Lua De Sangue
3 Capítulo 3 - Suspeitas
Notas iniciais

— Isso é duas, três vezes maior que o meu quarto. — Pensa Dean. Ao entrar na enorme suíte. Sam fecha e tranca a porta em quanto Dean se maravilha com o lugar, a cama é grande, espaçosa, com cobertas em tom dourado, no chão um carpete aveludado de vermelho escuro. Dean está no centro da suíte, se chega aos pés da cama. De repente sente as mãos grandes que tocam seus ombros descendo pelos seus braços, agarrando-se a sua cintura, é arrepiado por beijos suaves em seu pescoço, ao mesmo tempo em que mãos firmes sobem tirando-lhe a gravata, o casaco, e depois começam a desabotoar sua camisa. Sua respiração ofega um pouco quando as mãos grandes e fortes, lhe alisam o peito e abdômen, são mãos ásperas e calejadas, revelando que o Príncipe tivera dias difíceis, diferente do que ele pensava. A mão que ergue seu queixo, o hálito quente em sua orelha deixa sua respiração cada vez mais pesada.
Sam vagarosamente faz o contorno em seu corpo, de frente para Dean olha em seus olhos verdes, passa o polegar em seus lábios que estão secos, observando seu nervosismo. Desce a mão até o membro do louro, que está em descanso, desabotoa a calça, abre a braguilha e o empurra sobre a cama macia, tira-lhe os sapatos, as meias. Restando só as calças ele puxa uma perna e depois outra, agora falta apenas à cueca preta, naquele lindo corpo claro.
Atirando-se sobre o louro, Sam lhe alisa os cabelos curtos, olha-o como querendo desenhar cada traço daquele rosto de pele clara, lábios carnudos, uma de suas mãos vai estimulando o membro por cima da cueca, membro que não resistindo vai dando resposta ficando meia bomba.
Dean o olha sério, confuso, quando sente seu membro ser solto da apertada boxer, e o iniciar do gostoso vai-e-vem que é rápido, prazeroso, desapertando o membro por completo, deixando-o duro, rígido e pulsante. Sam desce, fita o membro grosso de glande rosada abocanhando inteiro, fazendo Dean soltar um gemido de avida volúpia. O moreno chupa com maestria, sabe o que faz, brinca com a glande usando sua ágil língua, seu braço estende-se pelo abdômen chegando ao mamilo do peito direito de Dean, acariciando. Sam tira o pau de sua boca e o agarra fazendo-lhe o vai-e-vem novamente, enquanto sobe até rosto do loiro.
— Quer que eu pare Dean? — Pergunta Sam, quase tocando os lábios do loiro com os seus.
Sem conseguir emitir palavras, Dean apenas balança a cabeça de um lado para o outro fazendo à negativa. Sam sorri maliciosamente.
Voltando para o membro mais uma vez o abocanha e continua a lasciva arranca mais e mais gemido de prazer do loiro, que se vê completamente entregue ao prazer que é lhe é dado por aquele homem. Vendo que o ápice se aproxima, Sam volta para cima se entendo sobre o Dean e intensificando o vai-e-vem fortemente, se aconchega no lado do louro, que não demora e goza jorrando fortes espirros que lhe caem do abdômen aos peitos, ao mesmo tempo Sam libera suas presas mordendo o pescoço do loiro alfa, que sofre uma ligeira transformação facial soltando um urro de dor e êxtase.
No salão se faz um breve silêncio quando se ouve o urro, quando termina a Rainha Mãe se pronuncia levantando uma taça para cima. — Bridemos todos, ao mais novo membro da Família Winchester, brindemos a Dean Winchester! Assim todos o fazem e o saguão enche-se do som de encontros de taças. Em quanto às comemorações são feitas, a Rainha se perde em pensamentos e seus olhos inundam de lágrimas.
Sam lambe resquícios de sangue que escorrem do pescoço de Dean.
— Logo você estará melhor. Só descanse e relaxe.
— Nossa! O... O que foi isso?! E. Eu estou... Meio zonzo...
Levantado da cama, Sam começa a ajeitar suas roupas que bagunçaram um pouco. — Fique ai e descanse. Depois tome um banho e, apronte-se. Quando eu voltar, nós desceremos para a festa de novo. E não saia daqui até que eu volte.
Dean senta na cama de modo agura, já se recuperando.
— Não teria sido mais fácil ter colocado um anel no meu dedo... E é só isso? Eu achava que você, sabe? — Diz Dean com certo ar alegre, mostrando o dedo anelar.
