Lua Crescente
5 Capítulo 5 - Luna na atualidade...
Notas iniciais
Já tenho até o capítulo 6 pronto...
Mas só o posto quando tiver pelo menos 2 comentários nesse aqui...
Chantagista...
Boa leitura!
Ponto de vista: Luna (Renesmee)
Eu sempre vivi em um lar cheio de amor e carinho, meus pais são os melhores. Tirando muitos problemas de saúde e um ou outro acidente, pois sou o desastre em pessoa, e alguns problemas que meus pais tiveram, como a conturbada gravidez da minha mãe, onde ela acabara de ter gêmeos, Diogo e Alexia, nomes escolhidos por mim, na minha vida tudo sempre conspirou para que eu fosse muito feliz. Eu sou um pouquinho maluca ( minha mãe quase me mata quando eu falo isso, mas é a verdade), uma pessoa que acredita em vampiros e lobisomens e fica louca para conhecê-los não pode ser muito normal, mas como meu próprio nome diz, eu sou a “Lua”, ou melhor, vivo no mundo da Lua. Tenho 15 anos agora, e estou no 1° ano do ensino médio, logo, logo vou adentrar na faculdade, e quero cursar Medicina. Minha mãe diz que não sabe d’onde eu tirei essa vontade, eu só sei que quero e vou cursar Medicina na melhor universidade do país, e de graça! Como tenho tanta certeza, eu não sei d’onde veio, mas eu sou tipo um Einstein de saia, não é porque eu sou metida que digo isso, é porque uns médicos disseram que sou super – dotada, pois tenho uma inteligência muito acima da média... De vez em quando, me pego em monólogos como este... acho que quero tentar me compreender, pois é uma missão quase impossível... Mesmo tendo todos os motivos para ser feliz, algo ainda está errado... eu tenho a sensação durante todo o tempo de que falta algo, não sei bem o que, mas sei que falta... já procurei por todo o lado, mas quando não se sabe o que procura, fica difícil... Outra coisa engraçada, é que tenho a sensação de estar sendo observada o tempo todo, não é uma sensação ruim, é mais como se um anjo estivesse sempre ao meu lado, deve ser isso... Meu aniversário foi a uma semana atrás, e meus pais me deram de presente uma viagem, para que eu vá com duas amigas, já que eles não podem viajar porque meus irmãos só tem um mês e meio, e eles não confiam em mim e no meu namorado juntos e sozinhos longe... é isso mesmo, eu tenho um namorado... eu não o amo, eu gosto dele, não sei porque, mas não consigo amar algum garoto do modo que vejo os casais da minha família falarem que se amam, e as minhas primas e amigas dizerem que amam os garotos... acho que é porque sou muito nova, ou porque fico esperando aquilo que procuro achando ser “o cara”, não sei... Eu estou no carro dos meus pais, no banco de trás, ao lado dos meus irmãos, indo para o aeroporto de uma cidade grande aqui da região, e ao invés de estar olhando a paisagem ou fazendo qualquer outra coisa, estou fazendo um balanço da minha vida... Minhas amigas vão nos encontrar no aeroporto, pois meus pais tinham que levar meus irmãos para uma consulta na mesma cidade e não caberia todo mundo... eu fico com o coração na mão de deixar os meus filhos, isso mesmo, filhos, adotivos mas meus filhos, na verdade são dois cães, mas eu os amo como filhos, são o Hingo e a Nina...
Vou parar de pensar e observar o caminho... Meu pai é um ótimo motorista... Espera aí, aquela carreta vem na contramão?! O carro vai bater...
_ Pai, vai bater!!!!!!!!!!!!!!!!!
_ Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ponto de vista: Narrador
Um motorista embriagado vinha na contramão com sua carreta, tentando ultrapassar outra carreta... O pai de Luna tentou desviar saindo pelo acostamento, mas a carreta bateu na traseira do carro, o arremessando-o barranco abaixo. A parte detrás do carro, onde se encontravam Luna e seus irmãos ficou destruída depois das cinco vezes que o carro capotou. O resgate chegou rápido, mas era quase impossível tirar alguém com vida dessa parte do carro. Depois de retirarem os pais, que se localizavam nos bancos da frente com algumas fraturas e escoriações, os bombeiros partiram para a parte detrás onde logo de cara encontraram Alexia, em sua cadeirinha, porém, com um afundamento em um lado do crânio que a levou a óbito. Ao mesmo tempo foi encontrado do outro lado, também em sua cadeirinha, Diogo, que foi morto por um afundamento em seu tórax. Depois de retirarem os corpos dos dois bebês, partiram para o resgate mais complicado, o de Luna, que estava presa entre muitas ferragens. Fizeram todos os procedimentos para retirá-la de lá, e como por um milagre, encontraram-na com vida, fraca mais com vida. Colocaram-na no helicóptero para leva-la com máxima urgência para o hospital, pois constataram uma hemorragia interna.
Durante todo o tempo em que Luna acreditou estar sendo observada, ela estava certa. Era protegida por Alec, que sempre saía de Volterra escondido, para estar ao seu lado. No dia do acidente, ele seguia o carro correndo à distância, e viu o acidente sem poder fazer nada. Depois de observar o salvamento e ver que sua protegida saíra de lá com vida, porém mal, resolveu ir atrás de sua verdadeira família, para que seu avô Carlisle, que era um excelente médico, pudesse ajudar a salvarem sua vida. Saiu em disparada, pois teria um longo caminho do interior do Brasil até Forks.
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