Lucky Strike
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Boa Leitura!!!
Há quatro meses atrás:
— Você está atrasado. — Ladybug disse assim que acertou um soco em um ladrão o derrubando.— Desculpe, eu estava ocupado. — Chat Noir se defendeu e foi até dois deles, dando um chute em cada um enquanto pulava. — Entendi. — a azulada revirou os olhos. Ele sempre se atrasa. Marinette foi até um dos caras e acertou dois chutes, mas o mesmo os impediu com suas mãos. Então ela se abaixou desviando de um soco e se atirou contra a barriga dele, fazendo os caírem. Porém como ela ela estava por cima, conseguiu dar vários socos até que ele ficasse inconsciente. Antes de Ladybug ficar de pé, alguém a acertou com uma barra de ferro e ela caiu rolando com a mão no braço, sentindo uma dor lancinante. O homem se aproximou mas ela chutou as partes íntimas dele, ainda caída no chão. A garota aproveitou para ficar de pé e acertar duas vezes seu cotovelo nas costas do malfeitor que estava curvado. Chat Noir arranhou a costela de um dos homens e depois girou seu corpo acertando um chute seguido de mais dois na face dele.— Precisa de ajuda? — olhou para Ladybug e viu ela ofegante, segurando seu braço com cara de insatisfeita para ele. — Porque está me olhando assim?— Porque você se atrasou. — caminhou até ele tirando a mão o braço e soltando um gemido de dor. — De novo.— Eu tenho compromissos na minha outra vida, não sei você sabe. — ela parou na frente de Chat Noir enquanto o coração dele batia mais rápido. Porque ela tem que ser tão maravilhosa?— Sei disso, mas bem que poderia ter avisado.— Como? — ela ficou pensativa.— Precisamos de um meio de comunicação seguro. — falou parecendo esquecer estar brava com ele — E também de um local onde possamos nos encontrar antes.— Tipo um comunicador e um esconderijo?— Isso. — se remexeu incomodada com a dor. — Mas não tenho recursos para isso, então a menos que você seja super rico na sua outra vida...— Para sua sorte my lady, eu sou super rico. — falou um tanto convencido e Marinette fez uma cara de dúvida. — Quer... — antes que falasse mais alguma coisa, ouviram as sirenes da polícia.— Vamos. — Chat Noir correu para ir embora, porém ao olhar para trás viu Ladybug parada no mesmo lugar. — Você não vem?— E-Eu não consigo. — admitiu envergonhada colocando a mão no braço — Dói muito.— Vem comigo. — voltou até ela e a segurou no colo.— O-O que está fazendo?— Te ajudando. — Chat Noir saiu correndo pelas ruas parisienses, enquanto o relógio marcava 23:56h. — Onde vai me levar? — ele parou ainda com ela no colo.— Não tinha pensado nisso. — Você não pensa muito antes de agir não é? — ela riu. — Pode me deixar ali. — apontou para um beco.— De jeito nenhum. — Ladybug fez uma careta para ele que decidiu obedecer. O felino foi até as caixas e a colocou sentada ali. — Então, você viu que fizeram um blog sobre nós... — ele se escorou em um contêiner que tinha ali, mas a porta do mesmo cedeu e ele caiu para dentro.— Chat Noir! — ela ficou de pé e foi até ele — Você está bem? — Ladybug entendeu sua mão.— Dentro do possível. — ele segurou a mão dela e escorou-se na parede do contêiner. Porém sem querer apertou um botão e os dois se desequilibraram enquanto desciam no que parecia ser um elevador de cargas. — O que é isso? — ele perguntou enquanto segurava nos ombros de Ladybug.— Não faço ideia. — ela falou e Chat Noir sentiu seu corpo estremecer graças a proximidade de Ladybug, fazendo as respirações se chocarem. Assim que o elevador parou os dois saíram e analisaram o cômodo cheio de caixas velhas, plásticos e poeira.— Parece um tipo de depósito. — ele falou espirrando em seguida, por conta da poeira.— Um depósito muito antigo. — Ladybug assoprou uma caixa e logo tossiu. Chat se aproximou com um sorriso no rosto.— Acho que tive uma ideia, my lady.**Nos dias de hoje: Faltando alguns minutos para bater a professora anunciou que o trabalho seria de dupla. Nino virou para trás convidando Alya que olhou para Marinette com uma cara de piedade.— Tudo bem, eu acho outra dupla. — a azulada sorriu para a amiga.— Obrigada. — a morena sorriu também. Antes que Chloé fizesse qualquer movimento, Adrien virou para trás.— Marinette, quer fazer dupla comigo? — Adrien perguntou.— C-Claro. — a garota foi se levantar para trocar de lugar com Nino, mas foi interrompida por Nathanaël.— E-Ei Marinette. Eu q-queria saber s-se você n-não quer fazer d-dupla comigo? — ele perguntou envergonhado e a azulada suspirou. Obviamente queria fazer dupla com Adrien, mas não queria deixar Nathanaël magoado.— É que s-sabe... — o modelo viu a cena e sentiu uma vontade enorme de jogar o ruivo pela janela. Ele não sabia porque, talvez ciúmes da amiga?— Ela já vai fazer dupla comigo. — Adrien surgiu ao lado dos dois — Agora nos dê licença por favor. — falou com uma pontinha de grosseria e Nathanaël assentiu e foi para seu lugar cabisbaixo. — Vem. — o modelo puxou Marinette pelo braço com um tanto de força.— A-Adrien, v-você está me m-machucando. — falou com os olhos arregalados.— Ah, desculpe, eu... — soltou o braço dela e sentou sem completar a frase. A azulada sentou ao lado dele meio constrangida. Porque ele tinha agido daquela forma?