Sam se espanta com a pronta recuperação do loiro, que para ele não deveria ter se recuperado tão rápido assim. O moreno senta-se na beira da cama, dobrando uma perna em cima da mesma e mantendo outra no chão, toca o rosto do loiro e lhe diz. — Não ouviu minha mãe dizendo que me preparou para ser um bom rei. Diga-me, como seria eu um bom rei, obrigando alguém a fazer algo que não quisesse. Desde que pus meus olhos em você, eu o desejo intensamente, mas quero tê-lo por sua livre e espontânea vontade de se entregar a mim.
— E se essa vontade nunca acontecer?
— É um risco que eu vou ter que correr.
— Mas e você... Quer dizer... Sabe... — diz o loiro apontando com o olhar a visível excitação do Príncipe.
— Ah, isso. Não se preocupe, eu vou dar um jeito agora mesmo. E quando voltar esteja pronto.
O Príncipe sai. Dean sozinho com pensamentos confusos, não sabendo ao certo o que acontecia ali, a única coisa que sabia, era que o Príncipe chupava um cacete muito bem. Um sorriso maroto lhe vem à face com esse pensamento.
Em outro aposento Sam, abre os braços, respira fundo, sua mente vaga por todo o saguão atrás de uma especifica vampira, ele a encontra, Beladona Tabolt. Sentido o chamado ela abandona a festa, sorrateira e vai de encontro a Sam, chegando ao quarto, mal entra e o moreno a pega tomando-a para si em seus braços fortes, ele prensa a loira contra a porta, seus lábios se encontram, devorando-se. O vestido é rasgado violentamente, deixando a mostra seus seios que são desfrutados com voracidade pelo moreno, as mãos fortes arrancam a calcinha de cor vermelha que cai no chão.
Dedos delicados passam por cima da calça, constatando a excitação do moreno.
— Huummm, você já está... Em ponto de bala. — Diz a loira em meio aos beijos ardentes que recebe e devolve.
Em quanto os dedos ásperos constatam o inchaço e a lubrificação vaginal, Sam enfia um dedo para dentro da loira, que geme forte, e lhe mordisca o lóbulo da orelha. Ele usa a lubrificação para estimular o clitóris fazendo Tabolt se desmanchar em luxúria, ele usa dois dedos, o canal vaginal se alongou e se abriu. Ele sabe agora que ela esta pronta para recebê-lo.
Abre a braguilha retirando seu pau para fora, ergue a perna direita da loira e a penetração é fácil sem muita resistência, seu membro possante desliza para dentro da loira, ao mesmo tempo em que unhas se cravam em suas costas. Estocadas fortes, rápidas, são feitas ritmando seus corpos, suas respirações se aceleram. Os gemidos da bela jovem ali em seus braços em seu domínio lhe excitam mais e mais.
A jovem vampira atinge o clímax sentindo seu corpo se extasiar, logo que seu corpo relaxou assim como os músculos vaginais, Sam vem logo em seguida, gozando, jorrando seu sêmen pra dentro dela, eles ficam ali um pouco colados.
Na suíte do Príncipe Dean já está pronto sentado na beira da cama um tanto quanto impaciente pela espera.
Sam mais uma vez na noite volta a se recompor.
— Você destruiu meu vestido, como vou sair daqui agora?
— Pela janela, minha cara. — Diz Sam mandando um beijo para a jovem que está deitada na cama agora.
— Eu poderia fazê-lo muito feliz. Seria uma rainha perfeita, não acha.
— Não duvido linda. Mas acho que meu coração já foi ocupado, e não foi por você. Lamento.
Mais uma porta que se fecha atrás de Sam, ele volta para a suíte onde está Dean, abre a porta e chama o alfa. — Vamos.
— Já era sem tempo. — Lhe diz o loiro um pouco irritado.
— Calma.
Enquanto caminham voltando para o saguão, o olfato apurado do Alfa lhe faz confidências. — Nossa você está fedendo a sexo. Não deu pra tomar um bainho não?!
— Não é nada que não fosse esperado dessa noite. Embora não tenha sido exatamente com quem deveria ser.
Eles entram e as trombetas os anunciam, sorrisos e aplausos são executados, ao lado da Rainha são cumprimentados, com beijos e carinhos. A Rainha sente um Dean diferente, menos defensivo e mais receptível, olha para Sam que lhe sorri, e ela devolve como se dizendo estar orgulhosa dele.
Uma bela figura feminina corre rapidamente pelos campos em volta a mansão, numa velocidade incrível que impede que mortais comuns possam se quer notar a sua presença. Mas não impede de olhos imortais como ela.
— Então a vampira vadia estava se divertindo com o Príncipe, que bom. Isso acabou criando a oportunidade perfeita. — Pensa consigo.
