que elas fiquem com outros enquanto não casam? – o irmão caçula perguntou.

— Deixa eu adivinhar quem te disse isso. Vicento?

— É.

Mass estava começando a perder a paciência com o irmão do meio.

— Sim, é normal quando as pessoas ficaram noivas por decisão de outras pessoas. Mas Amelie e Julius que decidiram que queriam casar. Caçaram acordos políticos até que conseguiram convencer seus pais.

— Ah, entendi. Mas porque você ficou bravo com ele se a coisa foi com ela?

— Porque ela é minha amiga, ora. O que você faria se alguém machucasse Cassie ou Luke?

— Eu batia na pessoa.

Vicento e Mass riram.

— Esse é meu garoto – falou o irmão do meio. – Xeque-mate.

Notas finais
Então gente, eu estava planejando fazer o primeiro encontro do Mass nesse capítulo, mas aí eu percebi que eu tinha esquecido de mandar uma ficha, então aqui estão os avisos dessa semana: ♛ TAREFA DA SEMANA: Preencher a ficha 4 http://goo.gl/forms/V8ENOfrCRO O prazo é até sábado. Não responder leva a eliminação. ♛ A partir de agora, todo o capítulo eu irei avisar quem está em ALERTA VERMELHO. O que é o alerta vermelho? É quando a pessoa PRECISA comentar no capítulo do aviso, ou será ELIMINADA! Os alertas vermelhos dessa semana são as autoras das personagens HWA YANG MI e SPENCER ALLORA KELLER. Mandarei mensagens de aviso para cada uma. ♛ A partir de hoje, irei postar os avisos da semana no tumblr, para vocês não se esquecerem ^^