— Você... — Marinette ia fazer uma pergunta sobre o trabalho, mas como percebeu que ele estava encarando o chão e não ela, tomou coragem — Você está bem?— Como assim?— É que, bom... — ela passou a mão pelo local onde Adrien tinha agarrado e percebeu que estava um pouco vermelho. Os olhos dele seguiram a mão dela e assim que viu o que tinha feito, arregalou os olhos.— Marinette, me perdoe! — se aproximou e colocou sua mão em cima da dela. A azulada sentiu pequenos choques percorrerem seu corpo com a aproximação e o toque do garoto — Eu juro que não quis... eu....— E-Está tudo b-bem. — afirmou sem olhar nos olhos dele.— Não, não está. — falou tirando a mão dela de cima e acariciando com a sua. Marinette estava morrendo por dentro e não sabia que conseguiria falar uma frase inteira se fosse o caso. Logo o sinal tocou e os amigos se despediram saindo da sala — Merda! — ele xingou baixinho. — Desculpe. — S-Sem problemas. — os dois ficaram de pé, porém o loiro ainda não havia soltado o braço dela — Eu p-preciso ir. — Adrien suspirou e soltou o braço dela. Logo ela saiu correndo e ele chutou sua mochila.— O que foi isso garoto? — Plagg surgiu fazendo ele cair sentado.— Como você... — olhou para o chão e viu que seu bastão tinha caído da bolsa. — Ah.— Primeiro: Porque quase espancou o garoto com o olhar? Segundo: Porque machucou a menina? E terceiro: Você está bem? — o kwami perguntou.— Não sei, não sei e provavelmente não. — Adrien respondeu juntando suas coisas.— Quando tiver as respostas é bom conversar com ela. Se não ela vai que você é um tipo de psicopata. Nem namorados vocês são. — o loiro corou com a última frase.— Claro, claro.* À noite, a ficha do acontecimento com Adrien na escola havia caído, deixando Marinette nervosa.— O que foi isso Tikki? — Marinette passou a mão nos cabelos pela décima vez.— Se continuar andando de um lado para o outro, vai abrir um buraco no chão. — a kwami riu.— Não tem graça. — se jogou na cama. Enquanto reclamava mais um pouco para a kwami, do outro lado da rua, em cima de um prédio, um certo gato preto observava Marinette.— Acho que você devia ir lá. — Plagg comentou.— Parece que ela está falando com alguém. E tem mais, eu não posso simplesmente ir lá. — Chat falou virando de costas pronto para sair — Se ela for uma das pessoas que é contra o meu trabalho e o de my lady? O que ela vai pensar?— Provavelmente não. Ela é a amiga da dona do Ladyblog.— É, mas isso não significa que ela gosta da Ladybug e do Chat Noir.— Talvez você mesmo devesse verificar. — o felino ficou pensativo por alguns segundos. Queria muito ir ver Marinette, mas o que ela pensaria dele? O certo era eles nem se conhecerem. Precisava se controlar. Adrien deu um passo para ir embora, no entanto lembrou-se de um fato muito importante: Ele era Chat Noir! Podia fazer o que quisesse e não precisa dar explicações. Um dos motivos pelos quais ele amava vestir aquele traje preto com detalhes verdes e acinzentados. O garoto pulou até a janela de Marinette e viu que ela havia guardado algo em uma gaveta e depois sentado na cadeira da escrivaninha. Ele bateu de leve no vidro e a garota quase caiu da cadeira de susto. Depois ela fez uma expressão de confusão ao ver quem era e foi até a janela abrindo-a.— Chat Noir? — questionou se afastando para que ele entrasse. Adrien achou um pouco descuidado da parte dela deixar ele entrar assim tão fácil, embora Marinette soubesse que ele não representava uma ameaça. — O que faz aqui? — Eu é... — levou a mão até a nuca — Eu tinha ronda noturna marcada e vi uma luz acesa, então quis passar aqui. Foi meio que acidental. — Era mentira. Marinette sabia quando eram os dias de ronda noturna dos dois e aquela era a noite de folga de ambos.— Entendo.. — suspirou fingindo acreditar e sentou na cadeira novamente. O modelo ficou parado sem saber se adentrava mais no quarto ou permanecia ali. Mas depois de dizer para si mesmo que quem estava ali não era o Adrien e sim o Chat Noir, o garoto foi até a cama dela e se jogou. — Ei! — levantou e foi até ele — Eu não te dei esse direito. — a azulada falou empurrando o gato da cama, porém como é desastrada, tropeçou no tapete e caiu por cima dele, parecendo estar deitada em seu peito.— Meow, princesa! Se queria ficar por cima de mim na cama, era só pedir.
Notas finais
Uma palavra e fortes emoções: MariChat *-------------*
Sim eu amo esse casal e vou tacar ele em onde for possível sjiufguf
Não esqueçam de comentar o que acharam do capítulo!!
Espero que tenham gostado ♥ Beijos xx
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