Lucky ?

18 Capítulo 15


Notas iniciais
Olá pessoinhas lindas do meu core, como vocês estão? Bom agora voltei de vez, finalmente estou de férias e com um note em mãos para escrever para vocês minhas florzinhas... Não sei o dia em que vou postar, tudo depende de vocês comentarem kk Era para eu ter escrito mais, faltou bastante coisa, então o próximo cap. provavelmente vai ser do Tefinho de novo. Bom espero que gostem, boa leitura amores!

Stefan

O nervosismo tomava conta de mim, de cinco em cinco minutos eu olhava no relógio no meu pulso para verificar a hora que não passava. O medo de ser abandonado no altar dominou meu ser, eu não parava quieto nem por um segundo. Mas quando, meu mundo parou, ás pessoas a li presente desapareceram, restando só nós dois e nada mais. Me permiti então avaliá-la, o vestido branco rendado parecia ter feito para ela , somente ela, ficou perfeito deixando-a uma mulher de personalidade forte e não uma adolescente birrenta.

Enquanto ela vinha caminhando na minha direção nossos olhares não se desviaram nem por um segundo se quer, parecia que ela nunca chegaria, com passos firmes e lentos de mais para um ser desesperado como eu, mas ela chegou e eu tomei sua mão dando um beijo casto nela que abriu um sorriso nervoso.

A cerimônia foi demorada, confesso que não prestei muito a atenção, já que estava ocupado demais esperando pelo momento do beijo, há esse que foi rápido demais para meu gosto, apenas um encostar de lábios, já que Katherine não permitiu que eu aprofunda-se o beijo, cada passo nosso foi registrado por um bando de fotógrafos, e no céu era possível ver helicópteros de programas de televisão e revistas.

–Como se sente Sra. Salvatore? — perguntei de brincadeira.

–Argh! Isso soa tão velho. — disse emburrada, cruzando os braços.

–Você é a noiva birrenta mais linda que eu já vi. — juro que eu esperava por um beijo daqueles, porém recebi foi um tapa na nuca. — Ai! Isso doeu.

–Que bom querido, era para doer mesmo. — disse sorrindo triunfante.

–Meus amores, agora vocês irão para seus aposentos para trocarem de roupa, a coroação é daqui uma hora. — disse mamãe, dando um abraço em nós, que apenas concordamos com um simples balançar de cabeças.

Depois de receber o comprimento da maioria dos convidados Katherine jogou o tão sonhado buquê de tulipas vermelhas para as princesas desesperadas ali presente, notei que quem pegou foi Caroline Forbes que direcionou a mim um olhar nem um pouco aceitável para quem acabou de casar, apenas ignorei e subi para meu quarto onde troquei meu smoking por um uniforme militar.

Sai do meu quarto e fui para o de Katherine onde havia muitas empregadas á ajudando, todas gritaram de susto quando abri a porta sem bater e encontrei uma Katherine somente de lingeries.

–Todas vocês, pra fora agora. — mandei apontando para a porta, Katherine não disse nada apenas observou e a vi corar na hora.

–Mas majestade nem... — uma senhorinha de meia idade tentou protestar.

–Eu não estou pedindo, eu estou mandando. Saiam daqui! — fiz minha pior careta e elas saíram correndo fechando a porta. — Uau, isso incrível.

–Você foi um grosso. — ela veio na minha direção com o intuito de me bater, mas fracassou quando agarrei seu pulso. — Me solta.

–Foi mal, só estava testando meu nível de autoridade. — soltei ela quando percebi que não iria fazer nada. — Como se sente?

–Com medo? — perguntou incerta, mudando o peso de uma perna para outra.

–Ainda? — devolvi com uma pergunta, me aproximei tocando seu rosto com as mãos.

–Você não? -seu olhar estava em todos os lugares do quarto menos nos meus.

–Não mais, por que deveria? — puxei seu queixo para cima, fazendo com que seus olhos se encontrassem com os meus.

–Sim deveria. — mas ela desviou, ficando de costas para mim.

–Mas por que? — peguei em sua mão puxando-a para mais perto de mim.

–Eu não sei.

