Ludrigo- Me Apaixonei Pelo Meu Melhor Amigo
6 Capítulo 6
— Não sente vontade?
— Sinto.— Não me deseja?— Desejo.— Então porque não transamos?— Sei lá porque ainda não estou preparada, estou com medo.— Uma hora vai ter que acontecer, faz tempo que estou com vontade, não da para ficar só de beijinho, as coisas entre nós estão esquentando muito.— É estão mesmo, agente não pode ter um beijo demorado e logo o seu membro está duro, e estamos excitados.— Eu estou ficando homem por isso, não sou mas um menino.— Eu também tenho muita vontade é curiosidade.— Então o que espera? não me ama?— Te amo cada dia mas.— Eu também.— É você tem razão não tem porque esperar.— Estamos em um lugar perfeito sozinhos.— Perfeito nem tanto na casinha da árvore.— É romântico agente sempre namora aqui.— Quer saber vamos deixar rolar naturalmente.Pov Du:Falei e ele veio, selou nossos lábios num beijo calmo e apaixonado, ele fica por cima de mim estavámos deitado em um colchão da casa, Nosso beijo era intenso, um beijo que acabou e olhei seus olhos.— Te quero Lucas.Pov Lucas:Assim que ela tirou minha camisa, fui abrir o seu vestido, assim que o tirei, a beijei, mordi seu lábio. Ela apenas de calcinha e sutiã, ela tirou minha calça e logo tirei seu sutiã, comecei a chupar o bico dos seus seios e ela a gemer. Desci com os beijos para a calcinha, tirei a calcinha e lhe dei um selinho. Logo comecei a chupar, ele começou a lamber, os gemidos dela tomavam conta da casinha, ela gozou na minha boca, penetrei dois dedos nela e ela gemeu, quando ela gozou mais uma vez, lambi os dedos e voltei a beijá-la.—Tem certeza? Você quer mesmo? Você sabe que eu nunca transei com uma virgem, nunca nem transei com ninguém.—Anda logo Lucas antes que eu mude de ídeia!Pov Du:Ele pegou a camisinha ali do lado e tirou a cueca novamente me dando a visão dele, só que agora duro e pulsando. Coloquei a camisinha e me preparei. Pressionei meu membro em sua entrada, mas sua expressão de dor me fez parar.— Amor?(ele fala)—Só continua.(eu peço)Pov Lucas:Fiz movimento e logo parou, ela gemia alto e eu deixava chupões em seu pescoço. Ela gozou e troquei a posição, ela começou a quicar e rebolar e gemiamos juntos. Dei um tapa em sua bunda, ela se movimentou mais e gozou. Ela se deitou ao meu lado e deitou sobre meu peito e eu perguntei;— O que achou?(eu pergunto)— Maravilhoso e gostoso.(ela sorrir satisfeita)— Temos um namoro completo agora.— É deveriamos ter feito a mas tempo é muito bom, bem que as meninas comentam.— É mas foi na hora certa.— É se meu pai descobrisse me matava para ele sexo só depois do casamento.— É mas ele não precisa saber.— Não mesmo ninguém tem nada a vê com a nossa intimidade, isso só contamos para melhores amigos.— É verdade pai é mãe agente não conta.— Quero isso todo o dia.— É eu também, vamos começando transando de novo.(disse eu malicioso)— Eu topo.(disse ela me beijando)Dois anos depois...No último dia de aula para o colégio é o fim para o terceiro ano do ensino médio, todos estavam ali correndo para verem os resultados na parede de quem passou para o vestibular e quem passou de ano, alunos todos desesperados aglomerados ali, uns choravam porque repetiram, outros choravam de felicidade porque além de terminar o colégial ainda conseguiram entrar numa universidade, mas muitos não tiveram essa sorte.— É terminamos o colégial finalmente.(disse Lucas suspirando aliviado)— É mas temos a faculdade.(disse Du)— Eu não vou fazer faculdade.— Ah vai sim.— É vai pagar para mim?— Não pago nem o meu estou rezando que tenha passado para conseguir a bolsa.— Então como vou fazer.— Ainda não vimos o resultado.— É o que acha que eu passei atá, nem sei se passei de ano acha que passei para uma universidade?— Porque não estudou eu tentei mas não queria saber de estudar, eu estudei muito.— Só se passei por sorte.— É mas a sorte não vai te deixar lá por muito tempo para continuar tem que estudar muito.— Nem sei o que quero da vida sou muito novo.— Eu também sou muito nova e sei o que eu quero da vida estudar direito e virar uma advogada, daqui uns anos ter meu proprío escritório de advogacia.— É mas eu não sou assim como você.
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