Lucius And Hermione: One Red Love!
2 Capítulo 2
O Loiro misterioso estava sentado elegantemente numa poltrona confortável do quarto reservado. Quando Hermione entrou imediatamente seus olhos tempestuosos dispararam em sua direção examinando-a da cabeça aos pés enquanto suas orbes brilhavam perigosamente.
Hermione engoliu em seco, mas disfarçou com um sorriso sensual. Esse homem lhe dava arrepios... Não de um modo mau.
– Olá, mon amour... – Ela Saudou caminhando sinuosamente em sua direção.
– Olá. – Respondeu ele a encarando. Ela sentou-se em seu colo o encarando em expectativa. Enquanto sua mente vagava levemente para o fato de que ele era lindo, e que seu perfume a inebriava de uma forma que ela nunca sentira antes.
Quando ele não fez nenhum movimento para tocá-la mesmo que ela sentisse contra suas coxas toda a excitação que ele sentia, Hermione se inclinou para mais perto dele beijando sensualmente seu pescoço colocando cada uma de suas pernas nos lados de seu quadril enquanto suas mãos trabalhavam em desfazer os botões de sua camisa.
Ela assustou-se ao senti-lo segurar seus pulsos fortemente afastando-a. Ela o encarou confusa e ele falou.
– Não quero sexo. – Ela arqueou uma sobrancelha, não era isso que todos os homens que vinham à ela queriam? – Não aqui, e não agora. – Ele Exemplificou.
– Alors, que voulez-vous ma chère? (Então o que você quer fazer Meu querido?)– Perguntou ela em voz baixa. – D'ici la fin de cette nuit peut faire ce que vous voulez. (Até o final desta noite podemos fazer o que você quiser) – Disse ela sem hesitação.
– Primeiramente, você poderia, por favor, deixar de lado o sotaque falso? – Falou ele inflexivelmente. Novamente ela arqueou uma sobrancelha.
– Parce crois que ma chère? (Porque acredita nisto meu querido?) – Questionou interessada.
– Eu sei reconhecer muito bem os sotaques das pessoas. – Ele falou como se fosse algo banal.
– Trés Bien. – Ela concordou assentindo. – O que você quer fazer? – Perguntou ela sem o sotaque ainda que o toque de sensualidade permanecesse em sua voz.
– Veja, sua voz é muito melhor assim. E quanto ao que eu quero fazer... Apenas isso. Conversar. – Ela o encarou, meramente confusa. Isso nunca havia acontecido antes... Conversar? Porque ele gastaria tanto de seu dinheiro para apenas conversar?
– Trés Bien. – Concordou novamente corrigindo-se ao ver seu cenho levemente franzido. – Certamente. – Ele a ergueu pela cintura fazendo-a sentar-se lateralmente em seu colo, com as duas pernas para o mesmo lado. Ela arqueou uma sobrancelha intrigada com seu comportamento, mas aceitou isso, ele era quem pagava, portanto, ele era quem mandava. Ela cruzou as pernas e o encarou novamente em expectativa.
– Me fale sobre você. – Ordenou ele a olhando interessado. Ela o encarou perturbada com sua pergunta, mas o respondeu.
– Sou Mya, dançarina do Moulin Rouge, tenho 20 anos e... Acho que é só. – Ela deu de ombros.
– Não é. Conte-me mais. Qual o seu nome verdadeiro? – Ele insistiu.
– Não creio que esta seja uma informação necessária Sr... – Ela calou-se não sabendo do que chamá-lo.
– Malfoy. Lúcio Malfoy. – Ele Completou.
– Sr Malfoy. – Ela assentiu.
– Por favor, responda a pergunta. Caso esteja preocupada não sou algum tipo de assassino ou algo deste tipo. Apenas estou curioso sobre você. – Ela ainda o olhava sem entender. Porque ele queria saber sobre ela? Porque se interessava em algo mais que seu corpo? Isso era estúpido, ela estava aqui para satisfazê-lo sexualmente, não brincar de festa do pijama.
– Me conte sobre você... E talvez eu fale sobre mim. – Ela disse arqueando uma sobrancelha teimosamente.
– Muito bem. Como você sabe, meu nome é Lúcio Malfoy, tenho 29 anos, sou um magnata industrial, moro sozinho desde que meus pais morreram quando tinha 18, nunca fui casado, portanto, não tenho filhos. Só vim aqui hoje porque os rapazes insistiram em minha companhia e gostaria de saber mais sobre você. – Ele terminou com um sorriso que a fez sentir suas pernas tremendo, mas rapidamente disfarçou a reação sentindo-se mais e mais confusa com suas ações perto deste homem misterioso. Ele a olhou em expectativa e ela suspirou.
– Meu nome é Hermione. – Ela falou antes de arregalar os olhos para ele, não entendendo porque revelara esta informação.
