Lua De Sangue
16 Capítulo 16 - Caçada
Notas iniciais

Victor é anunciado, entra bem vestido em seu traje lilás habitual de vampiro com um sorriso animador, sorriso esse que lhe vai de um canto ao outro do rosto. Na sala encontram Meg, Ruby, Benny e Castiel. — Todos prontos para a "Grande Noite", resolvi me juntar a vocês hoje.
— Vai ser um prazer ter a sua companhia Victor. — Fala Meg muito espevitada como sempre.
Mary, Dean e Sam voltando dos subsolos da mansão chegam a sala nesse instante.
— O QUE?! — Exclama alto Sam.
— Não vai me dizer que esqueceu de noite tão magnifica meu Príncipe. Isso seria um ultraje. — Diz Victor fazendo a habitual reverência habitual diante de sua majestades, logo cumprimenta o amigo.
Cumprimentando Victor também Mary fala: — Da-lhe um desconto, estávamos resolvendo assuntos importantes que nos tomaram muito tempo e completamente nossa total atenção. Mesmo eu esqueci da noite de hoje.
Sem compreender nada do que acontece ao seu redor Dean pergunta: — Desculpa mas perdi alguma coisa aqui?!
Todos lhe olham de forma engraçada para o loiro. — Quem faz as honras? — Indaga Mary.
Acostada a uma estante com os dois braços escorados em uma parteleira Ruby diz: — Eu explico. A Rainha Mary muito lutou para que nós não atacássemos mais os humanos, porém o conselho pressionado por muitos vampiros e também de comum acordo com eles achou isso muito intransigente a nossa espécie, uma vez que poderíamos acabar perdendo nossa natureza de caçadores com o tempo. Sendo assim foi estipulado que apenas uma vez ao ano atacaríamos os humanos e, somente seriam aquele ditos como a escória da raça deles. Homens e mulheres de má conduta como ladrões, maniacos e todo o tipo de meliante.
É claro que todos os vampiros não podem sair por ai atacando ao mesmo tempo, por isso foi estipulada datas para que isso fosse feito, foram separadas pequenas regiões e hoje é a nossa vez, a nossa noite. Desculpe a franqueza, mas se tem uma batalha que a Rainha Mary perdeu e eu gostei foi essa. Adoro caçar esses malditos e me fartar de sangue fresco bebido na própria jugular, nada em nossa existência é tão prazeroso quanto isso. Entendeu? — Finaliza Ruby com sorriso de grande satisfação.
Dean com cara de entendi mas não compreendi, blança a cabeça devagar e retruca: — Sim... sim.
Batendo as palmas de suas mão eufórico Victor diz: — Vamos, vamos que a noite é nossa. Vamos Sammy, vamos aproveitar.
— Vamos Mãe?
— Sammy eu não sei.
— Não mesmo, a senhora vai se alimentar como todos nós hoje, vou lhe ajudar a se vestir. — Fala Meg sem dar a menor chance de recusa para Mary arrastando-a pelo braço como duas adolecentes.
— Eu também vou me arrumar, aguardem um pouco. Dean me acompanha? — Diz Sam subindo as escadas logo atrás das duas, Dean vai com ele como pedido. O restante permanece na sala conversando, aproveitando o momento de calmaria.
Na mansão de Crowley em uma luxuosa sala de jantar, o anfitrião e sua convidada desfrutam um peixe grelhado como prato de entrada, Lilith lhe passa o plano que tem em mente contra os Winchesters.
— Eu adoraria ter a sua cooperação nessa empreitada Crowley, estou disposta a lhe ceder o trono em troca. — Diz a loira antes de levar um copo de água a boca.
— Soube que você tentou usar Amélia em sua "empreitada" ao que tudo indica isso também falhou, e eu não estou interessado em entrar em atrito com o Conselho. Aliás, qualquer vampiro inteligente pensa igual a mim ex-capitã.
— Verdade. Mas quando enviei ou melhor, usei Amélia eu não tinha juntado todas as peças do quebra-cabeças, esse foi meu erro. A Conselheira deve ter examinado o filho errado, e não teria porque ela examinar um Werewolf hospedado na casa da benfeitora mary Winchester.
— Do que estamos falando aqui minha cara. — Indaga Crowley arqueando uma de suas sobrancelhas.
— Dean é o filho bastardo de Mary Winchester, eu custei a montar o quebra-cabeças contudo agora enxergo cada peça em seu devido lugar, todavia não posso usar Amélia de novo como também não tenho mais interesse nisso já que meu lucro seria minimo. Tenho certeza Crowley que ele é um maldito Hibrido, ou seja, o argumento perfeito para atacarmos e acabarmos com os Winchesters assim como com seus malditos aliados pulguentos.
Crowley sorri, ele bebe um gole de sangue fresco em uma cristalina taça longa. Se antes não estava interessado na proposta da vampira isso muda bruscamente a partir de agora. Lilith continua: — Não posso sozinha enfrentar dois Reis Vampiros, só que com a sua ajuda poderemos dar cabo de Mary e Castiel. Você é do mesmo nível deles, uma indicação muito acima de mim na falta daqueles dois, depois de tudo mesmo que o Conselho decida despertar Balthazar ainda assim você continua sendo uma ótima opção para reinar ao lado deste.