–O meu maior medo já passou. — passei meus braços em torno de sua fina cintura e apoiei meu queixo na curva do seu pescoço.

–É mesmo? E quando foi isso?

–No momento em que te vi hoje.

–Estou falando sério.

–Eu também.

–Certo.

–Certo.

–Vou te fazer relaxar um pouco.

–Acho isso meio que impossível neste momento. — cada musculo do seu corpo estava tenso, dava para perceber isso sem nem ao menos toca-la.

–Sei fazer coisas que você nem imagina. — sussurrei em seu ouvido, dei uma leve mordida no lóbulo da sua orelha, no mesmo instante os pelos dos seus braços se arrepiaram , era tão bom saber que seu corpo correspondia ao meu toque com tamanha rapidez, saber que eu estava no controle de tudo, absolutamente tudo.

–Stefan... não pode ficar aqui, você tem que ir. — murmurou tão baixo que tive duvidas se tinha ouvido isso mesmo, ela estava lutando contra seus desejos, mas eu não daria tempo para ela processar tudo.

–Shiiu! — adverti, antes que ela voltasse a protestar colei meus lábios em seu pescoço macio que cheirava a morangos frescos e me dediquei a ele, intercalando entre beijos e mordidas, pude sentir sua respiração acelerada e os batimentos descompassados, mas nada me preparou para seu gemido tímido, que me levou a beira do abismo, esse era um som que eu clamava por ele, queria mais e mais.

Minhas mãos estavam por todos os lugares, ansiando por mais contato físico. Não conseguindo mais conter a animação do meu colega, puxei-a pela cintura virando-a para mim, frente a frente, nossos olhos eram como dois ímãs sempre davam um jeito de se encontrarem e quando acontecia não se desviam nem por um segundo.

–Não diga nada, apenas sinta. — disse já em seus lábios rosados e carnudos, que pareciam o encaixe perfeito para os meus, quando nossas línguas se encontraram não foi nada calmo e nem dançante, estavam tomadas por desejo, explorando cada lugarzinho e batalhando por espaço, pareciam sedentas, sempre querendo mais e mais.

Prensei Katherine contra a parede sem perder o contato com seus lábios, seus braços foram parar ao redor do meu pescoço facilitando na hora em que a peguei no colo, a mesma entrelaçou as pernas ao redor da minha cintura aumentando o contato entre nós, parecia que iriamos nos fundir e saber que o me separava dela era apenas pedaços de panos me fizeram parar o beijo.

Estávamos ofegantes, mas não dei muito tempo para descansarmos, caminhei com ela ainda comigo e deitei ela na cama que logo corou , me concentrei em distribuir beijos por todo o seu corpo, cada pedacinho dele, deixando-a entorpecida de prazer, demorei em seu ombro onde abaixei a alça de seu sutiã que estava pronto para ser tirado quando, abriram a porta do quarto. Droga de novo não, quando minha mãe entrou no quarto não sabia quem gritava mais, se era ela ou Katherine.

–Stefan Salvatore saia dai já mocinho. — apontou um dedo acusatório para mim, bufei de raiva e sai de cima de Katherie que estava tão vermelha quanto um tomate. — Essa não foi a educação que lhe dei.

–Só vim ver se ela precisava de alguma coisa e acabei ajudando com a roupa. — me defendi.

–Sei bem o que veio fazer aqui. — ela abriu bem a porta dizendo com o olhar para eu cair fora e foi o que fiz.

Tive que ir no banheiro para acalmar meu amigo que por sinal estava bem grande e visível, algo que não foi nada fácil, se não fosse pela aparição da minha mãe ele teria se acalmado de um jeito bom, muito bom.

Fomos para a Catedral onde fomos recebidos pelos dois bispos que nós levaram para dentro, todos ali presentes eram pessoas importantes, reis, rainhas, princesas e príncipes, bispos e padres. Caminhamos até o bispo que estava sentado em um faldistório em frente ao altar.

O Bispo fez todo seu discurso de iniciação, proferindo palavras sábias de um vocabulário arcaico, carregadas de sabedoria..

–Você vai usar seu poder para trazer a Lei e a Justiça, na Misericórdia, em todos os seus julgamentos?

–Eu Príncipe Stefan Salvatore, juro solenemente fazer aquilo que me foi mandando.

