Luzes apagadas

Olhos fechados

Não consigo mais te ver

Graças a memórias que sumiram...

Deitada sozinha

No chão frio do corredor da morte

Meu coração para de sangrar.

Finalmente as feridas se fecharam.

Muralhas de pedra se erguem

Protegendo um coração de gelo.

Ninguém jamais vai entrar

Sem provar de um veneno mortal.

É uma auto-descoberta

Um pouco confusa a quem vê

Mas não vale sofrer

Por um amor que não existe...

Um espírito esquecido

Bate em minha janela

Dizendo em uma tentativa inútil

Para que eu não desista do amor...

Não adianta mais

O tempo já se foi

E essa lua vermelha

Me faz lembrar quem eu sou...

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