– Sem sobrenome? – Ele perguntou arqueando uma sobrancelha.
– Não. Só Hermione. – Ela falou suspirando. – Eu tenho vinte como falei, e sempre vivi aqui, não tenho família, somente minhas amigas de trabalho. – Ela falou ainda surpreendida por contar isso à um estranho.
– Conte-me mais.
– Não há mais. – Ela disse sentindo uma ponta de irritação, ele a estava fazendo sentir-se triste e esperançosa ao mesmo tempo, e esperança não era algo que ela devia ter, porque sempre acabava machucada.
– É claro que há. O que você faz nas horas vagas? – Perguntou.
– Não tenho horas vagas. –Ela falou. Ele a encarou e ela suspirou exasperada. – Eu durmo pela manhã, ensaio a tarde e trabalho a noite. Sem horas vagas. – Ele assentiu um pouco e perguntou.
– Fins de semana?
– Muitos clientes. – Ela falou incomodada.
– Já se apaixonou? – Ela o encarou fixamente em seguida falou.
– Eu não devo falar sobre mim Sr Malfoy, meu trabalho é lhe dar prazer não...
– É prazeroso conversar com você, responda a pergunta. – Ele ordenou descartando sua observação.
– Prazer sexual, — Ela corrigiu. Antes que ela pudesse continuar ele perguntou.
– E você?
– O que Sr Malfoy? – Ela perguntou arqueando uma sobrancelha.
– Lúcio. – Corrigiu. – E o seu prazer? – Ela o encarou como se esperasse que ele começasse a rir ou algo assim, mas parou ao ver sua expressão séria.
– Meu prazer é a minha dança, Lúcio. – Ela respondeu não falando nada sobre prazer carnal. Ela não conhecia realmente esse conceito, ou melhor, a prática. Para ela era só sexo, só um trabalho.
– E sexo? – Ela sentia vontade de gritar, porque diabos ele queria saber disso! Ele não era para querer saber dessas coisas, ele era para simplesmente usar-la sexualmente e ir embora como todos faziam.
– Meu prazer é satisfazer meus clientes. – Ela deu a resposta que sempre dava quando algum homem perguntava de ela tinha gostado da ação, ou algo assim.
– Isso é uma resposta ensaiada. Me diga a verdade. – Ele exigiu.
– Eu não devo aborrecê-lo com minha vida Sr... Lúcio. Eu estou aqui meramente para que você satisfaça suas necessidades esta noite. Eu não sou paga para conversar. – Ela respondeu o mais educadamente que conseguiu passando sua irritação.
– Eu posso pagar para conversar se você quiser. – Ele ofereceu, por algum motivo ela se sentiu ofendida, de uma forma que ela não deveria.
– Eu quis dizer que a única coisa que está a venda é o meu corpo. – Ela corrigiu.
– Isso não é bom. – Ela o olhou com irritação, curiosidade e frustração.
– O que não é bom? – Ela perguntou.
– Você dizer isso tão livremente. Você é uma pessoa, com sentimentos e uma vida, por mais que se negue ter isso. – Ele apontou.
– Mas isso é o que eu sou! – Ela exclamou deixando um pouco de sua irritação escoar em sua voz. Ele apenas sorriu para sua reação e negou com a cabeça.
– Esse é o trabalho que você foi forçada a ter, não o que você quer, muito menos o que você é. – Ele disse.
– Você não sabe nada sobre mim. – Ela rosnou para ele se afastando.
– Mas eu quero saber. – Ele disse.
– Por quê? – Ela perguntou se afastando mais ainda dele. Sentia-se tão machucada, na fisicamente, como sentia-se muitas vezes depois de algumas noites mais violentas, mas emocionalmente. Ele a atingia de uma forma que doía mil vezes mais do que fisicamente. Ele a fazia pensar em seus sonhos perdidos à muito tempo, sonhos que eram impossíveis.
– Porque eu estou interessado em você Hermione. Não Mya a dançarina, em você. No momento em que eu vi você naquele palco eu sabia que queria você, é por isso que estou aqui, é por isso que você está aqui... Eu quero conhecê-la. Quero...
– PARE! – Ela gritou sentindo lágrimas transbordarem em seus olhos enquanto se apertava contra a parede oposta do quarto. – Pare com isso. Não fale assim. Eu não quero ouvir. Você é como os outros, somente como os outros... Não minta para mim... Não minta... – Ela balbuciou deixando o cabelo cobrir seu rosto para que ele não visse sua fraqueza.
Ela estremeceu ao sentir uma mão forte e quente em seu rosto puxando-o para que ele pudesse encará-la. Ela nem mesmo tinha percebido ele se movendo. Ele a obrigou a olhar completamente dentro de seus olhos e afirmou.
