Lua De Sangue

6 Capítulo 6 - Desejos


Notas iniciais
Muitas coisas acontecem nesse capítulo, uma bem legal, espero que curtam.

Duas três batidas na porta pedem passagem para entrar a suíte do Príncipe. — Entre. — Diz Sam. Deitado na cama com as pernas cruzadas, uma mão embaixo da cabeça no travesseiro, enquanto zapeia canais do televisor com a outra. Veste uma regata branca, que lhe deixa a mostra os músculos bem trabalhados dos ombros, e uma calça de moletom preta desamarrada.

Com a permissão concedida, Dean entra no quarto clareado apenas pela luz do aparelho, veste uma camiseta preta, com calça jeans e botas.

— Você ainda está assim, temos que descansar, amanhã vai ser um dia bem cheio. — Diz o moreno, tirando o som do televisor, sentando na cama. O loiro puxa uma cadeira no canto, senta cruzando seus braços na guarda da mesma, apoiando seu queixo nos braços.

— O que você irá fazer no almoço a Meg me parecia muito preocupada. É muito perigoso o que você vai fazer não?

Sam esboça um sorriso contente. — Parece que não é só ela quem está preocupada. Ou estou enganado?

— Você não me respondeu. — Diz o loiro muito sério.

Levantando-se da cama, indo ao Dean, o moreno faz com que esse se levanta da cadeira também, e o abraça pela cintura, colando seus corpos um no outro sentindo o calor do corpo quente do loiro.

Sam roça seus lábios no dele como brincando, provocando, um ouve e sente a respiração do outro. — Sammy, veja bem...

— Sammy! — Indaga o moreno ascendendo um de suas sobrancelhas, que vem seguido de um sorriso de satisfação e aprovação.

— Isso me deixa um pouco infantil, mas vindo de você. — Ele pega o rosto do loiro com as duas mãos, trazendo seus lábios até os seus, beijando-lhe docemente. Sendo correspondido.

Suas bocas começam a se devorarem vorazmente, suas mãos passeiam por suas costas grandes e largas, Sam afaga-se no pescoço do loiro, lhe beijando, mordiscando, ergue seu pescoço passando à língua do gogó a ponta do queixo, fazendo a respiração de Dean pesar. Sam tira-lhe a camisa deixando a mostra os peitos largos, ele desliza suas mãos por eles, e volta a lhe beijar, seus membros se roçam e ambos percebem a excitação do outro. Sam sorri malicioso quando constata que o mais baixo está lhe desejando também, o moreno tira sua regata levando Dean para cama, que o acompanha.

Eles ficam em pé sobre a cama, beijam-se, abrasam-se. Então Sam ajoelha puxando o jeans do loiro para baixo até seus pés, livra-se dele jogando em qualquer canto por ali ao chão. O membro está em ponto de bala, da para ver pulsante por baixo da boxer preta que restou no corpo de Dean. Sam brinca um pouco com o membro por cima da boxer acariciando, mordiscando, depois o liberta e o engole com grande desejo, começa a chupa-lo, beija-lhe a glande, sente o chegar ao fundo de sua garganta, olha para Dean com olhos provocadores, que fita seus olhos intensamente, acariciando seu rosto com uma das mãos.

Sam deita Dean na cama, livra-se de seu moletom ficando apenas com a cueca preta, deita-se sobre o loiro, beijando avidamente, enquanto lhe faz um vai e vêm gostosos com a mão, os primeiros gemidos são ouvidos. Descendo para os peitos, Sam arranca gemidos cada vez mais altos, sua língua provoca imensa ereção no mamilo do loiro.

Dean troca as posições deitando Sam dessa vez, olha para o imenso e grosso membro que meio escapa da pequena veste que ainda lhe prende o loiro lhe da total liberdade tirando a cueca do moreno. Dean agarra o membro grosso e rígido, iniciando o movimento de vai-e-vem que os homens adoram, Sam geme prazerosamente quando senti a úmida boca lhe tocar a glande ainda que tímida.

Minutos passados com a boca do loiro lhe sugando a alma, o moreno puxa o loiro para si e seus lábios uma vez mais voltam a se tocar, suas línguas disputam espaço para melhor desfrutar o aconchego daquele interior úmido e quente como se fosse o último refúgio.

Dean os separa, fita o rosto de Sam agarrando-lhe forte com ambas as mãos, suas testas se tocam. — Quero ser seu... Quero ser todo... Seu Sammy.

Sam beija-o suavemente, enquanto induz a trocar as posições mais uma vez, deita Dean de bruços na cama, afasta suas pernas, mordisca o pescoço, esfrega seu membro no bumbum definido do loiro, passa saliva em seu membro, e em dois dedos seus que vão à entrada do orifício do loiro lhe salivando ali com muito carinho e delicadeza.

Sam lhe chega ao ouvido, morde o lóbulo, pronunciando com voz baixa e excitante. — Relaxa, abre-se para... Mim.

