— Depois agente se fala para marcar o exame.

— Não tenho seu telefone.

— É nem eu o seu, então anota ai.(disse ele e ela anota seu número no seu iphone) Agora me passa o seu(ela fala e ele anota no seu iphone)

— Eu quero fazer e esfregar na sua cara.

— Tchau Luciana.(disse friamente e da as costas para sair a deixando ali)

Ele sai e ela fica ali arrasada chorando Jéssica volta e pergunta como foi.

— Foi horrível nunca imaginei isso sonhei tantas vezes com a nossa volta, pensei que ele correria para os meus braços agente se beijaria e fazia amor mas não, ele disse que ama a Alina e me chamou de coisas que eu não gostei me ofendeu não acreditou em nada que eu falei nem que os filhos sejam deles.(conta Lu em plantos)

— Que cachorro deveria ter dado na cara dele.

— Perdi o amor da minha vida.

— Lu esqueça ele, ele não vai acreditar em você siga sua vida.

— Eu tenho que provar tudo é uma questão de honra.

Ela sai de lá com a amiga e vai para casa chorando muito e pensando em tudo que ele falou, e ele ficou a mesma coisa pensando nisso ficou muito mexido quando a viu um lado dele acreditava nela e o outro não e estavam em colisão esses dois lados, tinha dúvidas ela parecia ser sincera.

— Está pensativo demais amor desde que saiu.(disse Alina lhe dando um selinho)

— Alina eu vi a Luciana.

— Aquela golpista?

— Sim ela marcou encontro comigo.

— Me fala nisso assim?

— Eu não sabia que ela era.

— O que queria?

— Queria me falar que me ama e não me abandonou.

— É você acreditou?

— Ela parecia está falando a verdade.

Ele conta tudo a ela.

— Isso é mentira sua mãe jamais faria isso.

— Porque ela voltaria agora?

— Para ter mas dinheiro.

— Ela diz que os dois filhos são meus.

— Dúvido que seja.

— Mas pode ser parece comigo.

— Mesmo que seja não muda nada do que ela te fez sofrer tanto graças a mim você se recuperou e te fiz esquecer ela.

— Eu não esqueci ela.

— Ainda a ama?

— Sim quando a vi na minha frente meu coração foi a mil.

— Me dói ouvir isso.(disse com lágrimas descendo em seus olhos verdes)

— Me desculpa mas é verdade.

— Vai voltar com ela?

— Não né ela não me ama é uma golpista ao menos que me provasse falar a verdade.

— É eu vou para escanteio.

— Você sabe que eu a amo.

— Pensei que tinha a esquecido não fala dela.

— É mas penso não preciso falar.

Alina conta a mãe dele tudo o que ele falou.

— Ah não depois de anos esta golpista tá de volta.(disse Ana furiosa)

— Temos que sair do Brasil de novo antes que seja tarde e ela acabe acreditando nela.

— Não pode ser depois de mas de um ano ele ainda ama ela.

— Ama sim ele me confessou eu não consegui fazer ele a esquecer.

— Que raiva se pudesse mandaria ela de volta.

— É mas nem sabemos onde ela está, ele me contou que agora ela é modelo.

— Ele não pode descobrir a verdade se não nunca vai nos perdoar.

— É mesmo ele não iria mas querer saber de nenhum de nós.

— Essa menina tem que sumir.

— É ela ainda tem dois filhos dele você é avó.

— Ai meu deus só piora a coisa, queria ter neto mas filho seu, não esses bastardos.

— Eu não quero engravidar tão cedo tenho apenas dezoito anos.

— É eu sei.

— Ela aparece do inferno para atarzanar a nossa vida.

— Eu fiz tanta coisa para separa-los e ela volta atrás dele, se soubesse que ela estaria aqui nem deveria ter deixado ele vim, a mando para o orfanato e ela volta.

Ele estava ouvindo tudo, e ele abre a porta as supreendendo elas o olham espantadas.

— É ouvi tudo.(Digo)

— Tudo o que?(pergunta Ana)

— A armação para me separar da Lu.

— Não é nada disso que está pensando.

— Não adianta eu ouvi.

— Tá não tem como negar eu fiz isso tudo mesmo.

— Eu não sabia de nada soube agora.

— É a Alina não tem culpa.

— Mentira sei que ela sabe de tudo, é mesmo se não soubesse não importa agora que sei vou voltar para o amor da minha vida, e vocês duas digo três com o papai não quero mas saber de nenhum, é saiba vou falar com a Nanda também que eu sei que o dela é armação.

Ele sai furioso mas feliz ao mesmo tempo, estava triste e muito magoado pelos que os pais fizeram mas feliz que agora poderia voltar para Lu ela não era a golpista que ele achava e tinha dois lindos filhos dele, sentiu muita raiva de sí mesmo por ter acreditado e passado um ano e meio sem ela, perdeu a grávidez e o crescimento dos dois mas agora teria a vida toda pela frente, ele arruma as malas e desce.

— Não filho não vá embora.(pede Ana chorando)

— Nessa casa eu não piso mas.

— O que houve Rodrigo?(pergunta Nanda que ouviu a discussão)

— Nanda volta com o Felipe.(disse Rodrigo)

— Aquele cafajeste ficou louco?

— Conte mãe para ela a armação que fez para mim é para Lu, é também para o Felipe.

— Nanda aquela menina que você ouviu falando pelo telefone fui eu que paguei.(assume Ana)

— Não acredito que fez isso.(disse chocada)

— É eu fiz é também mandei a Luciana para o orfanato em Minas e inventei que ela pediu dinheiro para se afastar do Rodrigo.

— É ela que nos separou do nossos amores.

— Como pode fazer isso mãe? agente sofreu tanto.

— Não foi só ela não a culpe eu também tive culpa.

— Vocês dois são iguais.

— Eu fiz isso por amor.

— É eu também porque pensei mesmo que essa menina era uma interesseira só quis evitar o sofrimento seu é da Nanda.

— Evitar ou fazer agente sofrer? passamos um ano e meio sofrendo.

— Não mintam vocês estavam viajando foram morar fora e tinham seguido a vida de vocês, não venham dizer que passaram um ano e meio chorando por isso que não é verdade.

— Agente não estava na bad esse tempo todo estavámos conformados sofrendo calados, eu pensava nela todo o dia e ainda amo ela quando a encontrei senti o mesmo amor, nunca a esqueci é claro que estava seguindo a minha vida estava até bem mas não feliz de verdade como era quando eu estava com ela.(Rodrigo)

— Rodrigo nesse mas de um ano que estamos juntos não me amou nenhum pouquinho?

— Eu gostei de você mas o que eu sentia por você nem se compara ao que eu sinto por ela que é amor de verdade, isso nunca terá meu Alina é agora depois que soube só sinto desprezo por você.

— É agora ele pode está com outra apaixonado por outra.

— Gente esqueça esses dois vocês já seguiram a sua vida eles também seguiram a deles, é óbvio que estão com outros, e vocês também Rodrigo com Alina é Nanda com o Francisco.

— É mas eu não o amo.

— E agente Rodrigo?