Notas iniciais
Bom, esse é o segundo capitulo e não reclamem se tiver UM errinho ortográfico, é que eu fiz correndo e não deu tempo de revisar ! :D

– Como assim morreram em uma guerra contra os Comensais da Morte ? — Luan ia se perguntando ao mesmo tempo que ia deitar em sua cama.

A porta de seu aposento abriu e uma mulher com cabelo vermelho e um batom forte vermelho entrou no quarto de Luan.

– Bem ! Hogwart me mandou aqui para lhe entregar a carta ! Eu já comprei seu material. — Disse a mulher colocando um saco cheio em cima da escrivaninha. — Antes de ir para Hogwart amanhã comigo, teremos que passar no Gringotes para pegar seu dinheiro. -

– Tá bom ! Mas, quem é você ? — Luan perguntou interessado em saber quem era a mulher de cabelo vermelho.

– Me chamo Ana Solar, uma auro... — Ela foi interronpida pela porta abrindo.

– Eles chegaram.. Mataram o Ventura e o barman.. Rápido entrem. — Burney entrou no quarto depressa com uma expressão de pânico, ele colocou a garota loira de mais cedo e um menino de cabelo escuro que eu não conhecia dentro do quarto.

– Eles quem ? Quem matou o Ventura e o Jorge ? — Gritou Luan desesperado.

– Cala a boca, quer morrer ? — A garota loira avançou com a mão na boca de Luan a tapando.

A aurora puxou Luan pelos braços e subiu na vassoura que estava flutuando ali do outro lado da janela; O cabelo dela estava batendo muito forte por causa do vento.

– Petrificus Totalus ! — Deu para ouvir alguém usando um feitiço contra a aurora.

Ana conseguiu ser salva por sorte pelo garoto que se dizia meu irmão, ele usou o contra-feitiço "Reflectus Petrify", que fazia com que o Petrificus Totalus não tivesse efeito.

– Te devo essa ! — Disse Ana puxando sua varinha e apontando pro cara do lado de fora. — Estupefaça ! — O cara de lado de fora caiu no chão todo ensanguentado.

– Vai logo Luan, suba na vassoura da Ana ! Os Comensais estão subindo – Gritou o garoto de cabelo escuro apontando a varinha para a porta junto com o garoto que se dizia irmão de Luan.

Luan subiu na vassoura com a ajuda da garota loira de mais cedo.

– Incêndio ! — Disse o garoto que se dizia meu irmão apontando a varinha para acima da porta de entrada do quarto, fazendo madeiras caírem e começar a pegar fogo.

Eu e Ana fomos embora dali em direção a Hogwarts.

– O que eles queriam ? — Luan perguntou agarrando firme na barriga de Ana.

– Eles querem o Diário que você guarda na mala ! — Ela respondeu segurando firme a vassoura.

– Para que ? -

– Tem algo sobrenatural ali ! No futuro você vai... — Um feitiço acertou a vassoura fazendo ela perder o controle.

– Eles estão atrás da gente ! — Gritou Luan.

– Reducto ! — Gritou Ana apontando a varinha para a vassoura do Comensal fazendo ele cair lá embaixo. — Espero que Burney se lembre de jogar o Diário fora..

Já podíamos avistar Hogwarts lá de cima, enquanto nos desciamos dava para ver uma pessoa parada. Pisamos em terra firme e Ana foi andando me puxando em direção de Hermione.

– Nós quase morremos ! — Disse Ana sem fôlego.

– Cade o Diário ? — Perguntou uma mulher com o cabelo todo liso e alaranjado e cheio de sardas na cara.

– Enganamos os Comensais ! Eles acharam que estava com a gente, então alguns vieram atrás... — Ana foi interrompida tragicamente.

– Petrificus Totalus ! — Grito um Comensal guardando sua varinha vindo em direção de mim e da garota.

Ana caiu dura no chão petrificada e com uma expressão de espanto, o Comensal começou a rir debochando da cara dela.

– Aonde está o Diário ? — Ele parou de rir e com certeza deve ter ficado sério, não dava para ver seu rosto, estava tampado com fendas de olhos semelhantes á cobra. — Não vou perguntar de novo. Aonde está o Diário ?

A garota ia pegando a varinha, mas o Comensal percebeu.

– AVADA KEDAVRA ! — Ele apontou a varinha para ela gritando o feitiço proibido.

A garota caiu no chão como pedra, estava morta.

– Gina ! — Veio um homem com cabelo alaranjado e sardas no rosto, tinha bastante musculo. — Você matou minha irmã seu desgraçado !

O homem pegou sua varinha e apontou para o Comensal, os dois ficaram apontados um para o outro ameaçando-se, Luan foi de fininho ao corpo de Gina e pegou sua varinha, apontou para o Comensal e conjurou o feitiço "Estupefaça", um raio vermelho saiu da varinha e atingiu o alvo fazendo ele voar longe e cair no chão ensanguentado.

– Bom ! — Disse o homem sorrindo para mim e indo em direção do Comensal – Esse vai ser mandado pra Azkaban por usar um dos feitiços proibidos.

Luan estava contente por ter praticamente prendido um bandido, ele olhou para o céu e viu Burney descendo com a garota loira numa vassoura e em outra vassoura o garoto de cabelo escuro.

– O que aconteceu Ron ? — Perguntou Burney tacando a vassoura no chão. -

A garota veio correndo chorando.

– Ana ! — Ela colocou a cabeça no peito de Ana e começou a chorar soluçando.

– Ela não está morta ! O Comensal usou o Petrificus Totalus. — Disse Luan tentando acalmar a garota.

– Reflectus Petrify ! — Disse o garoto de cabelos escuros apontando a varinha para Ana.

A aurora acordou inconsciente.


30 de Agosto



Luan acordou na enfermária olhando para a janela, estava sol e o céu estava limpinho. Ele ouviu passos vindo do corredor e se sentou na cama esperando para ver quem era.



– Bom dia ! — Disse a enfermeira chegando na cama dele. — Como o srº está ?

– Estou bem ! — Luan disse olhando para as macas preocupado – Cade a Ana ?

– Ela já foi para o Ministério da Magia – A Enfermeira me tranquilizou. — Coma isso e poderá ir embora.

Ela colocou uma sopa em cima da mesa ao lado de minha maca e saiu da Ala Hospitalar sorrindo. Luan botou a primeira colherada na boca mas cuspiu tudo, tinha um gosto horrivel, ele resolveu deixar ali e sair.

Quando Luan estava passando pelo corredor para procurar seus amigos, ele encontrou a garota loira e o garoto de cabelo escuro conversando baixo.

– Oi ! — Luan disse chegando perto deles – Eu ainda não sei o nome de vocês !

– Charlotte Lunar – Disse a garota loira. — Esse é meu irmão Tinho Lunar.

Ele acenou e saiu dali para nos deixar a sós.

– Obrigado por ter me salvado ontem ! — Luan disse passando a mão em seu cabelo.

– Bom ! — Ela disse vermelha que nem um tomate. — Está na hora de ir para a aula de Poções, vamos lá na nossa sala comunal pegar seu material.

Nós saimos dali do corredor e fomos em direção ao nosso salão comunal


Notas finais
Bom, esse é o segundo capitulo e não reclamem se tiver UM errinho ortográfico, é que eu fiz correndo e não deu tempo de revisar ! :D
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.