– Eu não estou mentindo. – Ela chorou ainda mais em sua afirmação, queria tanto acreditar, mas já fizera isso antes e sempre era apenas uma mentira. Não queria se machucar assim novamente. Não queria deixá-lo chegar através de seus escudos emocionais para que ele a deixasse na manhã seguinte. Ela sabia que não suportaria. – Não chore... – Ele sussurrou limpando suas lágrimas com a ponta dos dedos e a abraçando, isso só a fez chorar ainda mais e ele a deixou. Abraçando-a e esperando que ela se acalmasse.
Lentamente ela se acalmou sentindo-se envergonhada e arrependida por ter quebrado assim tão facilmente, culpada por ter chorado em cima dele, agradecida por usar maquiagem a prova d’água e confusa sobre ele ainda estar ali, porque ele tinha se importado em confortá-la? Porque se importava em conhecê-la? Por quê?
– Porque eu? Não sou diferente das outras, apenas uma dançarina e mulher vermelha, porque você está fazendo isso? – Ela perguntou a ele odiando-se por soar tão frágil e quebrada.
– Você não é como as outras. Não é comum. Você é única. Você esconde isso muito bem sob a sua mascara, mas seus olhos não mentem. Você tem uma luz, algo que me puxa em sua direção, algo que faz isso comigo... – Na ultima parte ele pegou uma de suas mãos levando à seu peito colocando exatamente em cima de onde seu coração ficava. Ela arregalou os olhos puxando a mão como se estivesse queimando e o olhou engolindo em seco enquanto ele apenas sorria levemente. Ela lentamente colocou a mão de volta sentindo o bater acelerado de seu coração tornando-se mais frenético com seu toque. Ela sentia seu próprio coração batendo fortemente acompanhando o ritmo que ela sentia sobre seus dedos e sentiu algo dentro dela se quebrando, deixando algo quente e acolhedor em seu lugar.
Ele a abraçou puxando seu rosto em seu peito e ela se moveu colocando o ouvido em cima de seu peito escutando seu coração bater. Sentia-se quase como uma musica para ela. Uma musica calmante.
Ele a pegou no colo levando-os para a cama e deitando-se com ela enrolada em seu peito. Ela o encarou confusa e hesitante e ele sorriu para ela juntando seus lábios, sem aprofundar a carícia, apenas um roçar de lábios que fez seus corações acelerarem mais do que nunca. Ele se afastou com um sorriso nos lábios e ela hesitante retribuiu. Ele acariciou seus cabelos a persuadindo a deitar-se em seu peito novamente e ela o deixou fazer exatamente isso.
Antes que ela percebesse estava dormindo, mais calma e relaxada do que nunca.
[...]
Hermione acordou na manhã seguinte sentindo algo se mexendo abaixo dela. Ela abriu os olhos turvos se deparando com duas orbes cinzentas, e toda a noite anterior retornou a ela, fazendo-a se encolher envergonhada, sentindo, para seu choque suas bochechas avermelhando-se.
Ele riu roucamente acariciando seu rosto e sussurrou.
– Seu chefe está batendo na porta. – Ela sentiu seu coração afundar e se levantou rapidamente, afastando-se dele sem encará-lo nos olhos.
Ele seguiu seu movimento tão rápido quanto ela o fez e pegou seu rosto entre as mãos.
– Eu voltarei para vê-la esta noite. – Ele prometeu. Ela sentiu seu coração batendo mais forte e assentiu sem convicção. Ele a beijou com carinho e paixão aos lábios, antes de pressionar um beijo em sua testa e recolhendo seu casaco e bengala ele saiu.
Ela sentiu uma dor tão forte em seu peito ao vê-lo sair que novas lágrimas voltaram aos seus olhos. Queria acreditar que ele voltaria, sentia uma pequena esperança dentro dela, mas não a alimentou, porque ela ainda acreditava que ele não viria.
[...]
– O que você tem Mya? Está distraída hoje! – Fleuma a chamou fazendo Hermione saltar.
– Ah, nada, eu só estou cansada. – Ginny apareceu sorrindo maliciosamente enquanto amarrava os cabelos.
– Quem não estaria depois de passar a noite com aquele deus prateado. – Hermione desviou o olhar engolindo em seco.
– O seu amigo ruivo também é incrível. Ele me disse que o nome dele é George Weasley. – Angelina sorriu suspirando um pouco antes de voltar a se maquiar.
– Eu sei, seu irmão gêmeo me disse que seu nome era Fred. Fred Weasley. – Alice sorriu colocando uma tiara em seu cabelo.
– Ahã, o amigo deles, o moreno lindo de ontem a noite pagou para ficar comigo a noite toda. Seu nome é Blaise. Blaise Zabine. – Lilí sorriu docemente começando a tirar a roupa para se trocar.
– Vocês tinham razão. O terceiro ruivo é irmão dos gêmeos. Ele tem 18 e disse que se chama Rony Weasley. – Luna disse sonhadoramente, ajudando Lili com sua roupa.