Alisando o brasão que tem em seu dedo anelar, Crowley escuta atentamente tudo o que a ambiciosa vampira lhe diz, para ele surge a oportunidade perfeita para ocupar um dos lugares que sempre almejou.
Na suite de Sam assim que a porta se fecha o moreno empurra Dean contra ela, mantendo-o de frente para si.
— O que foi? — Indaga o loiro pego de surpresa.
Sam abocanha a boca de lábios carnudos e vermelhos sendo correspondido de imediato pelo loiro já este refeito do susto. Suas bocas se buscam voraz, as mãos do moreno vão abrindo a calça do loiro libertando o membro que começa a despertar fácil pelos estímulos impostos pela mão firme que o assegura.
O mais novo desfaz o beijo e sem pestanejar desce para a cintura do loiro engolindo com gula o grosso mebro cheio de veias, quando a ereção chega ao fundo de sua garganta, o dono do falo solta um gemido estridente e prazeroso. Sam trabalha libidinoso com a língua deslizando ela por todo o comprimento de grosso pau que tem a sua inteira disposição. Ele sobe a frente do irmão, lhe beija dividindo com ele o sabor meio que salgado de seu próprio membro, volta a descer chupando o pau de Dean com mais volúpia arrancando gemidos sofridos cada vez mais longos.
O loiro agarra-se nos cabelos do mais novo em desespero. — Sam... huummmm... por...favor. Assim...
Sam continua com grande voracidade n membro rígido enlouquecendo o irmão de tesão. Dean pega firme a cabeça do irmão lhe impondo uma rápida foda oral, ele entra e sai com velocidade de dentro da deliciosa boca que lhe excita num frenesi alucinado. Logo deixa o irmão lhe trabalhar o membro de novo por si mesmo. Sentindo que o momento de Dean está próximo Sam se prepara para receber o gozo do mais velho.
— Sammy... Sammy... eu... euu... — O gozo vem arrebatador com potentes esguichos de sêmen enchendo a boca do mais novo com o liquido quente.
Assim que engole o sêmen do irmão Sam sobe a frente de Dean novamente fita o irmão se recuperando do êxtase, acalmando a respiração qua antes lhe era ofegosa. Dean meio recuperado lhe sorri saciado, Sam fica rente e o loiro lhe lambe os lábios com suavidade.
— Gostou? — Pergunta Sam em meio a um sorriso maroto.
— Se eu gostei? Ora seu... Foi deliciosamente delicioso.
— Ótimo. Agora vou tomar um banho rápido e me arrumar. — Diz Sam se afastando do mais velho que lhe puxa pelo braço colando seus corpos um no outro uma vez mais. O loiro passa os braços envolta do pescoço do moreno, este a cintura do loiro.
Um ligeiro selinho. — Ei, e você?
— Está tudo bem. Só queria sentir seu gosto, lhe dar prazer, vou me ausentar por umas horas lembra? Quando voltar eu desfruto desse seu corpo gostoso e tesudo.
— Mas eu queria ter você agor...humf. — Um lascivo beijo cessa as palavras do loiro.
— Agora não temos tempo Dean, me espere acesso porque voltarei sedento por você.
— Ok, vá para seu banho, eu pego sua roupa. — Depois de mais um ardente e longo beijo apaixonado entre os irmãos, Sam vai para o banheiro e Dean para o closet.
Meia hora depois Sam e Dean descem, Sam elegantemente trajado para a noite de caçada. — E então, todos prontos?
— Só estávamos esperando por você que demorou mais do que sua mãe para se vestir, eu hein. — Diz Meg beliscando o braço do moreno. Sam por sua vez lhe confidência sussurrando ao pé do ouvido. — É que eu fiz outras coisas além de me banhar e vestir, se é que me entende maninha.
— Huuummmm! — Expressa Meg pondo o dedo indicador no queixo e sobrepondo o lábio inferior sobre o superior.
Depois de se despedirem de Dean e Benny que ficam na mansão Mary, Castiel, Sam, Victor, Ruby e Meg partem para aproveitarem a noite da caçada, ao menos a maioria deles.
Abraçando benny pelo como cangote como quando eram jovens Dean lhe diz: — Que tal umas cervas e um canalzinho a cabo bem sacana como nos velhos tempos hein amigão.
— Você não muda nunca. Dean não somos mais pivetes como antes.
— Ah qualé, não é porque não somos mais pivetes que não temos que ser sacanas. — Ambos gargalham.
Se desvencilhando do amigo. — Aceito a cerva com um bom jogo de cartas.
— Credo Benny, como você está careta. — Fala Dean desapontado mas aceita o convite, ele vai para a cozinha pegar as cervas, Benny para a sala de jogos preparar tudo para a noite a "dois".
