Ludrigo- Amor de conto de fadas
22 Capitulo 20
— Depois agente se fala para marcar o exame.
— Não tenho seu telefone.— É nem eu o seu, então anota ai.(disse ele e ela anota seu número no seu iphone) Agora me passa o seu(ela fala e ele anota no seu iphone)— Eu quero fazer e esfregar na sua cara.— Tchau Luciana.(disse friamente e da as costas para sair a deixando ali)Ele sai e ela fica ali arrasada chorando Jéssica volta e pergunta como foi.— Foi horrível nunca imaginei isso sonhei tantas vezes com a nossa volta, pensei que ele correria para os meus braços agente se beijaria e fazia amor mas não, ele disse que ama a Alina e me chamou de coisas que eu não gostei me ofendeu não acreditou em nada que eu falei nem que os filhos sejam deles.(conta Lu em plantos)— Que cachorro deveria ter dado na cara dele.— Perdi o amor da minha vida.— Lu esqueça ele, ele não vai acreditar em você siga sua vida.— Eu tenho que provar tudo é uma questão de honra.Ela sai de lá com a amiga e vai para casa chorando muito e pensando em tudo que ele falou, e ele ficou a mesma coisa pensando nisso ficou muito mexido quando a viu um lado dele acreditava nela e o outro não e estavam em colisão esses dois lados, tinha dúvidas ela parecia ser sincera.— Está pensativo demais amor desde que saiu.(disse Alina lhe dando um selinho)— Alina eu vi a Luciana.— Aquela golpista?— Sim ela marcou encontro comigo.— Me fala nisso assim?— Eu não sabia que ela era.— O que queria?— Queria me falar que me ama e não me abandonou.— É você acreditou?— Ela parecia está falando a verdade.Ele conta tudo a ela.— Isso é mentira sua mãe jamais faria isso.— Porque ela voltaria agora?— Para ter mas dinheiro.— Ela diz que os dois filhos são meus.— Dúvido que seja.— Mas pode ser parece comigo.— Mesmo que seja não muda nada do que ela te fez sofrer tanto graças a mim você se recuperou e te fiz esquecer ela.— Eu não esqueci ela.— Ainda a ama?— Sim quando a vi na minha frente meu coração foi a mil.— Me dói ouvir isso.(disse com lágrimas descendo em seus olhos verdes)— Me desculpa mas é verdade.— Vai voltar com ela?— Não né ela não me ama é uma golpista ao menos que me provasse falar a verdade.— É eu vou para escanteio.— Você sabe que eu a amo.— Pensei que tinha a esquecido não fala dela.— É mas penso não preciso falar.Alina conta a mãe dele tudo o que ele falou.— Ah não depois de anos esta golpista tá de volta.(disse Ana furiosa)— Temos que sair do Brasil de novo antes que seja tarde e ela acabe acreditando nela.— Não pode ser depois de mas de um ano ele ainda ama ela.— Ama sim ele me confessou eu não consegui fazer ele a esquecer.— Que raiva se pudesse mandaria ela de volta.— É mas nem sabemos onde ela está, ele me contou que agora ela é modelo.— Ele não pode descobrir a verdade se não nunca vai nos perdoar.— É mesmo ele não iria mas querer saber de nenhum de nós.— Essa menina tem que sumir.— É ela ainda tem dois filhos dele você é avó.— Ai meu deus só piora a coisa, queria ter neto mas filho seu, não esses bastardos.— Eu não quero engravidar tão cedo tenho apenas dezoito anos.— É eu sei.— Ela aparece do inferno para atarzanar a nossa vida.— Eu fiz tanta coisa para separa-los e ela volta atrás dele, se soubesse que ela estaria aqui nem deveria ter deixado ele vim, a mando para o orfanato e ela volta.Ele estava ouvindo tudo, e ele abre a porta as supreendendo elas o olham espantadas.— É ouvi tudo.(Digo)— Tudo o que?(pergunta Ana)— A armação para me separar da Lu.— Não é nada disso que está pensando.— Não adianta eu ouvi.— Tá não tem como negar eu fiz isso tudo mesmo.— Eu não sabia de nada soube agora.— É a Alina não tem culpa.— Mentira sei que ela sabe de tudo, é mesmo se não soubesse não importa agora que sei vou voltar para o amor da minha vida, e vocês duas digo três com o papai não quero mas saber de nenhum, é saiba vou falar com a Nanda também que eu sei que o dela é armação.Ele sai furioso mas feliz ao mesmo tempo, estava triste e muito magoado pelos que os pais fizeram mas feliz que agora poderia voltar para Lu ela não era a golpista que ele achava e tinha dois lindos filhos dele, sentiu muita raiva de sí mesmo por ter acreditado e passado um ano e meio sem ela, perdeu a grávidez e o crescimento dos dois mas agora teria a vida toda pela frente, ele arruma as malas e desce.— Não filho não vá embora.(pede Ana chorando)— Nessa casa eu não piso mas.— O que houve Rodrigo?(pergunta Nanda que ouviu a discussão)— Nanda volta com o Felipe.(disse Rodrigo)— Aquele cafajeste ficou louco?— Conte mãe para ela a armação que fez para mim é para Lu, é também para o Felipe.— Nanda aquela menina que você ouviu falando pelo telefone fui eu que paguei.(assume Ana)— Não acredito que fez isso.(disse chocada)— É eu fiz é também mandei a Luciana para o orfanato em Minas e inventei que ela pediu dinheiro para se afastar do Rodrigo.
— É ela que nos separou do nossos amores.— Como pode fazer isso mãe? agente sofreu tanto.— Não foi só ela não a culpe eu também tive culpa.— Vocês dois são iguais.— Eu fiz isso por amor.— É eu também porque pensei mesmo que essa menina era uma interesseira só quis evitar o sofrimento seu é da Nanda.— Evitar ou fazer agente sofrer? passamos um ano e meio sofrendo.— Não mintam vocês estavam viajando foram morar fora e tinham seguido a vida de vocês, não venham dizer que passaram um ano e meio chorando por isso que não é verdade.— Agente não estava na bad esse tempo todo estavámos conformados sofrendo calados, eu pensava nela todo o dia e ainda amo ela quando a encontrei senti o mesmo amor, nunca a esqueci é claro que estava seguindo a minha vida estava até bem mas não feliz de verdade como era quando eu estava com ela.(Rodrigo)— Rodrigo nesse mas de um ano que estamos juntos não me amou nenhum pouquinho?— Eu gostei de você mas o que eu sentia por você nem se compara ao que eu sinto por ela que é amor de verdade, isso nunca terá meu Alina é agora depois que soube só sinto desprezo por você.— É agora ele pode está com outra apaixonado por outra.— Gente esqueça esses dois vocês já seguiram a sua vida eles também seguiram a deles, é óbvio que estão com outros, e vocês também Rodrigo com Alina é Nanda com o Francisco.— É mas eu não o amo.— E agente Rodrigo?
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