— aah...digoo...mais forte.

—ta gostando né safada.

#Lu: mu...ito.

Ele riu e segurou em minha cintura apertando forte e acelerando os movimentos de entra e sai, também fortes. Eu tava explodindo de tanto prazer e acabei gozando de novo. Meu corpo já ficava mole, mas eu queria mais. Não vou parar agora, não mesmo. Digo saiu de dentro de mim e me deitou na cama voltando a me penetrar. Ele tava tão cansado quanto eu então dessa vez ele foi com mais calma. Ele se movimentou devagar e eu passava as unhas pelas suas costas, que por sinal já tava toda arranhada.

—ta cansada?

—to.

— quer parar?

— não.

Ele riu e continuou se movimentando. Dei um chupão em seu pescoço e uma mordida leve no ombro e na orelha, sentindo ele se arrepiar todo.

— você é gostoso demais.

— você também é.

—essa noite vai ficar marcada.

—pra sempre.

Digo levantou colando a boca na minha em um beijo lento, mas cheio de desejo e vontade.

#Digo: rola um banho?

—se você não sair de dentro de mim rola.

—mas ta safada você hein.

— brinquedos foram feitos pra brincar. Vai dizer que não ta gostando dessa brincadeira?

—to amando.

Eu ri e ele saiu de cima de mim se levantando e me colocando com as pernas entrelaçadas em sua cintura. Ele mordeu meu pescoço e me penetrou de novo enquanto caminhavamos pro banheiro.

Pov Rodrigo:

Depois de gozar várias vezes eu já tava cansado, mas não queria parar. A noite ainda só ta começando e não paro até o dia clariar. Seguimos pro banheiro e a todo momento eu me movimentava dentro dela. Lu se mecheu um pouco e liguei o chuveiro deixando a água nos molhar por inteiro. Só ai reparei que a banheira estava cheia. Desliguei o chuveiro e caminhei até ela praticamente alagando o banheiro. Minha boca sempre colada na dela, minha mão sempre apertando sua bunda.

—quica mais pra mim?

— o quanto quiser.

Ela deu um sorriso safado e me sentei na banheira com ela em meu colo. Lu começou a quicar mais rápido do que imaginei que ela poderia. Ataquei seus lábios e a beijei com vontade enquanto massageava seu seio com uma mão e apertava a bunda com a outra.

— ta gostosa demais quicando assim.

—me come então.

Ela acelerou mais e eu dei outra mordida em seu pescoço deixando mais uma marca perfeita dos meus dentes.

—é pra já.

Levantei ela de cima de mim e, mesmo molhados, deitei ela na cama e ataquei sua intimidade. Eu mordia, lambia, chupava e ela só rebolava pedindo mais e gemia alto. Não demorei a sentir o gosto delicioso dela na minha boca. Subi até ela de novo e a penetrei voltando com os movimentos fortes e rápidos. Ela gemia gostoso demais, meu Deus. Continuei me movimentando e a lu também se mechia, chocando o corpo contra o meu. Cama tava toda molhada mas eu não tava nem ligando pra isso, só queria prestar atenção nela.

—digo.

— oi?

— mais ra..rápido.

— sente dor não?

—se você... Chamar prazer se dor...eu sinto, muito. Acelera isso.

—como quiser minha gostosa.

Acelerei ao máximo que podia e delirava ouvindo ela gemer e vendo a expressão de prazer no rosto dela.

Pov Luciana:

Digo gozou e saiu de dentro de mim que ja tinha arriado. Eu cai mole na cama depois de uma noite inteira de amor com meu digo. Dessa vez a gente se superou, até ele ficou mole. Passei a noite inteira gozando, gemendo e provocando ele. Não sei nem como a gente conseguiu aguentar tantas.

—eu...não aguento...mais.

— nem...eu.

De novo eu parecia uma gelatina, meus movimentos sumiram e eu mal tinha forças pra respirar.

—essa foi...pra matar.

—uhum.

— não consigo me mexer.

—dois.

—mas valeu a pena.

— sim.

— você ta bem?

— to.

Porque das palavras curtas? Nem os músculos da minha boca eu conseguia mecher. Tava completamente exausta e seria capaz de dormir em dois segundos.

#Digo: vou capotar.

#Lu: já capotei.

Eles dormem de conchinha, e acordam juntos bem tarde claro depois de passarem a noite em claro transando estavam doloridos, o primeiro a acordar e Digo que a acorda com um café da manhã.

— Acorda minha vida(disse ele a enchendo de beijos pelo seu corpo nú a fazendo acordar sorrindo, ele beija seu ombro, seu rosto e suas costas)

— Bom dia minha razão de viver.(disse ela lhe dando um selinho)

— Te amo.(disse ele se declarando)

— Também te amo.

— Olha o que eu preparei para você.(disse ele colocando a bandeja em cima dela)

— É igual fez naquele dia que nós tivemos a primeira vez em Santa Catarina.

— Gostaria de voltar lá aquela cidade nos marcou onde tivemos a nossa primeira vez.

— É poderiamos voltar na lua de mel.

— É claro para onde você quiser ir.

— É eu quero mesmo é viajar para fora do Brasil nunca viajei, os únicos lugares que eu fui foi em Minas onde eu nasci, em Santa Catarina com você, é aqui no Rio.

— É mas temos a vida toda para viajar pelo mundo juntos.

— Que horas são?

— Meio-dia.

— Nossa tão tarde assim?

— Claro passamos a noite em claro fazendo amor.

— Nossa que noite.

— De amor selvagem.

— Amei quero repetir muitas vezes.

— É vamos.

— Mas acabou comigo estou muito dolorida.

— É eu também estou.

— Vamos sair hoje em família com os nossos filhos?

— Claro quero ficar com eles, ontem nem tiver oportunidade.

— Jéssica fez um favorzão levando eles ontem para agente ficar sozinhos.

— Deve ter sido dureza ficar grávida tão novinha é sem eu aqui.

— É foi fiquei desesperada no começo ser mãe aos quinze anos de idade, mas logo me acostumei com a ídeia e fiquei feliz em ter um filho seu, um não dois.

— Queria ter estado ao seu lado o tempo todo.

— É sofri preconceito no colégio todos me olhando quando a minha barriga estava grande, mas eu continuei estudando não iria deixar de estudar por causa de ninguém, e logo após de ter os gêmeos fui convidada para ser modelo.

Eles tomam café e ficam lá deitados e começam a conversar sobre o que houve durante esse ano que passaram separados, ela contou dos bêbes, da fuga do orfanato, da carreira e ele de onde morava tinham muita conversa para colocar em dia.

— É esse um ano mudou muita a sua vida.(Digo)

— As nossas.

— Mas a sua que ficou rica, eu não fiquei rico.

— Você é milionário.

— Não os meus pais são, eu não tenho nada, eu não trabalhei nem fiz esforço para ter nada, só vou ter como herdeiro, é você sim batalhou para conseguir o que quer.

— Eu nunca pensei em ser modelo.

— É nem eu pensei que seria mas você é ideal para ser modelo é linda e angelical, mas é baixinha.

— É eu não tenho altura para modelo mas sou fotográfica de passarela não.

— É pelo o menos tem uma carreira.

— Pensei que acharia que eu consegui essas coisas sendo prostituta.

— Eu sei que não.

— É eu não fui é nunca vou ser me deitar com homem por dinheiro, já tive muitas propostas mas recusei todas, estou onde estou com meu trabalho de modelo.

— Eu acredito.