–Eu Bispo Juan Carlos nomeio Stefan Salvatore como novo rei de Nafta. — o Bispo pegou o robe imperial de veludo roxo que entregou ao meu pai para que colocasse em mim e assim foi feito, a minha coroa foi trocada pela do meu pai. Todos aplaudiram de pé e falavam – Viva o Rei Stefan.

A cerimonia de Katherine foi mais rápida, porém bem parecida com a minha, pude sentir seu alivio ao perceber que já tinha acabado quando troquei sua coroa pela da minha mãe. Voltamos para o castelo para a festa de celebração do casamento.

–Que Rei noivo mais lindo. — sussurrou Lexi no meu ouvido, me dando um baita susto.

–Quer me matar do coração? — coloquei dramaticamente a mão no peito. — Você sumiu, por onde andou?

–Conhecendo novos ares querido amigo. — tradução para isso seria "caçando um rabo de saia".

–Essa é minha garota. — envolvi minha melhor amiga em um abraço de tirar o folego, quando soltei ela pude ver que Katherine nos observava com um ar curioso e inseguro.

–Acho que sua esposa não gostou muito da nossa demonstração de carinho. — Lexi percebeu também.

–Katherine não tem ciúmes. — afirmei.

–Não foi o que pareceu quando atendi seu celular.

–Quando isso?

–Você estava no banho e eu atendi seu celular, perguntei se ela queria que eu desse algum recado e ela mandou você se foder pelo telefone. — ela estava debochando de mim, rindo que nem uma louca.

–E por que não me disse nada?

–Acabei esquecendo. — deu de ombros. — Vou atrás do meu bilhete premiado da noite.

Lexi desapareceu na multidão e eu como um bom marido fui atrás do que era meu por direito. Katherine continha um sorriso tão falso que tive que segurar o riso, me acomodei ao seu lado percebendo que Caroline Forbes era quem estava deixando minha bela esposa entediada.

–Princesa Caroline. — fiz um breve comprimento.

–Majestade. — fez uma reverencia breve, abrindo um sorriso malicioso para mim.

–Se me der licença vim tirar minha esposa para uma dança.

–Claro, fique a vontade. — não pude deixar de perceber que seu sorriso murchou quando disse.

Conduzi Katherine para a pista de dança, colando seu corpo no meu de forma intima, mas não tão intima como eu queria. Passei meu nariz pelo seu pescoço saboreando aquele cheiro divino que emanava dela.

–Você cheira tão bem. — sussurrei em seu ouvido.

–Stefan se controle. — me advertiu.

–Estou tentando, juro que estou, mas você não está ajudando muito.

–Há agora a culpa é minha? — bufou.

–Sempre foi. — fiz cara de santo.

–Você invade meu quarto e me beija, e a culpa é minha. — soltou uma risada sarcástica.

–Você correspondeu ao beijo.

–E sua mãe viu tudo, de novo.

–Não é nada que ela não tenha feito.

–Stefan!

–Perdão, acho que ela já vai para o finalmente com meu pai.

–Eu não sou obrigada a ouvir esse tipo de coisa.

–Oras, achou mesmo que você veio da cegonha? — assim que disse isso o rosto dela ganhou tons de vermelho, só não sabia se era de vergonha ou raiva. — Você fica linda toda bravinha.

–Haha.- fechou a cara.

–Ei para com isso. — a puxei para um beijo, mas não deu certo já que a mesma virou o rosto. — Temos todo tempo do mundo para fazermos essas coisas a partir de agora.

Notas finais
E ai o que acharam? Já prevejo gente querendo me matar por causa da falta de detalhes, mas é por uma boa causa, vou criar um twitter para a fic onde postarei detalhes de tudo, principalmente do vestido, é onde vou poder me comunicar melhor com cada uma de vocês... em breve mais informações... Será que esse amasso foi uma prévia da lua de mel dos pombinhos? não sei de nada. De novo mamis pegou os dois no ato kkkkkk o que vocês fariam se fosse ela? Caroline no casório? treta ou não treta? comentem, comentem e comentem que o próximo vem mais rápido que o Noel.. XoXo até o próximo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.