Lua De Sangue
8 Capítulo 8 - Domínio
Notas iniciais

Quatro criaturas sobrenaturais, dois vampiros e dois lobos seguem por um gueto, logo param espreitando um edifício abandonado à frente deles, o cheiro de Lilith a outrora Capitã da Guarda dos Vampiros os trouxe até aqui. Castiel um vampiro antigo lidera a caçada a foragida traidora.
Eles entram atentos a tudo ao seu redor, ao menor ruído que seja feito além dos seus próprios.
Invadindo mais adentro, eles se deparam com um altar, com alguidares, frascos e tantos outros utensílios de bruxaria.
Castiel pega um frasco com gravuras antigas. — Uma vampira praticando bruxaria. Está explicado porque está imune aos raios do sol.
— Isso é definitivo? Pergunta Victor, também bisbilhotando um canto mais afastado.
— Não é permanente, se o tempo passar ela torra como qualquer outro vampiro.
Dean e Benny voltam as suas formas humanas.
— O cheiro de Gordon está por todo o lugar. — Diz Benny.
Quando Castiel se vira e vê Dean nu a sua frente ele o agarra, sua mão desliza pelos curtos fios loiros da cabeça, lhe vira o pescoço cheirando-o.
— Sinto cheiro de vampiro real em você, um cheiro tão forte que mais um pouco posso dizer que sinto o gosto em minha boca.
— Sam me mordeu. — Retruca o loiro.
Você é muito tentador, não deveria andar por ai assim. — Fala Castiel, enquanto seus olhos deliciam-se com a visão daquele belo corpo, lábios tão bem feitos parecendo lhe pedir o lampejo de um beijo constantemente. A sua mente vagueia pensando que uma mordida não seria responsável por tão forte cheiro real vampírico. Um cheiro que apenas os mais antigos seriam capaz de reconhecer.
Na mansão dos Winchesters Meg corre para os aposentos da Rainha.
Majestade venha ver o Sam! — Exclama a vampira.
Mary prontamente vai com a mesma até a suíte do filho e quando o vê.
— Inacreditável, ele deveria levar dias para se recuperar, no mínimo uma semana. Como pode estar tão bem em menos de 24 horas. — Fala Mary enquanto acaricia o rosto do filho.
— Eu não acreditei quando vi. Nossa o Sam é incrível Rainha. —Diz a jovem bastante efêmera sentada ao lado do moreno no outro lado da cama.
Mas Mary está longe, ela sabe que isso deve ser decorrente do sangue Werewolf que corre no corpo do filho. Começa a temer pelo bem estar do mesmo, ela sempre pensou que seu filho estaria livre de qualquer privação pela razão do sangue vampiro ter sido mais dominante nele e agora isso. As lágrimas caem.
— Tudo bem Majestade?!
— Sim minha querida. Só estou emocionada, por ver o meu filho já recuperado antes do que esperávamos. Agora vamos, deixemo-lo apenas descansar.
No edifício abandonado os quatro invasores são surpreendidos por sua proprietária e muitos, muitos aliados.
— Castiel! Então o príncipe conseguiu. Estou impressionada que o pivete tenha tido cacife para tanto.
Os quatro olham para trás, Dean e Benny assumem suas formas Werewolfs.
Tão debochado quanto. — Minha Linda Loireca que bom que veio, estava a sua procura, obrigado por ter me poupado o esforço de ir mais além daqui.
— O louco, melhor. Vamos ver se você é tão bom quanto a sua fama. — Fala Lilith dando um sinal que faz os quatro serem cercados por inúmeros vampiros e Werewolfs.
— Como ela conseguiu reunir tantos. — Fala Victor espantado com número de aliados ao lado de Lilith.
Castiel e Victor se transformam por completo, adquirindo uma forma totalmente vampiro demoníaca. Os vampiros e lobos vão para cima dos quatro, enquanto Lilith abandona o recinto.
A batalha é sangrenta, para cada abatido, dois novo saltam por cima deles, três lobos vão para cima de Dean sendo derrubado no chão, Benny atento vai a socorro de seu alfa, juntos acabam com esses, Castiel paralisa boa parte do bando, e manda Victor abrir passagem na parede para que possam sair dali.
Abrindo caminho Victor pega Benny e Castiel Dean, eles voam rumo ao céu, seguidos por quatro vampiros.
— Volte a sua forma humana, cachorro. — Diz Castiel para Dean.
O loiro atende mesmo irritado com a maneira que o vampiro se dirige a ele.
Castiel se aproxima de Victor e diz para Benny fazer o mesmo, após a transformação deste, Victor segura Benny em uma mão e Castiel lhe passa o Dean na outra, mandando-o seguir em frente.
