Notas iniciais
Coloquei esse bem rápido né. É que eu acompanho fanfics e queria que elas fossem atualizadas assim com rapidez. Espero que gostem. (Toda a históra vai se passar no ponto de vista de Veronica, mas de vez em quando eu boto na versão de outro personage).

Pov Veronica

Depois das minhas férias maravilhosas em Paris, retornei a Nova Iorque.

HAHAHAHAHAHAHA!

Que sonho!

Depois das minhas chatas férias em La Push, eu permaneço aqui, poís é aqui que eu moro. Estava no meu inferno pessoal, o colégio. Ver o pessoal até era legal, mas eu queria estudar na Forks High School, mas eu estudo na La Push High School. Que chatice.

La Push para quem nunca ouviu falar é uma pequena reserva indígena próxima a Forks. Eu nasci em Forks, mas moro em La Push com minha mãe Bella, meu pai Jacob e minha irmã Jessica, que vai embora hoje. Ela ganhou uma bolsa de direito em Havard. Que sorte! Sair daqui, eu também queria. Estava voltando para casa a pé – meu carro estava na oficina, que é do meu pai, o que quer dizer “de graça” – e encontrei meu pai indo no carro dele para casa, e eu fui com ele, é claro.

— O que foi filha? — ele perguntou no caminho de casa.

— Nada! Por quê? — o que será que ele percebeu em mim, para fazer essa pergunta?

— Você parece triste!

— Ah! É pela Jessica, vou sentir falta dela.

— Eu também! Sei como vai ser difícil, ela é sua melhor amiga, mas eu estou aqui.

— Eu sei pai! — chegamos em casa e minha mãe parecia não ter chegado, onde ela foi? Entramos em casa e meu pai foi direto para a cozinha, mas eu reparei em um bilhete em cima do sofá que havia escrito — Fomos no Charlie, qualquer coisa me liga. Beijos, Bella e Jessica.

- Pai! Mamãe e Jessica foram no vovô! — eu gritei para ele.

— Tudo bem! Agora vai tomar banho para jantarmos. — ele mandou.

— Ok! — e fui para meu quarto tomar banho.

Eu tinha que admitir que meu quarto estava uma bagunça, mas eu estava com preguiça de arrumar o quarto. Fui tomar banho quente para relaxar, daqui a algumas horas Jéssica iria ir embora e eu sentiria muito a falta dela. Estava em transe nos meus pensamentos, quando alguém bate na porta do meu quarto.

— Oi! — eu falei, desligando o chuveiro.

— Sou eu girafa! — falou Jess,

— Só um minuto anã. — eu odiava quando ela me chamava de girafa, só por causa dos meus 1,75 de altura, enquanto ela tem1,65. HAHAHAHA. Me enrolei na toalha e fui para o quarto e peguei uma roupa intima no armário e percebi Jessica me observando.

— O que foi? — eu perguntei.

— Nada! Você está bonita! — ela disse, e eu ri, mas ela continuou séria.

— Acabo de sair do banheiro, meu cabelo deve estar horrível, e você diz que eu estou bonita? — e ri novamente.

— Não é isso. Você está tão diferente. Parece que foi ontem que você tinha 10 anos, que era uma criança. — e começou a chorar. Eu estava só de roupa intima, mas fui até ela.

— Calma Jess. Por que você ta chorando? — eu perguntei.

— Vou sentir sua falta. — ela respondeu entre soluços.

— Eu também. — e comecei a chorar com ela. Ficamos assim um bom tempo, até que ela rompe o silêncio.

— Bota uma roupa garota! — ela disse e me empurrou para fora da cama. — Você me envergonha semi-nua, do jeito que você é gostosa.

— Tá bom! — eu disse e fui procurar uma roupa e ela se sentou e perguntou.

— E você e o Victor com andam? — ela tinha que falar nesse assunto? Que coisa.

— Não andamos, continuamos na mesma chatice de sempre. Ele é insuportável. — disse eu enquanto botava uma roupa.

— O que você vai fazer? — essa realmente era uma boa pergunta.

— Vou terminar com ele, eu acho.

— Você acha? — terminei de botar a roupa e fui pentear o cabelo.

— Estou pensando ainda. — eu admiti.

— Hum. Tome a decisão certa. — falou Jess, até que ouvimos batidas na porta.

— Posso entrar? — perguntou minha mãe.

— Pode. — dissemos eu e Jess ao mesmo tempo.

— Vamos jantar. Daqui a pouco você vai embora Jessica. — falou minha mãe a estraga prazeres, ela tinha que me lembrar disso.

— Tá! — disse Jess e saiu do quarto com minha mãe.

Terminei de pentear o cabelo e fui para a cozinha. O cheiro era bom, mas eu estava sem fome e botei só um copo de sorvete. Eu amo sorvete, principalmente de morango e chocolate. Depois de eles jantarem e eu tomar sorvete, fomos pegar as coisas da Jessica no quarto dela,e parecia que ela estava levando todo o quarto dela.

— Bom, já é hora de eu ir. — disse Jess. — Tchau mãe!

— Tchau filha, se cuida e liga para mim quando chegar. — falou minha mãe e deu um abraço nela. Depois Jessica veio até mim.

— Foi tão rápido. — eu disse e abracei ela. — Vou sentir sua falta.

— Eu também. — ela disse já chorando e eu também. — Eu te amo girafa.

— Eu te amo anã! — a abracei um pouco mais e ela e meu pai entraram no carro e se foram. Fiquei alguns minutos na varanda e casa chorando, até que minha mãe apareceu e perguntou.