No alto de um de um arranha-céu se encontram seis imortais criaturas sedentas por sangue fresco há muito não experimentado, seus mais primitivos instintos estão a flor da pele, eles observam, escutam tudo e a todos num raio de muitos quilômetros. Com uma voz tenra a Rainha deles lhes fala: — Um humano para cada dois de nós é mais do que suficiente.
— Mãe por favor. — Diz com voz e semblante pidão.
— Sammy eu atendi um pedido de vocês vindo caçar, que tal atenderem um meu?
Contrariado o Príncipe concorda embora não muito satisfeito.
— Se for assim eu quero fazer par com o Sam. Lamento Ruby.
— Não precisa se desculpar Meg. Eu prefiro fazer par com o Sam em momentos mais quentes do que esse. Aproveite bem a companhia de seu "irmão", tem muito a aprender com ele. — Fala a loira com sorriso malicioso ao olhar para o moreno. Sam lhe lança um beijo.
— Ficaremos assim, eu e Ruby, Castiel e Victor, por fim você e Sammy Meg.
— Beleza. Porque enquanto vocês falavam eu já pesquei os nossos peixes. Vamos Cass. Ah, e me perdoe majestade mas o miseráveis não concordam com você neste caso.
Muito rapidamente Mary faz um reconhecimento para entender do que Victor falava. Ela encontra, são dois agressores um para ele e outro para Castiel. — Fazer o que se as circunstâncias são favoráveis a vocês. Ao menos eu tentei.
Os dois vampiros se atiram do alto alçando voo percorrendo alguns quarteirões chegando a um beco onde uma jovem está preste a ser molestada por dois rapazes.
— Encontrei. Venha Meg chegou a nossa vez. — Sam salta sendo seguido pela jovem vampira que logo encontra o seu destino, aumenta a velocidade passando a frente do príncipe.
— Ah você quer dar uma de espertalhona é?! — Fala Sam ultrapassando a irmã deixando-a para trás. Eles prosseguem assim disputando a liderança no voo até chegarem ao lugar exato que não demora nada devido a travessura dos dois.
Ruby encontra a vitima de sua dupla. — Rainha.
— Vamos. — Elas voam para cima, sua presa é a mais distante.
Em milênios de segundo cada um dos vampiros pega cada um uma presa. Castiel agarra a sua prensando contra a parede no beco escuro. — Muito valente contra quem não pode defender-se não acha? Que tal alguém como eu valentão? — As presas são rapidamente cravadas sem a menor piedade, seu grito é alto, agonizante. Contudo não há ninguém para ouvi-lo a não ser a jovem que corre desesperada para longe dali.
No outro lado do beco Victor jaz com o corpo do outro homem em suas mãos, o vampiro saboreia cada gota que sai sem deixar nada lhe fugir.
Em outro ponto Sam e Meg se fartam com a abundância de sangue que há no corpo do homem ao chão. Ele acabara de espancar o filho que falhou em trazer-lhe o dinheiro para o vicio do álcool, o menino paralisado de medo encostado a uma carcaça de um velho carro assiste a tudo. Sam o olha com a boca suja de sangue por toda a volta, o branco de suas presas são inexistente agora tomadas pela cor vermelha. Ele fala ao garoto: — Mesmo que contasse a alguém, ninguém acreditaria em você. Agora vá, corra para o mais longe que puder daqui. — O garoto dispara sem olhar para trás, mesmo sendo o seu pai o monstro que era, ele lamenta e chora o fim que ele encontrou nas mãos daquela criaturas que até agora para ele não passavam de contos de fadas.
Mary se acosta a uma árvore, elas pegaram um gigolô explorador de mulheres, o trouxeram para um lugar mais afastado. A Rainha sugou pouco deixando grande quantidade para Ruby que ainda está a sugar o sangue. Ela perdeu o prazer por aquilo, mas enxerga que não pode sentenciar outros vampiros ao mesmo destino que o seu. Sam está certo, "vampiros não podem deixar de serem vampiros".
Na Mansão Winchester Dean está perto de fazer a sua boa jogada e terminar a partida, mais uma de tantas que já ganhou. No entanto de repente Benny lhe olha intenso de uma maneira que nunca havia feito antes, um olhar tão penetrante que deixa o loiro surpreso e corado ao mesmo tempo.
— O que foi amigão? Porque está me olhando desse jeito?!
Benny sem responder levanta indo em direção ao loiro tira as cartas de suas mãos jogando-as em cima da mesa.
Dean se levanta. — Benny qual é o problema, você está bem?
O Werewolf de confiança, braço direito e grande amigo do Alfa Líder vai e chegando cada vez mais rente do loiro que tenta se afastar caminhando para trás, ele chega a uma parede sem ter mais para onde ir. — Benny o que há com... — Benny agarra forte Dean dando-lhe um beijo sufocante o impedindo este de continuar o que iria dizer. Dean com os olhos arregalados não sabe o que fazer ficando sem reação alguma, pois não consegue assimilar seus pensamentos para conseguir entender o que acontece ali.
Notas finais
Ja Nee.
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