Com a ajuda da mão, o moreno começa a invadir, forçando, desvirginando o estreito caminho entregue para si. Dean franziu o rosto, seus punhos se fecham. certa dor lhe passa pelo corpo quando sente o membro grosso lhe adentrar as entranhas antes nunca desbravadas, seus gemidos denunciam sua dor que aos poucos vão se misturando com prazer.

Sam já inteiro dentro do amado inicia um lento vai-e-vem com cuidado, sua boca, língua vasculham a orelha, ouvido do loiro, que geme, ofega embaixo daquele enorme corpo moreno bronzeado que lhe cobre de cima a baixo. As estocadas começam a serem mais rápidas, firmes e fortes. Sam apoia-se em seus braços eretos olhando o entra e sai de seu membro na branca e definida bunda, enquanto os gemidos do loiro lhe excitam mais, mais e mais.

Ele sai de dentro do loiro, senta-se na cama, e induz o loiro a sentar em seu membro, Dean olha, por um momento chega a achar aquilo inconcebível, mas atende ao pedido, conforme desliza em cima do membro duro, seu ser delira de dor e volúpia, custa um pouco, ele força, e atinge com sucesso o intento quando sente entrar todo o membro de Sam dentro de si, ele fica parado, acostumando-se com o invasor avantajado. Sam o puxa inclinando para sua frente, fazendo com que ambos deitem-se, e começa a foder-lhe, o loiro geme ofegando, o ar por vezes parece lhe faltar.

Dean senta e começa a subir e descer em cima do grosso membro de Sam que passeia com as mãos pelos peitos do mesmo, aperta-lhe os mamilos de quando em quando, põem um, dois dedos em sua boca.

— Isso... Assim. — Diz o moreno para o loiro que cavalga em seu membro.

O suor escorre pelo corpo do loiro como água.

— V... Vem... Cá... — Balbucia Sam interrompendo o ato.

Ele pega Dean deitando-o de frente para si na cama, lhe ergue uma das pernas e lhe invade novamente o orifício, agora um pouco mais acostumado com o enorme invasor. Suas bocas mais uma vez são saboreadas, Sam estoca forte, firme, Dean aperta as nádegas firmes e definidas do moreno, empurrando-o contra si, como querendo sentir todo o avantajado membro dentro de si.

— Oh, Sammy... Ungh!

Sam intensifica o ritmo do vai-e-vem cada vez mais, as estocadas continuam fortes, em algumas vezes são violentas, com isso não demora muito a explodir em um gozo alucinante de êxtase, cada jorro que lhe sai é uma forte estocada para dentro de Dean, entrando-lhe o membro fortemente, inundando com o seu sêmen.

Eles se beijam enquanto Sam vai se retirando de dentro do loiro, há um leve avermelhado em seu membro constatando que fora o primeiro de seu amado.

O moreno levanta o loiro, se posicionando atrás do mesmo e ambos ficam em pé sobre os joelhos, Dean se masturba com movimentos rápidos de vai-e-vem, ao mesmo tempo em que Sam lhe beija o pescoço, a orelha, a nuca, lhe acariciando o corpo inteiro.

O seu pau está duro como pedra, o gozo vem, lhe consumindo o corpo num grande voluptuoso prazer que jorra dois, três esguichos de sêmen longe, Sam aperta e exprime-lhe o membro querendo tirar até última gota.

— Foi maravilhoso... — Murmura o mais alto ao pé do ouvido do mais baixo.

— Muito, muito... Mesmo. —Devolve Dean.

Eles deitam extasiados, cansados e suados. Dean aconchega a cabeça no peito de Sam, que lhe acaricia os cabelos curtos. Depois de restabelecidos do prazer desfrutado momentos atrás.

— Sam, o que você vai fazer é perigoso não? — Pergunta o loiro, enquanto brinca com alguns fios no peito do amado.

— O moreno lhe olha. — Nossa, de novo isso, você é bem insistente hein. Não há com que se preocupar, vai acabar tudo bem no fim, viu.

Os enamorados se permitem mais um longo e apaixonado beijo, para por fim se deixarem dominar pelo sono que lhes toma os sentidos.

Na manhã seguinte, enquanto Dean penteia os cabelos louros, Mary se pergunta onde andará Lilith a Capitã da Guarda, ela própria lhe deu ordens expressas para que ficasse na mansão, e não houvera voltado ainda. Não era de seu feitio ter esse tipo de atitude. Vestindo uma camisola de seda branca e um roupão por cima, a Rainha desce para o café.

Dean veste calça jeans e camiseta preta depois de Sam insistir muito para que ele não coloque uma camisa por cima. , Sam sua roupa preta de vampiro, saindo do quarto encontram-se com Benny no corredor que traja calça jeans, camisa, e casaco.

— Bom dia. — Diz Benny, um pouco sem jeito.

— Bom dia, meu amigo. — Devolve Dean, agarrando o amigo em um forte abraço, procurando deixar o mesmo mais a vontade.

Sam vê a intimidade que há entre os dois e se pega um pouco enciumado.

Todos se reúnem no café da manhã.

— Mesmo que seja por situação não muito boa, fico muito contente de tê-los aqui, meus amigos.

Sam, Dean, Meg, Victor, agradecem as palavras da Rainha Mãe.