– O moreno de olhos azuis, Harry Potter disse que ele e Ronald são melhores amigos desde sempre! – Ginny disse animada.
– Ahh, que droga, só vocês tiveram sorte ontem. Eu tive que fazer uma dança particular para um velho babão. – Fleuma reclamou.
– Será que eles vêm hoje novamente? – Lilí perguntou.
– Espero que Sim. – Angel respondeu sorrindo.
Hermione suspirou.
– É melhor irmos para o palco. Já estão nos anunciando. – Falou cortando a conversa enquanto se levantava calçando seus saltos.
As outras meninas assentiram e elas se dirigiram para o palco posicionando-se.
O som começou a tocar ao redor de todas elas e as cortinas se abriram. Hermione virou-se de frente para o público seguindo a coreografia e seu coração perdeu uma batida.
Na mesma mesa que a noite anterior, estava ele. Sentado em toda a sua glória olhando diretamente para ela com tanta intensidade que a fez prender a respiração. Ao seu redor os mesmos companheiros da noite anterior acompanhados de mais um ruivo, assistiam ao show, mas ela só tinha olhos para ele.
Ele sorriu e piscou para ela, e ela ouviu Ginny sussurrando seu nome mandando-a dançar. E assim ela o fez, sentindo seu coração bater mais e mais forte em seu peito, uma euforia estranha enchendo-a cada vez que encontrava os olhos acinzentados de Lúcio Malfoy.
[...]
Cinco anos depois.
Hermione acordou sentindo alguém em cima dela distribuindo beijos por seu rosto e pescoço.
Ela gemeu um pouco sonolenta antes de abrir um sorriso feliz, entreabrindo os olhos sentindo a mesma euforia que sempre sentia ao vê-lo.
Ele a encarava com seus olhos cinzentos, brilhantes como prata derretida, com felicidade e amor coberto em sua expressão. Ela nunca se cansava de vê-lo. Ele era seu anjo, seu amor, sua vida, seu marido, seu amante... Ele era tudo para ela.
– Bom dia Sra. Malfoy. – Ele sussurrou para ela fazendo-a sorrir, antes que ele a beijasse apaixonadamente.
– Bom dia Sr. Malfoy. – Ela respondeu quando seus lábios se soltaram. Ele abriu um sorriso que para ela iluminava todo o quarto fazendo impossível para ela não retribuir.
– Ele já acordou? – Ela perguntou com os olhos brilhando de felicidade para ele.
– Sim. – Ele riu. – Lilá e Blaise chegaram mais cedo com a pequena Astória e Draco não para de mimá-la. – Os dois riram pensando em seu pequeno filho de quatro anos de idade, Draco Lúcio Malfoy. Era um menino lindo, com os olhos e cabelos do pai, mas com o sorriso e covinhas da mãe.
– Os outros também já chegaram? – Perguntou ela o abraçando.
– Somente Fleur, Gui com a pequena Victórie, Gina e Harry com pequeno James e Luna e Rony com Hugo. George ligou avisando que ele se atrasaria com Angelina e Roxane, o mesmo para Fred, Alice e Rose. Parece que as crianças jogaram tinta nos vestidos das mães e elas estão histéricas procurando outros. – Hermione riu junto com seu marido, lembrando-se de seus sobrinhos que eram tão pestinhas quanto os pais. – E como está minha linda mulher e nosso pequeno bebê? – Ele perguntou sorrindo brilhantemente para ela enquanto tocava seu estômago redondo. Ele sorriu ao sentir um chute em sua mão enquanto Hermione retribuía o gesto.
– Estamos perfeitos meu amor, Bem... Exceto para querer comer melancia e chocolate... Mmm... – Ela lambeu os lábios e ele riu beijando-a outra vez.
– Nós podemos arranjar isso meu amor. Temos que garantir que o pequeno Scorpion nasça saudável não é? – Hermione riu e assentiu beijando-o outra vez. — Eu te amo Hermione Malfoy. – Ele disse intensamente ao se separarem.
– Eu também te amo Lúcio Malfoy. – Ela sussurrou com todo amor, para o homem da sua vida. Aquele que realizou todos os seus sonhos e a fez a mulher mais feliz do mundo.
Fim Da História!
Notas finais
Desculpem os erros e a demora!
Eu tenho algo a perguntar pra vocês.
Vocês querem que eu poste a fic que a Bella é Loba logo, ou espere até que eu termine ela primeiro antes de postar?
Eu estou me focando nela e na fic Bella X Tom que ainda não está sendo postada também, por isso eu ainda não voltei ao ritmo regular de postagem...
Minha inspiração está mais virada para crepúsculo depois de assistir Amanhecer Parte 2!
Então o que vocês querem?
Bjs.
P.E.
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