Por fim ele para e aguarda os quatro perseguidores.
Victor chega à mansão, entrando são recepcionados por Meg que avisa Mary da chegada dos três.
— Onde está Castiel? — Indaga a jovem.
— Ele ficou para trás enfrentando quatro vampiros que nos perseguiam. — Responde Victor se livrando de alguns retalhos de roupa.
— E vocês o deixaram sozinho? O que houve?
— Fizeram bem, quatro vampiros não são problemas para Cass, ainda mais na atual condição. Porém isso quer dizer que Lilith tem muito mais seguidores do que pensávamos, estou certa?
— Isso mesmo Rainha, se me permite. — Afirma Benny escondendo sua genitália com as mãos.
— Sim Benny, continue.
— Ficamos muito espantados com o número de Vampiros e Lobos que ela reuniu, quase não saímos de lá vivos, e o pior, tenho certeza que não são somente aqueles.
Sentada em um sofá a Rainha pondera. — Eu já imaginava isso. Como pude ser tão desatenta.
— Nesse caso não há por que se recriminar. A traidora era de inteira confiança, nem mesmo eu suspeitaria. — Fala auto Castiel entrando na sala.
O moreno de olhos azuis piscina senta-se em uma das cadeiras descansando os pés para cima em uma mesa.
— Como esperado você não teve problemas. — Lhe fala a Rainha fazendo sinal para que tire os pés da mesa.
Enquanto lambe o sangue de seus dedos, o vampiro levanta aproximando bem rente a Rainha. — Nem um pouco. Agora por favor, saiam todos, eu tenho assuntos a tratar com Mary.
Depois que todos deixam a sala ainda rente ao rosto de Mary, de maneira que eles são capazes de sentir um o hálito do outro, Castiel sussurra em seus ouvidos. — Senti cheiro real vampírico no lobo, e isso não se deve a uma reles mordida de um vampiro mancebo, não sei o que andou aprontando enquanto eu e Balthazar dormíamos Rainha, mas...
Mary levanta-se o empurrando. — Mas nada Castiel, isso não é de sua conta, não se atreva a se envolver nesse assunto.
— Perfeito. — Diz Castiel, batendo três palmas pausadas, que refletem sua ironia facial e ditas. — Eu não me envolvo em seus assuntos, e você não se envolve nos meus em relação ao seu... Segredo.
— Dean é o companheiro de meu filho Sam que o ama muito, e Dean parece agora estar correspondendo a isso. Por favor, Castiel.
— Não implore Mary, isso não combina com Vossa Majestade Vampírica. Lembre-se, uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto.
Com essas palavras finais em tons de deboche Castiel deixa a sala, onde resta apenas a Rainha temerosa quanto ao futuro que está por vir.
No andar de cima no quarto de Dean, o Alfa e Benny cuidam de seus ferimentos, com os medicamentos trazidos por uma das serviçais da mansão.
— Pronto, da próxima vez toma mais cuidado, meu amigo.
— E você e o Príncipe, como vão.
O loiro levanta-se chegando à janela do quarto, debruça-se sobre ela. — Hoje eu posso dizer que ele é bem diferente do que eu pensava meu amigo, me é impossível negar que ele me conquistou, de uma forma que eu nunca achei que fosse possível.
Benny se achega junto ao amigo. — Fico feliz que esteja bem Dean, ou pelo menos bem com tudo isso.
Clap, clap, clap, clap. Anunciam a entrada de Castiel no quarto de Dean.
—Ui, ui, ui. É normal os cães andarem peladões por ai, eu acho que devo fazer uma visita aos Werewolfs, acho que estou começando a simpatizar mais com vocês. — Fala o vampiro fitando o corpo lindo do Alfa assim como sua genitália exposta.
— O que deseja Castiel? — Lhe indaga Dean, colocando as mãos por cima de suas partes intimas.
— Só vim ver como meus companheiros de combate estão. Acham-me tão insensível assim que eu não poderia ter uma atitude de compaixão e preocupação.
— Como pode ver estamos bem. Agradecemos "sua boa intenção", Obrigado.
— Disponha. — Diz o vampiro fazendo reverência.
— Desculpe Dean, mas assegura essa, isso é demais pra mim. — Fala Benny, se despedindo do amigo e saindo do quarto.
— Agora somos sós nós dois. — Diz o vampiro com certo olhar ferino.
— Dean não diz nada e vai até uma gaveta na cômoda pegando uma cueca. Castiel se aproxima por trás do loiro encostando seu corpo ao dele, lhe segura à mão dizendo. — Pra que por isso? Só se for para ter o trabalho de tirar de novo. O loiro se vira exacerbado com tal abuso, mas quando ele fita os olhos do vampiro, toda a sua vontade própria parece ter ido embora.