— Você também jovem Benny, um amigo de Dean é nosso amigo também. — Diz Mary lhe sorrindo gentilmente.

Ainda meio que se sentindo deslocado, Benny agradece timidamente. — Obrigado... Majestade.

— Onde está Lilith? — Pergunta Sam, levando à xícara de café a boca.

— Não voltou ainda. Meg por favor. veja se ao menos ele está aos arredores da mansão.

Meg faz uma ligeira busca. — Nada, nem sinal da Capitã. Será que aconteceu algo com ela.

— Duvido. Lilith é tão forte quanto eu. Não é nada fácil derrubar ela. — Diz o moreno.

— Bom, não vamos ficar fazendo suposições, até então está tudo bem.

— Sim, mas seria bem melhor que ela fizesse a ressurreição do que o Sam.

— Obrigado, por tamanha falta de confiança em mim maninha. — Diz o moreno com ironia.

— Você sabe que não é isso Sam. Tenho total confiança que você vai conseguir, é que vai ser muito triste o que vem depois, ver você daquele jeito, não vai ser bom.

Dean expressa um semblante de muita preocupação, mas prefere não se pronunciar.

Dentro de uma caverna com um altar a sua frente, Capitã Lilith começa a por andamento seus planos contra Vampiros e Werewolfs.

— Gordon, foi pego. Ele não foi páreo para o Victor. — Diz Lu entrando na caverna.

— Lobo inútil. Além de fracassar deve ter deixado todos de sobressalto. Tenho que voltar a mansão imediatamente para ver o que anda acontecendo por lá. Como foi com os vampiros?

— Foi um pouco arriscado, mas deu tudo certo. Você acertou em cheio nos que escolheu.

— Perspicácia meu caro. Durante anos venho observando os que estão insatisfeitos com a patética Mary. E o melhor de tudo, é que os mais poderosos estão do nosso lado. — Diz a Capitão, enquanto esfrega as mãos, sorrindo diabólica.

— Não será difícil. Combinado eles com os Werewolfs que conseguimos.

— Exato. Agora vamos, vamos ver o estrago que Gordon pode ter acabado feito.

Depois do café, Sam puxa Dean para um canto qualquer e o beija profundamente.

— Nossa! O que foi isso, o que há. — Diz o loiro surpreso pelo rompante do moreno.

— É que talvez tenhamos que ficar sem podermos fazer isso por um bom tempo. Então eu quis guardar de lembrança.

O loiro passa a mão no rosto do moreno. — Sammy...

— Desculpe a intromissão, mas está na hora Sam. — Diz Meg chegando-se.

O celular de Dean toca, ele atende.

— Dean.

— E ai moleque. Lamento não ter nada muito concreto para lhe passar Mas por aqui, está tudo na mesma. Sejam quais forem estão se escondendo muito bem entre nós, não consigo encontrar uma ponta solta sequer.

— De qualquer forma, obrigado Bobby. Continue atento.

— Certo garoto. Você e Benny cuidem-se por ai. Tchau.

— Pode deixar. — Se despede o loiro desligando o aparelho.

— Nada? — Lhe pergunta Sam.

— Não.

— Então é com a gente agora. Vamos acabar logo com isso. Mãe.

— Preste atenção. Estamos despertando ele muito antes do tempo previsto, todavia você não pode lhe dar mais do que metade do seu sangue. Isso não vai trazê-lo completamente recuperado, mas será o suficiente para o que precisamos. depois ele vai recuperando o restante aos poucos. — Diz Mary aproximando-se de Sam e lhe entregando uma antiga chave

— Obrigado mãe. Você pode confiar, eu vou revivê-lo. — Diz Sam com feições serias e decidido.

— Meg, você irá acompanha-lo pra trazê-lo de volta. Pois acredito que nosso convidado, não há de ser tão generoso.

Um pouco nervoso Dean fala a Rainha. — Eu gostaria de acompanhar o Sam também, por favor.

Mary o olha seriamente. — Eu lhe permitirei acompanha-los, mas você terá que me prometer, que aconteça o que aconteça, você não irá interferir Dean Winchester. Promete?

— Sim, eu prometo. — Concorda Dean, pensando consigo se deveria ter feito tal promessa.

— Espere, é Lilith sinto-a se aproximando da mansão. — Diz a jovem vampira com certo entusiasmo.

—Meg, por favor. Já chega disso.

— Mas Sam...

— Sam se aproxima da jovem lhe abraçando, agarra a ponta de seu queixo e lhe fala. Olha. suas intenções são louváveis, e eu me sinto muito amado por você. Mas um dia eu serei o Rei e terei talvez, que tomar atitudes muito mais extremas do que essa, não posso ficar dependo dos outros pra sempre Ok.

Meg lhe da um sorriso tímido, mas aprovador.

— Quando Lilith chegar ela terá muito que explicar para mim, Quanto a vocês, sem mais delongas, vão, despertem Castiel Novak.

Notas finais
Digam o que acharam é muito importante, até para se ajeitar uma coisinha aqui, e/ou outra acolá.

Padakiss Minna. ^.^