— Tudo bem filha? — minha mãe não se encachava na lista de minha melhores amigas, nem na de amigas ou colegas.

— Tudo! — mas era mentira, estava tudo horrível.

— Quer falar comigo? Desabafar um pouco.

— Mãe... — até que o telefone toca e eu fui salva. — Já volto. — falei para ela e fui na sala atender o telefone. — Oi! — eu disse.

— Oi amor, como você está? — perguntou Victor.

— To bem. — menti de novo, sorte que eu era uma boa mentirosa.

— Estou com saudades! — falou ele meloso com sempre.

— Victor vem aqui em casa, quero conversar com você. — falei e ele respondeu.

— Tá! Já estou indo. Tchau. — ele falou animado demais.

— Tchau. — eu desliguei o telefone e vi minha mãe sentada no sofá da sala, e de repente decidi contar para ela que vou terminar o namoro com Victor.

— Quem era? — ela perguntou.

— O Victor, ele tá vindo aqui. — eu falei.

— Hum.

— Vou terminar com ele. — falei assim, na lata.

— Por que? — perguntou ela surpresa. — Vocês são tão lindos juntos.

— Para vocês. Não para mim. — e fui para meu quarto.

Quando cheguei liguei meu computador para ouvir música e relaxar a alma,como dizem. Liguei e comecei a ouvir Ke$ha, era até legal, eu amava ela, principalmente a música Take it Of. Ouvi várias músicas até que Victor entra no meu quarto, e sem bater, vai até mim.

— Oi amor! — ele disse e foi até mim e me beijou, eu cedi, mas logo parei e o empurrei para longe de mim.

— Oi. Quero falar com você. — eu disse.

— O que? — ele perguntou. — Fala logo, estou curioso.

— Tá. — pensei em como começar, e comecei me explicando. — Victor vai fazer um ano que estamos juntos mês que vem. Sei que é legal e tal, mas...

— Eles te falaram? — ele perguntou me interrompendo.

— Falaram o que? — eu perguntei.

— Sobre a festa surpresa. Eu falei para não contarem, pois era surpresa. Que droga!

— Victor não me falaram nada. — e era verdade. E ele ia fazer uma festa surpresa? Que horror, odeio surpresas.

— Droga! Agora eu que disse. — ele falou decepcionado.

— Não se preocupe. — eu falei. — Victor, eu vou te falar logo. — dei uma pausa e continuei. — Quero terminar com você!

— O que? — ele falou com a expressão um misto de surpresa com medo.

— Quero terminar.

— Por que? O que eu fiz?

— Você não fez nada! — eu esperava que ele tivesse uma reação dessas, e despeja-se um monte de perguntas, ou chorar, era tipico dele.

— Já sei. É outor cara, mais bonito, inteligente, forte e...

— Chega! — eu falei me levantando. Tirei o anel que ele me deu e disse. — Acabou tá, agora saí, quero ficar sozinha.

— Não Veve, por favor, não faz isso. — ele implorou.

— Desculpa Victor, mas eu não gosto de você, pensei que eu gostava, mas não gosto. — e lhe entreguei o anel. — E não me chama mais de “Veve”.

— Você tem certeza que quer terminar? — ele perguntou.

— Tenho. — falei e fui até ele estendendo a mão. — Amigos?

— Tá! — falou ele reprimindo o choro, mas apertou a minha mão. — Tchau.

— Tchau. — quando ele ia saindo do quarto, ele me surpreende e volta e pergunta.

— Posso ter um ultimo beijo? — pediu ele e fez carinha de cachorro abandonado. Não tive como resisti, apenas fiz que sim com a cabeça e ele foi ao meu encontro e me beijou, como ele nunca tinha feito antes. Depois de alguns segundos ou minutos de beijo ele sussurrou no meu ouvido.

— Eu te amo! — ele é um cara muito insistente.

— Tchau Victor! — eu falei e me separei dele.

— Veronica...

— Agora! — gritei e ele foi.

Finalmente me livrei desse idiota. Ele parece criança e isso é chato demais para mim. Alguns minutos depois, entra minha mãe no quarto super irritada.

— O que você falou para ele? Ele saiu daqui chorando. — falou minha mãe. Eu sabia que ele ia chorar, e por besteira.

— Não falei nada demais, só terminei. Ele que é uma menininha e saiu chorando.

— Como você é cruel Veronica. — falou ela tentando me causar medo, mas não causou nem um pouco.

— Não mãe, não sou, ele que é fresco demais. — eu disse, quase gritando.

— Você está de castigo. — como eu poderia estar? O que eu fiz?

— Pelo que? — ela não poderia me punir por nada. Ou poderia? Sei lá.

— Por terminar com o Victor e ser cruel. — e saiu do quarto tentando bater com força a porta. Minha mãe sempre foi infantil, com suas birras, pior do que adolescente.

Meu dia tinha que ser pior do que eu imaginava. Hoje tinha acontecido muitas coisas para uma pessoa só agüentar e não sei como eu agüentei.

1° — As aulas tinha começado – o que é uma chatice;

2° — Minha irmã e melhor amiga foi embora;

3° — Terminei meu namoro – o que foi a melhor coisa que me aconteceu, e por ultimo;

4° — Fui colocada de castigo e por nada.

Saí de uma prisão para ser colocada em outra. Minha mãe não conseguia ser autoritária, por isso não me preocupei tanto, mas ainda sim fiquei preocupada, afinal ele ainda assim era minha mãe. Desliguei o computador e me joguei na cama, e fui dormir chorando.


Notas finais
Espero que tenham gostado. O Edward ainda não entrou em jogo, mais jah jah ele entra. Mandem reviews.