Dean se vê completamente hipnotizado por aqueles olhos outrora azuis e que agora tem um tom avermelhado, exalando sedução, como se o vampiro dono deles fosse à única coisa que importasse no mundo naquele momento.
Castiel lhe toma o corpo como se fosse seu, beija mordiscando o atrás do pescoço do loiro que revira o mesmo, o toque lhe causa um arrepio que se entende dali até os pés, Dean tenta resistir, mas não consegue quando a mão de Castiel lhe vira o rosto colando suas bocas uma na outra, fazendo sua língua invadir a do outro sem pedir permissão.
As mãos do vampiro deslizam sobre o corpo do mais alto, passando pelo peito até chegar ao seu membro já ereto pelas caricias que lhe excitam.
— N... Não... Não faça... Isso... — Balbucia o loiro em meio a caricias que recebe.
Livrando-se dos retalhos de roupa que lhe cobrem o corpo, Castiel vira o loiro de frente para si.
— Não fazer o que Dean?
O moreno lhe oferece um dos mamilos, Dean beija e mordisca levemente ali. É repreendido.
— Mais forte, morde mais forte, meu cão amestrado.
Dean assim o faz, morde fortemente arrancando um alto gemido do vampiro, que se delicia com o ato.
Castiel começa a excita-lo ainda mais, estimulando o seu membro já desenhado pelas veias cavernosas saltadas. O mais baixo conduz seus corpos a um cômodo baixo, faz com que Dean se escore com os braços no mesmo, empinando sua bunda um pouco para trás. A língua do moreno lhe sobe do início da pequena fenda que separam as nádegas do loiro até o seu pescoço, Dean geme baixo.
Na suíte do Príncipe Samuel, o mesmo move a cabeça de um lado para o outro no travesseiro se debatendo, soa muito denunciando o pesadelo em que se encontra naquele momento.
Não muito longe dali, Castiel leva o loiro à cama deitando-o, o vampiro lhe admira por inteiro e depois lhe abocanha o membro rígido, chupando, lambendo. A língua habilidosa tira gemidos do loiro que passa suas mãos bagunçando os cabelos do mais baixo.
Castiel cessa o oral subindo até os lábios fartos do loiro, eles se beijam ardorosamente. O vampiro se vira de bruços na cama, afastas as pernas, torce o pescoço olhando para o loiro, lhe chamando sem palavras. O loiro invade o moreno sem muita delicadeza ou preparo, o vampiro urra forte.
Dean lhe fode com brutalidade e selvageria, ele ergue o vampiro, jogas os travesseiros para o chão, ficando em pé sobre os joelhos, prensa o vampiro contra a parede, lhe fodendo ainda de forma brutal. O moreno urra muitas vezes, seus olhos reviram de prazer, enquanto uma de suas mãos aperta forte a nádega do loiro.
— Isso. Aaah... Assim meu cão imundo. — Murmura o vampiro, tomado pela luxuria.
Dean lhe puxa os cabelos. Trazendo a cabeça do moreno para trás, ao mesmo tempo em que sente seu sêmen ejaculando lhe inundando o corpo de prazer.
Nesse exato momento, Sam acorda exaltado.
Castiel é o próximo, sentido o peso do loiro que jazem amolecido e extasiado de prazer sobre o seu corpo, ele goza em grande abundância, derramando seu gozo pela parede e pela cama.
Deitados em do lado do outro, eles descansam seus corpos.
— Em milênios não vi tão viril macho como você meu cachorro. Não, você não é um mero cachorro, você é um cachorrão. — Diz o vampiro deitando-se de lado, escorando a cabeça na mão apoiada no cotovelo.
Dean senta na cama dobrando os joelhos, cruza os braços sobre eles apoiando o queixo em cima e nada diz.
— Não se torture no fundo você sabe que quis tão quanto eu. — Fala Cass passando a mão na face séria do loiro, que lhe retira a mão com muita rispidez.
O moreno levanta, fita o loiro ainda em seu silêncio, ele sorri maliciosamente satisfeito, à medida que sai do quarto seus olhos voltam ao normal, abandonando a vermelhidão. Dean vai até a porta do seu quarto espiando o corredor, não vendo ninguém se dirige nu, a suíte de Sam. Ele entra e olha o amado sentado na cama com as mãos na cabeça. O loiro vai ao moreno abraçando-o fortemente, o mesmo ainda surpreendido pelo ato, não entende o que acontece, mas se refazendo retribuiu abraçando Dean carinhosamente tanto quanto.
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