Trajada para dormir Lilith salta da janela de seu quarto vestindo um baby-doll com um chambre por cima. Não demora muito e já esta próxima a Tabolt, mas espera a bela se afastar mais e mais da mansão dos Winchesters. Os vampiros apesar de não terem um olfato tão bom quantos os lobos. É suficiente para que a Bela sinta o cheiro logo atrás de si que é trazido pelo vento. O cheiro é conhecido, é só a Capitã da Guarda, que deve estar fazendo uma ronda para averiguar a segurança. Pensa Tabolt. Quando Lilith se aproxima suficientemente para que sua intenção nociva seja percebida, é tarde demais.
O ataque é rápido e certeiro, decapitando a jovem bela vampira, o corpo cai rolando alguns metros à frente. Lilith ergue a cabeça pelos cabelos próximos a seu rosto. — Uma a menos.
Dentro da mansão, no saguão uma música começa a tocar e o moreno tira o loiro para uma dança, ele sente certo desconforto, mas não recusa o convite.
— Todos os vampiros são assim? — Pergunta o loiro com voz mais amigável
— Assim como?
— Assim, curtem homens e mulheres, todos são... Você sabe... O que quero dizer.
— Ah, é isso. Acho que sim, se não, a maioria. Diz moreno fitando os olhos do loiro que faz o mesmo. Eles se deixam levar pelo o embalo da canção.
Por fim a noite termina. amigos, convidados se despedem, partem. No vazio saguão agora restam Mary, Sam e Dean, ela os abençoa recolhendo-se em seguida também. Os dois sobem para a suíte, entram e o moreno começa a se despir. Dean se acosta na porta que fecha atrás de si. — Preciso dormir aqui, com você?
— Se quiser caso não, pode ficar com outro quarto na mansão. — O loiro observa nas costas do moreno, depois desse se livrar das vestes de cima, as marcas deixa por Tabolt.
— Você se divertiu mesmo, hein! — diz meio encabulado.
— Posso dizer que foi muito gostoso. — Sam se vira estufando os peitos largos e definidos chamando a atenção do olhar esverdeado do loiro.
Tentando passar uma tranquilidade que não tinha, Dean tenta brincar. — Pensei que vocês dormissem em caixões, ou de ponta cabeça, pelo menos foi o que sempre ouvi. — Um pequeno sorriso de canto, lhe surge.
— Parece que você tem ouvido muitas inverdades a nosso respeito. Há muito tempo talvez, hoje não mais. Hoje usamos os caixões apenas para os que precisam hibernar.
— Existem vampiros que hibernam que estão hibernando?!
— Sim. Especificamente dois, nesse momento.
Dean se surpreende com a revelação. — Você não teme dividindo essas coisas comigo? Acho que nem os mais antigos de minha espécie sabiam disso. Eu nunca ouvi falar nada a esse respeito.
Sam chega próximo a Dean, coloca uma mão em seu ombro e outra em seu rosto. — Você agora é parte dessa família, tudo será divido com você, assim quer a Rainha e assim vai ser. E não Dean, eu não temo, não vejo esse mau caráter em você, ao contrário, chego ver algo familiar. Se você não fosse um Werewolf eu poderia dizer que...
O moreno se afasta dando de costas, não terminando a frase.
— Pele clara, olhos verdes, cabelos loiros, a sua rápida recuperação e mais todas as recomendações de minha mãe, que mais pareciam preocupações com seu bem estar. Não Sam Winchester, isso é loucura, não pode ser. — Sam prefere não dividir suas indagações e desconfianças absurdas com Dean.
— O que? O que você ia dizer?
— Nada, bobagem. Deixa pra lá.
— Bom, vou nessa então. Amanhã a gente... Se pecha... Por ai. — Diz acanhado, retirando-se do quarto.
— Dean. — Lhe chama o moreno.
— O que?
— Boa Noite!
— Boa... Noite! Sam.
Depois que Dean sai, Sam se deita na cama, o sono lhe vence sem demora, devido ao dia e noite cansativo que teve. No corredor indo em direção ao quarto indicado por Sam, Dean para ao lado de outro, um cheiro familiar lhe chama a atenção, ele abre a porta e suas narinas são impregnadas por vários odores, os mais fortes de seus últimos visitantes, o cheiro de uma mulher e o dele, o cheiro do Príncipe, era ali que ele estivera há não muito tempo e não estava sozinho, o cheiro da fêmea é tão vivaz quanto. O loiro sai dirigindo-se para o seu quarto, não entende por que o cheiro de um macho como ele o esta incomodando tanto. Ele deita, rola de um lado para o outro na cama, o sono lhe custa o aborrecendo muito, é quase de manhã quando o sono lhe vem e o domina.
Notas finais
Até amanhã! ^.^
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